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By: Saulo Nilson
DEFINIÇÃO
Bullying é uma situação que se caracteriza
por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas
de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra
um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na
palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.
Mesmo sem uma denominação em português, é
entendido como ameaça, tirania, opressão,
intimidação, humilhação e maltrato.
DEFINIÇÃO
O bullying pode ocorrer em qualquer contexto
social, como escolas, universidades, famílias,
vizinhança e locais de trabalho. O que, à
primeira vista, pode parecer um simples
apelido inofensivo pode afetar emocional e
fisicamente o alvo da ofensa.
DEFINIÇÃO
Além de um possível isolamento ou queda do
rendimento escolar, crianças e adolescentes que
passam por humilhações racistas, difamatórias ou
separatistas podem apresentar doenças
psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma
que influencie traços da personalidade. Em alguns
casos extremos, o bullying chega a afetar o estado
emocional do jovem de tal maneira que ele opte por
soluções trágicas, como o suicídio.
Historia
O bullying sempre existiu. No entanto, o
primeiro a relacionar a palavra a um
fenômeno foi Dan Olweus, professor da
Universidade da Noruega, no fim da década
de 1970. Ao estudar as tendências suicidas
entre adolescentes, o pesquisador descobriu
que a maioria desses jovens tinha sofrido
algum tipo de ameaça e que, portanto, o
bullying era um mal a combater.
A popularidade do fenômeno cresceu com a
influência dos meios eletrônicos, como a internet e
as reportagens na televisão, pois os apelidos
pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram
tomando proporções maiores. "O fato de ter
consequências trágicas - como mortes e suicídios -
e a impunidade proporcionaram a necessidade de
se discutir de forma mais séria o tema", aponta
Guilherme Schelb, procurador da República e
autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-
Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora).
Historia
No Brasil, aproximadamente um em cada dez
estudantes é vítima frequente de bullying nas
escolas. São adolescentes que sofrem agressões
físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e
boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos
colegas, que não são chamados para festas ou
reuniões. O dado faz parte do terceiro volume do
Programa Internacional de Avaliação de
Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar
dos estudantes.
Contexto Atual
É o bullying que ocorre em meios eletrônicos,
com mensagens difamatórias ou ameaçadoras
circulando por e-mails, sites, blogs (os diários
virtuais), redes sociais e celulares. É quase uma
extensão do que os alunos dizem e fazem na
escola, mas com o agravante de que as pessoas
envolvidas não estão cara a cara. Dessa forma, o
anonimato pode aumentar a crueldade dos
comentários e das ameaças e os efeitos podem
ser tão graves ou piores.
Cyberbullyng
Esse tormento que é a agressão pela internet
faz com que a criança e o adolescente
humilhados não se sintam mais seguros em
lugar algum, em momento algum.
O cyberbulling precisa receber o mesmo
cuidado preventivo do bullying e a dimensão
dos seus efeitos deve sempre ser abordada
para evitar a agressão na internet.
Cyberbullyng
Constituição
Brasileira
A Constituição Federal brasileira define
como “objetivo fundamental
da República” (art. 3º, IV) o de
“promover o bem de todos, sem
preconceitos de origem, raça, sexo,
cor, idade, ou quaisquer outras formas
de discriminação”.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais
– respeito à dignidade da pessoa humana – e
ferem o Código Civil, que determina que todo ato
ilícito que cause dano a outrem gera o dever de
indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode
também ser enquadrado no Código de Defesa do
Consumidor, tendo em vista que as escolas
prestam serviço aos consumidores e são
responsáveis por atos de bullying que ocorram
dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Constituição
Brasileira
Lei de Combate à
Intimidação Sistemática
(Bullying)
A recém-aprovada Lei nº 13.185/16, além de trazer uma
definição legal para o bullying, ali denominado “intimidação
sistemática”, cria uma política nacional de combate à prática e
assegura atendimento psicológico aos alvos, impondo a
escolas, clubes e agremiações o dever de “assegurar medidas
de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate à
violência e à intimidação sistemática”.
