E cap 5- divisão da instalação em circuitos

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  • Vamos lembrar que aqueles valores de 600 VA e 100 VA determinados pela norma nada mais são do que demandas previstas para pontos de tomadas e não potências instaladas naqueles pontos, até porque quase nunca se conhece exata e previamente a potência dos aparelhos a serem ligados nas tomadas.
  • 11
  • 12
  • Note que a norma não determina que cada área destas tenha que ter um circuito só para si, ficando a critério do profissional definir a quantidade de circuitos que atendem estas áreas. A regra tem por objetivo não misturar circuitos de pontos de tomadas daquelas áreas com os de outros cômodos, tais como salas, dormitórios, banheiros.

    Com esta prescrição, fica evidenciado que uma instalação qualquer em local de habitação tem que ter, no mínimo, dois circuitos de tomadas.

  • 9.5.3.2
    A exceção a esta regra está no caso de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos (9.5.3.2), onde iluminação e tomadas têm que estar em circuitos separados.

    Porém, neste caso, a norma não proíbe que o(s) circuito(s) de iluminação de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos esteja(m) no mesmo circuito de outras áreas. Por exemplo, é permitido um circuito que junte a iluminação da cozinha e da lavanderia com a iluminação e tomadas do quarto.

    Assim, se a opção for juntar iluminação e tomadas nos cômodos onde isto é permitido, deverão existir pelo menos dois circuitos de iluminação mais tomadas, fora o circuito exclusivo para tomadas em cozinha + área de serviço, etc.
    Se houver a opção (recomendável) por separar iluminação e tomadas em toda a instalação, é possível existir apenas um circuito de iluminação, enquanto deveriam existir pelo menos dois circuitos de tomadas (um para cozinha + área de serviço, etc. e outro para os demais cômodos, conforme vimos anteriormente). Neste caso, o número mínimo de circuitos também é três.
  • Este sistema exige nas suas extremidades, ou seja, junto à fonte e junto à lâmpada, interruptores three-way. Os interruptores four-way executam duas ligações diferentes
  • O interruptor intermediário também é conhecido como 4-way (four way), e sua ligação é baseada apenas em pares de retorno.
    Em nosso exemplo, serão usados dois pares de retorno para ligar o interruptor intermediário, ou seja, quatro fios de retorno.
    Utilizado em conjunto com dois interruptores three-way, para obter controle de três (ou mais) locais diferentes, o interruptor que chamamos four-way ou intermediário encontra aplicações em locais onde uma carga (uma lâmpada,ou motor) precisa ser controlada de pontos diferentes. Num corredor muito longo por exemplo, ou numa empresa com vários cômodos. É de grande utilidade para o acionamento da iluminação externa do local de qualquer setor da mesma. Esta é uma típica aplicação para o interruptor four-way ou intermediário.

    Dois retornos virão de um interruptor paralelo e outros dois retornos virão do outro interruptor paralelo.
    É possível que, de acordo com a necessidade, o eletricista coloque não apenas três, mas quatro, cinco ou mais pontos de controle (interruptores) da lâmpada. A lógica de ligação será sempre a mesma, desde que sejam acrescentados outros interruptores do tipo INTERMEDIÁRIO.
    A ligação do restante da instalação é a mesma para interruptores paralelos, onde em um será ligado o retorno da lâmpada e no outro será ligado o fio fase do circuito
  • A prumada elétrica é um desenho esquemático (sem escalas) que visa representar a instalação no plano vertical.
    Ele mostra a interligação de toda a instalação: VER TABELA DE CONVENÇÕES
  • A prumada elétrica é um desenho esquemático (sem escalas) que visa representar a instalação no plano vertical.
    Ele mostra a interligação de toda a instalação: VER TABELA DE CONVENÇÕES
  • A prumada elétrica é um desenho esquemático (sem escalas) que visa representar a instalação no plano vertical.
    Ele mostra a interligação de toda a instalação: VER TABELA DE CONVENÇÕES
  • E cap 5- divisão da instalação em circuitos

