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Portugal da 1ª República à Ditadura Militar Trabalho realizado por: ,[object Object]
Priscila 9ºE Nº 20,[object Object]
Crise e Queda da Monarquia
Balança Comercial Deficitária
Balança Comercial Deficitária Nos finais do século XIX, Portugal continuava a ser um país predominante agrícola. Apesar do esforço feito pelos governos da Regeneração, a produção industrial não se tornou competitiva em termos de qualidade e de quantidade, continuando as importações a aumentar em relação às exportações. A balança comercial mantinha-se, assim, deficitária.  Défice da Balança Comercial
Crise económico - financeira     Na década de 1890, uma grave crise económica e financeira afectou a Europa. Esta crise atingiu Portugal com intensidade  Elevando alguns bancos e empresas á falência.     As dificuldades económicas originaram um descontentamento social: A classe média que era constituída pela burguesia confrontava-se com o aumento dos impostos, com a inflação e com a ameaça de desemprego; O operariado debatia-se com problemas  semelhantes que eram os baixos salários e as 14 horas de trabalho diário.
Os bancos foram á falência, as pequenas e médias empresas encontravam-se com muitas dificuldades economias e financeiras Havia um grande descontentamento da população por parte da burguesia urbana Pelo o operariado, que era permanentemente ameaçado  e que poderia ficar sem o emprego e muitos viviam com os salários baixos e quase 24 horas de trabalho diário.
Documento “ O governo português anda mendigando em Londres um novo empréstimo. Os nossos charlatães financeiros não sabem senão estes dois métodos de governo: empréstimos e impostos. (…) É dinheiro emprestado e dinheiro espoliado. (…) E por fim não é dinheiro aplicado a nenhum melhoramento público; é só dinheiro para pagar juros da dívida e endividar-nos cada vez mais ! (…) É a dívida a multiplicar-se para não faltarem à corte banquetes, festas, caçadas e folias! “ Jornal A Lanterna, 17/12/1870 (adaptado)
Conferencia de Berlim Devido ás disputas pela posse de territórios em África, o chanceler alemão Bismarck propôs uma reunião com os países interessados no continente de África. Realizou-se então, a tal conferencia de Berlim entre 15 de Novembro de 1884 e 26 de Fevereiro de 1885.  Teve como objectivo organizar a ocupação de África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou, nem a história nem as relações étnicas e nem mesmo familiares dos povos do Continente. Participaram os 15 países, 13 da Europa mais os Estados Unidos e a Turquia.
A Grã-Bretanha e a França foram as que obtiveram mais número de territórios, depois Portugal, Bélgica e Espanha.  Os territórios mais pequenos foram ocupados pela a Alemanha e a Itália A Alemanha perdia o domínio  das suas colónias  africanas após a 1ª Guerra Mundial, acontecendo a mesma com a Itália na 2ª Guerra  Mundial.
Mapa Cor-de-rosa Durante a conferencia de Berlim, foi apresentado por Portugal um projecto, o famoso Mapa Cor-de-rosa, a pretensão de Portugal ocupar toda a região que ligava a Costa Ocidental de África (Angola) à Costa Oriental (Moçambique). A Grã-Bretanha pretendia ligar o Cabo (África do Sul) ao Cairo (Egipto) através da construção de uma via férrea.
Revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891 No dia 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve como objectivo a implantação do regime republicano em Portugal devido ao Mapa Cor-de-rosa. Originou-se no Porto e ouve um grande número de mortes. Os revolucionários chegaram a içar a bandeira republicana  na Camada Municipal, mas a revolta acabou por ser dominada pelas forças da guarda municipal.
