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NOS DOMÍNIOS 
DA MEDIUNIDADE 
LEONARDO PEREIRA 
Ante o serviço 
(Estudo 4 de 30)
RESUMO D O C A P Í T U L O. Dois enfermos, uma senhora 
jovem e um cavalheiro 
idoso, custodiados por dois 
familiares, transpuseram o 
umbral, localizando-se num 
dos ângulos da sala, fora do 
círculo magnético. 
_ São doentes a serem 
beneficiados – informou-nos 
o orientador. (...) 
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Nenhum deles vinha até nós, constrangidamente. 
Dir-se-ia que se aglomeravam, em derredor dos 
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inconscientes, rodeando grande luz. 
Vinham bulhentas, proferindo frases desconexas 
ou exclamações menos edificantes, entretanto, 
logo que atingidas pelas emanações espirituais 
do grupo, emudeciam de pronto, qual se fossem 
contidas por forças que elas próprias não 
conseguiam perceber.
Atencioso Áulus notificou: 
_ São almas em turvação mental, 
que acompanham parentes, 
amigos ou desafetos às 
reuniões públicas da 
Instituição , e que se desligam 
deles quando os encarnados se 
deixam renovar pelas idéias 
salvadoras, expressas na 
palavra dos que veiculam o 
ensinamento doutrinário.
Modificado o centro mental 
daqueles que habitualmente 
vampirizam, essas entidades 
vêem-se como que 
despejadas de casa, 
porquanto, alterada a 
elaboração do pensamento 
naqueles a quem se 
afeiçoam, experimentam 
súbitas reviravoltas nas 
posições em que falsamente 
se equilibram.
Algumas delas, rebeladas, 
fogem dos templos de oração 
como este, detestando-lhes 
temporariamente os serviços 
e armando novas 
perseguições às suas vítimas, 
que procuram até o 
reencontro; contudo, outras, 
de algum modo tocadas 
pelas lições ouvidas, 
demoram-se no local das 
predicações em ansiosa 
expectativa, famintas de 
maior esclarecimento.
Hilário, que recebia, surpreso, semelhantes 
informes, perguntou, curioso: 
_ Que ocorre, porém, quando os 
encarnados não prestam atenção aos 
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_ Sem dúvida, passam pelos santuários da 
fé na condição de urnas cerradas. 
Impermeáveis ao bom aviso, continuam 
inacessíveis à mudança necessária. 
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sempre que inspirados no infinito Bem, 
guardam o objetivo da elevação moral. (...)
Entre os homens, porém, se não 
é fácil cultivar a vida digna, é 
muito difícil habilitar-se a 
criatura à morte libertadora. 
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alma, sem que se lhe 
desagarrem os pensamentos , 
enovelados em situações, 
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A mente, por isso, contínua 
encarcerada nos interesses 
quase sempre inferiores do 
mundo, cristalizada e enfermiça 
em paisagens inquietantes., 
criadas por ela mesma.
Daí o valor do culto religioso 
respeitável, formando 
ambiente propício à ascensão 
espiritual, com indiscutíveis 
vantagens, não só para os 
Espíritos encarnados que a ele 
assistem, com sinceridade e 
fervor, mas também para os 
desencarnados, que aspiram à 
própria transformação. Todos 
os santuários, em seus atos 
públicos, estão repletos de 
almas necessitadas que a eles 
comparecem, sem o veículo 
denso, sequiosas de 
reconforto.
• Os expositores da boa palavra 
podem ser comparados a técnicos 
eletricistas, desligando “tomadas 
mentais”, através dos princípios 
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esfera do pensamento. (...) 
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vampirizantes operam contra 
eles, muitas vezes envolvendo-lhes 
os ouvintes em fluidos 
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• Observando os irmãos retardados que se 
abeiravam da mesa num quase semicírculo, tive a 
idéia de usar o psicoscópio , de modo a examina-los 
detidamente, ao que Áulus informou, prestimoso: 
• _ Não será preciso. Bastará uma análise atenta para 
a colheita de resultados interessantes, de vez que os 
nossos amigos estampam no próprio corpo 
perispiritual os sofrimentos de que são portadores. 
(...) 
• Reparei o conjunto, notando que alguns deles se 
mostravam enfermos, como se estivessem ainda na 
carne. Membros lesados, mutilações, paralisias e 
ulcerações diversas eram perceptíveis a rápido 
olhar. (...)
