SlideShare uma empresa Scribd logo

DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf

Universidade Federal do Rio Grande - FURG
Universidade Federal do Rio Grande - FURG
Universidade Federal do Rio Grande - FURGProfessor em Universidade Federal do Rio Grande - FURG

Desenho de projeto de instalações elétricas prediais

DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf

1 de 46
Desenho de Instalações
UNIDADE 14
Instalações Elétricas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG
ESCOLA DE ENGENHARIA
NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA
Prof. Sinval Xavier
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Projetar uma instalação elétrica, para qualquer tipo de prédio ou
local consiste essencialmente em selecionar, localizar e
dimensionar, de maneira racional, os equipamentos e outros
componentes necessários, a fim de proporcionar de modo seguro e efetivo
a transferência de energia da fonte até os pontos de consumo.
Prof. Sinval Xavier
Informações Gerais
Fonte: Elektro / Pirelli, 2003
SISTEMA GERAL DE ENERGIA ELÉTICA
Prof. Sinval Xavier
O SISTEMA ENVOLVE
GERAÇÃO TRANSMIÇÃO DISTIBUIÇÃO USO
Informações Gerais
NORMATIZAÇÃO
NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão)
A aplicação desta norma não dispensa o respeito aos
regulamentos de órgãos públicos aos quais a instalação deva satisfazer.
As instalações elétricas cobertas pela norma estão sujeitas também,
naquilo que for pertinente, às normas para fornecimento de
energia estabelecidas pelas autoridades reguladoras e pelas
empresas distribuidoras de eletricidade.
Para se iniciar um projeto elétrico deve-se ter: (i) realizado uma análise inicial
dos dados; (ii) consultar o regulamento da concessionária; (iii) e, em alguns
casos, entrar em contato com a concessionária.
Prof. Sinval Xavier
Informações Gerais
COMPOSIÇÃO DO PROJETO
Tratando-se de pequenas construções, de um ou dois pavimentos,
sem particularidades específicas, se farão presentes:
Planta da rede elétrica
Quadro de distribuição de cargas e equilíbrio de fases
Diagrama unifilar
Prof. Sinval Xavier
- Esquema vertical dos circuitos alimentadores
- Esquema vertical dos circuitos de minuteiras
- Esquema vertical dos circuitos de moto-bomba
- Planta de situação da rede pública
- Planta de localização do quadro de medição
- Detalhamento da entrada aérea/subterrânea
- Detalhamento externo da caixa de medição
- Detalhamento interno da caixa de medição
- Detalhamento do quadro de barramento
- Outras que se fizerem necessárias
Em construção de maior porte, complexidade, carga instalada, número de pavimentos,
entre outros, devem estar presentes outras representações, tais como:
Informações Gerais
ETAPAS DE ELABORAÇÃO/REPRESENTAÇÃO
Etapa preliminar – Elaboração da planta base;
1º Etapa – Marcação dos quadros de medição e distribuição;
2º Etapa – Marcação dos pontos de consumo e outros;
3º Etapa – Divisão dos circuitos e início do preenchimento do quadro de cargas
4º Etapa – Representação dos eletrodutos;
5º Etapa – Representação dos condutores;
6º Etapa – Complementação do preenchimento do quadro de cargas:
Dimensionamento dos circuitos terminais e dispositivos de proteção
Dimensionamento dos ramais de ligação e entrada e do circuito de distribuição
7º Etapa – Dimensionamento e representação das seções dos eletrodutos:
8º Etapa – Representação do diagrama unifilar.
Prof. Sinval Xavier
Informações Gerais

Recomendados

Aula de instalacoes prediais de água fria
Aula de instalacoes prediais de água friaAula de instalacoes prediais de água fria
Aula de instalacoes prediais de água friaAndréa Camara
 
Fundamentos da eletricidade - Conceitos básicos
Fundamentos da eletricidade - Conceitos básicosFundamentos da eletricidade - Conceitos básicos
Fundamentos da eletricidade - Conceitos básicosRobson Josué Molgaro
 
Construções sustentáveis
Construções sustentáveisConstruções sustentáveis
Construções sustentáveisRochelle Lima
 
Aula revestimentos
Aula   revestimentos Aula   revestimentos
Aula revestimentos wendellnml
 
Projetos elétricos residenciais - Palestra 1 de 4
Projetos elétricos residenciais - Palestra 1 de 4Projetos elétricos residenciais - Palestra 1 de 4
Projetos elétricos residenciais - Palestra 1 de 4Sala da Elétrica
 
