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SumarioIntrodução                         1        03Desenvolvimento                   2         05Colégio                ...
1. Introdução   O presente relatório é uma análise da experiência vivida na realização docomprimento do estagio de observa...
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2. DESENVOLVIMENTO       2.1 COLÉGIO       O Colégio Estadual Brasilino Viegas fica na rua. Mal. Bittencourt, 182 SantaTer...
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O estagio de observação de aulas e regência teve inicio com o devidoconsentimento da minha presença pela direção da instit...
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No primeiro momento, ainda durante período de observação, alguns deles semostraram tímidos se “soltando” aos pouco inicial...
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Segundo Elzira Yoko Uyen Universidade de Taubaté , “em quaisquer teoriaslingüísticas assumidas, fica evidenciada a impossi...
2.6 AVALIAÇÃO         Segundo Zabala (1990), o assunto avaliação é bastante complexo, uma vez quegera vários questionament...
3.0 CONSIDERAÇÕES FINAISO estágio de regência foi um período que possibilitou a junção entre a teoria e a prática,o que po...
Para um professor, infelizmente o mundo é assim.      http://clubedamafalda.blogspot.com http://diadematematica.com/docent...
PARA REFLITIRVocê não é uma nota     O ser humano adora questionar, avaliar e julgar. Na escola aluno (sem luz) énota, pro...
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  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA Campus II- Departamento de Ciências Exatas e da Terra CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Daniel Ribeiro Silva Portfólio de estagio Supervisionado IIOrientadora: Profª Claudia Regina de Souza Alagoinhas 2011 0
  2. 2. Daniel Ribeiro silvaPortfólio de estagio Supervisionado II Portfólio apresentado a Universidade do Estado da Bahia como requisito para conclusão do Estágio Supervisionado II do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Orientadora: Profª. Claudia Regina de Souza 1
  3. 3. SumarioIntrodução 1 03Desenvolvimento 2 05Colégio 2.1 05Corpo docente 2.2 06A turma 2.3 07Período de observação 2.4 08Aulas ministradas 2.5 09Considerações finais 3 13Você é uma nota (Rodrigo Poeta) 15 2
  4. 4. 1. Introdução O presente relatório é uma análise da experiência vivida na realização docomprimento do estagio de observação de aulas e regência da matéria de Biologia, noColégio Estadual Brasilino Viegas município de Alagoinhas – BA Rua Mal Bittencourt,182 referente à disciplina de estágio supervisionado II do curso de Ciências Biológicasda UNEB Alagoinhas – BA Campus II. A atividade de estagio tem como objetivo de capacitar o discente a dominar todoinstrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacionale ambiental através do aprofundamento dos conhecimentos vinculados aos campos deconhecimento fazer um diagnóstico, identificar as fraquezas da Instituição, seus pontosfortes, as situações de entrave e analisar as possíveis intervenções. A experiência ocorreu obedecendo duas etapas, a observação e a regência. O atode observar constitui-se numa importante ferramenta, no sentido de possibilitar que odiscente mantenha contato com as práticas que vem sendo aplicadas atualmente em salade aula, bem como, criticá-las ou imitá-las se forem viáveis no processo cognitivo deensino-aprendizagem. Já na regência podemos nos aprimorar como futuros educadorespondo em pratica os conhecimentos que adquirimos durante o curso alem de vivenciarexperiências reais tendo o “comando” de uma sala de aula. Segundo Laeng (1973), o estágio designa a atividade preparatória de umaprofissão, feita praticamente em condições semelhantes àquelas em que a própriaprofissão deverá ser exercida, mas sob a orientação de uma pessoa competente:distingue-se, portanto, de uma preparação meramente teórica, bem como de umaexperiência não orientada. 3
