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Diabetes & Gravidez Rastreamento & Diagnóstico Alexandre Megale Médico Setor  Metabolismo e Gestação
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Rastreamento & Diagnóstico
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Tratamento ativo DMG &  Resultados perinatais Crowther CA et al. NEJM 2005; 352: 2477-86
Tratamento ativo DMG &  Resultados perinatais Tabela elaborada a partir de Crowther CA et al. NEJM 2005; 352: 2477-86 RR: ...
Limitações ACHOIS <ul><li>Resultado não pode ser generalizado para diferentes contextos sócio-culturais e etnias  </li></u...
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Rastreamento Positivo Exame Diagnóstico Normal Doente
1ª consulta de pré-natal Rastreamento 24ª sem Grupo de BR Negativo Positivo DMG Grupo de  AR Exame Diagnóstico Normal Agua...
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Rastreamento do DMG começa na 1ª consulta: Fatores de risco  Glicemia jejum
OU Rastreamento POSITIVO Na 1ª consulta: Glicemia jejum:  > 85 -125 mg/dL Fatores de risco:  Sim
Na 1ª consulta: <ul><li>jejum:  95  </li></ul><ul><li>1 hora:  180 </li></ul><ul><li>2 horas: 155 </li></ul><ul><li>3 hora...
Mulheres de AR na 1ª consulta 2 ou + pontos DMG Grupo de  AR GTT 100 g 0-1 ponto Aguardar 24ª sem novo exame
E Na 1ª consulta: Glicemia jejum:  < 85 mg/dL Fatores de risco:  Não Rastreamento NEGATIVO Aguardar 24ª  sem
Rastreamento do DG  com 24-28 sem: Teste com 50 g (GLT) < 130 mg/dL:Normal >  130 mg/dL:Anormal Cessar Pesquisa Exame Diag...
1ª consulta de pré-natal DMG Rastreamento 24ª sem Grupo de BR Negativo Positivo Exame Diagnóstico Normal Cessar pesquisa C...
Teste Tolerância Oral à Glicose  1 hora após Sobrecarga de 50 g <ul><li>Sinônimos :  GLT (Glucose Loading Test), GLT 50, T...
O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g?  <ul><li>Lanni et al, 2004 , N=1972, 10 anos </li></ul><ul><ul><li>Resultado ...
O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g?  <ul><li>Conclusion: </li></ul><ul><li>“ GDM cannot  be diagnosed with the 1 ...
O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g?  Mas glicemia  >  200 em qualquer horário não faz diagnóstico de DM?
DG:  Estratégia Rastreamento e Diagnóstico EPM 1 a  consulta de pré-natal GLICEMIA  de Jejum >  126  (2 vezes) DIABETES In...
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Rastreamento e Diagnóstico DMG Megale 10 10 2008

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Rastreamento e Diagnóstico DMG Megale 10 10 2008

  1. 1. Diabetes & Gravidez Rastreamento & Diagnóstico Alexandre Megale Médico Setor Metabolismo e Gestação
  2. 2. Why Screen and Diagnosis GDM? <ul><li>GDM is relatively common being found in 1% to 14% </li></ul><ul><li>GDM being related to poor outcomes including </li></ul><ul><ul><li>maternal (eg, later type 2 diabetes, hypertension) </li></ul></ul><ul><ul><li>obstetrical (eg, stillbirth, cesarean delivery, shoulder dystocia, preeclampsia) </li></ul></ul><ul><ul><li>neonatal (eg, brachial plexus injury, hypoglycemia), </li></ul></ul><ul><ul><li>second generation (eg, type 2 diabetes, obesity) complications. </li></ul></ul><ul><li>GDM is not a suitable for S&G </li></ul><ul><ul><li>there is more than one diagnostic test and no agreed upon gold-standard </li></ul></ul><ul><ul><li>there are several threshold criteria for the tests that are currently used </li></ul></ul><ul><ul><li>no agreement on which criteria best identifies women at risk of poor outcomes </li></ul></ul><ul><li>The ongoing debate and controversy related to screening and diagnosing GDM is fueled by the paucity of good quality evidence </li></ul>