TRABALHO DE ESQUADRIAS DE FERRO E MADEIRA
TRABALHO DE ESQUADRIAS DE FERRO E MADEIRATRABALHO DE ESQUADRIAS DE FERRO E MADEIRA
TRABALHO DE ESQUADRIAS DE FERRO E MADEIRAA M
 
Luminotécnica: Parte 2) Cálculos
Luminotécnica: Parte 2) CálculosLuminotécnica: Parte 2) Cálculos
Luminotécnica: Parte 2) CálculosFernando Passold
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

sistemas de vedação vertical
sistemas de vedação verticalsistemas de vedação vertical
sistemas de vedação vertical
 
Esquadrias
EsquadriasEsquadrias
Esquadrias
 
Uso consciente de energia elétrica
Uso consciente de energia elétricaUso consciente de energia elétrica
Uso consciente de energia elétrica
 
Técnica de execução de paredes de pedra
Técnica de execução de paredes de pedraTécnica de execução de paredes de pedra
Técnica de execução de paredes de pedra
 
Projeto Luminotécnico
Projeto LuminotécnicoProjeto Luminotécnico
Projeto Luminotécnico
 
Conforto ambiental 1(1)
Conforto ambiental 1(1)Conforto ambiental 1(1)
Conforto ambiental 1(1)
 
Guia orientativo para elaboracao de projeto eletrico residencial
Guia orientativo para elaboracao de projeto eletrico residencialGuia orientativo para elaboracao de projeto eletrico residencial
Guia orientativo para elaboracao de projeto eletrico residencial
 
Pilar canto
Pilar cantoPilar canto
Pilar canto
 
Fasciculo 20 vãos de janelas
Fasciculo 20 vãos de janelasFasciculo 20 vãos de janelas
Fasciculo 20 vãos de janelas
 
Sistema construtivo
Sistema construtivoSistema construtivo
Sistema construtivo
 
Bom
BomBom
Bom
 
Esquadrias e portas
Esquadrias e portasEsquadrias e portas
Esquadrias e portas
 
Fasciculo 19 vãos de janelas
Fasciculo 19 vãos de janelasFasciculo 19 vãos de janelas
Fasciculo 19 vãos de janelas
 
Alvenaria
AlvenariaAlvenaria
Alvenaria
 
Esquadrias
EsquadriasEsquadrias
Esquadrias
 
Eletrônica Básica
Eletrônica BásicaEletrônica Básica
Eletrônica Básica
 
R.U.P. - Razão Unitária de Produção na Construção Civil
R.U.P. - Razão Unitária de Produção na Construção CivilR.U.P. - Razão Unitária de Produção na Construção Civil
R.U.P. - Razão Unitária de Produção na Construção Civil
 
Projeto de instalação elétrica residencial
Projeto de instalação elétrica residencialProjeto de instalação elétrica residencial
Projeto de instalação elétrica residencial
 
Apostila madeiras
Apostila madeirasApostila madeiras
Apostila madeiras
 
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
 

Semelhante a DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf

Manual instal eletricas_prova
Manual instal eletricas_provaManual instal eletricas_prova
Manual instal eletricas_provaPedro Cruz
 
Instalações elétricas residências, normas
Instalações elétricas residências, normasInstalações elétricas residências, normas
Instalações elétricas residências, normasDevarley Cecatto
 
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdf
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdfte344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdf
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdfPriscilla Ramallo
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas
Cefet apostila-instalacoes-eletricasCefet apostila-instalacoes-eletricas
Cefet apostila-instalacoes-eletricasFranciscodePaula21
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Ana Paula
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Podalirio Carvalho
 
Arthur besen soprano trabalho eletrotecnica
Arthur besen soprano   trabalho eletrotecnicaArthur besen soprano   trabalho eletrotecnica
Arthur besen soprano trabalho eletrotecnicaalessandro oliveira
 
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdf
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdfInstalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdf
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdfssuserb6607c
 
Cartilha para montar laboinfo
Cartilha para montar laboinfoCartilha para montar laboinfo
Cartilha para montar laboinfonteppcformacao
 
Apresentação Projecto.pptx
Apresentação Projecto.pptxApresentação Projecto.pptx
Apresentação Projecto.pptxAmericoTivane
 