Assim, a nova legislação esclarece que escolas, clubes e
agremiações recreativas têm responsabilidade sobre
o bullying que ocorra sob seus auspícios. Além de obrigá-los a
atuar de forma a evitar a ocorrência das agressões e identificá-
las ativamente.
Tal previsão é importante, pois, como dito, as
crianças por vezes escondem o bullying dos
adultos, que, a seu turno e não raramente, erram
ao tratá-lo como algo normal. Com a nova lei, fica
claro que as escolas, agremiações e clubes não
mais podem ignorar as agressões.
Da mesma forma, devem promover a
conscientização das crianças sobre o bullying,
inclusive para orientá-las sobre como agir diante
das agressões.
Lei de Combate à
Intimidação Sistemática
(Bullying)
O cumprimento da Lei nº 13.185/16 contribui para a
efetivação do Artigo 227 da Constituição Federal, que
afirma ser “dever da família, da sociedade e do Estado
assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com
absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à
alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à
cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à
convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a
salvo de toda forma de negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e opressão.”
Constituição
Brasileira
Dia Nacional de
Combate ao Bullying
Foi publicada a Lei 13.277/2016, que institui 7 de abril
como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à
Violência na Escola. A lei foi sancionada pela presidente
Dilma Rousseff.
O projeto de lei da Câmara (PLC) 7/2014 que deu origem
à norma foi aprovado de maneira simbólica pelo Plenário
do Senado em 7 de abril [de 2016], exatamente cinco
anos depois do massacre de Realengo. Em escola desse
bairro, no Rio de Janeiro, 12 crianças foram assassinadas
a tiros. Há indicações de que o autor enfrentou na infância
situações de bullying.
Dia Nacional de
Combate ao Bullying
— Esta é uma data de triste memória. Entretanto, precisamos
utilizá-la para refletir sobre o problema crescente da violência no
Brasil e, sobretudo, da violência entre os jovens — justificou
Vanessa Grazziotin.
A senadora foi a relatora do projeto na Comissão de Educação,
Cultura e Esporte (CE). Para Vanessa Grazziotin, a escolha da data
da pior tragédia já ocorrida no país relacionada a esse problema
reforça o apelo por mais empenho em medidas de conscientização.
Segundo a parlamentar, o que ocorreu em Realengo motiva
indagações sobre o padrão de desenvolvimento cognitivo e
emocional dos jovens.
O autor da proposta, o ex-deputado Artur Bruno, do Ceará, justificou
que a data deve servir a iniciativas que chamem a atenção para a
questão do bullying, estimulando a reflexão.
•Desinteresse pela escola.
•Problemas psicossomáticos.
•Problemas comportamentais e psíquicos como
transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia,
fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre
outros.
•Agravamento de problemas preexistentes, devido ao
tempo prolongado de estresse a que a vítima é
submetida.
•Em casos mais graves, podem-se observar quadros de
esquizofrenia, homicídio e suicídio.
Alguns Problemas
Resultantes do
Bullying
Algumas
alternativas
•Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito
às diferenças por meio de conversas, campanhas de
incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como
atividades de cooperação e interpretação de diferentes
papéis em um conflito.
•Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à
comunicação entre alunos.
•Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o
bullying, procurar imediatamente a direção da escola.
•Conversar com os alunos e escutar atentamente
reclamações ou sugestões.
Algumas
alternativas
• Estimular os estudantes a informar os casos.
• Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate
ao problema.
• Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe
em coerência com o regimento escolar.
• Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo
futuros casos.
• Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para
quebrar a dinâmica do bullying.
• Informar professores e alunos sobre o que é o problema e
deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática.
