SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 22
A 1ª República Portuguesa História Prof. Sílvia Mendonça Diogo Mendes N.º 10  9ºB 26-Nov.-2008
Nos finais do século XIX, vivia-se em Portugal uma crise económica e social e grande instabilidade política. Em 1880, as comemorações dos 300 anos da morte de Luís de Camões foram aproveitadas pelo Partido Republicano para a divulgação das suas ideias e para provocar agitação social. Fig. 1) Trabalhadores numa manifestação política
A Sociedade estava descontente e insatisfeita com o Governo e começou a manifestar o seu descontentamento. Por esta altura começaram a surgir os primeiros Partidos Políticos, tal como os jornais que divulgavam as ideias republicanas dos mesmos. Fig. 2) uma capa do jornal  A Paródia  um dos jorneis que mais divulgava as ideias republicanas
Em 1890, o ultimato inglês, enviado pela Inglaterra a Portugal, por causa dos territórios entre Angola e Moçambique, e a cedência do Governo português provocaram um grande descontentamento e agitação. A contestação à Monarquia e à Inglaterra foi grande. Fizeram-se manifestações, comícios, escreveram-se artigos de opinião.  Fig.3) Representação do Ultimato Inglês em gravura de R.Bordalo Pinheiro
Durante um “concerto”, no Teatro Avenida, em Lisboa, ouviu-se, pela primeira vez, "A Portuguesa" que, com ligeiras alterações, passou a ser o Hino Nacional, depois de implantada a República. O Governo respondeu com a repressão. Em 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, deu-se a primeira tentativa de implantação da República, revolta que fracassou. Fig.4) Primeira tentativa de implantação da República, no Porto
O  Regicídio  deu-se a 1 de Fevereiro de 1908, na Praça do Comércio, em Lisboa.  Este acontecimento, resultou da morte do Rei D.Carlos e do seu filho e herdeiro, o Príncipe Real D.Luís Filipe.        O Rei, a Rainha e o Príncipe Real, regressavam Vila Viçosa, e apesar do clima de grande tensão, o rei preferiu fazer a sua viagem em carruagem aberta, como normalmente fazia. De um momento para o outro, A carruagem foi abalroada por vários tiros. Um tiro de espingarda atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente.  Fig.5) Regicídio em Lisboa.
Dois dos regicidas, Manuel Buíça, professor primário expulso do Exército e Alfredo Costa, empregado do comércio e editor de obras de escândalo, são mortos no local.  Após o regicídio, e com D. Manuel II no trono, uma das suas primeiras decisões foi demitir João Franco.  Fig. 5) D. Manuel II
Apesar de ser mais liberal, D.Manuel II não conseguiu impedir o avanço das ideias liberais, o que fez que a  5 de Outubro de 1910 , na segunda tentativa de implantação da República, na  Revolução Republicana . Esta Revolução foi feita essencialmente por militares com “cargos” baixos (sargentos, cabos…) e civis das classes médias. Fig. 6) Representação em Imagem da Implantação da República
As “Rédeas” do país foram então assumidas pelo Partido Republicano Português, que assim criou um governo provisório, chefiado por Teófilo Braga. Fig. 7) Teófilo Braga
Este governo criou a nova e inovadora  Constituição de 1911 , preparou as eleições da Assembleia Constituinte e elegeu Manuel de Arriaga, aquele que ficou conhecido como o  Primeiro Presidente da República Portuguesa. Estas eleições ficaram conhecidas como as  Primeiras Eleições Livres Portuguesas.  Fig. 8) Manuel de Arriaga
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Esta nova constituição propunha uma divisão dos 3 poderes :  Fig. 9) Esquema da divisão de poderes.
Este novo governo teve como um dos seus principais objectivos “dizimar” qualquer “vestígio” de monarquia ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
A Bandeira da República Portuguesa.  Verde:  O verde no ideal positivista e republicano (séculos XIX e XX), simboliza as nações que são guiadas pela ciência. Na versão popular simboliza a esperança no futuro. Vermelho rubro : O vermelho é a cor das revoluções democráticas desde o século XVIII percorreram a Europa, como a revoluções de 1848, a Comuna de Paris (1871) ou a revolução republicana em Portugal de 31 de Janeiro de 1891. Simboliza a luta dos povos pelos grandes ideais de Igualdade, Amor ao país e Liberdade. Na versão popular simboliza os sacrifícios do povo português ao longo da sua história. Esfera armilar : Emblema do rei D. Manuel I (1469 -1521) e que desde então esteve sempre presente nas bandeiras de Portugal. Simboliza o Universo e a vocação universal dos portugueses. Na versão popular simboliza os descobrimentos portugueses. Escudo . O Escudo de Armas remete para a fundação de Portugal. Simboliza a afirmação da cultura ocidental no mundo, e em particular dos seus valores cristãos. Os castelos, e as quinas evocam conquistas, vitórias e lendas ligadas à fundação de Portugal por D.Afonso Henriques (1109-1185).   Fig. 10 Fig. 10) Bandeira Portuguesa.
Após tudo aquilo que se sucedeu no período final da monarquia os portugueses sentiam-se de moral em baixo. Foi nesse ano em que se compôs “A Portuguesa”, com música de Alfredo Keil e letra de  Henrique Lopes de Mendonça, homenageando a Pátria e a sua nobre História com uma extraordinária aliança entre música e poesia.  A música tornou-se instantaneamente um símbolo da revolta contra o Governo e o rei. E por isso, esteve presente a proclamação da República, a 31 de Janeiro de 1891. No entanto, foi uma revolta falhada, não conseguindo pôr fim à Monarquia. Apesar da sua imensa popularidade, “A Portuguesa” foi proibida pelo Governo Monárquico.  Porém, devido á Implantação da República, a 5 de Outubro de 1910, “A Portuguesa” volta aos lábios dos portugueses, tendo sido cantada nas ruas de Lisboa. Substitui-se o Hymno da Carta, considerado o Hino da monarquia e também, considerado o Hino Nacional pela mesma Assembleia Constituinte de 19 de Junho de 1911, que aprovou a Bandeira Nacional.  Entretanto, acabaram por aparecer novas modificações no Hino Nacional e, em 1956, o Governo reuniu uma comissão para analisar a versão oficial de "A Portuguesa".