  3. 3. Temas <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Revisão da literatura </li></ul><ul><ul><li>Tratamento DMG vs Resultado Perinatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Como rastrear DMG </li></ul></ul><ul><ul><li>Como diagnosticar DMG </li></ul></ul><ul><li>HAPO Study </li></ul><ul><li>Fluxograma UNIFESP </li></ul><ul><li>Mensagens finais </li></ul>
  4. 4. Definição DMG <ul><li>Intolerância a carboidratos de gravidade variável, que se iniciou ou foi diagnosticada durante a gestação atual. </li></ul><ul><li>A definição inclui as pacientes que se tratam com ou sem insulina, aquelas que continuarão diabéticas depois da gravidez, e não exclui a possibilidade da paciente ter intolerância a carboidratos antes da gravidez, sem diagnóstico. </li></ul>
  5. 5. Classificação Etiológica ADA 2006 DM pré-existente <ul><li>DM tipo1 </li></ul><ul><ul><li>auto-imune </li></ul></ul><ul><ul><li>idiopático </li></ul></ul><ul><li>DM tipo 2 </li></ul><ul><li>Outros tipos específicos </li></ul><ul><ul><li>defeito genético função célula Beta (MODY) </li></ul></ul><ul><ul><li>defeito genético ação insulina </li></ul></ul><ul><ul><li>doenças pancreáticas (trauma, pancreatite, neo, hemocromatose, fibrose cística ...) </li></ul></ul><ul><ul><li>Endocrinopatias (acromegalia, Cushing, feocromocitoma, hipertiroidismo ...) </li></ul></ul><ul><ul><li>Induzido por drogas (glicocorticóide, hormônio tiroideano, diazóxido, beta-miméticos, tiazídicos, interferon ...) </li></ul></ul><ul><ul><li>Infecções (rubéola, CMV ...) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sindromes genéticas (Down, Klinefelter, Turner, porfiria, Prader-Willi ...) </li></ul></ul><ul><li>Diabetes Mellitus Gestacional </li></ul>déficit absoluto insulina <ul><li>resistência à insulina </li></ul><ul><li>déficit secreção </li></ul>
  6. 6. ANTES normal DIABETES MELLITUS GESTACIONAL ? DM IGT/IFG DM IGT / IFG Alterado 6-12 semanas DEPOIS GTT 75 g PREV-AGT Normal
  7. 7. CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS DM (não-gestantes) Categoria Jejum GTT 75g, 2h Normal: < 100 e < 140 IFG : 100 a 125 e < 140 IGT: < 100 e 140 - 199 DM: > 126 ou > 200 ADA, atualizado 2008 OMS, atualizado 2003 IFG: Impaired Fasting Glucose (Jejum alterado) IGT: Impaired Glucose Tolerance (Intolerância à Glicose)
  8. 8. Rastreamento & Diagnóstico
  9. 9. Rudge MVC, Calderon IMP. Rev Bras Ginecol Obstet 2006; 28:571-4
  10. 10. Qual o teste melhor identifica a toxicidade da glicemia para o feto? Pettitt DJ, Jovanovic L. Do we know how to find Gestational Diabetes Mellitus ? Clin Chem 2006; 52:1633-4
  11. 11. FISIOPATOLOGIA Hiperglicemia Materna Hiperglicemia Fetal Hiperinsulinismo Fetal Macrossomia Distócia Tocotraumatismo Mal formações Hipoglicemia Polidrâmnio Hipóxia radicais livres Prematuridade SDR Retardo na maturação pulmonar Hemoglobina glicosilada > Afinidade por O2 eritropoiese Poliglobulia Icterícia Trombose Morte Perinatal RN FETO Hipo Mg ++ Hipo Ca ++
