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Símbolos de Portugal
Portugal tem três símbolos:
1. Bandeira
2. Hino
3. Chefe de Estado
1. A Bandeira
Autores:
Columbano, João Chagas, Abel Botelho
Verde - Representa a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos
verdejantes.
Vermelho - Representa o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e
no engrandecimento da Pátria.
Esfera Armilar - Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos
navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.
Armas de Portugal - Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com
outro mais pequeno brocante, simbolizando a arma de defesa utilizada nos combates.
Escudo Maior - É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as
cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros.
Escudo Pequeno - É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco
chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que, contando duas
vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo;
simbolizam também o poder régio de cunhar moeda.
2. O Hino
Em sequência do Ultimatum Inglês de 1890, foi composta A Portuguesa, que serviu de mote à
primeira tentativa de pôr termo à Monarquia de Portugal, na revolta do Porto, a 31 de Janeiro de
1891. Com o fracasso do advento, A Portuguesa foi proibida até 1911, altura em que foi escolhida
como Hino Nacional pela Assembleia Nacional Constituinte. Dada a existência de várias versões d'
A Portuguesa, em 1956 foi nomeada uma comissão encarregada de apresentar a versão oficial do
Hino Nacional, que foi aprovada a 16 de Julho de 1957, em Conselho de Ministros.
A Portuguesa
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Música: Alfredo Keil
Letra: Henrique Lopes de Mendonça

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Símbolos de portugal: Bandeira e Hino

  • 1. Símbolos de Portugal Portugal tem três símbolos: 1. Bandeira 2. Hino 3. Chefe de Estado 1. A Bandeira Autores: Columbano, João Chagas, Abel Botelho Verde - Representa a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos verdejantes. Vermelho - Representa o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e no engrandecimento da Pátria. Esfera Armilar - Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI. Armas de Portugal - Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com outro mais pequeno brocante, simbolizando a arma de defesa utilizada nos combates. Escudo Maior - É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros. Escudo Pequeno - É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que, contando duas vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo; simbolizam também o poder régio de cunhar moeda.
  • 2. 2. O Hino Em sequência do Ultimatum Inglês de 1890, foi composta A Portuguesa, que serviu de mote à primeira tentativa de pôr termo à Monarquia de Portugal, na revolta do Porto, a 31 de Janeiro de 1891. Com o fracasso do advento, A Portuguesa foi proibida até 1911, altura em que foi escolhida como Hino Nacional pela Assembleia Nacional Constituinte. Dada a existência de várias versões d' A Portuguesa, em 1956 foi nomeada uma comissão encarregada de apresentar a versão oficial do Hino Nacional, que foi aprovada a 16 de Julho de 1957, em Conselho de Ministros. A Portuguesa Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Desfralda a invicta Bandeira, À luz viva do teu céu! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu Beija o solo teu jucundo O Oceano, a rugir d'amor, E teu braço vencedor Deu mundos novos ao Mundo! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal do ressurgir. Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte. Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Música: Alfredo Keil Letra: Henrique Lopes de Mendonça