O escudo foi a moeda adoptada pela república portuguesa. Com a adopção do mesmo todo o sistema monetário foi alterado.      O Escudo português, cujo símbolo é o cifrão ($) foi a última moeda de Portugal antes do Euro. A designação "escudo" provém da própria figuração nelas representada: um escudo. Eram de ouro baixo, 18 quilates e valiam 50 marcos.    Depois de 1914, por virtude da crise provocada pela Primeira Guerra Mundial, o “escudo-papel” teve uma descida vertiginosa de valor, atingindo a sua menor correspondência em ouro, em Julho de 1924. Desde o segundo semestre de 1926 até Abril de 1928, o escudo sofre nova desvalorização, em consequência de dois aumentos de circulação, do agravamento da dívida flutuante interna e externa e do quase esgotamento das reservas de ouro que o Tesouro Nacional possuía em Londres.  Fig. 11) Moeda de 200 Escudos ($)
A situação da mulher portuguesa, condicionada pelos costumes e pelas leis, era idêntica à das mulheres da Europa, procurando melhorar as suas condições de vida.  Em pleno século XIX, a situação da mulher na família era precária. Só o marido exerce o poder, tendo autoridade para maltratar a mulher, que lhe deve obediência. Só ao chefe de família, ou seja, ao homem, compete exercer autoridade sobre os filhos.  O Código Civil de 1867 melhora um pouco este quadro ao conceder à mãe o poder sobre os filhos quase em equivalência com o pai, mas tudo o resto permanece.  A mulher casada não pode assumir qualquer compromisso ao exercer uma profissão e, no caso de ter uma ocupação fora do lar, não lhe é permitido dispor do seu salário.  Os protestos femininos são numerosos, corroboradas pelas ideias dos movimentos feministas, ideias essas que circularam em grupos de reflexão constituídos por algumas mulheres instruídas.               A lei eleitoral de 1911 dava o direito ao voto aos cidadãos com mais de 21 anos que não fossem analfabetos. O que nunca passou pela cabeça do Governo foi que uma mulher ousasse votar. O primeiro voto feminino Português foi obtido nesse mesmo ano.    Em 1913, esta lei foi modificada, deixando claro que o direito ao voto pertencia exclusivamente aos cidadãos do sexo masculino. Só mais tarde, durante o Estado Novo, esse direito seria concedido ás mulheres, embora de forma limitada.               Com os
No início do séc. XX , Portugal possuía uma balança comercial negativa (exportava menos do que o que importava). Para o combater criaram-se medidas como:        Agricultura  : - Realizaram-se imensos projectos para se conseguir remodelar este sector, pois Portugal, apesar de ser um país predominantemente agrícola, encontrava-se atrasado nesta área, mas tais medidas nunca deram grande resultado. Indústria : - Criaram-se fábricas, embora insuficientes para resolver qualquer coisa.   Comércio : - Este sector apoiou-se bastante na agricultura exportando frutas, vinho, têxteis, conservas, cortiça, etc... - Tentou-se importar menos, mas sem sucesso.     Transportes :        - Aumentou-se o transporte interurbano por camioneta. - Divulgou-se a utilização do automóvel - Aumentaram o número de navios (empréstimo de navios alemães). 
A população Portuguesa era, essencialmente, composta por camponeses, pescadores, artesãos, empregados públicos e comerciantes.  A classe média, que desempenhou um papel importante na implantação da Republica, era bastante numerosa nas cidades do Porto e Lisboa. Esta classe social, foi importantíssima para o decorrer da revolução de 5 de Outubro. Para salvaguardar estas classes foram implementadas certas medidas :  -Direito à greve; -Criação do Fundo Nacional de Assistência;  -Instituição da semana de seis dias de trabalho -Regulamentação do número de horas de trabalho diário;  -Proibição do trabalho infantil; -Construção de bairros operários; -Criação do Ministério do Trabalho e da Previdência Social (para resolver os problemas de assistência aos trabalhadores e questões laborais) Fig. 12) Trabalhadores a usufruir do direito à greve
Nos governos republicanos havia vários problemas. Entre outros, o mais distinto e problemático era o analfabetismo, que comprometia várias crianças e adolescentes à exploração infantil.   Para fazer com que a taxa de analfabetismo diminuísse, tomaram-se varias medidas. Entre elas, as mais usadas foram: ensino obrigatório gratuito,    criação de escolas (primárias, secundárias, agrícolas, comerciais, liceus, instituto superior de agronomia, e escola de medicina veterinária e das universidades de Lisboa e Porto.  ) Fig. 13) Gráfico da taxa de Alfabetização.
Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial em 1917. A maior parte da população desconhecia as causas e razões da Guerra porque era inculta e analfabeta.    Em 1916 devido a um pedido de Inglaterra, nossa fiel aliada, Portugal confiscou os barcos Alemães que desde o principio da guerra estavam ancorados nos portos portugueses, foi este o acontecimento que levou a Alemanha a declarar guerra a Portugal.    As tropas portugueses sofreram um mau bocado com a dureza da guerra das Trincheiras e ataques com gás tóxico e sofreram um número considerável baixas. Com a participação de Portugal na guerra e o elevado número de mortes deu-se uma diminuição da mão-de-obra, aumento dos inválidos vitimas de armas de fogo e da utilização de gás tóxico.    O fim da guerra em 1918 provocou alterações principalmente a nível social e económico: dificuldades económicas internas devido ao aumento do custo de vida, fome, aumento dos impostos, desemprego e escassez de géneros e consequentemente provocou alterações sociais, grande agitação social, greves, assaltos etc.     Mas apesar da grande crise em que Portugal mergulhou conseguiu manter a posse das colónias e garantir internacionalmente os seus direitos sobre as mesmas.
  No dia 28 de Maio de 1926 dá-se a insurreição militar de Manuel Gomes da Costa que marcha sobre Lisboa e impõe a renúncia do Governo e a dissolução do Parlamento. Fig. 14) Esquema resumo dos acontecimentos que levaram à Ditadura Militar