Apostila CEFET - Instalações Elétricas
Apostila CEFET - Instalações ElétricasApostila CEFET - Instalações Elétricas
Apostila CEFET - Instalações ElétricasFermi Xalegre
 
Instalações elétricas comerciais
Instalações elétricas comerciaisInstalações elétricas comerciais
Instalações elétricas comerciaisAnderson Rodrigues
 
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoNbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoJonas Vasconcelos
 
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584Henrique Andrade
 
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdf
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdfnbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdf
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdfWendellCampos5
 
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoNbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoSFQ Albuquerque
 

Semelhante a DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf (20)

DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf
DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdfDA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf
DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf
 
Manual instal eletricas_prova
Manual instal eletricas_provaManual instal eletricas_prova
Manual instal eletricas_prova
 
Instalações elétricas residências, normas
Instalações elétricas residências, normasInstalações elétricas residências, normas
Instalações elétricas residências, normas
 
Instalacoes eletricas 1
Instalacoes eletricas 1Instalacoes eletricas 1
Instalacoes eletricas 1
 
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdf
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdfte344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdf
te344 aula 08 - divisao da instalacao_(2) (1).pdf
 
Inst eletricas
Inst eletricasInst eletricas
Inst eletricas
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas
Cefet apostila-instalacoes-eletricasCefet apostila-instalacoes-eletricas
Cefet apostila-instalacoes-eletricas
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
 
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
Cefet apostila-instalacoes-eletricas-130320085024-phpapp02
 
Arthur besen soprano trabalho eletrotecnica
Arthur besen soprano   trabalho eletrotecnicaArthur besen soprano   trabalho eletrotecnica
Arthur besen soprano trabalho eletrotecnica
 
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdf
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdfInstalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdf
Instalações elétricas - aula 10 - 07.06.22.pdf
 
Cartilha para montar laboinfo
Cartilha para montar laboinfoCartilha para montar laboinfo
Cartilha para montar laboinfo
 
Apresentação Projecto.pptx
Apresentação Projecto.pptxApresentação Projecto.pptx
Apresentação Projecto.pptx
 
Apostila CEFET - Instalações Elétricas
Apostila CEFET - Instalações ElétricasApostila CEFET - Instalações Elétricas
Apostila CEFET - Instalações Elétricas
 
Instalações elétricas comerciais
Instalações elétricas comerciaisInstalações elétricas comerciais
Instalações elétricas comerciais
 
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoNbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
 
Mce2a
Mce2aMce2a
Mce2a
 
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
 
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdf
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdfnbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdf
nbr_14039_instalacoes_eletricas_media_tensao.pdf
 
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensaoNbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
Nbr 14039 instalacoes_eletricas_media_tensao
 

Mais de Universidade Federal do Rio Grande - FURG

Mais de Universidade Federal do Rio Grande - FURG (16)

DA - Unidade 15- DES. DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO.pptx
DA - Unidade 15- DES. DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO.pptxDA - Unidade 15- DES. DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO.pptx
DA - Unidade 15- DES. DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO.pptx
 
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ELÉTRICO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ELÉTRICO.pptxDA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ELÉTRICO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ELÉTRICO.pptx
 
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ARQUITETÔNICO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ARQUITETÔNICO.pptxDA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ARQUITETÔNICO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - ARQUITETÔNICO.pptx
 
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - HIDROSSANITÁRIO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - HIDROSSANITÁRIO.pptxDA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - HIDROSSANITÁRIO.pptx
DA - Conteúdo Extra - O MODELO EM ESTUDO - HIDROSSANITÁRIO.pptx
 
DA - Unidade 13- DES. DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITARIAS.pptx
DA - Unidade 13- DES. DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITARIAS.pptxDA - Unidade 13- DES. DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITARIAS.pptx
DA - Unidade 13- DES. DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITARIAS.pptx
 
DA - Unidade 11- ESCADAS.pptx
DA - Unidade 11- ESCADAS.pptxDA - Unidade 11- ESCADAS.pptx
DA - Unidade 11- ESCADAS.pptx
 
DA - Unidade 6- PLANTA DE LOCALIZAÇÃO E PLANTA DE COBERTURA.pptx
DA - Unidade 6- PLANTA DE LOCALIZAÇÃO E PLANTA DE COBERTURA.pptxDA - Unidade 6- PLANTA DE LOCALIZAÇÃO E PLANTA DE COBERTURA.pptx
DA - Unidade 6- PLANTA DE LOCALIZAÇÃO E PLANTA DE COBERTURA.pptx
 