Documento “(…) homens notáveis pela sua posição social ou pelo talento entram em minoria (…); oficiais de graduação elevada, nem um aparece; e de patentes modestas, contam-se apenas três. A maioria (…) são os populares desconhecidos que investem com a porta do quartel de Infantaria 18 e os sargentos e os soldados anónimos que, horas depois, (…) replicam ao fogo da Câmara Municipal [forças fiéis à Monarquia).  (…) A multidão (…) que se agita nos bairros da miséria veio gritar francamente, à luz do dia, que está farta da monarquia e dos Braganças. O que não tiveram coragem de balbuciar os homens de 1820 (…) disse-o o povo do Porto (…) no dia 31 de Janeiro de 1891. (…) Os erros que cometeram, prejudicando a obra concebida (…) a posteridade lhes perdoará “
O regicídio  No dia 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, por elementos republicanos que actuaram individualmente.  Com a morte de D. Carlos e do príncipe herdeiro Luís Filipe , o segundo filho de D. Carlos foi aclamado rei D. Manuel II com apenas 18 anos. Este demitiu  João Franco, acusando-o de ter fomentado  a revolta pelas suas acções repressivas.
Funeral de D. Carlos e de D. Luís Filipe
4 de Outubro No dia 4 de Outubro, pelas 7 da manhã apareceu morto o republicano Cândido dos Reis após ter considerado perdida a revolução, de que era o principal responsável militar.
5 de Outubro A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano  Português que, no dia 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal. José Relvas, Teófilo Braga e Machado dos Santos, ambos membros do Directório do Partido Republicano Português vieram á varanda da Câmara Municipal de Lisboa perante milhares de pessoas, proclamar a República.
Algumas fotografias do 5 de Outubro
Noticias “Lisboa amanheceu hoje ao som do troar da artilharia. Proclamada por importantes forças do exército, por toda a armada e auxiliada pelo concurso popular, a República tem hoje o seu primeiro dia de História. A marcha dos acontecimentos, até à hora em que escrevemos, permite alimentar toda a esperança de um definido triunfo [...] não se faz ideia do entusiasmo que corre na cidade. O povo está verdadeiramente louco de satisfação. Pode dizer-se que toda a população de Lisboa está na rua vitoriando a república." 			                  (Jornal O MUNDO de 5 de Outubro de 1910)
Machado dos Santos Machado dos Santos, mais conhecido por António Maria de Azevedo Machado Santos que nasceu em Lisboa a 10 de  Janeiro de 1875 e morreu em Lisboa no dia  19 de Outubro de 1921.  Foi um militar e político português,  considerado o fundador da República  Portuguesa pelo denodo com que se bateu  na Revolução de 5 de Outubro de 1910.
José Relvas José de Mascarenhas Relvas nasceu a  5 de Março de 1858 e morreu a  31 de Outubro de 1929 e foi um político português.
Teófilo Braga Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu no dia  24 de Fevereiro de 1843 e morreu no dia 28 de Janeiro de 1924 foi um político, escritor e ensaísta português.  Depois de ter presidido ao Governo Provisório da República Portuguesa, a sua carreira política terminou após exercer o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de Maio e 4 de Agosto de 1915.
Auto da proclamação da República Portuguesa
A Primeira República
Hino Nacional A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".
Os escudos O Escudo português foi a última moeda de Portugal antes do Euro. O escudo deu origem a outras variações de Escudo nas dependências africanas. O escudo português foi substituído pelo euro no início de 2002. A taxa de conversão entre escudos e euros foi estabelecida em 31 de Dezembro de 1998, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos.
Bandeira  ,[object Object]
Os 5 pontos brancos dentro de cada quina representam as 5 chagas de Cristo.
Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.
 A esfera armilar representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.
O verde simboliza a esperança.
O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos portugueses mortos em combate. ,[object Object]
Laicização do Estado ,[object Object]
Proibição do ensino religioso nas escolas oficiais
Legalização do divórcio
Criação de registo civil,[object Object]
Legislação Social Leis operárias da greve Redução de horário de trabalho Descanso semanal Seguro de vida
Portugal na 1ª Grande Guerra A Alemanha desejava ocupar territórios em África. Cobiçava, assim, as colónias portuguesas, provocando incidentes armados nas fronteiras de Angola e Moçambique, o que obrigou a que o Governo enviasse forcas militares para defenderem-se.