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoBarbaraSilveira9
 
A RevoluçãO Liberal De 1820
A RevoluçãO Liberal De 1820A RevoluçãO Liberal De 1820
A RevoluçãO Liberal De 1820jdlimaaear
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalSusana Simões
 
Resumos de História 11º ano
Resumos de História 11º anoResumos de História 11º ano
Resumos de História 11º anoAntonino Miguel
 
Portugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicasPortugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicasSusana Simões
 
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugalVítor Santos
 
Revolução liberal portuguesa de1820
Revolução liberal portuguesa de1820Revolução liberal portuguesa de1820
Revolução liberal portuguesa de1820Maria Gomes
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaJoana Filipa Rodrigues
 
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunosVítor Santos
 
Guerra civil portuguesa
Guerra civil portuguesaGuerra civil portuguesa
Guerra civil portuguesa13_ines_silva
 
Portugal: Da 1ª república à ditadura militar
Portugal: Da 1ª república à ditadura militarPortugal: Da 1ª república à ditadura militar
Portugal: Da 1ª república à ditadura militarAnaM187
 
História 11ºano ( matéria do 1º período)
 História 11ºano ( matéria do 1º período) História 11ºano ( matéria do 1º período)
História 11ºano ( matéria do 1º período)Andreia Pacheco
 
4 04 construção da modernidade europeia
4 04 construção da modernidade europeia4 04 construção da modernidade europeia
4 04 construção da modernidade europeiaVítor Santos
 

Mais procurados (20)