  5. 5. ESTÁGIOwww.8balls.com.br/wp-content/uploads/2009/03/che http://1.bp.blogspot.com 4
  6. 6. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 COLÉGIO O Colégio Estadual Brasilino Viegas fica na rua. Mal. Bittencourt, 182 SantaTerezinha, município Alagoinhas - BA. Próximo a Cesta do povo e do centro da cidadee nele estudam alunos de primeiro e segundo grau tanto de vários bairros da cidade. O colégio foi inaugurado em 26 de agosto de 1937, no governo JuraciMontenegro Magalhães. Inicialmente contava de 08 salas, biblioteca, refeitório, cantina,gabinete dentário e sala dos professores. O controle das pessoas que entram e saem do mesmo é feito por porteiros e temajuda das pessoas que trabalham na secretaria que se localiza logo na frente dainstituição de ensino. Os portões abrem as 13h00min para entrada dos alunos do turnovespertino (horário da observação) e fecha às 13h30min e cada aula compreendiaduração de 50 minutos. O espaço físico da instituição ocupa uma área ampla e dispõem de três andares,todos com banheiro e todos ocupados por salas de aula. A escola não contava combiblioteca, pois a área antes ocupada pelos livros tinha se tornado sala dos professoresporque o ambiente antes usado passava por reforma; não dispunha de sala de vídeo ouauditório e não possuía quadra de esportes. A cantina existente era apenas a da escola e não vendia lanches, apenasdisponibilizando a merenda escolar que era servida às 15h30min o que levava osestudantes evadirem do perímetro da escola para lanchar. A sala em que foi realizado o trabalho era localizada no andar térreo e era bemarejada possuía lâmpadas, ventiladores quebrados e janelas arejadas que não fechavam ecom vidros quebrados, mas não possuía monitor educacional (TV pen driver)diferentemente das dos andares superiores. A conexão dos estudantes com a escola era muito difícil já que a boa parte dosalunos tentou se matricular em outra instituição de ensino, mas por algum motivo foram 5
  7. 7. parar no Brasilino. Muitos estudantes pensam em se transferir do colégio no final doano letivo. A conexão dos estudantes com a escola era muito difícil já que a boa parte dosalunos tentou se matricular em outra instituição de ensino, mas por algum motivo foram pararno Brasilino. Muitos estudantes pensam em se transferir do colégio no final do ano letivo. Amaioria dos estudantes do Colégio Brasilino viegas que eu tive contato não tinham nenhumarelação de afinidade e ou proximidade com a instituição de ensino; o que nos leva a crer queele sirva como um grade depósito de alunos. (HYPERLINK "mailto:gestao@atleitor.com.br" Terezinha Azerêdo Rios professora do programa de pós-graduação em Educação da Universidade 9 de Julho.) Quando falamos em identidade, nos referimos a características que especificam algo ou alguém. A identidade, no entanto, não é estática. Ao contrário, ela está em permanente elaboração, num contexto social de interação de indivíduos e grupos, implicando reconhecimento recíproco. 2.2 O CORPO DOCENTE 6
  8. 8. O estagio de observação de aulas e regência teve inicio com o devidoconsentimento da minha presença pela direção da instituição de ensino (vice-diretoraAmália Janete de Mattos) e da ilustre professora Cristiane Costa que me recebeu muitobem em sua turma (9º v3). Durante as aulas iniciais de observação percebi que a professora regenteministrava a aula de forma bastante extrovertida, sempre fazendo analogias com osconteúdos explanados na sala de aula, de forma que os discentes se mostravam bastanteatentos, embora às vezes fizessem perguntas que fugiam ao tema da aula. Fiquei receosode substituir uma profissional tão qualificada e responsável e que agradava a maioriados estudantes. Durante a regência a docente se mostrou bastante solícita, observou algumas deminhas aulas, dando sugestões que esmeraram minha metodologia de ensino etransferindo a mim autoridade para tomar toda e qualquer medida que eu achassenecessária em sala. Fiquei receoso de substituir uma profissional (Professora Cristiane Costa) de tãoboa qualidade e que tinha respaldo na relação tão boa com os estudantes e nãocorresponder ou comprometer o trabalho da professora. O estágio além de proporcionar a formação profissional para a futura prática docente dos estagiários, também deve propiciar espaço para transformação do conhecimento adaptando ao conhecimento da cultura da escola como condição necessária para uma atuação em espaços coletivos. “Ghedin, Almeida e Leite (2008)” http://3.bp.blogspot.com/ 7