DA - Unidade 9- COBERTURA.pptx
DA - Unidade 9- COBERTURA.pptxDA - Unidade 9- COBERTURA.pptx
DA - Unidade 9- COBERTURA.pptx
 
DA - Unidade 4- CORTES.pptx
DA - Unidade 4- CORTES.pptxDA - Unidade 4- CORTES.pptx
DA - Unidade 4- CORTES.pptx
 
DA_Unidade 3.pptx
DA_Unidade 3.pptxDA_Unidade 3.pptx
DA_Unidade 3.pptx
 
DA_Unidade_2b.pptx
DA_Unidade_2b.pptxDA_Unidade_2b.pptx
DA_Unidade_2b.pptx
 
DA_Unidade_2a.pptx
DA_Unidade_2a.pptxDA_Unidade_2a.pptx
DA_Unidade_2a.pptx
 
DA_Unidade_1b.pptx
DA_Unidade_1b.pptxDA_Unidade_1b.pptx
DA_Unidade_1b.pptx
 
DA_Unidade_1a.pptx
DA_Unidade_1a.pptxDA_Unidade_1a.pptx
DA_Unidade_1a.pptx
 
DA_Unidade_2a.pptx
DA_Unidade_2a.pptxDA_Unidade_2a.pptx
DA_Unidade_2a.pptx
 
DA_Unidade_13.pptx
DA_Unidade_13.pptxDA_Unidade_13.pptx
DA_Unidade_13.pptx
 

Último

Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...manoelaarmani
 
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024excellenceeducaciona
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfkeiciany
 
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...AaAssessoriadll
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...manoelaarmani
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
CURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfCURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfdaniele690933
 
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...pj989014
 
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...Colaborar Educacional
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxssuser86fd77
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!Psyc company
 
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOxogilo3990
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfkeiciany
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA - ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA -  ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA -  ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA - ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdfalexandrerodriguespk
 
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdf
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdfApresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdf
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdfAndreiaSilva852193
 
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)Adriano De Souza Sobrenome
 
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...excellenceeducaciona
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIAHisrelBlog
 
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfIntrodução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfssuser2af87a
 

Último (20)

Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
 
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
 
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 8º ANO.pdf
 
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
CURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfCURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdf
 
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...
2024 Tec Subsequente em Adm Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolog...
 
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...
A realização das atividades extensionistas do CST em Gestão Financeira, vincu...
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
 
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA - ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA -  ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA -  ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA - ESTRELAS - MODELO DO UNIVERSO VOLUME 6.pdf
 
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdf
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdfApresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdf
Apresentacao_Geral_Plataformas_200604.pdf
 
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)
RUGAS: MARCAS DE EXPRESSÃO DA VIDA (UM ULTIMATO SOBRE O TEMPO!)
 
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...
As relações entre empregador e empregado passaram por diversas transformações...
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
 
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfIntrodução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
 