Portugal achava que se entrasse na guerra a favor dos Aliados (a Inglaterra), estes ajudariam a defender Angola e Moçambique. Em 1916 Inglaterra pediu a Portugal  que confiscasse os barcos Alemães  que, desde o inicio tinham estavam ancorados nos portos portugueses. E deste modo, a Alemanha  declarou guerra a Portugal
Guerra na Flandres Prisioneiros ingleses e portugueses, após a batalha de La Lys.
 A guerra na Flandres, estendeu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, em  Flandres, na Bélgica. Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães, provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa Existia uma extensa linha de 55 quilómetros,  com o Corpo Britânico, com cerca de 84.000 homens; o Corpo Expedicionário Português (CEP), constituída por cerca de 20 000 homens e o corpo Alemão, com cerca de 55 000 homens . As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7.500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros.
    Envio de tropas para a Flandres para ajudar os aliados tradicionais contra o exército alemão invasor.
Dificuldades Económicas do país:     A crise económica, politica e social, foi uma grande depressão que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da Década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial; é considerado o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX.
    Este período de depressão económica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial.
Os efeitos da crise foram sentidos no mundo inteiro, bem como a sua intensidade, variaram de país a país. Outros países, além dos Estados Unidos, que foram duramente atingidos pela Grande Crise foram a Alemanha, Holanda, Austrália, França, Itália, o Reino unido e, especialmente, o Canadá.   Porém, em certos países pouco industrializados naquela época, como a Argentina e o Brasil (que não conseguiu vender o café que tinha para outros países), a Grande Depressão acelerou o processo de industrialização
Pimenta de Castro O General Joaquim Pereira Pimenta de Castro nasceu a 5 de Novembro de 1846 e morreu  a 14 de Maio de 1918. Foi um oficial militar e político português.
Sidónio Pais Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu a 1 de Maio de 1872 e morreu  14 de Dezembro de 1918. Foi um militar e político que exerceu os cargos de deputado, de ministro do Fomento, de ministro das Finanças, de embaixador de Portugal em Berlim e de presidente da República Portuguesa.
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, os países europeus encontravam-se devastados, com a economia enfraquecida e com forte retracção de consumo, que abalou a economia mundial.
    A queda dos lucros, a retracção geral da produção industrial e a paralisação do comércio resultou na queda das acções da bolsa de valores e mais tarde na quebra da bolsa. Portanto, a crise de 1929 foi uma crise de superprodução.
Crise económica , politica e social : Inflação galopante Desvalorização monetária Quebra do poder de compra Greves frequentes Défice das contas publicas cada vez maior
Rotura política: Greves e manifestações de rua Ingovernabilidade politica Situação de insegurança publica Receio de uma revolução marxista como noutros países europeus Formação de grupos e milícias armadas enfeudadas á direita e aos monárquicos.
28 de Maio de 1926 A 28 de Maio de 1926, as tropas governadas pelo o general Gomes da Costa, saíram de Braga, marcharam sobre a cidade de Lisboa e derrubaram o governo.  Ao dissolverem o Parlamento e suspenderem as liberdades individuais, os militares substituíram a I República por Ditadura Militar.
Gomes da Costa:  Manuel de Oliveira Gomes da Costa nasceu no dia 14 de Janeiro de 1863 e morreu no dia  17 de Dezembro de 1929.      Foi um militar e político português, décimo presidente da Republica portuguesa  e o segundo da Ditadura Nacional.
Mendes Cabeçadas: José Mendes Cabeçadas Júnior nasceu no dia 19 de Agosto de 1883 e morreu no dia  11 de Junho de 1965.      Foi um oficial da Armada portuguesa,  que teve um papel decisivo na preparação dos movimentos revolucionários que conduziram à criação e à extinção da Primeira República Portuguesa: a Revolução de 5 de Outubro de 1910 e o Golpe de 28 de Maio de 1926.
