1.INDISCIPLINA EVIOLÊNCIA NA ESCOLA1.1: BULLYING
BATERAMEAÇAR          Bullying     HUMILHAR            APELIDOS            MALDOSOS
Bullying palavra inglesa que não tem umatradução direta para o português.É um termo utilizado para descrever atos deviolên...
Terminologiaacossamento (perseguir, atormentar, afligir, etc)ameaça, assédio, (Insistência importuna, junto de alguém, ...
Características dos bullies Pesquisas indicam que agressores têm  personalidades autoritárias, combinadas com  uma forte ...
Formas de manifestação:    O bullying se manifesta de várias formas: Verbal: xingamentos, apelidos, insultos, insinuações...
Caracterização do assédio escolar  O cientista define assédio escolar em três  termos essenciais:1. O comportamento é agre...
Tipos de assédio escolar  Os bullies usam principalmente uma combinação  de intimidação e humilhação para atormentar a  ví...
6. Acusar sistematicamente a vítima de não servirpara nada;7. Ataques físicos repetidos contra a vítima, sejacontra o corp...
RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO A escola como espaço para inclusão, socialização,  civilização, politização e de construção e prá...
Tratando-se a relação aluno-professor, de relaçãointerpessoal constante e que atravessa váriosciclos e etapas da vida de u...
Bullying professor/aluno
1. Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o     perante a classe e ofendendo sua auto-estima;2. Manipular a classe contr...
5. ameaçar o aluno de reprovação;6. negar ao aluno o direito de ir ao banheiro oubeber água, expondo-o a tortura psicológi...
Tais atos violam o Estatuto da Criança epodem ser denunciados em um Boletim deOcorrência na polícia.
Escolas Grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida. Ele pode acontecer praticamente qualquer par...
Indicativos de estar sofrendo           bullying Vítimas de bullying tem mais chance de  desenvolverem transtornos de hum...
   irritabilidade / agressividade;   transtornos de ansiedade;   relatos de medo regulares;   resistência/aversão a ir...
Reflexão"Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado ...
Legislação - Aspectos Jurídicos Pela gravidade do ato, o autor pode ser  obrigado a pagar indenizações e podem  haver pro...
Condenações legaisMuitas vítimas têm movido ações judiciaisdirectamente contra os agressores por"imposição intencional de ...
O que fazer???Como posso ajudar? Encorajar os alunos a participarem activamente da  supervisão e intervenção dos atos de ...
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA               2010 Vista e aprovada pela Assembléia  Constituinte, aos 21 de Janeiro ...
Artigo 80.º(Infância) CAPÍTULO IIIDIREITOS E DEVERES ECONÓMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS1. A criança tem direito à atenção esp...
2. As políticas públicas no domínio da família,da educação e da saúde devem salvaguardar oprincípio do superior interesse ...
CNAC - O Conselho Nacional daCriança CNAC - O Conselho Nacional da Criança (CNAC), criado  por Decreto n.º 20/07, de 20 d...
O CNAC, organizou nos dias 15 e 16 de Junho de 2009, noCentro de Convenções Talatona, em Luanda um fórum sobo lema “ANGOLA...
Conclusões:Violência contra a criança em muitas escolas e nascercanias o que leva ao absentismo escolar;Recomendações:Torn...
INSTITUIÇÃO:Instituto Nacional da criança - INACCONSELHO NACIONAL DA CRIANÇA – CNACLOCALIZAÇÃOLuanda, Município do Rangel,...
Como a maior parte dos alunos não  denuncia e alguns adultos negligenciam sua importância, a sensação de impunidadefavorec...
Bibliografia: Menzezes, M. Azancot. Reflexões sobre  educação, Mayamba editora, Luanda, 2010 Revista Nova Escola, junho/...
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  1. 1. 1.INDISCIPLINA EVIOLÊNCIA NA ESCOLA1.1: BULLYING
  2. 2. BATERAMEAÇAR Bullying HUMILHAR APELIDOS MALDOSOS
  3. 3. Bullying palavra inglesa que não tem umatradução direta para o português.É um termo utilizado para descrever atos deviolência física ou psicológica, intencionais erepetidos, praticados por um indivíduo ougrupo de indivíduos causando dor eangústia, sendo executadas dentro de umarelação desigual de poder.