• Nossos irmãos sofredores trazem 
consigo, individualmente, o 
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desequilíbrio moral, sobrevive no 
perispírito, alimentada pelos 
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• _ mas, adquirem melhoras 
positivas em reunião de 
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espantadiço.
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assimilam idéias novas com que 
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• Meditei na ilusão dos que julgam na 
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partida de algum perseguidor de 
grande poder sobre os seus 
recursos mnemônicos. 
Encontra-se ainda 
profundamente imantado às 
sensações físicas e a vida cerebral 
nele ainda é uma cópia das linhas 
sensoriais que deixou. Assim 
considerando, é provável esteja 
submetido ao império de 
vontades estranhas e menos 
dignas, às quais se teria 
associado no mundo.
• _ Céus! – clamou meu colega 
impressionado – é possível 
semelhante dominação depôs da 
morte? 
• _ Como não? A morte é 
continuação da vida, e na vida, 
que é eterna, possuímos o que 
buscamos. 
• Atento aos nossos estudos da 
mediunidade, observei: 
• _ Se o nosso amigo 
desmemoriado for conduzido ao 
aparelho mediúnico, manifestar-se- 
á, acaso, assim, ignorando a 
identidade que lhe é própria?
• Perfeitamente. E precisará de 
tratamento carinhoso como 
qualquer alienado mental 
comum. Exprimindo-se por 
algum médium que lhe dê 
guarida, será para qualquer 
doutrinador terrestre o mesmo 
enigma que estamos 
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• _ Se esse companheiro utilizar-se 
da organização mediúnica, 
transmitirá ao receptor humano 
as sensações de que se acha 
investido?
• Sim – elucidou o Assistente -, refletirá 
no instrumento passivo as 
impressões que o possuem, nos 
processos de imanização em que se 
baseiam os serviços de intercâmbio. 
• _ No entanto, não nos percamos 
agora nos casos particulares. 
• Cada entidade menos equilibrada de 
quantas se acham reunidas aqui traz 
consigo inquietantes experiências. 
• Observemos de plano mais alto. 
• E conduziu-me à cabeceira da mesa, 
onde o nosso amigo Raul Silva ia 
começar o serviço de oração. “
Questões iniciais 
para estudo :
• 01) O que é turvação mental? Por que ela se dá? 
• Turvação mental foi a expressão de que se serviu 
o instrutor Áulus para definir o estado em que se 
apresentaram os numerosos espíritos que 
compareceram na reunião mediúnica narrada 
neste capítulo. 
• Eram parentes, amigos e desafetos dos 
encarnados que lá se encontravam, todos 
mantendo um padrão vibratório inferior e em 
acentuado estado de perturbação. 
• Encontravam-se ligados aos encarnados por 
sintonia, que os vinculava magneticamente.
• 2) O que é vampirização? Como e por que ela se dá? 
• Vampirização é a ação através da qual um espírito 
de baixo nível de evolução imanta-se a outro, 
encarnado ou desencarnado, com o objetivo de 
sugar-lhe substância vital. Dá-se por sintonia 
magnética, como em todo processo obsessivo. 
• Os casos mais freqüentes são os motivados por 
desregramentos no uso de alimentos, alcoólicos, 
fumo e até na prática sexual. Os espíritos 
vampirizadores fazem uso de suas vítimas como 
instrumento para lhes propiciar a satisfação de 
seus desejos, aspirando as emanações fluídicas 
que decorrem das práticas mencionadas.
• 3) O que é sintonia? Como ela se dá? 
Sintonia é a ressonância psíquica existente entre dois 
seres que nutrem pensamentos da mesma natureza. 
Alimentando a mesma qualidade de idéias, dois ou mais 
espíritos, encarnados ou desencarnados, imantam-se 
pelo pensamento, vinculando-se magneticamente uns 
aos outros." Dessa forma, identificam-se quanto à faixa 
vibratória em que transitam. 
Quando o espírito age, pensa ou sente, emite ondas 
vibratórias magnéticas que ganham o espaço, através do 
fluido cósmico universal. 
Sendo as ações, os pensamentos ou os sentimentos de 
natureza idêntica, freqüentam a mesma faixa vibratória, 
interligando esses espíritos, que se influenciam, 
reciprocamente.
4) Áulus comenta a importância das reuniões públicas da Instituição. Qual a 
importância delas e qual a sua correlação com as reuniões mediúnicas? 
