Apresentação Fisiologia

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segue apresentação do Grupo de Fisiologia:
Nei - Neto - Nina - Vanio - Augusto - Sergio

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Apresentação Fisiologia

  1. 1.
  2. 2. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />Primeiramente, deve-se situar o contexto em que se está inserido o córtex pré-frontal, que é o Córtex Cerebral. A propriedade básica do córtex cerebral é armazenar informação. Cada área do córtex tem seu papel e armazena um determinado tipo de informação.<br />
  3. 3. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />As células encontradas no córtex cerebral são de dois tipos, são as chamadas células de Glia e os Neurônios. Os principais tipos de neurônios que formam o córtex cerebral são os chamados neurônios piramidais, e pensa-se que esta rede é como o esqueleto do córtex. Estes neurônios estão todos interligados, e possuem tantas ligações uns com os outros que são capazes de transmitir sinais atravessando varias camadas do córtex.<br />Já as células de Glia, tem a função de nutrir, isolar e proteger os neurônios.<br />Os neurônios espalhados por todo córtex, tem funções especificas de acordo com a região em que ficam, como mostrado na figura ao lado.<br />
  4. 4. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />O lado esquerdo e direito do córtex cerebral são ligados por um feixe grosso de fibras nervosas chamado de corpo caloso. Essas fibras nervosas de cor branca são responsáveis pela troca de informações entre as diversas áreas do córtex cerebral. <br />Em mamíferos superiores (como humanos, primatas e cetáceos), o cérebro tem uma superfície irregular, cheia de áreas mais protuberantes (chamadas de giros), intercaladas com pequenos vales (chamados de sulcos) e que dão à aparência de "enrugado" ao cérebro. O cérebro de mamíferos menos desenvolvidos como camundongos e ratos tem poucos giros e sulcos, sendo a superfície cerebral mais lisa.<br />
  5. 5. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />O Córtex pré-frontal é a ultima área cortical a se desenvolver e é responsável pelas chamadas funções executivas, ou seja, pelo planejamento e execução de tarefas mais complexas, Pense em uma pessoa que passa por problemas financeiros. Reduzir despesas ou aumentar a renda - cada um desses caminhos exige que ela pese as opções, tome uma decisão e a execute, diferente da simples tarefa de repetição como amarrar o sapato.<br />
  6. 6. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />Ele também é responsável pela inibição de impulsos, ou seja, inibe respostas automáticas e comportamentos inadequados. Ele irá planejar e executar as tarefas necessárias para se alcançar os objetivos, como resolver uma equação matemática ou aprender a dirigir, ações que exigem um processamento controlado, pois é necessário planejar os próximos passos e monitorar a execução para que se chegue ao resultado final, sendo assim, essa é a parte do cérebro que vai perceber como as atividades estão sendo feitas e se preciso, fará correções para garantir que o planejado seja alcançado.<br />
  7. 7. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />Estabelecer objetivos, planejar e executar as tarefas necessárias para alcançá-los, avaliar os resultados e realizar correções para garantir que o planejado seja alcançado. As funções executivas do cérebro são muito semelhantes ao trabalho do diretor de uma empresa. <br />Pensamento abstrato como entender que muitas árvores formam uma floresta também fazem parte desta área do cérebro. <br />
  8. 8. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />Imagine que alguém lhe peça que separem em dois grupos os seguintes objetos: duas tesouras, um copo d'água, um machado e uma churrasqueira. Uma possibilidade é agrupar as tesouras com o copo d'água, porque eles geralmente ficam dentro de casa, enquanto a churrasqueira e o machado são usados em ambientes externos.<br />É possível agrupar os objetos de outra forma? As tesouras e o machado cortam, copos e churrasqueira armazenam coisas. Toda esta maneira de pensar fazem parte das funções executivas.<br />