DA - Unidade 14- INST ELETRICAS.pdf

  • 1. Desenho de Instalações UNIDADE 14 Instalações Elétricas UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG ESCOLA DE ENGENHARIA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA Prof. Sinval Xavier
  • 2. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Projetar uma instalação elétrica, para qualquer tipo de prédio ou local consiste essencialmente em selecionar, localizar e dimensionar, de maneira racional, os equipamentos e outros componentes necessários, a fim de proporcionar de modo seguro e efetivo a transferência de energia da fonte até os pontos de consumo. Prof. Sinval Xavier Informações Gerais Fonte: Elektro / Pirelli, 2003
  • 3. SISTEMA GERAL DE ENERGIA ELÉTICA Prof. Sinval Xavier O SISTEMA ENVOLVE GERAÇÃO TRANSMIÇÃO DISTIBUIÇÃO USO Informações Gerais
  • 4. NORMATIZAÇÃO NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) A aplicação desta norma não dispensa o respeito aos regulamentos de órgãos públicos aos quais a instalação deva satisfazer. As instalações elétricas cobertas pela norma estão sujeitas também, naquilo que for pertinente, às normas para fornecimento de energia estabelecidas pelas autoridades reguladoras e pelas empresas distribuidoras de eletricidade. Para se iniciar um projeto elétrico deve-se ter: (i) realizado uma análise inicial dos dados; (ii) consultar o regulamento da concessionária; (iii) e, em alguns casos, entrar em contato com a concessionária. Prof. Sinval Xavier Informações Gerais
  • 5. COMPOSIÇÃO DO PROJETO Tratando-se de pequenas construções, de um ou dois pavimentos, sem particularidades específicas, se farão presentes: Planta da rede elétrica Quadro de distribuição de cargas e equilíbrio de fases Diagrama unifilar Prof. Sinval Xavier - Esquema vertical dos circuitos alimentadores - Esquema vertical dos circuitos de minuteiras - Esquema vertical dos circuitos de moto-bomba - Planta de situação da rede pública - Planta de localização do quadro de medição - Detalhamento da entrada aérea/subterrânea - Detalhamento externo da caixa de medição - Detalhamento interno da caixa de medição - Detalhamento do quadro de barramento - Outras que se fizerem necessárias Em construção de maior porte, complexidade, carga instalada, número de pavimentos, entre outros, devem estar presentes outras representações, tais como: Informações Gerais
  • 6. ETAPAS DE ELABORAÇÃO/REPRESENTAÇÃO Etapa preliminar – Elaboração da planta base; 1º Etapa – Marcação dos quadros de medição e distribuição; 2º Etapa – Marcação dos pontos de consumo e outros; 3º Etapa – Divisão dos circuitos e início do preenchimento do quadro de cargas 4º Etapa – Representação dos eletrodutos; 5º Etapa – Representação dos condutores; 6º Etapa – Complementação do preenchimento do quadro de cargas: Dimensionamento dos circuitos terminais e dispositivos de proteção Dimensionamento dos ramais de ligação e entrada e do circuito de distribuição 7º Etapa – Dimensionamento e representação das seções dos eletrodutos: 8º Etapa – Representação do diagrama unifilar. Prof. Sinval Xavier Informações Gerais
  • 7. PLANTA BASE A base para representação das instalações elétricas é a planta baixa, representada toda com linhas de espessura fina, e contendo: paredes, portas, janelas, equipamentos, aparelhos de porte, nome dos compartimentos, projeções de lajes e beirais, muros e outros A planta baixa base não contém: hachuras (pisos e outras), cotas, níveis, áreas, indicação dos planos de cortes, textos diversos. Prof. Sinval Xavier Etapa preliminar Etapa preliminar
  • 8. QUADRO DE MEDIÇÃO – Local, em uma rede particular, aonde se realiza a medição do consumo de energia elétrica , geralmente dotado de medidor, dispositivo de segurança geral e setor para a ligação da concessionária de energia (rede pública); MARCAÇÃO DO QUADRO DE MEDIÇÃO E DO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO Prof. Sinval Xavier 1° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 1° etapa
  • 9. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO Quadro localizado em posição estratégica da na edificação, alimentado pelos condutores que provém do quadro de medição, e a partir do qual se procede a ramificação da rede (circuitos) para os vários locais da construção. No quadro de distribuição situam-se os dispositivos de proteção (disjuntores) de cada um dos circuitos que alimentam os pontos de consumo, bem como um disjuntor geral. Prof. Sinval Xavier 1° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 1° etapa