• Nos casos de obsessão, o esclarecimento doutrinário que 
é prestado nas reuniões públicas da casa espírita 
pode romper o vínculo magnético que une as duas 
partes, indispensável à instalação do processo. 
• Para tanto, é necessário, 
porém, que o encarnado que lá comparece esteja 
receptivo a esses ensinamentos, através do desejo 
sincero de modificar seus hábitos mentais. Modificada a 
natureza de seus pensamentos, deixa de existir aquela 
identidade vibratória mencionada, sendo o desencarnado 
perturbador "despejado" do centro mental do obsidiado, 
como Áulus se expressou.
Já as reuniões mediúnicas, em regra, devem ser 
reservadas, pois é indispensável uma identidade 
de propósitos entre seus participantes. Qualquer 
que se apresente desarmonizado com o restante 
do grupo vai gerar, certamente, uma quebra de 
homogeneidade de pensamentos e propósitos, 
abrindo as portas para entidades perturbadoras. 
Não significa que estas não devam ser admitidas. 
Elas devem, sim, ser trazidas para receberem o 
esclarecimento 
doutrinário que poderá tirá-las daquela condição. 
Mas o grupo mediúnico deve ser homogêneo 
para poder lidar com elas convenientemente.
5) O socorro espiritual se dá tão somente na Casa 
Espírita? 
• O socorro espiritual se dá em toda a parte. 
• O que o determina não é a localização física onde se 
encontre o necessitado, mas o seu nível de 
receptividade, a sua sintonia mental. 
• Os benfeitores espirituais estão sempre aptos a nos 
socorrerem. Contudo, precisamos fazer a nossa 
parte. 
• A casa espírita funciona como um ponto de apoio, 
um local imantado de fluidos salutares pelo plano 
espiritual, onde podem se reunir necessitados e 
servidores do bem. 
• É o local ideal para a prestação de socorro, embora, 
como se disse, este possa se dar em qualquer parte.
6) Áulus novamente se refere à mente. O que se deve entender 
por "tomadas mentais"? 
• É uma espécie de fusão magnética, ligando, 
psiquicamente, dois ou mais espíritos, encarnados 
ou desencarnados. 
Como temos estudado desde o primeiro capítulo, os 
espíritos se ligam e se influenciam reciprocamente 
pela sintonia. 
Havendo afinidade de hábitos mentais, a 
reciprocidade vibratória passa a atuar, imantando as 
mentes dos envolvidos. 
Dá-se, então, a instalação da "tomada mental".
7) Comente sobre o perispírito/corpo 
perispiritual. 
Resumidamente, podemos dizer que o perispírito é a estrutura 
intermediária entre o espírito e o corpo físico, extraída 
do fluido cósmico universal do planeta onde o espírito habita. 
Sua constituição muda de mundo para mundo, conforme 
o seu grau evolutivo. 
É o veículo das nossas emoções e preside a formação do corpo 
físico, funcionando como seu molde. 
Nele ficam gravadas todas as nossas experiências. É constituído 
de matéria quintenssenciada, plástica, flexível e por isto 
possibilita que o espírito se apresente da forma determinada 
pelo seu padrão mental. 
À medida que o espírito evolui, o perispírito vai se 
desmaterializando, até um ponto em que irá se confundir com 
o próprio espírito, como nos 
casos dos puros espíritos.
8) Comente as seguintes assertivas: 
• 8-a) "Meditei na ilusão dos que julgam na morte livre passagem da 
alma, em demanda do céu ou do inferno, como 
lugares determinados de alegria e padecimento..." 
• 8-b) "A consciência é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam 
os bens e os males gerados por ela mesma e , ali 
estávamos defrontados por vasta fileira de almas, sofrendo nos 
purgatórios diferenciados que lhes eram característicos." 
• 8-c) - "Se esse companheiro utilizar-se da organização mediúnica, 
transmitirá ao receptor humano as sensações de que se acha 
investido? - Sim – elucidou o Assistente -, refletirá no instrumento 
passivo as impressões que o possuem, nos processos de imanização 
em que se baseiam os serviços de intercâmbio."

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Nos dominios da mediunidade cap. 4

  • 1. NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE LEONARDO PEREIRA Ante o serviço (Estudo 4 de 30)
  • 2. RESUMO D O C A P Í T U L O. Dois enfermos, uma senhora jovem e um cavalheiro idoso, custodiados por dois familiares, transpuseram o umbral, localizando-se num dos ângulos da sala, fora do círculo magnético. _ São doentes a serem beneficiados – informou-nos o orientador. (...) .