  9. 9. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />Também é responsável pelo que eles chamam de memória de trabalho, que é a habilidade de manter informações na mente, enquanto executa tarefas. Quase todas as ações desta parte do cérebro exigem que a manipulação de informação ocorra em tempo real e seja mantida na memória de curto prazo. Para preparar um jantar, por exemplo, o anfitrião precisa organizar a ordem com que os diversos pratos serão servidos, bem como considerar as preferências dos convidados. O planejamento de uma viagem também requer previsão e análise das condições e necessidades do viajante no destino, que geralmente são muito diferentes das existentes em casa.<br />
  10. 10. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />O Córtex pré-frontal Utiliza aprendizagens do passado para aplicar na situação atual ou criar estratégias de solução de problemas para o futuro e também é responsável pelo comportamento sexual.<br />Quando há falhas dessas funções, freqüentemente aparecerão problemas envolvendo planejamento, organização, manejo de tempo, memória e controle das emoções e a pessoa terá dificuldades de realizar todos os exemplos acima. Essas falhas das funções são conhecidas como uma doença chamada de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, que atingem crianças e adultos, deixando-as com dificuldades de concentração e muitas vezes sem noção de comportamentos.<br />Essa parte do cérebro opera em situações não rotineiras e permite que o indivíduo se adapte a situações novas.<br />
  11. 11. CORTEX PRÉ-FRONTAL<br />
  12. 12. SISTEMA NERVOSO<br />SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO - SNA<br />Sistema nervoso autônomo é a parte do Sistema nervoso que está relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla funções como a respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão. É também o principal responsável pelo controle automático do corpo frente as modificações do ambiente.<br />O SNA não é independente do restante do sistema nervoso. Ele é interligado com o hipotálamo, que coordena a resposta comportamental para garantir a homeostase.<br />
  13. 13. SISTEMA NERVOSO<br />SIMPÁTICO E PARASSIMPÁTICO<br />O sistema nervoso autônomo é dividido em dois ramos: Simpático e Parassimpático, que se distinguem tanto pela estrutura quanto pela função.<br />Enquanto os glânglios da via simpática localizam-se ao lado da medula espinhal, os glânglios das vias parassimpáticas estão próximos ou mesmo dentro do órgão efetuador.<br />O SNA simpático estimula ações que mobilizam energia, permitindo ao organismo responder a situações de stress.<br />O SNA parassimpático estimula atividades relaxantes, como a redução ritmo cardíaco e da pressão sanguínea.<br />
  14. 14. SISTEMA NERVOSO<br />
  15. 15. CIRCUITO DO PRAZER<br />O Sistema Nervoso pode ser dividido segundo vários critérios: anatômicos, funcionais e filogenéticos.<br />Nem sempre as divisões anatômicas e funcionais coincidem.<br />Anatomicamente, algumas estruturas do sistema nervoso estão relacionadas funcionalmente com o comportamento emocional.<br />
  16. 16. CIRCUITO DO PRAZER<br />No corte longitudinal pode-se identificar as estruturas que formam o Sistema Límbico (apontadas em vermelho na imagem ao lado).<br /> 1. Giro do cíngulo<br /> 2. Ístimo do Giro do cíngulo<br /> 3. Giro parahipocampal<br /> 4. Hipocampo<br /> 5. Hipotálamo<br /> 6. Núcleos anteriores do tálamo<br /> 7. Epitálamo<br /> 8. Área septal<br /> 9. Corpo amigdalóide<br /> 10. Núcleos de tronco encefálico<br />O Sistema Límbico é filogeneticamente muito antigo, existindo em todos os vertebrados. Este sistema é responsável pela regulação do nosso sistema emocional.<br />
  17. 17. CIRCUITO DO PRAZER<br />No córtex cerebral pode-se identificar áreas relacionadas com a atividade motora, com atividade sensitiva, equilíbrio julgamento, área visual, memória e aquela relacionada com comportamento emocional (córtex pré-frontal).<br />