  12. 12. Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  13. 13. Tópicos <ul><li>Diagnosticar e tratar DMG melhora os resultados perinatais? </li></ul><ul><li>Qual é o melhor método para rastrear DMG? </li></ul><ul><li>Qual o melhor teste/estratégia/critério diagnostica DMG? </li></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  14. 14. Diagnosticar e tratar DMG melhora os resultados perinatais? <ul><li>2 estudos clínicos randomizados </li></ul><ul><ul><li>Não se observou diferença significante no resultados perinatais com acompanhamento especializado </li></ul></ul><ul><ul><li>Os estudos não tinham poder de amostragem </li></ul></ul><ul><li>Garner 1997; Bancroft 2000 </li></ul><ul><li>ACHOIS Australasian Carbohydrate Intolerance Study in Pregnancy </li></ul><ul><li>Estudo clínico randomizado duplo-cego </li></ul><ul><li>1000 gestantes - Austrália e Inglaterra </li></ul><ul><li>Critério diagnóstico da OMS </li></ul><ul><li>Objetivo 1 o - composição de Eventos adversos sérios: 1 ou + </li></ul><ul><ul><li>Morte perinatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Distócia bisacromial </li></ul></ul><ul><ul><li>Lesão nervosa </li></ul></ul><ul><ul><li>Fratura óssea Crowther 2005 </li></ul></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  15. 15. Tratamento ativo DMG & Resultados perinatais Crowther CA et al. NEJM 2005; 352: 2477-86
  16. 16. Tratamento ativo DMG & Resultados perinatais Tabela elaborada a partir de Crowther CA et al. NEJM 2005; 352: 2477-86 RR: Risco relativo * amostragem pequena para adequada análise estatística
  17. 17. Limitações ACHOIS <ul><li>Resultado não pode ser generalizado para diferentes contextos sócio-culturais e etnias </li></ul><ul><li>Não se pode determinar qual intervenção levou às melhorias: </li></ul><ul><ul><li>Mudanças dietéticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Monitorização glicêmica </li></ul></ul><ul><ul><li>Terapia insulínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais visitas médicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Indução do parto </li></ul></ul><ul><li>Não houve amostragem para análise estatística: </li></ul><ul><ul><li>OF </li></ul></ul><ul><ul><li>Mortalidade neonatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Lesão de Plexo Braquial </li></ul></ul>Crowther CA et al. NEJM 2005; 352: 2477-86
  18. 18. Rastreamento Fatores de risco <ul><li>Maternos </li></ul><ul><ul><li>Idade materna, raça/etnia, obesidade, ganho excessivo de peso, DMG prévio, antecedentes familiares de DM </li></ul></ul><ul><li>Fetais </li></ul><ul><ul><li>Suspeita de macrossomia, polidrâmnio, macrossomia prévia, OF, Óbito Neonatal, anomalia congênita </li></ul></ul><ul><li>Doenças crônicas </li></ul><ul><ul><li>Hipertensão, dislipidemia, Síndrome dos Ovários Policísticos </li></ul></ul><ul><li>Sensibilidade 50% - 82% </li></ul><ul><li>Especificidade 64% - 84% </li></ul><ul><li>Limitações </li></ul><ul><ul><li>Estudos são observacionais com possíveis fatores confundidores </li></ul></ul><ul><ul><li>Núliparas não apresentam um grupo de fatores de risco </li></ul></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  19. 19. Rastreamento Glicemia jejum <ul><li>Melhor reprodutibilidade </li></ul><ul><li>Menor sensibilidade que TTOG-S 50g </li></ul>Blayo A, Mandelbrot L. Diabetes Metab 2004; 30:575-80
  20. 20. Rastreamento TTOG-S 50 <ul><li>Teste de Tolerância Oral à Glicose 1h após sobrecarga de 50g </li></ul><ul><li>24 a 28 semanas </li></ul><ul><li>10% das gestantes têm resultado entre 130 e 140mg/dL </li></ul><ul><li>Dependendo da prevalência tem magnitude para diagnóstico </li></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  21. 21. Rastreamento Métodos Alternativos <ul><li>Glicemia plasmática ao acaso </li></ul><ul><li>Glicemia capilar seriada </li></ul><ul><li>Teste de tolerância a café-da-manhã padrão </li></ul><ul><li>Bala de goma ( jelly beans ) </li></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  22. 