Politica pombalina
Politica pombalinaPolitica pombalina
Politica pombalina
 
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
 
11 ha m5 u4
11 ha m5 u411 ha m5 u4
11 ha m5 u4
 
A RevoluçãO Liberal De 1820
A RevoluçãO Liberal De 1820A RevoluçãO Liberal De 1820
A RevoluçãO Liberal De 1820
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
Resumos de História 11º ano
Resumos de História 11º anoResumos de História 11º ano
Resumos de História 11º ano
 
Revolução americana
Revolução americanaRevolução americana
Revolução americana
 
A Crise Da Monarquia
A Crise Da MonarquiaA Crise Da Monarquia
A Crise Da Monarquia
 
Portugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicasPortugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicas
 
1ª RepúBlica
1ª RepúBlica1ª RepúBlica
1ª RepúBlica
 
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
 
Revolução liberal portuguesa de1820
Revolução liberal portuguesa de1820Revolução liberal portuguesa de1820
Revolução liberal portuguesa de1820
 
Rev americana 11º d
Rev americana  11º dRev americana  11º d
Rev americana 11º d
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluminista
 
Invasões Francesas
Invasões FrancesasInvasões Francesas
Invasões Francesas
 
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
 
Guerra civil portuguesa
Guerra civil portuguesaGuerra civil portuguesa
Guerra civil portuguesa
 
Portugal: Da 1ª república à ditadura militar
Portugal: Da 1ª república à ditadura militarPortugal: Da 1ª república à ditadura militar
Portugal: Da 1ª república à ditadura militar
 
História 11ºano ( matéria do 1º período)
 História 11ºano ( matéria do 1º período) História 11ºano ( matéria do 1º período)
História 11ºano ( matéria do 1º período)
 
4 04 construção da modernidade europeia
4 04 construção da modernidade europeia4 04 construção da modernidade europeia
4 04 construção da modernidade europeia
 

Destaque

A 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaA 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaRui Neto
 
A primeira república portuguesa
A primeira república portuguesaA primeira república portuguesa
A primeira república portuguesacattonia
 
Primeira RepúBlica Portuguesa
Primeira RepúBlica PortuguesaPrimeira RepúBlica Portuguesa
Primeira RepúBlica Portuguesacrie_historia9
 
A 1ª república símbolos e figuras
A 1ª república   símbolos e figurasA 1ª república   símbolos e figuras
A 1ª república símbolos e figurasGina Rodrigues
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaInês e Beatriz
 
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militarVítor Santos
 
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slides
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De SlidesDa Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slides
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slidesoliviaguerra
 
A implantação da república em portugal
A implantação da república em portugalA implantação da república em portugal
A implantação da república em portugalCarla Teixeira
 
1ª Republica Portuguesa
1ª Republica Portuguesa1ª Republica Portuguesa
1ª Republica Portuguesacrie_historia9
 
A+RepúBli
A+RepúBliA+RepúBli
A+RepúBlieb23cv
 
Queda primeira república 1314
Queda primeira república 1314Queda primeira república 1314
Queda primeira república 1314Maria Gomes
 
Primeira república
Primeira repúblicaPrimeira república
Primeira repúblicaMaria Gomes
 
Realismo em caricatura
Realismo em caricaturaRealismo em caricatura
Realismo em caricaturaDina Baptista
 
Realizações da 1ª república
Realizações da 1ª repúblicaRealizações da 1ª república
Realizações da 1ª repúblicaGina Rodrigues
 

Destaque (20)

A 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaA 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlica
 
A primeira república portuguesa
A primeira república portuguesaA primeira república portuguesa
A primeira república portuguesa
 
A queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª repúblicaA queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª república
 
1ª RepúBlica
1ª RepúBlica1ª RepúBlica
1ª RepúBlica
 
Primeira RepúBlica Portuguesa
Primeira RepúBlica PortuguesaPrimeira RepúBlica Portuguesa
Primeira RepúBlica Portuguesa
 
República Portuguesa
República PortuguesaRepública Portuguesa
República Portuguesa
 
A 1ª república símbolos e figuras
A 1ª república   símbolos e figurasA 1ª república   símbolos e figuras
A 1ª república símbolos e figuras
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da República
 
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar
9 ano 9_3_portugal da primeira república à ditadura militar
 
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slides
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De SlidesDa Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slides
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica ~ ApresentaçãO De Slides
 
A 1ª RepúBlica Cronologia
A 1ª RepúBlica   CronologiaA 1ª RepúBlica   Cronologia
A 1ª RepúBlica Cronologia
 
A Republica
A  RepublicaA  Republica
A Republica
 
A implantação da república em portugal
A implantação da república em portugalA implantação da república em portugal
A implantação da república em portugal
 
1ª Republica Portuguesa
1ª Republica Portuguesa1ª Republica Portuguesa
1ª Republica Portuguesa
 