  4. 4. Terminologiaacossamento (perseguir, atormentar, afligir, etc)ameaça, assédio, (Insistência importuna, junto de alguém, comperguntas, propostas, pretensões, etc. intimidação.É um termo frequentemente usado paradescrever uma forma de assédio interpretado poralguém que está, de alguma forma, em condiçõesde exercer o seu poder sobre alguém ou sobre umgrupo mais fraco.
  5. 5. Características dos bullies Pesquisas indicam que agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a autoimagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.
  6. 6. Formas de manifestação: O bullying se manifesta de várias formas: Verbal: xingamentos, apelidos, insultos, insinuações; Moral: atentado à honra, difamação, discriminação em razão do sexo, idade, opção sexual, deficiência física, doença,etc; Psicológica: perseguição, intimidação, chantagem, ameaça de morte, etc; Física: agressão através de empurrões, socos, bicos,etc; Material: furto de material e pertences, dano a veículo; e Virtual: divulgar imagens não autorizadas , criar comunidades para depreciação da imagem da vítima, enviar mensagens invadindo a privacidade e intimidade da vítima
  7. 7. Caracterização do assédio escolar O cientista define assédio escolar em três termos essenciais:1. O comportamento é agressivo e negativo;2. O comportamento é executado repetidamente;3. O comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
  8. 8. Tipos de assédio escolar Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar a vítima. Alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:1. Insultar a vítima;2. Espalhar comentários;3. Recusa em se socializar com a vítima;4. Intimidar outras pessoas que desejam socializar- se com a vítima;5. Ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia , religião, incapacidades da vítima e etc).
  9. 9. 6. Acusar sistematicamente a vítima de não servirpara nada;7. Ataques físicos repetidos contra a vítima, sejacontra o corpo dela ou propriedade (materialescolar),8. Espalhar rumores negativos sobre a vítima;9. Depreciar a vítima sem qualquer motivo;10. Fazer com que a vítima passe vergonha ou façao que ela não quer, ameaçando-a para seguir asordens.
  10. 10. RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO A escola como espaço para inclusão, socialização, civilização, politização e de construção e prática da cidadania só tem sentido diante dos dois sujeitos principais no processo ensino aprendizagem e de formação integral: o professor e o aluno ou o aluno e o professor. A relação entre aluno-professor e vice-versa deve se pautar nos princípios éticos, incluindo o respeito e consideração à pessoa do próximo, onde cada autor desempenha seu papel para que a escola seja um ambiente de construção de saberes e de formação moral e de socialização, com base na solidariedade, fraternidade e democracia
  11. 11. Tratando-se a relação aluno-professor, de relaçãointerpessoal constante e que atravessa váriosciclos e etapas da vida de uma pessoa, é comumnessa relação o surgimento de conflitos quepodem ser controlados ou não peloprofessor, transformando-se em microviolências(descaso, xingamentos, agressões verbais, etc) ouaté mesmo macroviolências (agressão física eoutras condutas previstas no Código Penal, porexemplo).
  12. 12. Bullying professor/aluno
  13. 13. 1. Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima;2. Manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;3. Assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais;4. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
  14. 14. 5. ameaçar o aluno de reprovação;6. negar ao aluno o direito de ir ao banheiro oubeber água, expondo-o a tortura psicológica;7. difamar o aluno no conselho de professores,aos coordenadores e acusá-lo de atos que nãocometeu;8. tortura física, puxões de orelha, cassupita,tapas, cocos e etc.
  15. 15. Tais atos violam o Estatuto da Criança epodem ser denunciados em um Boletim deOcorrência na polícia.
  16. 16. Escolas Grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida. Ele pode acontecer praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola. Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas.
  17. 17. Indicativos de estar sofrendo bullying Vítimas de bullying tem mais chance de desenvolverem transtornos de humor, trans- tornos alimentares, distúrbios de sono ou/e transtornos de ansiedade, tais como: enurese noturna(urinar na cama); distúrbio do sono(como insônia); problemas de estômago; dores e marcas de ferimentos; transtornos alimentares; isolamento social/ poucos ou nenhum amigo;
  18. 18.  irritabilidade / agressividade; transtornos de ansiedade; relatos de medo regulares; resistência/aversão a ir à escola; demonstrações constantes de tristeza; mau rendimento escolar; atos deliberados de auto-agressão; depressão maior; suicídio
  19. 19. Reflexão"Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.“ autoranônimo
  20. 20. Legislação - Aspectos Jurídicos Pela gravidade do ato, o autor pode ser obrigado a pagar indenizações e podem haver processos por danos morais. Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar.