    1. 1. Eng. Eletricista Éverton N. Queiroz 5-Divisão da Instalação em Circuitos1
    2. 2. 5.1Locação dos Pontos Elétricos 2
    3. 3. 5.1Locação dos Pontos Elétricos 3
    4. 4. 5.1Locação dos Pontos Elétricos 4
    5. 5. 5.1Locação dos Pontos Elétricos Exemplo 5
    6. 6. 5.1Locação dos Pontos Elétricos Exemplo 6
    7. 7. 5.1Locação dos Pontos Elétricos Exemplo 7
    8. 8. 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 8 Definições Circuito elétrico é um conjunto de corpos, componentes ou meios no qual é possível que haja corrente elétrica. Um sistema elétrico é um circuito ou conjunto de circuitos elétricos inter-relacionados, constituídos para uma determinada finalidade. Uma instalação elétrica é o sistema elétrico físico, ou seja, é o conjunto de componentes elétricos associados e coordenados entre si, composto para um fim específico. Um sistema elétrico é formado essencialmente por componentes elétricos que conduzem (ou podem conduzir) corrente, enquanto uma instalação elétrica inclui componentes elétricos que não conduzem corrente, mas que são essenciais ao seu funcionamento, tais como condutos, caixas e estrutura de suporte. Nessas condições, a cada instalação elétrica corresponderá um sistema elétrico. Em um projeto elétrico, as plantas e os detalhes (por exemplo, cortes, diagramas unifilares e trifilares) representam a instalação, enquanto que os circuitos elétricos envolventes representam o sistema. Os termos 'sistema elétrico' e 'instalações elétricas' são utilizados como sinônimos por muitos autores e projetistas.
    9. 9. 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 9 Elementos Principais: Circuitos Elétricos (circuito de distribuição e circuitos terminais) Quadros Elétricos( Distribuição (QD) e Terminais (QT); Prumadas e Caixas de Passagens Dispositivos de Proteção e Seccionamento; Condutores; Pontos de luz, de Comando e de Tomada.
    10. 10. 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 10 • CIRCUITO DE DISTRIBUIÇÃO: Liga o quadro do medidor ao quadro de distribuição. • CIRCUITO TERMINAL: Partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente lâmpadas, tomadas de uso geral e tomadas de uso específico.
    11. 11. 11 11 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica Circuito de alimentação principal (distribuição) e circuitos terminais
    12. 12. 12 12 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 12 (a) Entrada de serviço; (b) Circuito de distribuição principal (alimentador); e, (c) Circuitos terminais
    13. 13. 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 13
    14. 14. 5.2 Setores de uma Instalação Elétrica 14
    15. 15. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 15
    16. 16. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos Cálculo do Centro de Cargas 16
    17. 17. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos Localização do Quadro de Distribuição – Centro(Barícentro) de Carga 17
    18. 18. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 5.3.2 Quadros Terminais de Residências 18  Localização do quadro distribuição no projeto arquitetônico:  Deve estar localizado em local de fácil acesso;  Deve ficar em local visível e seguro  Em ambiente de serviço ou circulação;  Deve ficar o mais próximo do medidor;  O mais próximo do centro de gravidade da carga que irá atender, de modo equidistante dos pontos extremos;
    19. 19. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 5.3.2 Quadros Terminais de Residências 19 Localização do quadro terminal no projeto arquitetônico:  Deve ficar posicionado nos corredores, circulações, cozinhas, áreas cobertas, hall.  Cozinhas e áreas de serviços deve-se tomar cuidado para que a instalação do QT, não atrapalhe a colocação dos armários.  O quadro não deve ser localizado em ambientes reservados como: quartos, salas específicas, gabinetes, privados: banheiros ou que fiquem trancados.
    20. 20. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 5.3.2 Quadros Terminais de Residências 20 Localização do quadro no projeto arquitetônico:  Edifícios de vários pavimentos devem ser distribuídos os quadros em cada unidade;  A fiação que interliga o medidor aos quadros é colocada individualmente dentro do eletroduto/conduíte.  A distância máxima do quadro até a tomada mais distante não pode ultrapassar 35 m;  Quando a última condição não é satisfeita, subdivide-se em dois ou mais quadros de distribuição.  A área máxima de cobertura do quadro é de 250m².