  • 3. Nenhum deles vinha até nós, constrangidamente. Dir-se-ia que se aglomeravam, em derredor dos amigos encarnados em prece, quais mariposas inconscientes, rodeando grande luz. Vinham bulhentas, proferindo frases desconexas ou exclamações menos edificantes, entretanto, logo que atingidas pelas emanações espirituais do grupo, emudeciam de pronto, qual se fossem contidas por forças que elas próprias não conseguiam perceber.
  • 4. Atencioso Áulus notificou: _ São almas em turvação mental, que acompanham parentes, amigos ou desafetos às reuniões públicas da Instituição , e que se desligam deles quando os encarnados se deixam renovar pelas idéias salvadoras, expressas na palavra dos que veiculam o ensinamento doutrinário.
  • 5. Modificado o centro mental daqueles que habitualmente vampirizam, essas entidades vêem-se como que despejadas de casa, porquanto, alterada a elaboração do pensamento naqueles a quem se afeiçoam, experimentam súbitas reviravoltas nas posições em que falsamente se equilibram.
  • 6. Algumas delas, rebeladas, fogem dos templos de oração como este, detestando-lhes temporariamente os serviços e armando novas perseguições às suas vítimas, que procuram até o reencontro; contudo, outras, de algum modo tocadas pelas lições ouvidas, demoram-se no local das predicações em ansiosa expectativa, famintas de maior esclarecimento.
  • 7. Hilário, que recebia, surpreso, semelhantes informes, perguntou, curioso: _ Que ocorre, porém, quando os encarnados não prestam atenção aos ensinamentos ouvidos? _ Sem dúvida, passam pelos santuários da fé na condição de urnas cerradas. Impermeáveis ao bom aviso, continuam inacessíveis à mudança necessária. _ Mas este mesmo fenômeno se repete nas igrejas de outras confissões religiosas? _ Sim. A palavra desempenha significativo papel nas construções do espírito. Sermões e conferências de sacerdotes e doutrinadores, em variados setores da fé, sempre que inspirados no infinito Bem, guardam o objetivo da elevação moral. (...)
  • 8. Entre os homens, porém, se não é fácil cultivar a vida digna, é muito difícil habilitar-se a criatura à morte libertadora. Comumente, desencarna-se a alma, sem que se lhe desagarrem os pensamentos , enovelados em situações, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, contínua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo, cristalizada e enfermiça em paisagens inquietantes., criadas por ela mesma.
  • 9. Daí o valor do culto religioso respeitável, formando ambiente propício à ascensão espiritual, com indiscutíveis vantagens, não só para os Espíritos encarnados que a ele assistem, com sinceridade e fervor, mas também para os desencarnados, que aspiram à própria transformação. Todos os santuários, em seus atos públicos, estão repletos de almas necessitadas que a eles comparecem, sem o veículo denso, sequiosas de reconforto.
  • 10. • Os expositores da boa palavra podem ser comparados a técnicos eletricistas, desligando “tomadas mentais”, através dos princípios libertadores que distribuem na esfera do pensamento. (...) • _ Em razão disso, as entidades vampirizantes operam contra eles, muitas vezes envolvendo-lhes os ouvintes em fluidos entorpecentes, conduzindo esses últimos ao sono provocado, para que se lhes adie a renovação.
  • 11. • Observando os irmãos retardados que se abeiravam da mesa num quase semicírculo, tive a idéia de usar o psicoscópio , de modo a examina-los detidamente, ao que Áulus informou, prestimoso: • _ Não será preciso. Bastará uma análise atenta para a colheita de resultados interessantes, de vez que os nossos amigos estampam no próprio corpo perispiritual os sofrimentos de que são portadores. (...) • Reparei o conjunto, notando que alguns deles se mostravam enfermos, como se estivessem ainda na carne. Membros lesados, mutilações, paralisias e ulcerações diversas eram perceptíveis a rápido olhar. (...)
  • 12. • Nossos irmãos sofredores trazem consigo, individualmente, o estigma dos erros deliberados a que se entregaram. • A doença, como resultante de desequilíbrio moral, sobrevive no perispírito, alimentada pelos pensamentos que a geraram, quando esses pensamentos persistem depois da morte do corpo físico. • _ mas, adquirem melhoras positivas em reunião de intercâmbio? – indagou Hilário, espantadiço.