22. Qual a melhor forma de diagnosticar DMG? <ul><li>Curva Glicêmica 75g </li></ul><ul><li>1-step </li></ul><ul><li>OMS </li></ul><ul><li>Não se aplica TTOG-S </li></ul><ul><li>EUA – pop. alta prevalência </li></ul><ul><li>ADA endorsa </li></ul><ul><li>Curva Glicêmica 100g </li></ul><ul><li>2-step </li></ul><ul><li>Principalmente EUA </li></ul><ul><li>Utilizado após TTOG-S </li></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  23. 23. 75 vs 100g <ul><li>Prevalência de DMG varia de acordo com o critério utilizado </li></ul><ul><li>Pacientes comparando 75 vs 100g na mesma paciente </li></ul><ul><ul><li>Maior diagnóstico de DMG </li></ul></ul><ul><li>Não há estudo clínico randomizado comparando 1-step 75g GTT com 2-step 100g GTT ou comparando os vários desfechos </li></ul><ul><li>Estudos observacionais – avaliação limitada </li></ul>Russel MA, Carpenter MW, Coustan DR. Clin Obstet Gynecol 2007; 50:949-58
  24. 24. HAPO Study <ul><li>Hyperglycemia and Adverse Pregnancy Outcomes </li></ul><ul><li>Estudo coorte prospectivo </li></ul><ul><ul><li>15 centros em 9 países </li></ul></ul><ul><ul><li>Julho 2000 a Abril 2006 </li></ul></ul><ul><ul><li>25.505 gestantes </li></ul></ul><ul><ul><li>23.316 gestantes com dados cegos analisados </li></ul></ul><ul><ul><li>GTT 75g na 24 – 32 semanas </li></ul></ul>The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002
  25. 25. HAPO Study <ul><li>Objetivos 1 os </li></ul><ul><ul><li>Peso ao nascer ≥ P90 </li></ul></ul><ul><ul><li>Primeira Cesariana </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipoglicemia neonatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Peptídeo-C sérico ≥ P90 no sangue de cordão </li></ul></ul><ul><li>Objetivos 2 os </li></ul><ul><ul><li>Prematuridade </li></ul></ul><ul><ul><li>Distócia de bisacromial </li></ul></ul><ul><ul><li>Necessidade de UTI Neonatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Toco traumatismo Fetal </li></ul></ul><ul><ul><li>Hiperbilirrubinemia </li></ul></ul><ul><ul><li>Pré-Eclâmpsia </li></ul></ul>The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002
  26. 26. HAPO Study The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002
  27. 27. HAPO Study – Objetivos 1 os The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002
  28. 28. HAPO Study – Objetivos 1 os The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002
  29. 29. HAPO Study – Discussão The HAPO Study Cooperative Research Group. N Engl J Med 2008; 358:1991-2002 The individual measures from the oral glucose-tolerance tests were not highly correlated, and no single measure was clearly superior in predicting the primary outcomes . When adjusted for potential confounders, relative increases in each glucose measure were similarly predictive of birth weight above the 90th percentile. When the glucose measures were analyzed as continuous variables, each was a significant predictor of primary cesarean delivery, with 1-SD increases in glucose level being associated with an increase of 8 to 11% in the odds of delivery by cesarean section. Clinical neonatal hypoglycemia was infrequent (overall incidence, 2.1%), and when adjusted for confounders, only the 1-hour plasma glucose level remained a significant predictor of this outcome. All three measures of plasma glucose were highly predictive of cord-blood serum C-peptide values, with the fasting plasma glucose level being the strongest predictor .