(UNIFESP 2011)
A palavra bullying ainda é pouco conhecida do grande público brasileiro. De
origem inglesa e ainda sem tradução no Brasil, é utilizada para qualificar
comportamentos violentos no âmbito escolar, tanto de meninos quanto de
meninas. Dentre esses comportamentos podemos destacar as agressões, os
assédios e as ações desrespeitosas, todos realizados de maneira recorrente e
intencional por parte dos agressores. É fundamental explicitar que as atitudes
tomadas por um ou mais agressores contra um ou alguns estudantes,
geralmente, não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Isso
significa dizer que, de forma quase “natural”, os mais fortes utilizam os mais
frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de
maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas. E isso,
invariavelmente, produz, alimenta e até perpetua muita dor e sofrimento nos
vitimados.
(Ana Beatriz Barbosa Silva. Bullying: mentes perigosas nas escolas, 2010. Adaptado.)
Segundo o texto:
( ) a) Embora a palavra bullying ainda não seja muito familiar em
nosso país, com o tempo ela se tornará quase natural para nós.
( ) b) Os comportamentos violentos de garotos e garotas, em
contexto escolar, têm recebido a denominação inglesa de bullying.
( ) c) Mesmo ignorado pela maior parte das pessoas, o
termo bullying designa um fenômeno que está sendo encarado com
crescente naturalidade.
( ) d) A falta de uma tradução para a palavra
inglesa bullying provoca dificuldades para qualificar
comportamentos violentos na escola.
( ) e) Somente a metade das manifestações violentas, na escola,
qualificadas como bullying, apresenta motivações justificáveis.
( x ) b) Os comportamentos violentos de garotos e garotas, em contexto
escolar, têm recebido a denominação inglesa de bullying.
Para explicar o sentido da palavra
“bullying”, a alternativa B faz uma
paráfrase do seguinte trecho: “De origem
inglesa e ainda sem tradução no Brasil, é
utilizada para qualificar
comportamentos violentos no âmbito
escolar, tanto de meninos quanto de
meninas”.
Textos Motivadores
REDAcaO
~
Texto I
Bullying é uma palavra inglesa que significa
intimidação. Infelizmente, ela está em moda devido aos inúmeros casos de
perseguição e agressões que são encontrados nas escolas de todo o mudo e
que estão levando muitos estudantes a viverem situações verdadeiramente
aterradoras.
O Bullying se refere a todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e
repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais
pessoas contra outro ou outros. Que pratica “bullying” o faz para impor seu
poder sobre um indivíduo mais frágil por meio de constantes ameaças,
insultos, agressões, humilhações e assim tê-lo sob seu completo domínio
durante meses ou anos. A vítima sofre calada na maioria dos casos. O
maltrato intimidatório o fará sentir dor, angústia, medo, a tal ponto que, em
alguns casos, pode levá-lo a consequências devastadoras como o suicídio.
Disponível em: https://br.guiainfantil.com/violencia-escolar/51-violencia-escolar-ou-bullying.html
Texto II
A lei que obriga escolas e clubes a
adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying
entrou em vigor nesta semana. O texto, publicado no
“Diário Oficial da União” em 9 de novembro havia sido
aprovado pela Câmara em outubro e enviado para a
sanção presidencial.
Pelo texto aprovado, bullying é definido como a prática de
atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e
repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou
mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir,
causando dor e angústia à vítima.
Texto II
O projeto determina que seja feita a
capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar
ações de prevenção e solução do problema, assim como a
orientação de pais e familiares para identificar vítimas e
agressores. Também estabelece que sejam realizadas campanhas
educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às
vítimas e aos agressores. Segundo o texto, a punição dos
agressores deve ser evitada “tanto quanto possível” em prol de
alternativas que promovam a mudança de comportamento hostil.
Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2016/02/%20lei-que-obriga-escolas-e-clubes-combaterem-
bullying-entra-em-vigor.html
Texto III
Assim como na pesquisa de 2012 do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior
parte dos entrevistados relataram em 2015 terem
praticado bullying mais do que sofreram com o
problema, e isso não apenas na escola, mas em
qualquer ambiente que frequentam. Meninas são menos
provocadoras do que meninos: 15,6% das alunas
disseram já ter praticado bullying, enquanto entre os
meninos a proporção sobe para 24,2%. A prática é um
pouco mais frequente nas escolas privadas (21,2% dos
entrevistados disseram fazer bullying) do que na rede
pública (19,5%).