Óscar Carmona: António Óscar de Fragoso Carmona nasceu no dia 24 de Novembro de 1869 e morreu no dia 18 de Abril de 1951.     Foi um político e militar   português, filho e neto de militares, e foi o décimo primeiro Presidente da República Portuguesa.

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  • 1.
  • 2.
  • 3. Crise e Queda da Monarquia
  • 5. Balança Comercial Deficitária Nos finais do século XIX, Portugal continuava a ser um país predominante agrícola. Apesar do esforço feito pelos governos da Regeneração, a produção industrial não se tornou competitiva em termos de qualidade e de quantidade, continuando as importações a aumentar em relação às exportações. A balança comercial mantinha-se, assim, deficitária. Défice da Balança Comercial
  • 6. Crise económico - financeira Na década de 1890, uma grave crise económica e financeira afectou a Europa. Esta crise atingiu Portugal com intensidade Elevando alguns bancos e empresas á falência. As dificuldades económicas originaram um descontentamento social: A classe média que era constituída pela burguesia confrontava-se com o aumento dos impostos, com a inflação e com a ameaça de desemprego; O operariado debatia-se com problemas semelhantes que eram os baixos salários e as 14 horas de trabalho diário.
  • 7. Os bancos foram á falência, as pequenas e médias empresas encontravam-se com muitas dificuldades economias e financeiras Havia um grande descontentamento da população por parte da burguesia urbana Pelo o operariado, que era permanentemente ameaçado e que poderia ficar sem o emprego e muitos viviam com os salários baixos e quase 24 horas de trabalho diário.
  • 8. Documento “ O governo português anda mendigando em Londres um novo empréstimo. Os nossos charlatães financeiros não sabem senão estes dois métodos de governo: empréstimos e impostos. (…) É dinheiro emprestado e dinheiro espoliado. (…) E por fim não é dinheiro aplicado a nenhum melhoramento público; é só dinheiro para pagar juros da dívida e endividar-nos cada vez mais ! (…) É a dívida a multiplicar-se para não faltarem à corte banquetes, festas, caçadas e folias! “ Jornal A Lanterna, 17/12/1870 (adaptado)
  • 9. Conferencia de Berlim Devido ás disputas pela posse de territórios em África, o chanceler alemão Bismarck propôs uma reunião com os países interessados no continente de África. Realizou-se então, a tal conferencia de Berlim entre 15 de Novembro de 1884 e 26 de Fevereiro de 1885. Teve como objectivo organizar a ocupação de África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou, nem a história nem as relações étnicas e nem mesmo familiares dos povos do Continente. Participaram os 15 países, 13 da Europa mais os Estados Unidos e a Turquia.
  • 10. A Grã-Bretanha e a França foram as que obtiveram mais número de territórios, depois Portugal, Bélgica e Espanha. Os territórios mais pequenos foram ocupados pela a Alemanha e a Itália A Alemanha perdia o domínio das suas colónias africanas após a 1ª Guerra Mundial, acontecendo a mesma com a Itália na 2ª Guerra Mundial.
  • 11. Mapa Cor-de-rosa Durante a conferencia de Berlim, foi apresentado por Portugal um projecto, o famoso Mapa Cor-de-rosa, a pretensão de Portugal ocupar toda a região que ligava a Costa Ocidental de África (Angola) à Costa Oriental (Moçambique). A Grã-Bretanha pretendia ligar o Cabo (África do Sul) ao Cairo (Egipto) através da construção de uma via férrea.
  • 12. Revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891 No dia 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve como objectivo a implantação do regime republicano em Portugal devido ao Mapa Cor-de-rosa. Originou-se no Porto e ouve um grande número de mortes. Os revolucionários chegaram a içar a bandeira republicana na Camada Municipal, mas a revolta acabou por ser dominada pelas forças da guarda municipal.