  30. 30. Rastreamento DMG <ul><li>Quem? </li></ul><ul><ul><li>TODAS as gestantes (UNIVERSAL) </li></ul></ul><ul><li>Como? </li></ul><ul><ul><li>1ª consulta: história + glicemia jejum </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alto Risco: pedir exame diagnóstico já </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Baixo Risco : aguardar 24 semanas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>24ª semana: teste 50 g </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alterado: pedir exame diagnóstico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Normal: encerrar rastreamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alto Risco: pedir exame diagnóstico já </li></ul></ul></ul>
  31. 31. Glicemia de jejum <ul><li>NORMAL: < 85 mg/dL </li></ul><ul><li>SUSPEITA: 85-125 mg/dL </li></ul><ul><li>DIABETES: > 126 mg/dL, duas vezes.* </li></ul>* ADA 2008, OMS 2003
  32. 32. Gestantes de Alto Risco <ul><li>Pai, mãe, irmãos com DM </li></ul><ul><li>SOP </li></ul><ul><li>Antecedente de: </li></ul><ul><ul><li>DMG anterior </li></ul></ul><ul><ul><li>RN ≥ 4Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>MF </li></ul></ul><ul><ul><li>Polidramnio </li></ul></ul><ul><ul><li>OF sem causa </li></ul></ul><ul><li>Obesidade (IMC pré-gest ≥ 30) </li></ul><ul><li>Idade ≥ 35 anos </li></ul><ul><li>Glicemia jejum 85 -125 mg/dL </li></ul>Exame Diagnóstico: GTT 75 g
  33. 33. Curva glicêmica (GTT) 75 g <ul><li>Dieta irrestrita em carboidratos por 3 dias (150g/dia) </li></ul><ul><li>Jejum 8 - 12 horas </li></ul><ul><li>Ingerir glicose em até 15 minutos </li></ul><ul><li>Repouso durante exame </li></ul><ul><li>Não fumar </li></ul><ul><li>Drogas hiperglicemiantes em gestantes: </li></ul><ul><ul><li>corticóides </li></ul></ul><ul><ul><li>beta-miméticos </li></ul></ul><ul><ul><li>tiazídicos </li></ul></ul>GTT FALSO POSITIVO
  34. 34. Fluxograma 1ª consulta FR e GJ < 85 mg/dL E Ausência FR 86 – 125 mg/dL OU Presença FR > 126mg/dL 2 valores Curva glicêmica 75g Encaminhar ao Centro de Diabetes 24 a semana Jejum < 126 mg/dL E 2h < 140mg/dL NORMAL Jejum ≥ 126 mg/dL E / OU 2h ≥ 140 mg/dL DIABETES FR = fatores de risco GJ = glicemia de jejum
  35. 35. Mensagem Final <ul><li>‘‘ although much has been written about the harmful effects on pregnancy of diabetes and its earlier stages, there is disagreement about the diagnostic criteria . The answer to this situation is complicated by problems of definitiony and hindered by lack of well-documented longitudinal studies with the available diagnostic tools , which are, unfortunately far from ideal.’ </li></ul>O’Sullivan JB. Gestational diabetes. Unsuspected, asymptomatic diabetes in pregnancy. N Engl J Med. 1961 ; 264:1082
  36. 36. Mensagem Final <ul><li>Diagnosticar DMG: melhora nos resultados perinatais </li></ul><ul><li>Rastreamento e Diagnóstico de DMG são baseados: </li></ul><ul><ul><li>Dados observacionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Opinião do especialista </li></ul></ul><ul><li>Uniformidade no diagnóstico DMG é necessária para podermos comparar os resultados das pesquisas </li></ul><ul><li>Estudos em andamento trarão dados para uniformizar o diagnóstico </li></ul>
  37. 37. Backup Slides
  38. 38. 1 em cada 14 gestantes! 7% das minhas gestantes ...
