Estudo de caso da Certel Energia: 
Cadeia de Valor e 
Arquitetura de Processos 
Leandro André Hoerlle 
Gerente de Qualidad...
Cadeia 
de 
Valor 
e 
Arquitetura 
de 
Processos 
da 
Certel 
Energia 
BPM Day, Porto Alegre 
28 de maio de 2013 
Leandro ...
Roteiro 
1) 
História 
da 
Coopera>va 
2) 
Evolução 
da 
Gestão 
3) 
Os 
Desafios 
do 
Projeto 
4) 
Incorporação 
de 
Conc...
1 
-­‐ 
História 
da 
Coopera>va
Década de 50 
Fundada em 19 de fevereiro de 1956 
Década de 70 
Década de 60 
Matriz na década de 50-60
Década de 70 
Década de 70 – Filial Lojas Certel 
Década de 80 Década de 70 – Matriz da Certel
A 
par>r 
de 
maio 
de 
2009, 
atendendo 
à 
legislação 
do 
Poder 
Concedente, 
a 
Certel 
desmembrou-­‐se 
em 
duas 
nov...
Geração de Energia Artefatos de Cimento
2 
-­‐ 
Evolução 
da 
Gestão 
Evolução 
da 
Gestão 
nas 
Coopera>vas
Evolução da Gestão das Cooperativas 
Gerenciamento no Ambiente Competitivo 
Ø Geração de um Ambiente Inovador 
Ø Produçã...
2 
-­‐ 
Evolução 
da 
Gestão 
Evolução 
das 
Organizações 
Coopera>vas
As 
Organizações 
no 
contexto 
Industrial 
• Firma 
como 
uma 
função 
de 
produção, 
ou 
seja, 
uma 
relação 
mecânica 
...
As 
Organizações 
no 
contexto 
atual 
• A 
firma 
é 
entendida 
como 
uma 
relação 
orgânica 
entre 
agentes, 
que 
se 
r...
2 
-­‐ 
Evolução 
da 
Gestão 
Atendimento 
à 
Regulamentação 
-­‐ 
desmembradas 
em 
Regras 
de 
Negócio 
consumidas 
pelo...
Regras 
de 
Negócio 
consumidas 
pelos 
Processos 
Regulamentação 
do 
Setor 
Elétrico 
Brasileiro 
Direito 
Privado 
(Dir...
Regras 
de 
Negócio 
consumidas 
pelos 
Processos 
Legislação 
do 
Coopera>vismo 
• Estatuto 
Social 
da 
Certel 
Energia ...
2 
-­‐ 
Evolução 
da 
Gestão 
Ambiente 
Regulado
3 
-­‐ 
Os 
Desafios 
do 
Projeto 
Mapear, 
o>mizar 
e 
padronizar 
processos 
de 
negócio
Na 
adaptação 
à 
regulação 
da 
ANEEL 
– 
Agência 
Nacional 
de 
Energia 
Elétrica, 
constatou 
a 
necessidade 
de: 
• id...
Visão 
do 
projeto 
• Projetar 
cadeia 
de 
valor 
com 
a 
ó>ca 
– Associado 
(cliente) 
– Sistema 
coopera>vo 
– Órgãos 
...
4 
-­‐ 
Incorporação 
de 
Conceitos 
Processo 
ponta 
a 
ponta
Exemplo 
de 
processo 
ponta 
a 
ponta 
25 
15 
Comercializar 
e 
disponibilizar 
energia 
elétrica 
15.1 
Medir, 
faturar...
4 
-­‐ 
Incorporação 
de 
Conceitos 
Ciclo 
de 
vida 
do 
Cliente
Exemplo 
de 
ciclo 
de 
vida 
dos 
clientes 
de 
energia 
elétrica 
27 
Ciclo 
de 
vida 
dos 
clientes 
Solicitar 
forneci...
4 
-­‐ 
Incorporação 
de 
Conceitos 
PorJólio 
de 
Processos 
de 
Negócio
PorJólio 
de 
Processos 
de 
Negócio
EPM 
– 
Enterprise 
Process 
Management 
• O 
gerenciamento 
de 
processos 
corpora>vos 
(EPM 
– 
Enterprise 
Process 
Man...