  • 13. Documento “(…) homens notáveis pela sua posição social ou pelo talento entram em minoria (…); oficiais de graduação elevada, nem um aparece; e de patentes modestas, contam-se apenas três. A maioria (…) são os populares desconhecidos que investem com a porta do quartel de Infantaria 18 e os sargentos e os soldados anónimos que, horas depois, (…) replicam ao fogo da Câmara Municipal [forças fiéis à Monarquia). (…) A multidão (…) que se agita nos bairros da miséria veio gritar francamente, à luz do dia, que está farta da monarquia e dos Braganças. O que não tiveram coragem de balbuciar os homens de 1820 (…) disse-o o povo do Porto (…) no dia 31 de Janeiro de 1891. (…) Os erros que cometeram, prejudicando a obra concebida (…) a posteridade lhes perdoará “
  • 14. O regicídio No dia 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, por elementos republicanos que actuaram individualmente. Com a morte de D. Carlos e do príncipe herdeiro Luís Filipe , o segundo filho de D. Carlos foi aclamado rei D. Manuel II com apenas 18 anos. Este demitiu João Franco, acusando-o de ter fomentado a revolta pelas suas acções repressivas.
  • 15. Funeral de D. Carlos e de D. Luís Filipe
  • 16. 4 de Outubro No dia 4 de Outubro, pelas 7 da manhã apareceu morto o republicano Cândido dos Reis após ter considerado perdida a revolução, de que era o principal responsável militar.
  • 17. 5 de Outubro A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal. José Relvas, Teófilo Braga e Machado dos Santos, ambos membros do Directório do Partido Republicano Português vieram á varanda da Câmara Municipal de Lisboa perante milhares de pessoas, proclamar a República.
  • 18. Algumas fotografias do 5 de Outubro
  • 19. Noticias “Lisboa amanheceu hoje ao som do troar da artilharia. Proclamada por importantes forças do exército, por toda a armada e auxiliada pelo concurso popular, a República tem hoje o seu primeiro dia de História. A marcha dos acontecimentos, até à hora em que escrevemos, permite alimentar toda a esperança de um definido triunfo [...] não se faz ideia do entusiasmo que corre na cidade. O povo está verdadeiramente louco de satisfação. Pode dizer-se que toda a população de Lisboa está na rua vitoriando a república." (Jornal O MUNDO de 5 de Outubro de 1910)
  • 20. Machado dos Santos Machado dos Santos, mais conhecido por António Maria de Azevedo Machado Santos que nasceu em Lisboa a 10 de Janeiro de 1875 e morreu em Lisboa no dia 19 de Outubro de 1921. Foi um militar e político português, considerado o fundador da República Portuguesa pelo denodo com que se bateu na Revolução de 5 de Outubro de 1910.
  • 21. José Relvas José de Mascarenhas Relvas nasceu a 5 de Março de 1858 e morreu a 31 de Outubro de 1929 e foi um político português.
  • 22. Teófilo Braga Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu no dia 24 de Fevereiro de 1843 e morreu no dia 28 de Janeiro de 1924 foi um político, escritor e ensaísta português. Depois de ter presidido ao Governo Provisório da República Portuguesa, a sua carreira política terminou após exercer o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de Maio e 4 de Agosto de 1915.
  • 23. Auto da proclamação da República Portuguesa
  • 25. Hino Nacional A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".
  • 26. Os escudos O Escudo português foi a última moeda de Portugal antes do Euro. O escudo deu origem a outras variações de Escudo nas dependências africanas. O escudo português foi substituído pelo euro no início de 2002. A taxa de conversão entre escudos e euros foi estabelecida em 31 de Dezembro de 1998, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos.
  • 27.
  • 28. Os 5 pontos brancos dentro de cada quina representam as 5 chagas de Cristo.
  • 29. Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.
  • 30. A esfera armilar representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.
  • 31. O verde simboliza a esperança.
  • 32.
  • 33.
  • 34. Proibição do ensino religioso nas escolas oficiais
  • 36.