  • 10. Prof. Sinval Xavier DISJUNTOR – Dispositivo de segurança instalado no quadro de medição e centro de distribuição, de funcionamento automático, com finalidade de impedir a passagem de corrente sempre que for ultrapassado o valor para o qual o qual for dimensionado o condutor, houver algum curto-circuito, ou se for o caso, contatos acidentais de pessoas com a rede elétrica (dispositivo diferencial residual). 1° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 1° etapa
  • 11. SIMBOLOGIA – NBR 5444 (cancelada em 2014) Prof. Sinval Xavier 1° etapa – representação SIMBOLOGIA USUAL 1° etapa
  • 12. MARCAÇÃO DE PONTOS Nesta etapa são representados os pontos de luz, tomadas, os interruptores de luz, campainhas, e outros. Prof. Sinval Xavier 2° etapa 2° etapa
  • 13. MARCAÇÃO DE PONTOS Recomendações da NBR 5410 para a determinação da potência mínima de iluminação (a carga de iluminação é feita em função da área da dependência da residência): Para área igual ou inferior a 6m² atribuir um mínimo de 100W. Para área superior a 6m² atribuir um mínimo de 100W para os primeiros 6m², acrescido de 60W para cada aumento de 4m² inteiros. Nota: A NBR 5410 não estabelece critérios para iluminação de áreas externas em residências, ficando a decisão por conta do projetista e do cliente. Para cada ponto de luz deve ser previsto e marcado um ou mais interruptores. Os interruptores podem ser simples ou combinados (do tipo chave-hotel), de uma, duas ou três seções. Prof. Sinval Xavier Pontos de luz 2° etapa 2° etapa
  • 14. Prof. Sinval Xavier 2° etapa 2° etapa
  • 15. As TGUs não se destinam à ligação de equipamentos específicos e nelas são sempre ligados: aparelhos móveis ou aparelhos portáteis. cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais semelhantes - atribuir, no mínimo, 600W por tomada, até 3 tomadas. - atribuir 100W para os excedentes. demais dependências. - atribuir, no mínimo, 100W por tomada. Prof. Sinval Xavier Tomadas de uso geral (TGUs) Condições para se estabelecer a potência mínima de tomadas de uso geral (TUG’’s). 2° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 2° etapa
  • 16. no mínimo uma tomada para cada 5m ou fração de perímetro cozinhas, copas, copas- cozinhas no mínimo uma tomada cômodos ou dependências com mais de 6m2 banheiros no mínimo uma tomada junto ao lavatório com uma distância mínima de 60cm do limite do boxe NOTA: na maioria dos casos, é recomendável prever uma quantidade de tomadas de uso geral maior do que o mínimo calculado, evitando-se, assim, o emprego de extensões e benjamins (tês) que, além de desperdiçarem energia, podem comprometer a segurança da instalação. Prof. Sinval Xavier Condições para se estabelecer a quantidade mínima de tomadas de uso geral cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6m² uma tomada para cada 3,5m ou fração de perímetro, independente da área subsolos, varandas, garagens ou sótãos pelo menos uma tomada 2° etapa
  • 17. Prof. Sinval Xavier 2° etapa 2° etapa
  • 18. Tomadas de uso específico (TUEs) A quantidade de TUE’s é estabelecida de acordo com o número de aparelhos de utilização que sabidamente vão estar fixos em uma dada posição no ambiente. São destinadas à ligação de equipamentos fixos e estacionários, como é o caso de chuveiros, máquinas de lavar roupa, máquina de lavar louça, máquina de secar roupa e ar condicionado. Condições para se estabelecer a potência mínima de tomadas de uso geral (TUEs): Atribuir a potência nominal do equipamento a ser alimentado Prof. Sinval Xavier 2° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 2° etapa
  • 19. Prof. Sinval Xavier 2° etapa 2° etapa
  • 20. DIVISÃO DOS CIRCUITOS Prof. Sinval Xavier CIRCUITO ELÉTRICO – é o conjunto de equipamentos e fios, ligados ao mesmo dispositivo de proteção. Em uma instalação residencial encontramos dois tipos de circuito: a) de distribuição b) circuitos terminais Circuito de distribuição Circuitos terminais 3° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 3° etapa
  • 21. DIVISÃO DOS CIRCUITOS TERMINAIS Deve-se evitar colocar um número excessivo de pontos de consumo em um mesmo circuito, bem como evitar circuitos com pouca carga instalada; Para cada tomada de uso específico deve ser determinado um circuito exclusivo; Os circuitos de iluminação e TUGs devem ser divididos de modo a distribuir o mais uniformemente possível a carga instalada Normalmente é conveniente a subdivisão da rede no maior número de circuitos possíveis, dentro da capacidade dos condutores adotados, de modo a permitir o zoneamento elétrico da edificação; Prof. Sinval Xavier 3° etapa 3° etapa