5 
-­‐ 
Gestão 
de 
Processos
Gestão 
de 
Processo 
C 
O 
N 
F 
I 
D 
E 
N 
C 
I 
A 
L 
| 
Documento 
controlado: 
reprodução 
proibida 
sem 
prévia 
au...
5 
-­‐ 
Gestão 
de 
Processos 
Cadeia 
de 
Valor
Distribuidora 
dos 
EUA 
– 
Visão 
de 
“U>li>es”
Primeiro 
Modelo 
de 
Cadeia 
de 
Valor 
dos 
Processos 
de 
Distribuição 
de 
Energia 
Elétrica
Arquitetura 
de 
processos 
da 
Certel 
Energia 
37
5 
-­‐ 
Gestão 
de 
Processos 
Hierarquia 
de 
Processos 
Adotada
5 
-­‐ 
Gestão 
de 
Processos 
Arquitetura 
de 
Processos
Modelo 
de 
Arquitetura 
dos 
Processos 
Gerenciar 
Iniciar 
Prestação 
de 
Serviço 
Expandir 
e 
Operar 
Comercializar 
e...
Arquitetura 
de 
processos 
da 
Certel 
Energia 
42
11. 
Adquirir 
e 
receber 
energia 
elétrica 
43
12. 
Iniciar 
prestação 
de 
serviços 
44 
Início do ciclo de vida do 
cliente
13. 
Expandir 
e 
melhorar 
sistema 
elétrico 
45
14. 
Operar 
e 
manter 
sistema 
elétrico 
46
15. 
Comercializar 
e 
disponibilizar 
energia 
elétrica 
47 
Fim do ciclo de vida do 
cliente
48 
Níveis 
de 
navegação 
até 
a 
tarefa 
e 
alcance 
à 
instrução 
de 
trabalho
49 
Escopo 
de 
processo
5 
-­‐ 
Gestão 
de 
Processos 
Arquitetura 
de 
Processos 
e 
Processos 
ponta 
a 
ponta
Arquitetura 
de 
Processos 
e 
Processos 
ponta 
a 
ponta 
Processo 
ponta 
a 
ponta 
Processo 
ponta 
a 
ponta 
51 
Estru...
Desistência 
do 
52 
Processo 
ponta 
a 
ponta: 
Atender 
solicitação 
de 
fornecimento 
de 
energia 
elétrica 
13.1.2 
Ex...
Processo 
ponta 
a 
ponta: 
Tratar 
emergência 
Eventos Decisões 
e 
a>vidades 
interfuncionais 
que 
cruzam 
a 
organizaç...
Diversos 
componentes 
do 
processo 
ponta 
a 
ponta 
Através dos processos ponta a 
ponta é possível identificar a 
confi...
6 
-­‐ 
Novos 
Desafios 
Processos 
como 
A>vos 
dão 
sustentação 
aos 
Projetos
Hierarquia 
de 
Padrões 
da 
Certel 
Energia 
e 
da 
Fecoergs 
Legislação (LEG) e Norma Técnica (NTE) 
Princípio Empresari...
FECOERGS - Federação das Cooperativas de Energia, 
Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul
6 
-­‐ 
Novos 
Desafios 
Integração 
Normas 
ISO 
e 
Processos
Atendimento 
as 
Normas 
Série 
ISO 
– NBR 
ISO 
9001:2008 
-­‐ 
Sistemas 
de 
gestão 
da 
qualidade 
– 
Requisitos 
– NBR...
Premissas 
para 
Implantação 
das 
Normas 
NBR-­‐ISO 
• 
Padronização 
de 
todos 
os 
processos 
ponta 
a 
ponta 
• 
Monit...
Cer>ficação 
dos 
Processos 
C 
O 
N 
F 
I 
D 
E 
N 
C 
I 
A 
L 
| 
Documento 
controlado: 
reprodução 
proibida 
sem 
pré...