  • 13. • _ Sim – esclareceu o interlocutor –, assimilam idéias novas com que passam a trabalhar, ainda que vagarosamente, melhorando a visão interior e estruturando, assim, novos destinos. A renovação mental é a renovação da vida. • Meditei na ilusão dos que julgam na morte livre passagem da alma, em demanda do céu ou do inferno, como lugares determinados de alegria e padecimento... • Quão raros na Terra se capacitam de que trazemos conosco os sinais de nossos pensamentos, de nossas atividades e de nossas obras, e o túmulo anda mais faz que o banho revelador das imagens que escondemos no mundo, sob as vestes da carne! ...
  • 14. A consciência é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam os bens e os males gerados por ela mesma e , ali, estávamos defrontados por vasta fileira de almas, sofrendo nos purgatórios diferenciados que lhes eram característicos.
  • 15. • Abeiramo-nos de triste companheiro, de macilenta expressão fisionômica e Hilário num impulso todo humano, perguntou-lhe: • _ Amigo, como te chamas? • _ Eu? (..) • _ Eu não tenho nome (...)
  • 16. • _ Impossível (...) todos temos um nome. • _ Esqueci-me, esqueci-me de tudo (...) • _É um caso de amnésia a estudar (...) • _ Fenômeno Natural? (...)
  • 17. • _ Sim, pode ser natural, em razão de algum desequilíbrio trazido da Terra, mas é possível que o nosso amigo esteja sendo vítima de vigorosa sugestão pós-hipnótica, partida de algum perseguidor de grande poder sobre os seus recursos mnemônicos. Encontra-se ainda profundamente imantado às sensações físicas e a vida cerebral nele ainda é uma cópia das linhas sensoriais que deixou. Assim considerando, é provável esteja submetido ao império de vontades estranhas e menos dignas, às quais se teria associado no mundo.
  • 18. • _ Céus! – clamou meu colega impressionado – é possível semelhante dominação depôs da morte? • _ Como não? A morte é continuação da vida, e na vida, que é eterna, possuímos o que buscamos. • Atento aos nossos estudos da mediunidade, observei: • _ Se o nosso amigo desmemoriado for conduzido ao aparelho mediúnico, manifestar-se- á, acaso, assim, ignorando a identidade que lhe é própria?
  • 19. • Perfeitamente. E precisará de tratamento carinhoso como qualquer alienado mental comum. Exprimindo-se por algum médium que lhe dê guarida, será para qualquer doutrinador terrestre o mesmo enigma que estamos presenciando. • _ Se esse companheiro utilizar-se da organização mediúnica, transmitirá ao receptor humano as sensações de que se acha investido?
  • 20. • Sim – elucidou o Assistente -, refletirá no instrumento passivo as impressões que o possuem, nos processos de imanização em que se baseiam os serviços de intercâmbio. • _ No entanto, não nos percamos agora nos casos particulares. • Cada entidade menos equilibrada de quantas se acham reunidas aqui traz consigo inquietantes experiências. • Observemos de plano mais alto. • E conduziu-me à cabeceira da mesa, onde o nosso amigo Raul Silva ia começar o serviço de oração. “
  • 22. • 01) O que é turvação mental? Por que ela se dá? • Turvação mental foi a expressão de que se serviu o instrutor Áulus para definir o estado em que se apresentaram os numerosos espíritos que compareceram na reunião mediúnica narrada neste capítulo. • Eram parentes, amigos e desafetos dos encarnados que lá se encontravam, todos mantendo um padrão vibratório inferior e em acentuado estado de perturbação. • Encontravam-se ligados aos encarnados por sintonia, que os vinculava magneticamente.
  • 23. • 2) O que é vampirização? Como e por que ela se dá? • Vampirização é a ação através da qual um espírito de baixo nível de evolução imanta-se a outro, encarnado ou desencarnado, com o objetivo de sugar-lhe substância vital. Dá-se por sintonia magnética, como em todo processo obsessivo. • Os casos mais freqüentes são os motivados por desregramentos no uso de alimentos, alcoólicos, fumo e até na prática sexual. Os espíritos vampirizadores fazem uso de suas vítimas como instrumento para lhes propiciar a satisfação de seus desejos, aspirando as emanações fluídicas que decorrem das práticas mencionadas.