    21. 21. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 5.3.2 Quadros Terminais de Residências 21
    22. 22. 5.3 Recomendações para Localização dos Quadros elétricos 22
    23. 23. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 23
    24. 24. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 24
    25. 25. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO
    26. 26. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 26
    27. 27. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 27
    28. 28. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 28 Obs. Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais"
    29. 29. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 29
    30. 30. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 30 Outras Recomendações • A norma esclarece ainda que um ponto de tomada pode conter uma ou mais tomadas de corrente. A ideia neste caso é estimular a presença de um número adequado de tomadas de corrente nos diversos cômodos de forma a reduzir ao máximo a utilização de benjamins ou tês. Ponto de tomada com 4 tomadas 2P+T (modelo conforme NBR 14136)
    31. 31. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 31 Outras Recomendações A norma estabelece ainda que devem ser previstos circuitos terminais separados para iluminação e tomadas. No entanto, em locais de habitação admite-se, como exceção à regra geral, que pontos de tomada, exceto aqueles indicados em 9.5.3.2, e pontos de iluminação possam ser alimentados por circuito comum desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas: 1. a corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16 A; 2. os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e 3. os pontos de tomadas, já excluídos os indicados em 9.5.3.2, não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas).
    32. 32. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 32 Outras Recomendações Aquecimento elétrico de água A norma explicita que "a conexão do aquecedor elétrico de água ao ponto de utilização deve ser direta, sem uso de tomada de corrente". A forma de fazer a ligação direta não é detalhada na norma, estando abertas as possibilidades de ligação direta entre condutores com reparo da isolação por fita isolante, uso de conectores, etc. Só não vale instalar um plugue no cabo do aquecedor (chuveiro, torneira, etc) e ligá-lo a uma tomada de corrente instalada na caixa de ligação na parede.
    33. 33. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 33 Outras Recomendações - Condutor de proteção (“fio terra”) e tomadas aterradas Todo circuito deve dispor de condutor de proteção, em toda sua extensão. NOTA – Um condutor de proteção pode ser comum a mais de um circuito (...)". Não há mais espaço para dúvidas ou interpretações, ou seja: é obrigatório distribuir o condutor de proteção (fio terra) em todos os circuitos (inclusive os de iluminação) e utilizar TODAS as tomadas de corrente na configuração 2P + T (dois pólos e terra)
    34. 34. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 34 Outras Recomendações Uso obrigatório de dispositivo DR de alta sensibilidade Devem ser utilizados dispositivos DR de alta sensibilidade, isto é, com corrente diferencial- residual nominal igual ou inferior a 30 mA, nos circuitos que sirvam a pontos situados em locais contendo banheira ou chuveiro,". os DRs de alta sensibilidade também são exigidos nos circuitos de tomadas de corrente de cozinhas, copas- cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, a todo local interno molhado em uso normal ou sujeito a lavagens.
    35. 35. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 35
    36. 36. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 36
    37. 37. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais Exemplos de circuitos terminais 37
    38. 38. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais Exemplos de circuitos terminais 38
    39. 39. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais Exemplos de circuitos terminais 39
    40. 40. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais Exemplos de circuitos terminais 40 Obs.: Rede Mono (São Paulo) 127 V
    41. 41. 5.4 Divisão da Instalação em Circuitos Terminais Exemplos de circuitos terminais 41 Obs.: Rede Bi (São Paulo) 220 V