  • 37. Legislação Social Leis operárias da greve Redução de horário de trabalho Descanso semanal Seguro de vida
  • 38. Portugal na 1ª Grande Guerra A Alemanha desejava ocupar territórios em África. Cobiçava, assim, as colónias portuguesas, provocando incidentes armados nas fronteiras de Angola e Moçambique, o que obrigou a que o Governo enviasse forcas militares para defenderem-se.
  • 39. Portugal achava que se entrasse na guerra a favor dos Aliados (a Inglaterra), estes ajudariam a defender Angola e Moçambique. Em 1916 Inglaterra pediu a Portugal que confiscasse os barcos Alemães que, desde o inicio tinham estavam ancorados nos portos portugueses. E deste modo, a Alemanha declarou guerra a Portugal
  • 40. Guerra na Flandres Prisioneiros ingleses e portugueses, após a batalha de La Lys.
  • 41. A guerra na Flandres, estendeu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, em Flandres, na Bélgica. Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães, provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa Existia uma extensa linha de 55 quilómetros, com o Corpo Britânico, com cerca de 84.000 homens; o Corpo Expedicionário Português (CEP), constituída por cerca de 20 000 homens e o corpo Alemão, com cerca de 55 000 homens . As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7.500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros.
  • 42. Envio de tropas para a Flandres para ajudar os aliados tradicionais contra o exército alemão invasor.
  • 43. Dificuldades Económicas do país: A crise económica, politica e social, foi uma grande depressão que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da Década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial; é considerado o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX.
  • 44. Este período de depressão económica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial.
  • 45. Os efeitos da crise foram sentidos no mundo inteiro, bem como a sua intensidade, variaram de país a país. Outros países, além dos Estados Unidos, que foram duramente atingidos pela Grande Crise foram a Alemanha, Holanda, Austrália, França, Itália, o Reino unido e, especialmente, o Canadá. Porém, em certos países pouco industrializados naquela época, como a Argentina e o Brasil (que não conseguiu vender o café que tinha para outros países), a Grande Depressão acelerou o processo de industrialização
  • 46. Pimenta de Castro O General Joaquim Pereira Pimenta de Castro nasceu a 5 de Novembro de 1846 e morreu a 14 de Maio de 1918. Foi um oficial militar e político português.
  • 47. Sidónio Pais Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais nasceu a 1 de Maio de 1872 e morreu 14 de Dezembro de 1918. Foi um militar e político que exerceu os cargos de deputado, de ministro do Fomento, de ministro das Finanças, de embaixador de Portugal em Berlim e de presidente da República Portuguesa.
  • 48. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, os países europeus encontravam-se devastados, com a economia enfraquecida e com forte retracção de consumo, que abalou a economia mundial.
  • 49. A queda dos lucros, a retracção geral da produção industrial e a paralisação do comércio resultou na queda das acções da bolsa de valores e mais tarde na quebra da bolsa. Portanto, a crise de 1929 foi uma crise de superprodução.
  • 50. Crise económica , politica e social : Inflação galopante Desvalorização monetária Quebra do poder de compra Greves frequentes Défice das contas publicas cada vez maior
  • 51. Rotura política: Greves e manifestações de rua Ingovernabilidade politica Situação de insegurança publica Receio de uma revolução marxista como noutros países europeus Formação de grupos e milícias armadas enfeudadas á direita e aos monárquicos.
  • 52. 28 de Maio de 1926 A 28 de Maio de 1926, as tropas governadas pelo o general Gomes da Costa, saíram de Braga, marcharam sobre a cidade de Lisboa e derrubaram o governo. Ao dissolverem o Parlamento e suspenderem as liberdades individuais, os militares substituíram a I República por Ditadura Militar.
  • 53. Gomes da Costa: Manuel de Oliveira Gomes da Costa nasceu no dia 14 de Janeiro de 1863 e morreu no dia  17 de Dezembro de 1929. Foi um militar e político português, décimo presidente da Republica portuguesa  e o segundo da Ditadura Nacional.