Texto III
Sofreram bullying com frequência 7,4% (194,6 mil) dos
alunos do 9º ano, principalmente por causa da aparência
física. A incidência das provocações é um pouco maior nas
escolas públicas (7,6%) , se comparada as particulares
(6,5%).
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2016/08/26/alunos-dizem-mais-praticar-do-que-sofrer-bullying-mostra-pesquisa-do-ibge.htm
Texto IV
Texto V
Disponívelem:http://vidradaemarte.blogspot.com.br/2012/07/bullying-nas-escolas.html
Texto VI
Disponível em: http://miradouronoticias.com/web/2016/02/lei-bullying-entra-em-vigor-atencao-escolas-clubes-entidades-recreativas-publicas-e-privadas/
#PartiuEscrever
Bibliografia
https://aacf936f191c6837.cdn.gocache.net/temas/2017_10_06_tema_da_semana_bullying_es
colas.pdf
https://novaescola.org.br/conteudo/336/bullying-escola
http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm
http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-04/um-em-cada-dez-estudantes-no-
brasil-e-vitima-frequente-de-bullying
http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/bullying-um-desafio-as-escolas-seculo-
xxi.htm
http://fundacaotelefonica.org.br/promenino/o-historico-e-as-formas-de-combate-ao-bullying-no-
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https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/04/19/quase-18-dos-alunos-dizem-sofrer-bullying-
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http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/34487
https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-a-pratica-de-
bullying-nas-escolas-do-brasil/
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Bullying

  • 2. DEFINIÇÃO Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
  • 3. DEFINIÇÃO O bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
  • 4. DEFINIÇÃO Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
  • 5. Historia O bullying sempre existiu. No entanto, o primeiro a relacionar a palavra a um fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970. Ao estudar as tendências suicidas entre adolescentes, o pesquisador descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a combater.
  • 6. A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. "O fato de ter consequências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema", aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto- Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora). Historia
  • 7. No Brasil, aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas. São adolescentes que sofrem agressões físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões. O dado faz parte do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar dos estudantes. Contexto Atual
  • 8. É o bullying que ocorre em meios eletrônicos, com mensagens difamatórias ou ameaçadoras circulando por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais), redes sociais e celulares. É quase uma extensão do que os alunos dizem e fazem na escola, mas com o agravante de que as pessoas envolvidas não estão cara a cara. Dessa forma, o anonimato pode aumentar a crueldade dos comentários e das ameaças e os efeitos podem ser tão graves ou piores. Cyberbullyng
  • 9. Esse tormento que é a agressão pela internet faz com que a criança e o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. O cyberbulling precisa receber o mesmo cuidado preventivo do bullying e a dimensão dos seus efeitos deve sempre ser abordada para evitar a agressão na internet. Cyberbullyng
  • 10. Constituição Brasileira A Constituição Federal brasileira define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação”.
  • 11. Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho. Constituição Brasileira
  • 12. Lei de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) A recém-aprovada Lei nº 13.185/16, além de trazer uma definição legal para o bullying, ali denominado “intimidação sistemática”, cria uma política nacional de combate à prática e assegura atendimento psicológico aos alvos, impondo a escolas, clubes e agremiações o dever de “assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate à violência e à intimidação sistemática”. Assim, a nova legislação esclarece que escolas, clubes e agremiações recreativas têm responsabilidade sobre o bullying que ocorra sob seus auspícios. Além de obrigá-los a atuar de forma a evitar a ocorrência das agressões e identificá- las ativamente.