  9. 9. 2.3. TURMA 2.3.1 ESTUDANTES A classe da 9ª serie (1º ano do ensino médio) do período vespertino do ColégioEstadual Brasilino Viegas (9ª V3), foi à turma na qual foi realizado o trabalho. Amesma era composta de estudantes, sendo a maioria do gênero feminino e com faixaetária variando de 16 a 23 anos. Como na maioria das escolas publicas a turmaapresentava uma heterogeneidade muito ampla com pessoas de diferentes: posiçõessociais, opção religiosa, localidades do município, grupos sociais e etc. A sala era comum com cadeiras mesa e quadro branco e turma a em geral semostrava interessada com os assuntos e prestava atenção nas aulas realizando todas asatividades, principalmente quando o assunto se relacionava com o seu cotidiano. 2.3.2 RELAÇÃO COM OS ESTUDANTES Minha relação com os educandos sempre foi muito boa, caráter que éfundamental para fornecer informações do conteúdo e fazer interferências no processode aprendizado, devo isso em parte a professora titular de classe, que logo de inicioexplicou o caráter da minha permanecida na sala de aula e especificou que qualqueratitude rude contra o estagiário estaria sujeito a punição. 8
  10. 10. No primeiro momento, ainda durante período de observação, alguns deles semostraram tímidos se “soltando” aos pouco inicialmente perguntando sobre minha vidaacadêmica e os motivos que me levaram até ali, mas com o passar do tempo meaproximei de todos eles, estreitando nossa relação de conhecimento mutuo. Quando comecei a regência e diferentemente do esperado todos os alunos semostraram interessados e curiosos com o novo professor, tratamos do assunto com aparticipação efetiva de alguns alunos, mas com a atenção de todos. Na próxima aula aprofessora me fez colocações a cerca da aula e afirmou que os alunos gostaram muito daprimeira impressão. Tentei que eles direcionassem as aulas tirando duvidas e ouvindo suas opiniões(tendo cuidados para não fugir do tema). Mas percebi a dificuldade de se tornaremativos na sala de aula. Talvez reflexo da sociedade em que vivemos onde a maioria dapopulação é passiva diante de assuntos importantes na sociedade. O indivíduo é a célula fundamental de qualquer grupo ou associação e asociedade só existe enquanto agrupamento de indivíduos que a constroem sem que, noentanto percam sua condição de indivíduos os quais não podem ser preteridos emnome do grupo. (Bakunin, Mikhail Alexandrovich. Deus e o Estado. 1882). 2.4. PERIODO DE OBSERVAÇÃO O período de observação é uma etapa muito importante do estagio, poispossibilita a aproximação previa com os discentes antes da regência e torna habitual apresença do estagiário dentro do ambiente escolar, mostra a atuação de um profissionalmais experiente lecionando e principalmente faz com que o estagiário conheça a turma eesboce uma perspectiva do que ele possa encontrar posteriormente. A etapa de observação consistiu da presença e análise de três dias aulas, com100 minutos de duração cada dia, no 2º e 3º horários sempre as quintas feiras.No período de observação pude observar o tipo de relação existente entre os membrosda turma e o trabalho muito bom da professora Cristiane o que me proporcionou umaboa experiência.“A observação consiste no levantamento de dados e informações para se ter uma visãode conjunto das necessidades e problemas da escola e facilitara escola de alternativas desolução (ALMEIDA, 1992, p. 22)” 9