Priorização 
do 
Redesenho 
dos 
Processos 
baseados 
nos 
processos 
ponta 
a 
ponta
6 
-­‐ 
Novos 
Desafios 
Smart 
Grid 
– 
Rede 
Inteligente 
na 
distribuição 
de 
Energia 
Elétrica 
Mudança 
de 
Paradigm...
Fornecimento 
de 
energia 
para 
conexão 
com 
o 
consumidor 
(bidirecional)
6 
-­‐ 
Novos 
Desafios 
Gerir 
o 
Desenvolvimento 
dos 
A>vos
Ciclo 
de 
Vida 
dos 
A>vos 
Ciclo 
de 
vida 
dos 
ATIVOS 
Físicos 
Adquirir 
Criar 
Manter 
Renovar 
U>lizar 
Descartar
6 
-­‐ 
Novos 
Desafios 
Gerenciamento 
de 
PorJólio 
de 
Processos 
permite 
iden>ficar 
projetos 
de 
Inovação 
direcion...
Escritório 
de 
Processos: 
Gerenciamento 
de 
PorJólio 
Assembleía 
Conselho de 
Administração 
Conselho Fical 
Departame...
7 
-­‐ 
Considerações 
Finais
Considerações 
Finais 
• Por 
meio 
dos 
processos 
ponta 
a 
ponta, 
é 
viabilizado 
o 
aproveitamento 
de 
componentes 
...
Leandro 
André 
Hoerlle 
Gerente 
de 
Qualidade 
e 
Inovação 
www.certel.com.br 
leandro@certel.com.br 
51 
3762.5571 
72 ...
Mais informações sobre esta apresentação 
A apresentação deste estudo de caso ocorreu 
no dia 28 de maio de 2013 no Teatro...
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos

798 visualizações

Publicada em

Revelar a cadeia de valor e a arquitetura de processos na Certel Energia

A Empresa
A Certel foi fundada em 19 de fevereiro de 1956 para distribuir energia elétrica com qualidade aos associados e consumidores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Sendo a maior e mais antiga cooperativa de eletrificação do País, está presente em 47 municípios do Rio Grande do Sul, atendendo mais de 180 mil pessoas.

O Desafio
Em maio de 2009, atendendo à legislação do Poder Concedente, a Certel dividiu-se em duas novas cooperativas: a Cooperativa de Distribuição de Energia Teutônia (Certel Energia) e a Cooperativa Regional de Desenvolvimento Teutônia (que inclui lojas, geração de energia, internet e empresas controladas). Com isso, a organização teve que se adaptar à regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), gerando necessidades como:
Identificar e manter atualizadas as regras de negócio consumidas pelos processos para atender integralmente aos requisitos estabelecidos pela ANEEL.
Suportar diferentes configurações de processos repetitivos e com base em projetos de ciclo de vida curto.
Introduzir mecanismos de rastreabilidade das operações envolvendo clientes mediante a incorporação da disciplina gerencial orientada a processos (BPM).
Identificar o escopo dos processos ponta a ponta para priorizar projetos de melhoria de processos de negócio.
A Solução

Utilizando a metodologia de mapeamento da cadeia de valor e construção da arquitetura de processo da PROJELER foram implementadas as seguintes soluções:

Revelar cadeia de valor com a ótica do cliente, do sistema cooperativo e dos órgãos regulatórios.
Alinhar as políticas e regras da organização.
Representar os processos ponta a ponta da organização a partir da arquitetura de processos revelada.
Dividir os conteúdo da estrutura de classificação dos processos entre os tipos de processos de gerenciamento, principais e de suporte.
Simplificar a compreensão dos processos em diferentes níveis.
Definir claramente o escopo dos processos e relacionamento com os seus componentes: diagramas, instruções de trabalho, regras de negócio, eventos, cliente e resultados do processo, papéis (pessoas) que participam da execução do processo e prestam conta sobre o seu desempenho (matriz RACI-VS), locais e pontos de medição de métricas, indicadores de processo e os sistemas de informação utilizados para apoiar a execução do processo.