  21. 21. Condenações legaisMuitas vítimas têm movido ações judiciaisdirectamente contra os agressores por"imposição intencional de sofrimentoemocional" e incluindo suas escolas comoacusadas, sob o princípio da responsabilidadeconjunta. Vítimas norte-americanas e suasfamílias têm outros recursos legais, tais comoprocessar uma escola ou professor por falta desupervisão adequada, violação dos direitoscivis, discriminação racial ou de gênero ouassédio moral.
  22. 22. O que fazer???Como posso ajudar? Encorajar os alunos a participarem activamente da supervisão e intervenção dos atos de bullying, O enfrentamento da situação pelas testemunhas demonstra aos autores do bullying que eles não terão o apoio do grupo. A formação de grupos de apoio, que protegem os alvos e auxiliam na solução das situações de bullying. Alunos que buscam ajuda tem 75,9% de reduzirem ou cessarem um caso de bullying. Buscar cooperação de outras instituições, como os centros de saúde, conselhos tutelares e redes de apoio social e até mesmo a polícia
  23. 23. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA 2010 Vista e aprovada pela Assembléia Constituinte, aos 21 de Janeiro de 2010 e, na sequência do Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 111/2010, de 30 de Janeiro, aos 03 de Fevereiro de 2010.
  24. 24. Artigo 80.º(Infância) CAPÍTULO IIIDIREITOS E DEVERES ECONÓMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS1. A criança tem direito à atenção especial da família, da sociedade e do Estado, os quais, em estreita colaboração, devem assegurar a sua ampla protecção contra todas as formas de abandono, discriminação, opressão, exploração e exercício abusivo de autoridade, na família e nas demais instituições.
  25. 25. 2. As políticas públicas no domínio da família,da educação e da saúde devem salvaguardar oprincípio do superior interesse da criança, comoforma de garantir o seu pleno desenvolvimentofísico, psíquico e cultural.
  26. 26. CNAC - O Conselho Nacional daCriança CNAC - O Conselho Nacional da Criança (CNAC), criado por Decreto n.º 20/07, de 20 de Abril, do Conselho de Ministros, é o órgão de concertação social, responsável pelo acompanhamento e controlo da execução das políticas públicas de promoção e defesa dos direitos da criança, sendo uma demonstração clara de que a responsabilidade pela garantia dos direitos da criança deve ser compartilhada entre Governo e Sociedade.
  27. 27. O CNAC, organizou nos dias 15 e 16 de Junho de 2009, noCentro de Convenções Talatona, em Luanda um fórum sobo lema “ANGOLA – 11 COMPROMISSOS PARA CRIANÇA.PENSAR NACIONAL – AGIR LOCAL.”Compromisso n.º 8 – Prevenção e Mitigação(diminuir, aclamar, atenuar) da Violência contra a CriançaPREVENÇÃO E COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA ACRIANÇA
  28. 28. Conclusões:Violência contra a criança em muitas escolas e nascercanias o que leva ao absentismo escolar;Recomendações:Tornar públicos os actos de violência contra a criançae anunciar a punição aplicada aos autores do crimesalvaguardando a dignidade, privacidade einteresses superiores da criança.
  29. 29. INSTITUIÇÃO:Instituto Nacional da criança - INACCONSELHO NACIONAL DA CRIANÇA – CNACLOCALIZAÇÃOLuanda, Município do Rangel,Avenida Hoji-ya-Henda, Edifício Nº 1171.º Andar MINARS CP -102/CTELEFONE: (00244) 222 440 920 FAX:222 440 920E-MAIL: cnac@yahoo.com.br
  30. 30. Como a maior parte dos alunos não denuncia e alguns adultos negligenciam sua importância, a sensação de impunidadefavorecem a perpetuação do comportamento agressivo. Mas isto está a mudar!
  31. 31. Bibliografia: Menzezes, M. Azancot. Reflexões sobre educação, Mayamba editora, Luanda, 2010 Revista Nova Escola, junho/julho de 2005. http://www.brasilescola.com/sociologia/bullyi ng.htm
  32. 32. nelissantos@hotmail.comMUITO OBRIGADO!
  33. 33.  Questionário de avaliação Mensagem (vídeo exemplos)

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