  • 22. Prof. Sinval Xavier A NBR 5410 permite a instalação, em um mesmo circuito, de tomadas de usos geral e iluminação no caso das residências, desde de que os circuitos não possuam mais que 16A de carga instalada. 3° etapa • prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral; • prever circuitos independentes exclusivos para cada equipamento com corrente nominal superior a 10Ac Além desse critérios, o projetista também deve considerar as dificuldades referentes à execução da instalação. Se os circuitos ficarem muito carregados, os fios adequados para suas ligações irão resultar numa seção nominal (bitola) muito grande, dificultado: • a instalação dos fios nos eletrodutos; • as ligações terminais (interruptores e tomadas). 3° etapa
  • 23. Prof. Sinval Xavier 3° etapa 3° etapa
  • 24. Prof. Sinval Xavier 3° etapa 3° etapa Para auxiliar a divisão dos circuitos, inicia-se o preenchimento do quadro de cargas: com as letras que designam os diferentes circuitos, a descrição dos equipamentos ligados aos circuitos, a quantidade de pontos de iluminação de diferentes potências, a quantidade de tomadas de uso comum e uso especial de diferentes potências e, por fim, a carga total instalada em cada circuito O preenchimento do quadro de cargas permite identificar circuitos muito carregados e que, por consequência, necessitam ser subdivididos para evitar o uso de fios de bitolas maiores e circuitos com poucas cargas que podem serem agregados.
  • 25. REPRESENTAÇÃO DOS ELETRODUTOS Prof. Sinval Xavier Nas construções convencionais procura-se desenvolver a rede elétrica principalmente através do teto, reduzindo- se seu desenvolvimento em paredes e procurando-se evitar o percurso pelo piso. ELETRODUTO – Denominação que recebem as canalizações de uma rede elétrica, dentro da qual passam os condutores (fios). Normalmente são de metal, pvc rígido ou flexível. 4° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 4° etapa
  • 26. Prof. Sinval Xavier Primeiro representa-se o eletroduto que liga o centro de medição ao centro de distribuição. Em rede elétrica não existe ligação de eletroduto do tipo T. Sempre que se fizer necessário esse tipo de ligação, deve-se utilizar caixas de passagem. Depois, partindo-se do centro de distribuição, traça-se os caminhos dos eletrodutos de forma tornar possível a ligação dos pontos de consumo com o disjuntor de proteção de seus respectivos circuitos, procurando-se encurtar o máximo possível as distâncias a ser percorridas pelos condutores (fios). Procura-se racionalizar o projeto fazendo que, dentro do possível, em um mesmo eletroduto passe o maior numero possível de circuitos. 4° etapa
  • 27. Prof. Sinval Xavier 4° etapa 4° etapa
  • 28. REPRESENTAÇÃO DOS CONDUTORES Prof. Sinval Xavier CONDUTORES - Nome que recebem os fios condutores da corrente elétrica, normalmente em cobre, e eventualmente em alumínio, com o isolamento adequado. Fase – condutor que possui tensão elétrica de 127 ou 220 volts; Neutro – condutor que não possui tensão elétrica (tensão nula), utilizado para servir de referência ao fase e fechar um circuito. Terra – condutor de proteção ligado ao eletrodo de aterramento. Retorno – condutor que liga um ponto de luz ao seu interruptor 5° etapa 5° etapa
  • 29. REPRESENTAÇÃO DOS CONDUTORES Prof. Sinval Xavier 5° etapa Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 5° etapa
  • 30. LIGAÇÕES Uma lâmpada comandada por interruptor simples Prof. Sinval Xavier Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 5° etapa 5° etapa
  • 31. Mais de uma lâmpada comandada por interruptor simples Prof. Sinval Xavier LIGAÇÕES Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 5° etapa 5° etapa
  • 32. Uma lâmpada comandada por dois interruptores em paralelo LIGAÇÕES Prof. Sinval Xavier 5° etapa 5° etapa
  • 33. Uma lâmpada comandada por mais de dois interruptores paralelos LIGAÇÕES Prof. Sinval Xavier Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 5° etapa 5° etapa
  • 34. LIGAÇÕES Tomadas Prof. Sinval Xavier Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 5° etapa 5° etapa
  • 35. LIGAÇÕES Prof. Sinval Xavier representar os fios que passam dentro de cada eletroduto, através da simbologia própria e identificar a que circuito cada um pertence. Representação gráfica A representação gráfica da fiação é feita para que, ao se consultar a planta baixa, se saiba quantos e quais fios estão passando dentro de cada eletroduto, bem como a que circuito eles pertencem. Na prática, não se recomenda instalar mais do que 7 condutores por eletroduto (três circuitos monofásicos + terra), visando facilitar a enfiação, além de evitar a aplicação de fatores de correção por agrupamento muito rigorosos. Recomendação 5° etapa 5° etapa