  • 24. • 3) O que é sintonia? Como ela se dá? Sintonia é a ressonância psíquica existente entre dois seres que nutrem pensamentos da mesma natureza. Alimentando a mesma qualidade de idéias, dois ou mais espíritos, encarnados ou desencarnados, imantam-se pelo pensamento, vinculando-se magneticamente uns aos outros." Dessa forma, identificam-se quanto à faixa vibratória em que transitam. Quando o espírito age, pensa ou sente, emite ondas vibratórias magnéticas que ganham o espaço, através do fluido cósmico universal. Sendo as ações, os pensamentos ou os sentimentos de natureza idêntica, freqüentam a mesma faixa vibratória, interligando esses espíritos, que se influenciam, reciprocamente.
  • 25. 4) Áulus comenta a importância das reuniões públicas da Instituição. Qual a importância delas e qual a sua correlação com as reuniões mediúnicas? • Nos casos de obsessão, o esclarecimento doutrinário que é prestado nas reuniões públicas da casa espírita pode romper o vínculo magnético que une as duas partes, indispensável à instalação do processo. • Para tanto, é necessário, porém, que o encarnado que lá comparece esteja receptivo a esses ensinamentos, através do desejo sincero de modificar seus hábitos mentais. Modificada a natureza de seus pensamentos, deixa de existir aquela identidade vibratória mencionada, sendo o desencarnado perturbador "despejado" do centro mental do obsidiado, como Áulus se expressou.
  • 26. Já as reuniões mediúnicas, em regra, devem ser reservadas, pois é indispensável uma identidade de propósitos entre seus participantes. Qualquer que se apresente desarmonizado com o restante do grupo vai gerar, certamente, uma quebra de homogeneidade de pensamentos e propósitos, abrindo as portas para entidades perturbadoras. Não significa que estas não devam ser admitidas. Elas devem, sim, ser trazidas para receberem o esclarecimento doutrinário que poderá tirá-las daquela condição. Mas o grupo mediúnico deve ser homogêneo para poder lidar com elas convenientemente.
  • 27. 5) O socorro espiritual se dá tão somente na Casa Espírita? • O socorro espiritual se dá em toda a parte. • O que o determina não é a localização física onde se encontre o necessitado, mas o seu nível de receptividade, a sua sintonia mental. • Os benfeitores espirituais estão sempre aptos a nos socorrerem. Contudo, precisamos fazer a nossa parte. • A casa espírita funciona como um ponto de apoio, um local imantado de fluidos salutares pelo plano espiritual, onde podem se reunir necessitados e servidores do bem. • É o local ideal para a prestação de socorro, embora, como se disse, este possa se dar em qualquer parte.
  • 28. 6) Áulus novamente se refere à mente. O que se deve entender por "tomadas mentais"? • É uma espécie de fusão magnética, ligando, psiquicamente, dois ou mais espíritos, encarnados ou desencarnados. Como temos estudado desde o primeiro capítulo, os espíritos se ligam e se influenciam reciprocamente pela sintonia. Havendo afinidade de hábitos mentais, a reciprocidade vibratória passa a atuar, imantando as mentes dos envolvidos. Dá-se, então, a instalação da "tomada mental".
  • 29. 7) Comente sobre o perispírito/corpo perispiritual. Resumidamente, podemos dizer que o perispírito é a estrutura intermediária entre o espírito e o corpo físico, extraída do fluido cósmico universal do planeta onde o espírito habita. Sua constituição muda de mundo para mundo, conforme o seu grau evolutivo. É o veículo das nossas emoções e preside a formação do corpo físico, funcionando como seu molde. Nele ficam gravadas todas as nossas experiências. É constituído de matéria quintenssenciada, plástica, flexível e por isto possibilita que o espírito se apresente da forma determinada pelo seu padrão mental. À medida que o espírito evolui, o perispírito vai se desmaterializando, até um ponto em que irá se confundir com o próprio espírito, como nos casos dos puros espíritos.
  • 30. 8) Comente as seguintes assertivas: • 8-a) "Meditei na ilusão dos que julgam na morte livre passagem da alma, em demanda do céu ou do inferno, como lugares determinados de alegria e padecimento..." • 8-b) "A consciência é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam os bens e os males gerados por ela mesma e , ali estávamos defrontados por vasta fileira de almas, sofrendo nos purgatórios diferenciados que lhes eram característicos." • 8-c) - "Se esse companheiro utilizar-se da organização mediúnica, transmitirá ao receptor humano as sensações de que se acha investido? - Sim – elucidou o Assistente -, refletirá no instrumento passivo as impressões que o possuem, nos processos de imanização em que se baseiam os serviços de intercâmbio."