  39. 39. Por que rastrear DMG? <ul><li>Pq é freqüente </li></ul><ul><li>Pq passa despercebido sem investigação </li></ul><ul><li>Pq tem impacto mat-fetal significante se não detectado </li></ul><ul><li>Pq existe tratamento  benefícios </li></ul><ul><li>Pq existe método disponível simples e de baixo custo </li></ul>7% das gest. Sim. Sim. Sim. Sim
  40. 40. Rastreamento Positivo Exame Diagnóstico Normal Doente
  41. 41. 1ª consulta de pré-natal Rastreamento 24ª sem Grupo de BR Negativo Positivo DMG Grupo de AR Exame Diagnóstico Normal Aguardar 24ª sem
  42. 42. ÉPOCA DE RASTREAMENTO glicose insulina 10 semanas 20 30 33 36 39 Parto 27
  43. 43. Rastreamento DMG - UNIFESP <ul><li>Quem? </li></ul><ul><ul><li>TODAS as gestantes (UNIVERSAL) </li></ul></ul><ul><li>Como? </li></ul><ul><ul><li>1ª consulta: história + glicemia jejum </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alto Risco: pedir exame diagnóstico já </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Baixo Risco : aguardar 24 semanas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>24ª semana: teste 50 g </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alterado: pedir exame diagnóstico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Normal: encerrar rastreamento </li></ul></ul></ul>
  44. 44. 1ª consulta de pré-natal Rastreamento 24ª sem Grupo de BR Negativo Positivo DMG Grupo de AR Exame Diagnóstico Normal Aguardar 24ª sem
  45. 45. Gestantes de AR para DMG <ul><li>Pai, mãe, irmãos com DM </li></ul><ul><li>SOP </li></ul><ul><li>Antecedente de: </li></ul><ul><ul><li>DG anterior </li></ul></ul><ul><ul><li>RN ≥ 4Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>MF </li></ul></ul><ul><ul><li>Polidramnio </li></ul></ul><ul><ul><li>OF sem causa </li></ul></ul><ul><li>Obesidade (IMC pré-gest ≥ 30) </li></ul><ul><li>Idade ≥ 35 anos </li></ul><ul><li>Glicemia jejum 85 -125 mg/dL </li></ul>Exame Diagnóstico: GTT 100 g
  46. 46. Glicemia de jejum na gestação <ul><li>NORMAL: < 85 mg/dL </li></ul><ul><li>SUSPEITA: 85-125 mg/dL </li></ul><ul><li>DIABETES: > 126 mg/dL, duas vezes.* </li></ul>* ADA 2008, OMS 2003
  47. 47. Curva glicêmica (GTT) 100 g <ul><li>dieta rica em carboidratos por 3 dias (150 g/d) </li></ul><ul><li>ambulatorial (atividade física) </li></ul><ul><li>jejum 8-12 horas </li></ul><ul><li>ingerir glicose em até 15 minutos </li></ul><ul><li>repouso durante exame </li></ul><ul><li>não fumar </li></ul><ul><li>Drogas hiperglicemiantes em gestantes: </li></ul><ul><ul><li>corticoides </li></ul></ul><ul><ul><li>beta-miméticos </li></ul></ul><ul><ul><li>tiazidicos </li></ul></ul>GTT FALSO POSITIVO
  48. 48. Rastreamento do DMG começa na 1ª consulta: Fatores de risco Glicemia jejum
  49. 49. OU Rastreamento POSITIVO Na 1ª consulta: Glicemia jejum: > 85 -125 mg/dL Fatores de risco: Sim