  • 38. Dimensionamento dos condutores e dos disjuntores do circuitos terminais Prof. Sinval Xavier COMPLEMENTAÇÃO DO QUADRO DE CARGAS Dimensionar a fiação de um circuito é determinar a bitola dos fios deste circuito, de forma a garantir que a corrente calculada para ele possa circular pelos fios, por um tempo ilimitado, sem que ocorra superaquecimento. Dimensionar o disjuntor (proteção) é determinar o valor da corrente nominal do disjuntor de tal forma que se garanta que os fios da instalação não sofram danos por aquecimento excessivo provocado por sobrecorrente ou curto-circuito. Para se efetuar o dimensionamento dos fios e disjuntores do circuito a NBR 5410 estabelece os seguinte critérios • Capacidade de condução de corrente; • Queda de tensão; • Seção mínima; • Proteção contra sobrecarga, curto-circuito e choque elétricos. 6° etapa 6° etapa Após a representação dos condutores inicia-se a fase de dimensionamento dos componentes do sistema.
  • 39. Prof. Sinval Xavier 6° etapa O dimensionamento dos componentes elétricos da não faz parte do conteúdo da disciplina de DA e Instalações e é estudado em disciplina própria do curso de Engenharia Civil Dimensionamento dos ramais de ligação, entrada e circuito de distribuição O dimensionamento dos ramais de ligação, entrada e do aterramento segue os critérios determinados no regulamento técnico da concessionária local. O circuito de distribuição pode seguir o dimensionamento do ramal de entrada ou ser calculado pelo projetista considerando a demanda (conforme o que determinar o regulamento da concessionária).
  • 40. DIMENSIONAMENTO DOS ELETRODUTOS Prof. Sinval Xavier Dimensionar os eletrodutos é determinar seus diâmetros nominais (diâmetros externos) expresso em milímetros e padronizados por norma. Os eletrodutos devem possuir um diâmetro tal que permita a instalação e/ou retirada fácil dos condutores. Para tanto, é obrigatório que os condutores não ocupem mais do que 40% da área útil do eletroduto. Fonte: Elektro / Pirelli, 2003 7° etapa 7° etapa
  • 41. Prof. Sinval Xavier Para dimensionar os eletrodutos de um projeto elétrico é necessário ter em mãos: a planta com representação gráfica da fiação e a tabela com as seções dos condutores e a tabela específica que fornece o diâmetro dos eletrodutos Com os dados em mãos, deve-se: 1º) contar na planta o número de condutores contidos no trecho; 2º) verificar na tabela qual é a maior seção deste condutores; 3º) consultar a tabela para determinar o diâmetro nominal do eletroduto Exemplo: Número de condutores no trecho: 7 Maior seção dos condutores: 6mm Diâmetro nominal do eletroduto: 25mm 7° etapa 7° etapa
  • 43. Prof. Sinval Xavier Obs: o tipo de fornecimento, as seções dos condutores de ligação, entrada e aterramento, assim como do disjuntor do quadro de medição foram definidas conforme o RIC (Regulamento de Instalações Consumidoras) da CEEE – Versão 1.5 de 2017. 7° etapa 7° etapa A fim de evitar repetição de informações na planta elétrica, costuma-se representar somente a dimensão dos eletrodutos de maior diâmetro, indicando-se junto ao quadro de cargas que todos os demais eletrodutos possuem determinado diâmetro nominal.
  • 44. DIAGRAMA UNIFILAR Prof. Sinval Xavier Os diagrama ou esquema unifilar representa esquematicamente a entrada, proteção, distribuição e divisão dos circuitos, auxiliando a interpretação e execução dos projetos de instalações elétricas. 8° etapa 8° etapa
  • 45. DPS – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS Prof. Sinval Xavier 8° etapa 8° etapa Conforme a NBR 5410, deve ser provida proteção contra sobretensões transitória (descargas atmosféricas) quando: a) quando a instalação for alimentada por linha total ou parcialmente aérea, ou incluir ela própria linha aérea, e se situar em região sob condições de influências externas indiretas (com mais de 25 dias de trovoadas por ano); b) quando a instalação se situar em região sob condições de influências externas diretas (com parte das instalações situadas no exterior das edificações).
  • 46. Prof. Sinval Xavier 8° etapa 8° etapa a) quando o objetivo for a proteção contra sobretensões de origem atmosférica transmitidas pela linha externa de alimentação, bem como a proteção contra sobretensões de manobra, os DPS devem ser instalados junto ao ponto de entrada da linha na edificação ou no quadro de distribuição principal, localizado o mais próximo possível do ponto de entrada; ou b) quando o objetivo for a proteção contra sobretensões provocadas por descargas atmosféricas diretas sobre a edificação ou em suas proximidades, os DPS devem ser instalados no ponto de entrada da linha na edificação.