  • 13. Tal previsão é importante, pois, como dito, as crianças por vezes escondem o bullying dos adultos, que, a seu turno e não raramente, erram ao tratá-lo como algo normal. Com a nova lei, fica claro que as escolas, agremiações e clubes não mais podem ignorar as agressões. Da mesma forma, devem promover a conscientização das crianças sobre o bullying, inclusive para orientá-las sobre como agir diante das agressões. Lei de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying)
  • 14. O cumprimento da Lei nº 13.185/16 contribui para a efetivação do Artigo 227 da Constituição Federal, que afirma ser “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.” Constituição Brasileira
  • 15. Dia Nacional de Combate ao Bullying Foi publicada a Lei 13.277/2016, que institui 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. A lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff. O projeto de lei da Câmara (PLC) 7/2014 que deu origem à norma foi aprovado de maneira simbólica pelo Plenário do Senado em 7 de abril [de 2016], exatamente cinco anos depois do massacre de Realengo. Em escola desse bairro, no Rio de Janeiro, 12 crianças foram assassinadas a tiros. Há indicações de que o autor enfrentou na infância situações de bullying.
  • 16. Dia Nacional de Combate ao Bullying — Esta é uma data de triste memória. Entretanto, precisamos utilizá-la para refletir sobre o problema crescente da violência no Brasil e, sobretudo, da violência entre os jovens — justificou Vanessa Grazziotin. A senadora foi a relatora do projeto na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Para Vanessa Grazziotin, a escolha da data da pior tragédia já ocorrida no país relacionada a esse problema reforça o apelo por mais empenho em medidas de conscientização. Segundo a parlamentar, o que ocorreu em Realengo motiva indagações sobre o padrão de desenvolvimento cognitivo e emocional dos jovens. O autor da proposta, o ex-deputado Artur Bruno, do Ceará, justificou que a data deve servir a iniciativas que chamem a atenção para a questão do bullying, estimulando a reflexão.
  • 17. •Desinteresse pela escola. •Problemas psicossomáticos. •Problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. •Agravamento de problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. •Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio. Alguns Problemas Resultantes do Bullying
  • 18. Algumas alternativas •Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito. •Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos. •Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola. •Conversar com os alunos e escutar atentamente reclamações ou sugestões.
  • 19. Algumas alternativas • Estimular os estudantes a informar os casos. • Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema. • Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar. • Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos. • Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para quebrar a dinâmica do bullying. • Informar professores e alunos sobre o que é o problema e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática.
  • 20.
  • 21. (UNIFESP 2011) A palavra bullying ainda é pouco conhecida do grande público brasileiro. De origem inglesa e ainda sem tradução no Brasil, é utilizada para qualificar comportamentos violentos no âmbito escolar, tanto de meninos quanto de meninas. Dentre esses comportamentos podemos destacar as agressões, os assédios e as ações desrespeitosas, todos realizados de maneira recorrente e intencional por parte dos agressores. É fundamental explicitar que as atitudes tomadas por um ou mais agressores contra um ou alguns estudantes, geralmente, não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Isso significa dizer que, de forma quase “natural”, os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas. E isso, invariavelmente, produz, alimenta e até perpetua muita dor e sofrimento nos vitimados. (Ana Beatriz Barbosa Silva. Bullying: mentes perigosas nas escolas, 2010. Adaptado.)
  • 22. Segundo o texto: ( ) a) Embora a palavra bullying ainda não seja muito familiar em nosso país, com o tempo ela se tornará quase natural para nós. ( ) b) Os comportamentos violentos de garotos e garotas, em contexto escolar, têm recebido a denominação inglesa de bullying. ( ) c) Mesmo ignorado pela maior parte das pessoas, o termo bullying designa um fenômeno que está sendo encarado com crescente naturalidade. ( ) d) A falta de uma tradução para a palavra inglesa bullying provoca dificuldades para qualificar comportamentos violentos na escola. ( ) e) Somente a metade das manifestações violentas, na escola, qualificadas como bullying, apresenta motivações justificáveis.