A+RepúBli
A+RepúBliA+RepúBli
A+RepúBli
 
Queda primeira república 1314
Queda primeira república 1314Queda primeira república 1314
Queda primeira república 1314
 
Rafael Bordalo Pinheiro
Rafael Bordalo PinheiroRafael Bordalo Pinheiro
Rafael Bordalo Pinheiro
 
Primeira república
Primeira repúblicaPrimeira república
Primeira república
 
Realismo em caricatura
Realismo em caricaturaRealismo em caricatura
Realismo em caricatura
 
Realizações da 1ª república
Realizações da 1ª repúblicaRealizações da 1ª república
Realizações da 1ª república
 

Semelhante a 1ª Republica De Portugal

Trabalho De Historia
Trabalho De HistoriaTrabalho De Historia
Trabalho De Historiaguest600ffe1
 
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlicaDa Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlicaMinokitas 1
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da Repúblicafilipafonso
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da Repúblicafilipafonso
 
André+Caç
André+CaçAndré+Caç
André+Caçeb23cv
 
André+Caç
André+CaçAndré+Caç
André+Caçeb23cv
 
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar Beatriz Alexandra
 
Powerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicanaPowerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicanaquintadocano
 
Arevolucaorepublicanaeaquedadamonarquia
ArevolucaorepublicanaeaquedadamonarquiaArevolucaorepublicanaeaquedadamonarquia
ArevolucaorepublicanaeaquedadamonarquiaMarta Pereira
 
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdf
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdfPort.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdf
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdfCecliaGomes25
 
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1Li Tagarelinhas
 
Pequena história da república
Pequena história da repúblicaPequena história da república
Pequena história da repúblicaalimentacao
 
A revolução repúblicana
A revolução repúblicanaA revolução repúblicana
A revolução repúblicanaJoao Soares
 

Semelhante a 1ª Republica De Portugal (20)

A 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaA 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlica
 
Trabalho De Historia
Trabalho De HistoriaTrabalho De Historia
Trabalho De Historia
 
A República
A RepúblicaA República
A República
 
1.ª Republica
1.ª Republica 1.ª Republica
1.ª Republica
 
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlicaDa Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica
Da Queda Da Monarquia à ImplantaçãO Da RepúBlica
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da República
 
Da queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da RepúblicaDa queda da Monarquia à Implantação da República
Da queda da Monarquia à Implantação da República
 
André+Caç
André+CaçAndré+Caç
André+Caç
 
André+Caç
André+CaçAndré+Caç
André+Caç
 
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
 
Powerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicanaPowerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicana
 
A Crise Da Monarquia
A Crise Da MonarquiaA Crise Da Monarquia
A Crise Da Monarquia
 
A história da 1ª republica
A história da 1ª republicaA história da 1ª republica
A história da 1ª republica
 
Arevolucaorepublicanaeaquedadamonarquia
ArevolucaorepublicanaeaquedadamonarquiaArevolucaorepublicanaeaquedadamonarquia
Arevolucaorepublicanaeaquedadamonarquia
 
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdf
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdfPort.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdf
Port.-da-1a-rep.-a-ditadura-militar.pdf
 
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1
Republicarubenleandro 100607164858-phpapp02-1
 
Pequena história da república
Pequena história da repúblicaPequena história da república
Pequena história da república
 
A revolução repúblicana
A revolução repúblicanaA revolução repúblicana
A revolução repúblicana
 
A 1ªRepúBlica
A 1ªRepúBlicaA 1ªRepúBlica
A 1ªRepúBlica
 
Dificuldade Da 1ªRepublica
Dificuldade Da 1ªRepublicaDificuldade Da 1ªRepublica
Dificuldade Da 1ªRepublica
 

Mais de crie_historia9 (20)

SíMbolos Da 1ª PúBlica
SíMbolos Da 1ª PúBlicaSíMbolos Da 1ª PúBlica
SíMbolos Da 1ª PúBlica
 
Nazismo
NazismoNazismo
Nazismo
 
1ªRepublica Portuguesa
1ªRepublica Portuguesa1ªRepublica Portuguesa
1ªRepublica Portuguesa
 
1ª Guerra Mundial
1ª Guerra Mundial1ª Guerra Mundial
1ª Guerra Mundial
 
Fascismo
FascismoFascismo
Fascismo
 
A 2º Guerra Mundial Em Imagens
A 2º Guerra Mundial Em ImagensA 2º Guerra Mundial Em Imagens
A 2º Guerra Mundial Em Imagens
 