  11. 11. 2.5 AULAS MINISTRADAS De acordo com FREIRE (1997, p 25), ensinar: Não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. [...] quem forma se forma e reforma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. [...] Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Ao longo da minha regência que começou no dia 26 de maio de 2010 e teve seutermino da data 12 de agosto de 2010 vivenciei varias experiências sendo a maioriadelas muito positivas. E que constituíram numa experiência única e marcante querepresentou um grande aprendizado na minha vida 2.5.1 ESTABELECER UMA RELAÇÃO DE AUTORIDADE E CONFIANÇACOM OS ALUNOS (Freire, 1987, p.81) Ao fundar-se no amor, na humildade, na fé nos homens, o diálogo se faz uma realização horizontal, em que a confiança de um pólo no outro é conseqüência óbvia. Seria uma contradição se, amoroso, humilde e cheio de fé, o diálogo não provocasse este clima de confiança entre seus sujeitos. Por isto inexiste esta confiança na antidialogicidade da concepção "bancária" da educação.Desde o primeiro momento tentei manter uma relação de amizade e respeito multo comos estudantes da turma, assumindo uma postura amiga e comunicativa mais respeitandoo espaço de individualidade de cada um deles. Em minha opinião a imagem doprofessor duro e intransigente vem cada vez mais caindo em desuso entre os educadorese essa postura não se atem a minha personalidade. Não quis assumir uma posturapaternalista e ou punitiva ou de superioridade tentei apenas ser alguém que elestivessem respeito e os respeitassem para que o processo de aprendizagem fosse omelhor possível. O professor deve se aproximar da realidade dos alunos e traçar estratégias paramelhor aproximação e relacionamento com eles. Mas sem perder o foco naaprendizagem e respeitando sua subjetividade. 10
  12. 12. Segundo Elzira Yoko Uyen Universidade de Taubaté , “em quaisquer teoriaslingüísticas assumidas, fica evidenciada a impossibilidade de se separar a constituiçãodo sujeito da constituição de seu discurso”. Um dia dando aula escutei uma frase curiosa “você é bonzinho porque éestagiário”, ai eu pensei se na turma fosse mais indisciplinada será que eu seria tãobonzinho? O professor tem que se adaptar a cada turma e manter a melhor estratégia deensino possível. 2.5.2 MINHAS CARACTERÍSTICAS http://todaturmatem.blogspot.com Desde que comecei a dar aula me mostrei irreverente e alegre, embora muitasvezes não fosse isso que eu estivasse sentindo o que mostra que os professores alem deserem camaleônicos têm também que ser também intérpretes. Tentei não fugir muito de minhas características pessoais, pois acho que cadaprofessor como cada aluno tem sua identidade e suas especificidades. Enquanto muni asaulas da 9ºV3 só não me sentia a vontade quando chamava a atenção da turma e tentavadar conselhos, coisas que não tenho costume em fazer. Ninguém facilita o desenvolvimento daquilo que não teve oportunidade de aprimorar em si mesmo. Ninguém promove a aprendizagem de conteúdos que não domina a constituição de significados que não compreende nem a autonomia que não pôde construir. (MELLO, 2000) 11
  13. 13. 2.6 AVALIAÇÃO Segundo Zabala (1990), o assunto avaliação é bastante complexo, uma vez quegera vários questionamentos e discussões, tais como: Por que se deve avaliar? Quem e oque se deve avaliar? Como se deve avaliar? Dentre outros. A avaliação geralmente éconsiderada como um instrumento sancionador e qualificador, usado para mensurar onível de aprendizado em que o sujeito da avaliação é o aluno e o objeto da avaliação sãoas aprendizagens. Deste modo é possível encontrar definições de avaliação bastantediferentes e, por vezes ambíguas onde sujeito e objeto de estudo aparecem de maneirabastante variada, em alguns casos o sujeito da avaliação é o aluno, em outros é o grupoclasse, ou inclusive o professor ou professora, ou a equipe docente. Quanto ao objetivoda avaliação, às vezes é o processo de aprendizagem seguido pelo aluno ou osresultados obtidos, enquanto que outras vezes se desloca para a própria intervenção doprofessor. As avaliações consistiram de atividades 01, 02 e a prova que é uma obrigaçãoda instituição (valor 5,0), nessas tentei avaliados da melhor maneira possível e tiveramos estudantes foram consultados para melhor forma de elaboração das questões. Os estudantes não demonstraram muito interesse pelas atividades, pois a maiorparte deles já estava aprovada, mais a maioria participou das atividades e se mobilizou afazer. 12