  18. 18. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />Dentro do Sistema Límbico pode-se identificar uma área que está relacionada com a sensação de prazer, que inclui o prazer sexual e aquele gerado pelo uso de drogas. Esta área é denominada circuito de recompensa cerebral.<br />Estudos em animais demonstram que estímulos elétricos nestas regiões específicas do Sistema Límbico provocam sensação de prazer e levam a repetidas tentativas de estimulação, fazendo com que os animais negligenciem todas as outras atividades, como p. ex.: procura de alimento e atividade sexual.<br />A partir destas observações, pesquisas utilizando-se de substâncias marcadas identificam quais são as estruturas relacionadas com circuito do prazer (circuito de recompensa cerebral).<br />
  19. 19. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />O circuito começa na Área Tegmentar Ventral, situada na região cinzenta do tronco cerebral. A partir daí os impulsos elétricos atingem o Núcleo Accumbens. Deste núcleo, o impulso segue para o Córtex Pré-Frontal. Os neurônios que participam desta via são dopaminérgicos.<br />Todas as drogas de abuso, direta ou indiretamente, atuam no circuito de recompensa estimulando os neurônios e aumentando a produção, liberação ou inibição da recaptação da dopamina, o que em última análise aumenta agudamente a quantidade de dopamina na fenda sináptica.<br />
  20. 20. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />A célula nervosa tem a mesma estrutura de outras células: o núcleo, delimitado por uma membrana, contém toda a informação genética incluindo a utilizada para a síntese dos neurotransmissores; o citoplasma contém as outras estruturas celulares, como por exemplo as mitocôndrias, retículo endoplasmático e complexo de Golgi, delimitados pela menbrana celular.<br />As características que diferenciam uma célula nervosa de outra célula são:<br />- A presença de dentritos, que são prolongamentos do corpo celular com bifurcações que permitem a recepção de estímulos.<br />- A presença de axônio, que é um prolongamento único com bifurcações apenas em seu terminal.<br />
  21. 21. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />A célula nervosa tem a mesma estrutura de outras células: o núcleo, delimitado por uma membrana, contém toda a informação genética incluindo a utilizada para a síntese dos neurotransmissores; o citoplasma contém as outras estruturas celulares, como por exemplo as mitocôndrias, retículo endoplasmático e complexo de Golgi, delimitados pela menbrana celular.<br />As características que diferenciam uma célula nervosa de outra célula são:<br />- A presença de dentritos, que são prolongamentos do corpo celular com bifurcações que permitem a recepção de estímulos.<br />- A presença de axônio, que é um prolongamento único com bifurcações apenas em seu terminal.<br />
  22. 22. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />A comunicação entre as células nervosas se faz através dos neurotransmissores. O neurônio pré-simpático, através da informação genética contida no DNA., sintetize e armazene os neurotransmissores em vesículas nas terminações dos axônios.<br />O espaço de comunicação entre as células nervosas é denominado fenda sináptica.<br />
  23. 23. CIRCUITO DO PRAZER<br />CENTRO DE RECOMPENSA<br />A membrana celular do axônio do neurônio pré-sináptico contém receptores específicos de receptação dos neurotransmissores – bomba de recaptação.<br />A membrana do dendrito do neurônio pós-sináptico contém receptores em geral ligados a canais de íons que permitem a transmissão do impulso elétrico.<br />
  24. 24. DOPAMINA - SEROTONINA<br />NEUROTRANSMISSORES<br />Neurotransmissor é uma substância química produzida em uma célula do cérebro, o neurônio. Ele é capaz de conduzir e transmitir uma informação de um neurônio a outro, ou seja, é como um telefone para comunicação entre os neurônios. Essa comunicação se chama sinapse. <br />Joseph LeDoux, professor de Neurociências em Nova York já dizia: <br />“Você é as suas sinapses, e elas são o que você é” <br />