Os Resultados

A Certel Energia revelou a cadeia de valor e toda a arquitetura de processos com o auxílio do App PROJELER EPM - repositório de conteúdo relacional na nuvem-, que simplificou a representação dos ativos de processos corporativos, mantendo-os constantemente atualizados pela equipe interna. Toda a taxonomia agora está alinhada com as normas regulatórias, permitindo maior transparência e conformidade. Os processos ponta a ponta revelados permitirão ainda facilitar a definição do escopo de novas iniciativas de melhoria de processos.

Publicada em: Negócios
  • Seja o primeiro a comentar

Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos

  1. 1. Estudo de caso da Certel Energia: Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos Leandro André Hoerlle Gerente de Qualidade e Inovação Porto Alegre, 28 de maio de 2013 Teatro do CIEE PORTO ALEGRE 2013 ABPMP®, logomarca da ABPMP®, BPM CBOK® e CBPPTM são marcas e serviços registrados da Association of Business Process Management Professionals.
  2. 2. Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos da Certel Energia BPM Day, Porto Alegre 28 de maio de 2013 Leandro André Hoerlle Gerente de Qualidade e Inova2ç ão
  3. 3. Roteiro 1) História da Coopera>va 2) Evolução da Gestão 3) Os Desafios do Projeto 4) Incorporação de Conceitos 4.1. Ponta a ponta 4.2. Ciclo de Vida dos Processos 4.3. PorJólio de Processos de Negócio 5) Gestão de Processo 5.1. Hierarquia 5.2. Cadeia de Valor 5.3. Arquitetura 5.4. Ponta a Ponta 6) Novos Desafios 3
  4. 4. 1 -­‐ História da Coopera>va
  5. 5. Década de 50 Fundada em 19 de fevereiro de 1956 Década de 70 Década de 60 Matriz na década de 50-60
  6. 6. Década de 70 Década de 70 – Filial Lojas Certel Década de 80 Década de 70 – Matriz da Certel
  7. 7. A par>r de maio de 2009, atendendo à legislação do Poder Concedente, a Certel desmembrou-­‐se em duas novas coopera>vas: • Coopera>va Regional de Desenvolvimento Teutônia • Coopera>va de Distribuição de Energia Teutônia
  8. 8. Geração de Energia Artefatos de Cimento
  9. 9. 2 -­‐ Evolução da Gestão Evolução da Gestão nas Coopera>vas
  10. 10. Evolução da Gestão das Cooperativas Gerenciamento no Ambiente Competitivo Ø Geração de um Ambiente Inovador Ø Produção de Novos Conhecimentos (Métodos de Trabalho), Produtos e Serviços Ø Geração de um Ambiente Difusor de Conhecimento Ø Geração de Oferta de Conhecimento Ø Busca de Oportunidades Tecnológicas Ø Geração de Valor –> Processos como Ativos Gerenciamento dos Processos Ø Unificação dos Métodos de Trabalho Ø Adoção de Métodos de Trabalho Padronizados Ø Processos Mapeados, Padronizados e Monitorados Ø Aprendizado baseado na Integração e Cooperação Ø Transformação da Cultura Organizacional 2º Ciclo Estágio Impulsionado pela Inovação 1º Ciclo Estágio Impulsionado pela Eficiência Gerenciamento do Produto (Energia) Ø Atendimento Necessidade Básica de Infra-Estrutura Ø Crescimento por expansão Ø Processo de cooperação e integração local Ø Aprendizado por Experimentação (Prática) Ø Formação da Cultura Organizacional Local Própria Ciclo Inicial Estágio Impulsionado por fatores Sustenta/ Fundamenta Produto = Bem + Serviço Influência/ Molda
  11. 11. 2 -­‐ Evolução da Gestão Evolução das Organizações Coopera>vas
  12. 12. As Organizações no contexto Industrial • Firma como uma função de produção, ou seja, uma relação mecânica entre insumos e produtos, associados a uma determinada tecnologia – Os mecanismos de custeio (custos mensuráveis dos fatores de produção) são o único alocador de recursos • Se assim fosse, não haveria nada que pudesse ser feito para melhorar a arquitetura das organizações