  • 54. Mendes Cabeçadas: José Mendes Cabeçadas Júnior nasceu no dia 19 de Agosto de 1883 e morreu no dia  11 de Junho de 1965. Foi um oficial da Armada portuguesa, que teve um papel decisivo na preparação dos movimentos revolucionários que conduziram à criação e à extinção da Primeira República Portuguesa: a Revolução de 5 de Outubro de 1910 e o Golpe de 28 de Maio de 1926.
  • 55. Óscar Carmona: António Óscar de Fragoso Carmona nasceu no dia 24 de Novembro de 1869 e morreu no dia 18 de Abril de 1951. Foi um político e militar  português, filho e neto de militares, e foi o décimo primeiro Presidente da República Portuguesa.
  • 56. O período de ditadura Militar e a ascensão politica de Salazar
  • 57. Ditadura Salazarista A Ditadura Salazarista é um regime politico, em que o poder legislativo, executivo e judicial se concentram no chefe de governo. É chamado de Salazarismo devido ao tempo que Salazar governou Portugal, que foi entre 1933 até 1968. Este regime permaneceu durante 41 anos em Portugal que foi desde que Salazar subiu ao seu poder e até á sua saída.
  • 58.
  • 59. Conclusão: Ao fazermos este trabalho apercebemo-nos que a Historia de Portugal tem mais do que nos pensamos. Tem muitas datas e muitos acontecimentos importantes. Este trabalho levou nos a conhecer mais o tempo de Salazar, as Guerras, e a Queda da Monarquia.
  • 60. Bibliografia Livro do 9ºano http://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_de_Berlim http://www.slideshare.net/claudiacravo/powerpoint-da-revoluo-republicana http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_de_31_de_janeiro_de_1891 http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://www.xiconhoca.net/oregicidiode1908/nobre-001.jpg&imgrefurl=http://www.xiconhoca.net/oregicidiode1908/&usg=__vAI2wCVAkC7UcXGNzzhAoHV_mkU=&h=1046&w=744&sz=233&hl=pt-pt&start=0&sig2=hlRGEDlAyZlHNWLCFN3vFg&zoom=1&tbnid=SJ_6mjOhmLEYFM:&tbnh=110&tbnw=78&ei=Jj_5TOjuAcrvsgbs8-W5Aw&prev=/images%3Fq%3Do%2Bregicidio%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26sa%3DN%26biw%3D999%26bih%3D489%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=264&oei=Jj_5TOjuAcrvsgbs8-W5Aw&esq=1&page=1&ndsp=20&ved=1t:429,r:18,s:0&tx=45&ty=61 http://www.slideshare.net/InesSalavisa/da-queda-da-monarquia-implantao-da-repblica-2962253 (http://www.slideshare.net/InesSalavisa/da-queda-da-monarquia-implantao-da-repblica-2962253) http://www.slideshare.net/abaj/5-de-outubro-7e http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Mascarenhas_Relvas http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Maria_de_Azevedo_Machado_Santos
  • 61. http://historia9ano.blogs.sapo.pt/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_(Portugal) http://www.areamilitar.net/HISTbcr.aspx?N=128 http://pt.wikipedia.org/wiki/Flandres http://www.marinha.pt/PT/amarinha/historia/historiadamarinha/Pages/InstabilidadepoliticaeepocadecrisenaMarinha.aspx http://darussia.blogspot.com/2010/02/instabilidade-politica-e-baixo-nivel-de.html http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=121059 http://darussia.blogspot.com/2010/02/instabilidade-politica-e-baixo-nivel-de.html http://historia9-penedono.blogspot.com/2010/10/1-republica.html http://www.rebelion.org/noticia.php?id=6838 http://www.slideshare.net/alimentacao/historia-republica-oficial1 http://turma9a-ap.blogs.sapo.pt/4323.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Sid%C3%B3nio_Pais http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Joaquim_Pereira_Pimenta_de_Castro http://www.slideshare.net/darkbot/ditadura-salazarista http://pititi.com/portugal/bandeira.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Escudo_portugu%C3%AAs http://www.infopedia.pt/$constituicao-de-1822