  25. 25. DOPAMINA - SEROTONINA<br />NEUROTRANSMISSORES<br />Mas por que os neurônios precisam de uma comunicação entre eles, se um está ao lado do outro? <br />Não seria melhor uma conversa direta, sem intermediários?<br />Eis que surge um outro problema: os neurônios funcionam através de disparos elétricos. Então, para transmitir um impulso elétrico em uma informação química, para que as células consigam se “conversar”, o neurônio produz e utiliza os neurotransmissores.<br />Os neurotransmissores são como combustíveis para o cérebro realizar determinadas funções. Num carro é preciso ter água, diferentes tipos de óleo, gasolina, lubrificantes. No cérebro é a mesma coisa: existem vários neurotransmissores e também outras substâncias que agem também como neurotransmissores, por exemplo os aminoácidos, peptídeos e até mesmo gases como o óxido nítrico e o gás carbônico. <br />
  26. 26. DOPAMINA - SEROTONINA<br />NEUROTRANSMISSORES<br />
  27. 27. DOPAMINA - SEROTONINA<br />NEUROTRANSMISSORES<br />Os neurotransmissores clássicos são: acetilcolina, as catecolaminas (dopamina, adrenalina e noradrenalina) e, a artista principal, a serotonina. Os aminoácidos podem ser excitatórios, que aceleram determinadas funções do cérebro (o maior exemplo é o glutamato), ou os que fazem o contrário, os inibitórios, como o GABA (ácido gama aminobutírico), que diminuem a atividade de alguns sistemas. É ideal que ocorra um equilíbrio entre os aminoácidos, principalmente entre o GABA e o glutamato, para que haja um correto grau de excitabilidade, de disparo dos neurônios, para não disparar demais nem de menos.<br />Os três principais neurotransmissores envolvidos nos mecanismos das cefaléias são: serotonina, noradrenalina e dopamina. Vamos entender melhor cada um deles.<br />
  28. 28. DOPAMINA - SEROTONINA<br />SEROTONINA<br />A serotonina vem sendo utilizada no senso comum como sinônimo de felicidade. E, de fato, é uma substância implicada em depressão e felicidade, ansiedade e tranqüilidade e em outras diversas áreas do comportamento, como agressividade, raiva, irritabilidade. <br />Participa também de outras funções importantes no organismo, como apetite, controle de temperatura, sono, náusea e vômitos, sexualidade e, é claro, muito importante no sistema de dor.<br />Ela é sintetizada no cérebro e no tubo digestivo e armazenada em plaquetas e no sangue. Ela também é encontrada em muitas plantas, vegetais, frutas, cogumelos. Muitos remédios são voltados para repor a serotonina no cérebro, e com ação favorável em diversas doenças. A classe dos antidepressivos é repleta de medicamentos com ação na serotonina. <br />
  29. 29. DOPAMINA - SEROTONINA<br />DOPAMINA<br />Dopamina é um neurotransmissor que, como a noradrenalina, é produzida na glândula adrenal. A dopamina tem diversas funções no cérebro, incluindo o comportamento, atividade motora, automatismos, motivação, recompensa, produção de leite, regulação do sono, humor, ansiedade, atenção, aprendizado. Muitos remédios que atuam na dopamina tem ação favorável em dores de cabeça.<br />
  30. 30. DOPAMINA - SEROTONINA<br />Equilíbrio<br />Desequilíbrio<br />
  31. 31. NÚCLEO ACCUMBENS<br />CENTRO DO PRAZER<br />Parte do sistema límbico.<br />NúcleoAccumbens + BulboOlfatório = parte ventral do corpoestriado.<br />Recebeprojeção de célulasdopaminérgicassituadasnaáreategmental ventral.<br />
  32. 32. NÚCLEO ACCUMBENS<br />CENTRO DO PRAZER<br />Convergência de estímulos:<br />- amígdala<br />- hipocampo<br />- áreaentorrinal<br />- áreacingulada anterior<br />- parte dos lobos temporais<br />
  33. 33. NÚCLEO ACCUMBENS<br />CENTRO DO PRAZER<br />Partemestímulos:<br />- septo<br />- hipotálamo<br />- áreacingulada anterior<br />- lobos frontais<br />
  34. 34. NÚCLEO ACCUMBENS<br />CENTRO DO PRAZER<br />Devido a estasconexões o núcleoaccumbensdesempenhaimportantepapelnaregulação da emoção, motivação e cognição.<br />É o núcleomaisimportantenadeterminação do comportamento.<br />- alimentação<br />- conduta sexual<br />- respostaao stress<br /><ul><li>auto-administração de drogas.
  35. 35. Estimuladopeladopamina.