  13. 13. As Organizações no contexto atual • A firma é entendida como uma relação orgânica entre agentes, que se realiza através de contratos, sejam eles explícitos, como os contratos de trabalho, ou implícitos, como uma parceria informal – Os mecanismos de custeio passam a incorporar os custos de transação, definidos como os custos de mover o sistema – A informação como base para estruturação de conhecimento organizacionais, geração de capital intelectual e agregação de valor • Que a arquitetura da firma reflita um arranjo que induza os agentes a cooperarem visando a maximização do valor da empresa
  14. 14. 2 -­‐ Evolução da Gestão Atendimento à Regulamentação -­‐ desmembradas em Regras de Negócio consumidas pelos Processos
  15. 15. Regras de Negócio consumidas pelos Processos Regulamentação do Setor Elétrico Brasileiro Direito Privado (Direito Civil) • Contrato de Permissão – prestar serviço adequado, conforme normas e regulamentos aplicáveis – cumprir e fazer cumprir as normas Direito Público (Direito Administra3vo) • Resoluções do Agente Regulador -­‐ ANEEL • Resoluções dos demais órgãos da Administração Pública
  16. 16. Regras de Negócio consumidas pelos Processos Legislação do Coopera>vismo • Estatuto Social da Certel Energia • Lei 5.764 -­‐ Polí>ca Nacional de Coopera>vismo, ins>tui o regime jurídico das sociedades coopera>vas • Recomendação 193 da Organização Internacional do Trabalho – trata sobre promoção de coopera>vas Sistema de Normalização • Lei 5.966/73 – SINMETRO -­‐ Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial • Res. do CONMETRO, estabelece o funcionamento do INMETRO -­‐ Ins>tuto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia e ABNT -­‐ Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é Fórum Nacional de Normalização
  17. 17. 2 -­‐ Evolução da Gestão Ambiente Regulado
  18. 18. 3 -­‐ Os Desafios do Projeto Mapear, o>mizar e padronizar processos de negócio
  19. 19. Na adaptação à regulação da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, constatou a necessidade de: • iden>ficar e manter atualizados as regras dos processos • atender integralmente aos requisitos estabelecidos pela ANEEL • introduzir mecanismos de rastreabilidade dos processos envolvendo clientes mediante a incorporação da disciplina de Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM) • e iden>ficar pontos de retrabalho, gargalos e ineficiências com o obje>vo de priorizar projetos para o>mizar os processos de negócios
  20. 20. Visão do projeto • Projetar cadeia de valor com a ó>ca – Associado (cliente) – Sistema coopera>vo – Órgãos regulatórios • Atendimento regulatório – Cumprir exigências – Influenciar flexibilização de regras • Suportar diferentes configurações – Processos repe>>vos – Processos com base em projetos de ciclo de vida curto • Filas de trabalho – Promover fluidez – Definir critérios claros para tratamento de exceção
  21. 21. 4 -­‐ Incorporação de Conceitos Processo ponta a ponta
  22. 22. Exemplo de processo ponta a ponta 25 15 Comercializar e disponibilizar energia elétrica 15.1 Medir, faturar e arrecadar consumo de energia elétrica 15.1.1 Ler consumo de energia elétrica 15.1.4 Receber pagamentos e conciliar arrecadação de energia elétrica Pagamento arrecadado Intervalo de medição alcançado Evento de Acionamento Resultado ...