  50. 50. Na 1ª consulta: <ul><li>jejum: 95 </li></ul><ul><li>1 hora: 180 </li></ul><ul><li>2 horas: 155 </li></ul><ul><li>3 horas: 140 </li></ul>1 ponto: ???? OU Glicemia jejum: 85-125 mg/dL Rastreamento POSITIVO Fatores de risco: Sim 0 pontos: Normal 2 ou + pontos: Diabetes Gestacional Exame Diagnóstico: GTT 100 g
  51. 51. Mulheres de AR na 1ª consulta 2 ou + pontos DMG Grupo de AR GTT 100 g 0-1 ponto Aguardar 24ª sem novo exame
  52. 52. E Na 1ª consulta: Glicemia jejum: < 85 mg/dL Fatores de risco: Não Rastreamento NEGATIVO Aguardar 24ª sem
  53. 53. Rastreamento do DG com 24-28 sem: Teste com 50 g (GLT) < 130 mg/dL:Normal > 130 mg/dL:Anormal Cessar Pesquisa Exame Diagnóstico: GTT 100 g
  54. 54. 1ª consulta de pré-natal DMG Rastreamento 24ª sem Grupo de BR Negativo Positivo Exame Diagnóstico Normal Cessar pesquisa Cessar pesquisa
  55. 55. Teste Tolerância Oral à Glicose 1 hora após Sobrecarga de 50 g <ul><li>Sinônimos : GLT (Glucose Loading Test), GLT 50, TTOG 50, Teste de Sobrecarga de 50 g, Curva simplificada. </li></ul><ul><li>Como é feito: qualquer horário, sem preparo anterior, 50g glicose, glicemia após 1 hora . </li></ul><ul><li>Valor de corte: sensibilidade </li></ul><ul><li>140 mg/dL  80% leva a GTT 15% das gest. </li></ul><ul><li>130 mg/dL  90% leva a GTT 25% das gest. </li></ul>
  56. 56. O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g? <ul><li>Lanni et al, 2004 , N=1972, 10 anos </li></ul><ul><ul><li>Resultado GLT 50 g versus resultado GTT 100 g </li></ul></ul><ul><ul><li>Resultado GLT 50 g VP Positivo (GTT 2 pontos +) </li></ul></ul><ul><li>> 180 mg/dL  45% </li></ul><ul><li>> 200 mg/dL  54% </li></ul><ul><li>> 220 mg/dL  62% </li></ul><ul><li>> 240 mg/dL  61% </li></ul><ul><li>> 260 mg/dL  66% </li></ul>Lanni S. J Matern Fetal Neonatal Med 2004;15(6): 375-9
  57. 57. O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g? <ul><li>Conclusion: </li></ul><ul><li>“ GDM cannot be diagnosed with the 1 h. oral glucose test; predictive values are low.” </li></ul><ul><li>“ A cut-off of 200 mg/dL predicts only 47-54% of GDM cases corectly, and may lead to over-diagnosis.” </li></ul><ul><li>“ It is innappropriate for GDM to be diagnosed based on the 1 h. oral glucose test. ” </li></ul>Lanni S. J Matern Fetal Neonatal Med 2004;15(6): 375-9
  58. 58. O teste de 50 g pode substituir o GTT 100 g? Mas glicemia > 200 em qualquer horário não faz diagnóstico de DM?
  59. 59. DG: Estratégia Rastreamento e Diagnóstico EPM 1 a consulta de pré-natal GLICEMIA de Jejum > 126 (2 vezes) DIABETES Iniciar tratamento 85-125 SUSPEITO < 85 NORMAL Com risco Sem risco aguardar 24-28 sem teste 50g <130: Cessar pesquisa GTT 100 g 2 ou + pontos: DIABETES 0 pontos: NORMAL > 130
  • portoedson

    Nov. 12, 2014

Reflete a importência de rastrear e diagnosticar DMG, além de propor um forma reprodutível em ambiente privado e público.

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