  14. 14. 3.0 CONSIDERAÇÕES FINAISO estágio de regência foi um período que possibilitou a junção entre a teoria e a prática,o que por tantas vezes ouvi em sala, durante a graduação ocorrendo no cotidiano doColégio. Foi necessário para o bom desempenho de minhas atividades enquantoprofessora desenvolver um olhar crítico a respeito da educação e tentar fazer com que oensino de boa qualidade garantido por lei (LDB - Lei n° 9394/96) acontecesse. “Oportão da escola revela muitas coisas, pois representa um resumo da realidade. Pode-secompreender o todo social a partir de sua visão e compreensão”. (ALMEIDA, 1992, P.28) O salário de professor no Brasil é um dos menores do mundo e para ganhar umpouco mais muitos trabalham por horas e horas saturando-se e tornando-se mausprofissionais e mutilando os estudantes que passam por suas mãos. Repetindo a frase doaluno que disse “você é bonzinho porque é estagiário” eu me questionei será que osprofessores ruinzinhos de hoje também não foram os estagiários bonzinhos de ontem.Conversando com uma professora da instituição tive a informação que ela dava aula emdez turmas e algumas professoras davam em até mais que dez imagino que se elapudesse não faria isso como ela mesmo me relatou. Oferecer o ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que aele não tiveram acesso na idade própria é, também um dever do Estado, conforme oinciso I do art. Quarto da LDB. “O salário médio do professor brasileiro em início de carreira é o terceiro maisbaixo em um total de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento comparados emum estudo da Unesco” (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e aCultura) divulgado em Paris. Gostei muito da experiência, pretendo ser professor, mas vejo variasdificuldades no caminho que possam me desanimar ou um dia transformem numprofessor ruinzinho. O conhecimento traz a liberdade e autonomia intelectual ampliandonossos horizontes e transformando nossa realidade. É muito mais difícil ser professor em países como o Brasil. Isso porque énotável o desprezo das autoridades perante a educação publica principalmente nosensinos Fundamental e Médio coisa que não contradiz Brasil o país do futuro. OMinistério da Educação (MEC) calculava, em 2004, que faltavam 250 mil professoressomente no Ensino Médio público, em química, física, matemática e biologia. 13
  15. 15. Para um professor, infelizmente o mundo é assim. http://clubedamafalda.blogspot.com http://diadematematica.com/docentes/wp-content 14
  16. 16. PARA REFLITIRVocê não é uma nota O ser humano adora questionar, avaliar e julgar. Na escola aluno (sem luz) énota, professor são notas, cidadão são notas e às vezes nem notas dependendo dacondição social.Somos avaliados há todo momento na vida ou melhor o sistema faz isso. Umsistema criado por nós. Somos avaliados pelas atitudes, por que somos, por que temos... Diante disso tudo, temos que refletir: somos pessoas e não notas ou nota, temossentimentos,sentimos e nos emocionamos. Temos que vivenciar o simples, o belo, a criação para deixarmos de ser peçasde manobra e infelizmente nota ($istema). Lutar pela vida, pelo próximo, pelo nosso habitat, esquecendo de julgar, avaliare questionar, mas aceitando o que somos. A vida é bela e simples, o problema é que nos autotransformamos emconsumistas de notas e egoístas do bem material. Assim sendo, ser ou não ser, só depende de nós ou seremos eternamentenúmeros dessa estatística estampada em códigos de barras e em cartõesmagnéticos.Autor: Rodrigo Octavio Pereira de Andrade(Rodrigo Poeta).Membro da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo - 15
  17. 17. RJ. 16

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