  23. 23. 4 -­‐ Incorporação de Conceitos Ciclo de vida do Cliente
  24. 24. Exemplo de ciclo de vida dos clientes de energia elétrica 27 Ciclo de vida dos clientes Solicitar fornecimento de energia elétrica Consumir energia elétrica Quitar fatura de energia elétrica Solicitar atendimentos e serviços Desligar unidade consumidora Celebrar contratos Encerrar contratos
  25. 25. 4 -­‐ Incorporação de Conceitos PorJólio de Processos de Negócio
  26. 26. PorJólio de Processos de Negócio
  27. 27. EPM – Enterprise Process Management • O gerenciamento de processos corpora>vos (EPM – Enterprise Process Management) assegura o alinhamento do porLólio de processos de negócio ponta a ponta e da arquitetura de processos com a estratégia de negócio da organização e alocação de recursos • Fornece um modelo de governança para o gerenciamento e avaliação de inicia>vas Fonte: CBOK 2.0
  28. 28. 5 -­‐ Gestão de Processos
  29. 29. Gestão de Processo C O N F I D E N C I A L | Documento controlado: reprodução proibida sem prévia autorização
  30. 30. 5 -­‐ Gestão de Processos Cadeia de Valor
  31. 31. Distribuidora dos EUA – Visão de “U>li>es”
  32. 32. Primeiro Modelo de Cadeia de Valor dos Processos de Distribuição de Energia Elétrica
  33. 33. Arquitetura de processos da Certel Energia 37
  34. 34. 5 -­‐ Gestão de Processos Hierarquia de Processos Adotada
  35. 35. 5 -­‐ Gestão de Processos Arquitetura de Processos
  36. 36. Modelo de Arquitetura dos Processos Gerenciar Iniciar Prestação de Serviço Expandir e Operar Comercializar e Disponibilizar Apoiar Consumidor/ Associado Processos de Gerenciamento Processos Primários Processos de Suporte 41
  37. 37. Arquitetura de processos da Certel Energia 42
  38. 38. 11. Adquirir e receber energia elétrica 43
  39. 39. 12. Iniciar prestação de serviços 44 Início do ciclo de vida do cliente
  40. 40. 13. Expandir e melhorar sistema elétrico 45
  41. 41. 14. Operar e manter sistema elétrico 46
  42. 42. 15. Comercializar e disponibilizar energia elétrica 47 Fim do ciclo de vida do cliente
  43. 43. 48 Níveis de navegação até a tarefa e alcance à instrução de trabalho
  44. 44. 49 Escopo de processo
  45. 45. 5 -­‐ Gestão de Processos Arquitetura de Processos e Processos ponta a ponta
  46. 46. Arquitetura de Processos e Processos ponta a ponta Processo ponta a ponta Processo ponta a ponta 51 Estrutura de Classificação de Processos
  47. 47. Desistência do 52 Processo ponta a ponta: Atender solicitação de fornecimento de energia elétrica 13.1.2 Executar construção de obra de baixa tensão 13.1.1 Elaborar projeto elétrico de baixa tensão Eventos Decisões 12.1.2 Realizar análise técnica da solicitação de fornecimento em baixa tensão e a>vidades interfuncionais que cruzam a organização na horizontal Resultados 12.1.1 Protocolar solicitação de fornecimento em baixa tensão 13.1.3 Fiscalizar e cadastrar obra de baixa tensão 14.1.1 Realizar ligação de unidade consumidora em baixa Cliente ou tensão consumidor solicitou fornecimento cliente Conexão de unidade consumidora realizada
  48. 48. Processo ponta a ponta: Tratar emergência Eventos Decisões e a>vidades interfuncionais que cruzam a organização na horizontal Resultados 53 Emergência atendida Cliente ou consumidor relatou emergência Emergência constatada Cadastro da obra de emergência concluído 14.3.2 Efetuar manutenção de equipamento 14.3.3 Efetuar manutenção de redes 14.2.3 Atender emergência 14.3.1 Efetuar manutenção para subestação 13.1.2 Executar construção de obra de baixa tensão 13.2.2 Executar construção de obra de média e alta tensão 13.1.1 Elaborar projeto elétrico de baixa tensão 13.1.3 Fiscalizar e cadastrar obra de baixa tensão 13.2.1 Elaborar projeto elétrico de média e alta tensão 13.2.3 Comissionar e cadastrar obra de média e alta tensão
  49. 49. Diversos componentes do processo ponta a ponta Através dos processos ponta a ponta é possível identificar a configuração de Arranjos na Arquitetura de Processos