    42. 42. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas 42 Os circuitos terminais terão sua origem, comando e proteção nos quadros. Fazem parte do QD os seguintes componentes:  Disjuntor geral;  Barramentos de interligação das fases;  Disjuntores dos circuitos terminais;  Barramento de neutro;  Barramento de proteção(barra de terra).  Estrutura composta de caixa metálica, chapa de montagem dos componentes, isoladores, tampa e sobretampa
    43. 43. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas 43
    44. 44. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas 44 TRIFÁSICO
    45. 45. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas 45 É o centro de distribuição de toda instalação elétrica e onde se reúnem os dispositivos de controle e proteção dos circuitos, tais como: chaves com fusíveis, disjuntores termomagnéticos(DTM) ou disjuntores diferenciais residuais(DR).  O quadro de distribuição recebe os condutores(fios/cabos) que vêm do medidor e dele partem após a proteção os circuitos terminais que vão alimentar diretamente os circuitos de iluminação, de tomadas e aparelhos elétricos.
    46. 46. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas Dispositivos de Proteção e Seccionamento 46
    47. 47. QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS (QDL/QD) Devem se prevista em cada quadro uma capacidade de reserva (espaço) que permita ampliações futuras(novos circuitos); Assim:  Quadros c/ até 6 circ.= espaço reser. p/ 2 circ.  Quadros de 7 a 12 circ.= espaço reser. p/ 3 circ.  Quadros de 13 a 30 circ.= espaço reser. p/ 4 circ.  Quadros de acima de 30 circ.= espaço reser. 15% dos circ.
    48. 48. 5.5 Quadro de Distribuição de Cargas Exemplo 48
    49. 49. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação 5.6.1- Orientações para o Traçado de Tubulações 49
    50. 50. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação: Comando simples 50 Diagrama esquemático
    51. 51. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação e Tomada: Comando Conjugado 51
    52. 52. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação com Three-Way 52
    53. 53. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação com Three-Way 53
    54. 54. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação com Four-Way 54
    55. 55. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação Comandos de iluminação com Four-Way 55
    56. 56. 5.6 Recomendações para a Representação da Tubulação e da Fiação 5.6.1- Orientações para o Traçado de Tubulações 56
    57. 57. 5.6.1 Orientações Para o Traçado de Tubulações Tubulação Embutida em Laje de Concreto 57
    58. 58. 5.6.1 Orientações Para o Traçado de Tubulações Caixas de Derivação de Embutir e Suas Interligações com Tubulações 58
    59. 59. 5.6.1 Orientações Para o Traçado de Tubulações Caixas de Derivação de Embutir e Suas Interligações com Tubulações 59
    60. 60. Tubulações Elevações para Caixas de Derivação de Embutir 60
    61. 61. Tubulações Desenho da Instalação Elétrica com as tubulações 61
    62. 62. 5.6.2 Orientações Para a Representação da Fiação 62
    63. 63. 5.6.2 Orientações Para a Representação da Fiação Desenho da Instalação Elétrica com a Fiação 63
    64. 64. 5.10 Diagramas Unifilares da Instalação Elétrica 64
    65. 65. 5.10 Diagramas Unifilares da Instalação Elétrica Diagrama Multifilar de um Quadro de Distribuição 65
    66. 66. 5.10 Diagramas Unifilares da Instalação Elétrica Diagrama Unifilar de um Quadro de Distribuição 66
    67. 67. EXTENSÃO DO CONTEÚDO PARA PRÉDIOS 67
    68. 68. 5.7 Desenho da Instalação Elétrica de um Edifício 68
    69. 69. 5.8 Diagramas e Detalhes da Instalação Elétrica 69
    70. 70. 5.9 Prumada Elétrica 70  A Prumada elétrica é o conjunto de eletrodutos que para praticidade de execução se localizam em um único local de subida para as edificaçõesverticais.
    71. 71. 5.9 Prumada Elétrica 71
    72. 72. 5.9 Prumada Elétrica 72
    73. 73. A Prumada Elétrica é o conjunto de eletrodutos que para praticidade de execução se localizam em um único local de subida para as edificações verticais. As caixas de passagem, normalmente embutidas na parede em diversos formatos e feitas de materiais variados, são usadas para organizar a distribuição dos cabos e dos fios nos trechos da parede e/ou da prumada em que mudam de direção. 5.9 Prumada Elétrica
    74. 74. 5.9 Prumada Elétrica 74

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