Gravidez Primeiro Trimestre-Relato de Caso

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Gravidez Primeiro Trimestre-Relato de Caso

  1. 1. GRAVIDEZ PRIMEIRO TRIMESTRE Carla Maria Eronildo Elias Jéssica Barros Jorgelito Monteiro Karina Pereira
  2. 2. Caso clínico • Identificação: Gestante R.B.S, 19 anos, atendida no pré natal no Hospital dos Servidores do Estado, estudante, residente no bairro do cordeiro, solteira, natural de Recife. • Queixa principal: Relatou estar com enjôo, tontura, vômito, aumento e dor nas mamas. • Antecedentes hereditários e familiares: avós e tios com HAS, DM, etilismo. • Antecedentes obstétricos: primípera, em tratamento para cândidíase.
  3. 3. Caso clínico • Exame físico: Ao exame: EGB, consciente, orientada, normocorada, hidratada, normotensa (120x80 mmHg), eupnéica (20 ipm), normocardíaca apresentando FC= 87 bpm. Apresenta mamas simétricas e com presença de colostro. Abdome gravídico, com IG: 10 semanas e 2 dias, AFU: 10 cm. EXT: ausência de edemas em membros inferiores. Diurese presente e evacuações ausentes.
  4. 4. ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS Introdução A mulher quando engravida vivencia um período de intensas transformações que envolvem tanto o aspecto biológico do seu corpo quanto o psíquico. Essas repercussões variam de intensidade e ocorrência de gestante para gestante e, varia em função do período gestacional. As adaptações sofridas pela gestante se destinam a lidar com as necessidades da homeostasia e crescimento fetal, sem um grande comprometimento do bem estar materno. Sendo assim, todas essas transformações que ocorrem são fisiológicas e não patológicas, produzindo na gestante a capacidade de nutrição e proteção aumentadas para o bebê.
  5. 5. NÁUSEA O mecanismo exato que leva mulheres grávidas a sentir enjoos durante todo o primeiro trimestre da gestação é desconhecido. Sabe-se, porém, que as rápidas alterações hormonais do início da gravidez (estrogênio, progesterona e hCG) desempenham um papel importante no quadro. Alguns trabalhos mostraram que quanto mais alto os níveis do hormônio hCG, maior a incidência de náuseas durante a gravidez.
  6. 6. Tontura A sensação de desequilíbrio, comum no início da gravidez, é decorrente da queda de pressão arterial. Isso porque o aumento do volume de sangue circulante no corpo da grávida (em média 1,5 litro a mais) pode, às vezes, sobrecarregar o coração, que leva mais tempo para bombear sangue para o cérebro.
  7. 7. HIPEREMESE GRAVÍDICA A hiperemese gravídica é uma apresentação anormal dos enjôos matinais. É uma forma grave das náuseas e vômitos da gravidez. A hiperemese gravídica se caracteriza por vômitos frequentes, não responsivos ao tratamento, associado a desidratação, alterações hidrolíticas e perda de peso. Como a grávida não consegue se alimentar nem ingerir líquidos, o internamento hospitalar pode ser necessário para que se possa administrar fluidos e alguns nutrientes por via intravenosa.
  8. 8. MAMAS Em decorrência de ação estrogênica, progesterônica e da prolactina, entre outros fatores, observa-se aumento do volume mamário e de sua rede arterial e venosa. Na pele, acentua a coloração da aréola primária. Na região aréolo-mamilar,surgem os tubérculos de Montgomery, emergência de glândulas sebáceas. O surgimento do colostro ocorre mais no final de gestação.
  9. 9. PAPEL DO ENFERMEIRO
  10. 10. O CUIDADO É: Atenção, aplicação a alguma coisa. Precaução, cautela. É preciso conhecer o corpo de quem é cuidado para ser um bom cuidador. “Cuidar significa presença, corpo”
  11. 11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARRARA HH A & DUARTE G. Semiologia obstétrica. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 88-103, jan./mar. 1996. MONTENEGRO C. A. b. Obstetrícia fundamental 12º ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2011
  12. 12. OBRIGADO!

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