2ª Guerra Mundial
2ª Guerra Mundial2ª Guerra Mundial
2ª Guerra Mundial
 
Campos De ConcentraçãO
Campos De ConcentraçãOCampos De ConcentraçãO
Campos De ConcentraçãO
 
Nazismo
NazismoNazismo
Nazismo
 
Adolfo Hitler
Adolfo HitlerAdolfo Hitler
Adolfo Hitler
 
2ª Guerra Mundial Em Imagens
2ª Guerra Mundial Em Imagens2ª Guerra Mundial Em Imagens
2ª Guerra Mundial Em Imagens
 
Bomba De Hirixima E NagasáQui
Bomba De Hirixima E NagasáQuiBomba De Hirixima E NagasáQui
Bomba De Hirixima E NagasáQui
 
2 Guerra Mundial
2 Guerra Mundial2 Guerra Mundial
2 Guerra Mundial
 
Campos De ConcentraçãO
Campos De ConcentraçãOCampos De ConcentraçãO
Campos De ConcentraçãO
 
Campos De Exterminio
Campos De ExterminioCampos De Exterminio
Campos De Exterminio
 
Bomba De Hiroshima E Nagasaki
Bomba De Hiroshima E NagasakiBomba De Hiroshima E Nagasaki
Bomba De Hiroshima E Nagasaki
 
Nazismo
NazismoNazismo
Nazismo
 
Fascismo
FascismoFascismo
Fascismo
 
Nazismo
NazismoNazismo
Nazismo
 
Nazismo
NazismoNazismo
Nazismo
 

Último

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimWashingtonSampaio5
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadodanieligomes4
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 

Último (20)