  36. 36. Álcool, café, chocolate, cocaína, anfetaminas, nicotina, etc. promovem a liberação de grandesquantidades do neurotransmissordopaminanessaregião.</li></li></ul><li>NÚCLEO ACCUMBENS<br />CENTRO DO PRAZER<br />Experiência com estimulação do núcleoaccumbens:<br />
  37. 37. TÁLAMOS<br />FUNÇÕES<br />
  38. 38. TÁLAMOS<br />CENTRO DE RELÉ<br />O tálamo é um centro de organização cerebral, como uma encruzilhada de diversas vias neuronais em que podem influenciar-se mutuamente antes de serem redistribuidas. Suas ligações mais abundantes são, de longe, com o córtex. A principal função do tálamo é servir de estação de reorganização dos estímulos vindos da periferia e do troncocerebral e também de alguns vindos de centros superiores. Lá fazem sinapse os axónios dos neurónios situados nesses locais, e daí partem novos axónios que vão efetuar ligações com outros centros superiores, principalmente o córtex. Quase todos os sinais ascendentes que vão para o córtex fazem sinapse nos núcleos do tálamo onde são reorganizados e/ou controlados, exceptuando o sentido do olfacto.<br />
  39. 39. TÁLAMOS<br />PATOLOGIAS CLÍNICAS<br />Coreias ou movimentos involuntários podem surgir após lesões talâmicas.<br />A trombose ou hemorragia, ou seja um infarto ou AVC, das artérias que irrigam o tálamo, com necrose por isquemia (morte celular) extensa nesse órgão, leva à perda de sensação completa ou quase completa em toda a metade do corpo oposta do individuo — i.e., se tálamo esquerdo é afetado há perda de sensação à direita do topo da nuca à ponta dos pés. Poderá haver também défices motores.<br />
  40. 40. TÁLAMOS<br />PATOLOGIAS CLÍNICAS<br />Dor talâmica é um síndrome que pode ocorrer quando um paciente recupera de um infarto, mesmo que menor. Há sensação de dor, por vezes forte, do lado oposto do corpo sem que haja qualquer lesão que a justifique. Essa dor será devida à disfunção das vias da dor, que passam no tálamo, e não a lesões periféricas, ainda que o doente a localize à periferia (o tálamo, assim como o resto do cérebro, não tem receptores de dor).<br />Em alguns doentes com lesões tâlamicas, a mão contra-lateral está constantemente em posição atípica, com pulsos flectidos e pronados e dedos flectidos e retos.<br />
  41. 41. AMÍDALA CEREBRAL<br />
  42. 42. AMÍDALA CEREBRAL<br />O QUE É?<br />
  43. 43. AMÍDALA CEREBRAL<br />O QUE É?<br />COMO FUNCIONA?<br />
  44. 44. AMÍDALA CEREBRAL<br />Sabe aquele soco que você deu em seu amigo quando ele tentou te assustar?<br />
  45. 45. AMÍDALA CEREBRAL<br />Sabe aquela manobra que você fez com seu carro para não bater e defender sua vida?<br />
  46. 46. AMÍDALA CEREBRAL<br />Esses tipos de reações tem nome:<br />Chamam-se <br />SEQÜESTRO DE AMÍDALA<br />
  47. 47. AMÍDALA CEREBRAL<br />Como funciona o<br />SEQÜESTRO DE AMÍDALA?<br />
  48. 48. AMÍDALA CEREBRAL<br />PERDENDO A CABEÇA<br />A função da amídala cerebral é funcionar como uma espécie de alarme que desencadeia reações de proteção em caso de alguma emergência. <br />Elas poderiam ser comparadas a um sensor de fumaça dentro de um prédio:<br />
  49. 49. AMÍDALA CEREBRAL<br />PERDENDO A CABEÇA<br />Que aciona por conta própria os sprinklers, aquelas pequenas duchas espalhadas no teto das modernas construções, para conter um possível fogo. <br />
  50. 50. AMÍDALA CEREBRAL<br />PERDENDO A CABEÇA<br />Afinal, onde há fumaça há fogo!<br />
  51. 51. AMÍDALA CEREBRAL<br />PERIGO EMOCIONAL<br />
  52. 52. AMÍDALA CEREBRAL<br />“Se ficar zangado, conte até dez antes de dizer qualquer coisa. Se não tiver se acalmado, conte até cem; <br />e se não se tiver acalmado depois disso, conte até mil”.<br />Thomas Jefferson<br />
  53. 53. AMÍDALA CEREBRAL<br />CONTE ATÉ 10<br />CONTE UMA FÁBULA...<br />Palavras sempre deixam marcas, e às vezes não nos orgulhamos delas. Sempre é melhor contar até dez.<br />

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