  • 23. ( x ) b) Os comportamentos violentos de garotos e garotas, em contexto escolar, têm recebido a denominação inglesa de bullying. Para explicar o sentido da palavra “bullying”, a alternativa B faz uma paráfrase do seguinte trecho: “De origem inglesa e ainda sem tradução no Brasil, é utilizada para qualificar comportamentos violentos no âmbito escolar, tanto de meninos quanto de meninas”.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 31. Texto I Bullying é uma palavra inglesa que significa intimidação. Infelizmente, ela está em moda devido aos inúmeros casos de perseguição e agressões que são encontrados nas escolas de todo o mudo e que estão levando muitos estudantes a viverem situações verdadeiramente aterradoras. O Bullying se refere a todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais pessoas contra outro ou outros. Que pratica “bullying” o faz para impor seu poder sobre um indivíduo mais frágil por meio de constantes ameaças, insultos, agressões, humilhações e assim tê-lo sob seu completo domínio durante meses ou anos. A vítima sofre calada na maioria dos casos. O maltrato intimidatório o fará sentir dor, angústia, medo, a tal ponto que, em alguns casos, pode levá-lo a consequências devastadoras como o suicídio. Disponível em: https://br.guiainfantil.com/violencia-escolar/51-violencia-escolar-ou-bullying.html
  • 32. Texto II A lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying entrou em vigor nesta semana. O texto, publicado no “Diário Oficial da União” em 9 de novembro havia sido aprovado pela Câmara em outubro e enviado para a sanção presidencial. Pelo texto aprovado, bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima.
  • 33. Texto II O projeto determina que seja feita a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução do problema, assim como a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores. Também estabelece que sejam realizadas campanhas educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. Segundo o texto, a punição dos agressores deve ser evitada “tanto quanto possível” em prol de alternativas que promovam a mudança de comportamento hostil. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2016/02/%20lei-que-obriga-escolas-e-clubes-combaterem- bullying-entra-em-vigor.html
  • 34. Texto III Assim como na pesquisa de 2012 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior parte dos entrevistados relataram em 2015 terem praticado bullying mais do que sofreram com o problema, e isso não apenas na escola, mas em qualquer ambiente que frequentam. Meninas são menos provocadoras do que meninos: 15,6% das alunas disseram já ter praticado bullying, enquanto entre os meninos a proporção sobe para 24,2%. A prática é um pouco mais frequente nas escolas privadas (21,2% dos entrevistados disseram fazer bullying) do que na rede pública (19,5%).
  • 35. Texto III Sofreram bullying com frequência 7,4% (194,6 mil) dos alunos do 9º ano, principalmente por causa da aparência física. A incidência das provocações é um pouco maior nas escolas públicas (7,6%) , se comparada as particulares (6,5%). Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2016/08/26/alunos-dizem-mais-praticar-do-que-sofrer-bullying-mostra-pesquisa-do-ibge.htm
  • 38. Texto VI Disponível em: http://miradouronoticias.com/web/2016/02/lei-bullying-entra-em-vigor-atencao-escolas-clubes-entidades-recreativas-publicas-e-privadas/
  • 40. Bibliografia https://aacf936f191c6837.cdn.gocache.net/temas/2017_10_06_tema_da_semana_bullying_es colas.pdf https://novaescola.org.br/conteudo/336/bullying-escola http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-04/um-em-cada-dez-estudantes-no- brasil-e-vitima-frequente-de-bullying http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/bullying-um-desafio-as-escolas-seculo- xxi.htm http://fundacaotelefonica.org.br/promenino/o-historico-e-as-formas-de-combate-ao-bullying-no- brasil/ https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/04/19/quase-18-dos-alunos-dizem-sofrer-bullying- no-brasil-diz-estudo.htm http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/34487 https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-a-pratica-de- bullying-nas-escolas-do-brasil/ https://www.stoodi.com.br/correcao-de-redacao/temas/stoodi-bullying-na-sociedade-brasileira/ https://www.google.com.br/