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 

1ª Republica De Portugal

  • 1. A 1ª República Portuguesa História Prof. Sílvia Mendonça Diogo Mendes N.º 10 9ºB 26-Nov.-2008
  • 2. Nos finais do século XIX, vivia-se em Portugal uma crise económica e social e grande instabilidade política. Em 1880, as comemorações dos 300 anos da morte de Luís de Camões foram aproveitadas pelo Partido Republicano para a divulgação das suas ideias e para provocar agitação social. Fig. 1) Trabalhadores numa manifestação política
  • 3. A Sociedade estava descontente e insatisfeita com o Governo e começou a manifestar o seu descontentamento. Por esta altura começaram a surgir os primeiros Partidos Políticos, tal como os jornais que divulgavam as ideias republicanas dos mesmos. Fig. 2) uma capa do jornal A Paródia um dos jorneis que mais divulgava as ideias republicanas
  • 4. Em 1890, o ultimato inglês, enviado pela Inglaterra a Portugal, por causa dos territórios entre Angola e Moçambique, e a cedência do Governo português provocaram um grande descontentamento e agitação. A contestação à Monarquia e à Inglaterra foi grande. Fizeram-se manifestações, comícios, escreveram-se artigos de opinião. Fig.3) Representação do Ultimato Inglês em gravura de R.Bordalo Pinheiro
  • 5. Durante um “concerto”, no Teatro Avenida, em Lisboa, ouviu-se, pela primeira vez, "A Portuguesa" que, com ligeiras alterações, passou a ser o Hino Nacional, depois de implantada a República. O Governo respondeu com a repressão. Em 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, deu-se a primeira tentativa de implantação da República, revolta que fracassou. Fig.4) Primeira tentativa de implantação da República, no Porto
  • 6. O Regicídio deu-se a 1 de Fevereiro de 1908, na Praça do Comércio, em Lisboa. Este acontecimento, resultou da morte do Rei D.Carlos e do seu filho e herdeiro, o Príncipe Real D.Luís Filipe.     O Rei, a Rainha e o Príncipe Real, regressavam Vila Viçosa, e apesar do clima de grande tensão, o rei preferiu fazer a sua viagem em carruagem aberta, como normalmente fazia. De um momento para o outro, A carruagem foi abalroada por vários tiros. Um tiro de espingarda atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente. Fig.5) Regicídio em Lisboa.
  • 7. Dois dos regicidas, Manuel Buíça, professor primário expulso do Exército e Alfredo Costa, empregado do comércio e editor de obras de escândalo, são mortos no local. Após o regicídio, e com D. Manuel II no trono, uma das suas primeiras decisões foi demitir João Franco. Fig. 5) D. Manuel II
  • 8. Apesar de ser mais liberal, D.Manuel II não conseguiu impedir o avanço das ideias liberais, o que fez que a 5 de Outubro de 1910 , na segunda tentativa de implantação da República, na Revolução Republicana . Esta Revolução foi feita essencialmente por militares com “cargos” baixos (sargentos, cabos…) e civis das classes médias. Fig. 6) Representação em Imagem da Implantação da República
  • 9. As “Rédeas” do país foram então assumidas pelo Partido Republicano Português, que assim criou um governo provisório, chefiado por Teófilo Braga. Fig. 7) Teófilo Braga
  • 10. Este governo criou a nova e inovadora Constituição de 1911 , preparou as eleições da Assembleia Constituinte e elegeu Manuel de Arriaga, aquele que ficou conhecido como o Primeiro Presidente da República Portuguesa. Estas eleições ficaram conhecidas como as Primeiras Eleições Livres Portuguesas. Fig. 8) Manuel de Arriaga
  • 11.
  • 12. Esta nova constituição propunha uma divisão dos 3 poderes : Fig. 9) Esquema da divisão de poderes.
  • 13.
  • 14. A Bandeira da República Portuguesa. Verde: O verde no ideal positivista e republicano (séculos XIX e XX), simboliza as nações que são guiadas pela ciência. Na versão popular simboliza a esperança no futuro. Vermelho rubro : O vermelho é a cor das revoluções democráticas desde o século XVIII percorreram a Europa, como a revoluções de 1848, a Comuna de Paris (1871) ou a revolução republicana em Portugal de 31 de Janeiro de 1891. Simboliza a luta dos povos pelos grandes ideais de Igualdade, Amor ao país e Liberdade. Na versão popular simboliza os sacrifícios do povo português ao longo da sua história. Esfera armilar : Emblema do rei D. Manuel I (1469 -1521) e que desde então esteve sempre presente nas bandeiras de Portugal. Simboliza o Universo e a vocação universal dos portugueses. Na versão popular simboliza os descobrimentos portugueses. Escudo . O Escudo de Armas remete para a fundação de Portugal. Simboliza a afirmação da cultura ocidental no mundo, e em particular dos seus valores cristãos. Os castelos, e as quinas evocam conquistas, vitórias e lendas ligadas à fundação de Portugal por D.Afonso Henriques (1109-1185).  Fig. 10 Fig. 10) Bandeira Portuguesa.
  • 15. Após tudo aquilo que se sucedeu no período final da monarquia os portugueses sentiam-se de moral em baixo. Foi nesse ano em que se compôs “A Portuguesa”, com música de Alfredo Keil e letra de Henrique Lopes de Mendonça, homenageando a Pátria e a sua nobre História com uma extraordinária aliança entre música e poesia. A música tornou-se instantaneamente um símbolo da revolta contra o Governo e o rei. E por isso, esteve presente a proclamação da República, a 31 de Janeiro de 1891. No entanto, foi uma revolta falhada, não conseguindo pôr fim à Monarquia. Apesar da sua imensa popularidade, “A Portuguesa” foi proibida pelo Governo Monárquico. Porém, devido á Implantação da República, a 5 de Outubro de 1910, “A Portuguesa” volta aos lábios dos portugueses, tendo sido cantada nas ruas de Lisboa. Substitui-se o Hymno da Carta, considerado o Hino da monarquia e também, considerado o Hino Nacional pela mesma Assembleia Constituinte de 19 de Junho de 1911, que aprovou a Bandeira Nacional. Entretanto, acabaram por aparecer novas modificações no Hino Nacional e, em 1956, o Governo reuniu uma comissão para analisar a versão oficial de "A Portuguesa".