  50. 50. 6 -­‐ Novos Desafios Processos como A>vos dão sustentação aos Projetos
  51. 51. Hierarquia de Padrões da Certel Energia e da Fecoergs Legislação (LEG) e Norma Técnica (NTE) Princípio Empresarial (PEM) Política (POL) Manual de Treinamento (MTR) Fundamental Estratégico Tático Operacional Documentos Externos Padrões Internos Regulamento (REG) Padrão Gerencial de Processo (PGP) Procedimento Operacional Padrão (POP) Orientação Técnica (OT) e Especificação Técnica (ET) Padrão Técnico (PTE)
  52. 52. FECOERGS - Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul
  53. 53. 6 -­‐ Novos Desafios Integração Normas ISO e Processos
  54. 54. Atendimento as Normas Série ISO – NBR ISO 9001:2008 -­‐ Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos – NBR ISO 18.801:2010 – Sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho – requisitos – NBR ISO 14.001:2004 – Sistema de gestão ambiental – requisitos com orientação para uso – ISO 55.000:2014 , PAS 55:2008 -­‐ Gestão de A>vos (partes 1 e 2)
  55. 55. Premissas para Implantação das Normas NBR-­‐ISO • Padronização de todos os processos ponta a ponta • Monitorar os processos • Garan>r a rastreabilidade do processo • Realizar Auditorias de qualidade • Cer>ficação • Revisão sistemá>ca dos processos e do sistema da qualidade
  56. 56. Cer>ficação dos Processos C O N F I D E N C I A L | Documento controlado: reprodução proibida sem prévia autorização
  57. 57. Priorização do Redesenho dos Processos baseados nos processos ponta a ponta
  58. 58. 6 -­‐ Novos Desafios Smart Grid – Rede Inteligente na distribuição de Energia Elétrica Mudança de Paradigma de fornecimento de energia para conexão com o consumidor (bidirecional)
  59. 59. Fornecimento de energia para conexão com o consumidor (bidirecional)
  60. 60. 6 -­‐ Novos Desafios Gerir o Desenvolvimento dos A>vos
  61. 61. Ciclo de Vida dos A>vos Ciclo de vida dos ATIVOS Físicos Adquirir Criar Manter Renovar U>lizar Descartar
  62. 62. 6 -­‐ Novos Desafios Gerenciamento de PorJólio de Processos permite iden>ficar projetos de Inovação direcionados a Gestão de Processo
  63. 63. Escritório de Processos: Gerenciamento de PorJólio Assembleía Conselho de Administração Conselho Fical Departamente Comercial Departamento Técnico Departamento Adminsitrativo
  64. 64. 7 -­‐ Considerações Finais
  65. 65. Considerações Finais • Por meio dos processos ponta a ponta, é viabilizado o aproveitamento de componentes de Processo • Processos como A>vos da Organização • Através da Arquitetura de Processos, é possível dimensionar o tamanho da estrutura do negócio -­‐-­‐-­‐-­‐-­‐-­‐ • Será necessário repensar o Negócio de Distribuição de Energia Elétrica em função da incorporação de novos Conceitos e Tecnologias
  66. 66. Leandro André Hoerlle Gerente de Qualidade e Inovação www.certel.com.br leandro@certel.com.br 51 3762.5571 72 Cadeia de Valor e Arquitetura de Processos da Certel Energia BPM Day, Porto Alegre - 28 de maio de 2013
  67. 67. Mais informações sobre esta apresentação A apresentação deste estudo de caso ocorreu no dia 28 de maio de 2013 no Teatro CIEE no evento BPM Day da ABPMP em Porto Alegre. O evento contou com a presença de um público de mais de 400 pessoas e teve como objetivo discutir o tema Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM - Business Process Management) e apresentar casos práticos de implementação. 73 Acesse links a seguir para mais informações sobre esta e outras apresentações do evento: http://www.projeler.com.br/quemsomos_clientes_estudo_de_caso_certel_energia.jsp http://pt.slideshare.net/mauricio.bitencourt http://www.projeler.com.br/quemsomos_noticias_2013.jsp#20130702 prohttp://www.mauriciobitencourt.com/2014/05/bpm-day-porto-alegre-2014.html Este estudo de caso foi desenvolvido com o auxílio da metodologia e serviços da PROJELER, patrocinador Prime do evento. ABPMP®, logomarca da ABPMP®, BPM CBOK® e CBPPTM são marcas e serviços registrados da Association of Business Process Management Professionals.

×