  • 16. O escudo foi a moeda adoptada pela república portuguesa. Com a adopção do mesmo todo o sistema monetário foi alterado.     O Escudo português, cujo símbolo é o cifrão ($) foi a última moeda de Portugal antes do Euro. A designação "escudo" provém da própria figuração nelas representada: um escudo. Eram de ouro baixo, 18 quilates e valiam 50 marcos.   Depois de 1914, por virtude da crise provocada pela Primeira Guerra Mundial, o “escudo-papel” teve uma descida vertiginosa de valor, atingindo a sua menor correspondência em ouro, em Julho de 1924. Desde o segundo semestre de 1926 até Abril de 1928, o escudo sofre nova desvalorização, em consequência de dois aumentos de circulação, do agravamento da dívida flutuante interna e externa e do quase esgotamento das reservas de ouro que o Tesouro Nacional possuía em Londres. Fig. 11) Moeda de 200 Escudos ($)
  • 17. A situação da mulher portuguesa, condicionada pelos costumes e pelas leis, era idêntica à das mulheres da Europa, procurando melhorar as suas condições de vida. Em pleno século XIX, a situação da mulher na família era precária. Só o marido exerce o poder, tendo autoridade para maltratar a mulher, que lhe deve obediência. Só ao chefe de família, ou seja, ao homem, compete exercer autoridade sobre os filhos. O Código Civil de 1867 melhora um pouco este quadro ao conceder à mãe o poder sobre os filhos quase em equivalência com o pai, mas tudo o resto permanece. A mulher casada não pode assumir qualquer compromisso ao exercer uma profissão e, no caso de ter uma ocupação fora do lar, não lhe é permitido dispor do seu salário. Os protestos femininos são numerosos, corroboradas pelas ideias dos movimentos feministas, ideias essas que circularam em grupos de reflexão constituídos por algumas mulheres instruídas.             A lei eleitoral de 1911 dava o direito ao voto aos cidadãos com mais de 21 anos que não fossem analfabetos. O que nunca passou pela cabeça do Governo foi que uma mulher ousasse votar. O primeiro voto feminino Português foi obtido nesse mesmo ano.   Em 1913, esta lei foi modificada, deixando claro que o direito ao voto pertencia exclusivamente aos cidadãos do sexo masculino. Só mais tarde, durante o Estado Novo, esse direito seria concedido ás mulheres, embora de forma limitada.              Com os
  • 18. No início do séc. XX , Portugal possuía uma balança comercial negativa (exportava menos do que o que importava). Para o combater criaram-se medidas como:        Agricultura : - Realizaram-se imensos projectos para se conseguir remodelar este sector, pois Portugal, apesar de ser um país predominantemente agrícola, encontrava-se atrasado nesta área, mas tais medidas nunca deram grande resultado. Indústria : - Criaram-se fábricas, embora insuficientes para resolver qualquer coisa.   Comércio : - Este sector apoiou-se bastante na agricultura exportando frutas, vinho, têxteis, conservas, cortiça, etc... - Tentou-se importar menos, mas sem sucesso.     Transportes :        - Aumentou-se o transporte interurbano por camioneta. - Divulgou-se a utilização do automóvel - Aumentaram o número de navios (empréstimo de navios alemães). 
  • 19. A população Portuguesa era, essencialmente, composta por camponeses, pescadores, artesãos, empregados públicos e comerciantes. A classe média, que desempenhou um papel importante na implantação da Republica, era bastante numerosa nas cidades do Porto e Lisboa. Esta classe social, foi importantíssima para o decorrer da revolução de 5 de Outubro. Para salvaguardar estas classes foram implementadas certas medidas :  -Direito à greve; -Criação do Fundo Nacional de Assistência; -Instituição da semana de seis dias de trabalho -Regulamentação do número de horas de trabalho diário; -Proibição do trabalho infantil; -Construção de bairros operários; -Criação do Ministério do Trabalho e da Previdência Social (para resolver os problemas de assistência aos trabalhadores e questões laborais) Fig. 12) Trabalhadores a usufruir do direito à greve
  • 20. Nos governos republicanos havia vários problemas. Entre outros, o mais distinto e problemático era o analfabetismo, que comprometia várias crianças e adolescentes à exploração infantil. Para fazer com que a taxa de analfabetismo diminuísse, tomaram-se varias medidas. Entre elas, as mais usadas foram: ensino obrigatório gratuito,   criação de escolas (primárias, secundárias, agrícolas, comerciais, liceus, instituto superior de agronomia, e escola de medicina veterinária e das universidades de Lisboa e Porto. ) Fig. 13) Gráfico da taxa de Alfabetização.
  • 21. Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial em 1917. A maior parte da população desconhecia as causas e razões da Guerra porque era inculta e analfabeta.    Em 1916 devido a um pedido de Inglaterra, nossa fiel aliada, Portugal confiscou os barcos Alemães que desde o principio da guerra estavam ancorados nos portos portugueses, foi este o acontecimento que levou a Alemanha a declarar guerra a Portugal.    As tropas portugueses sofreram um mau bocado com a dureza da guerra das Trincheiras e ataques com gás tóxico e sofreram um número considerável baixas. Com a participação de Portugal na guerra e o elevado número de mortes deu-se uma diminuição da mão-de-obra, aumento dos inválidos vitimas de armas de fogo e da utilização de gás tóxico.    O fim da guerra em 1918 provocou alterações principalmente a nível social e económico: dificuldades económicas internas devido ao aumento do custo de vida, fome, aumento dos impostos, desemprego e escassez de géneros e consequentemente provocou alterações sociais, grande agitação social, greves, assaltos etc.    Mas apesar da grande crise em que Portugal mergulhou conseguiu manter a posse das colónias e garantir internacionalmente os seus direitos sobre as mesmas.
  • 22.   No dia 28 de Maio de 1926 dá-se a insurreição militar de Manuel Gomes da Costa que marcha sobre Lisboa e impõe a renúncia do Governo e a dissolução do Parlamento. Fig. 14) Esquema resumo dos acontecimentos que levaram à Ditadura Militar