PNAIC Grandezas e medidas, UNIDADE 6

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PNAIC. UNIDADE 6. GRANDEZAS E MEDIDAS, SLIDES ORGANIZADOS COM IDEIAS DA FORMAÇÃO DE SOROCABA.

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PNAIC Grandezas e medidas, UNIDADE 6

  1. 1. ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE
  2. 2. LEITURA DELEITE PROFESSORA LOURDES
  3. 3. PERSPECTIVA DO ENCONTRO  Este caderno apresenta uma configuração com abordagens, sequencias didáticas e encaminhamento teórico que , no conjunto, tem como objetivo oferecer aos professores possibilidades de trabalho de modo adequado ao eixo Grandeza e Medida, considerando os diferentes contextos, percebendo o quanto usamos de medidas no dia a dia.
  4. 4. Seção compartilhando  Atividade 5: Leitura coletiva do relato da professora Thaís Izabelle Lins da Silva, escolha uma pessoal do grupo e estruture o texto com as experiências desta professora no ensino sobre Grandezas e Medidas. E vamos compartilhar.
  5. 5.  Medir é eleger uma unidade (tanto as convencionais como também pés, palmos etc.) e determinar quantas vezes ela cabe no objeto a ser medido. A escola deve ajudar a turma a refletir sobre os diferentes resultados obtidos e a necessidade de padronização. Revista Nova Escola
  6. 6. Seção compartilhando (grande grupo)  Atividade 1: Escolha um colega do grupo para medir, corte um barbante com a medida do mesmo, cole no papel indicado, não esqueça de identificar, colocando o nome de quem se tirou a medida.  Vamos refletir sobre as seguintes questões:  É possível comparar as medidas obtidas? Porque?  Como a humanidade resolveu este problema?  O que os alunos podem aprender sobre medidas nessa atividade.
  7. 7. Entendemos por grandeza tudo aquilo que pode ser medido, contado. As grandezas podem ter suas medidas aumentadas ou diminuídas. Alguns exemplos de grandeza: o volume, a massa, a superfície, o comprimento, a capacidade, a velocidade, o tempo, o custo e a produção.
  8. 8.  Mas nem sempre foi assim:  Uma das formas que se media era na quantidade de comida com o tamanho da fome.  Mas a partir do momento em que o homem passou a viver em grupos e à proporção começou a crescer, a necessidade de medir aumentava ainda mais. As maneiras como mediam as grandezas eram bastante simples: usavam partes do próprio corpo, como o comprimento do pé, a largura da mão ou a grossura do dedo, o palmo e a passada. Utilizavam ainda uma vara ou um bastão.
  9. 9.  Nas construções como casas, comércios (venda dos produtos), navios, espaço territoriais foram surgindo as necessidades de se padronizar estas medições.
  10. 10.  Cada povo desenvolveu a sua medida a partir do próprio corpo de acordo com o que grupo em que se estava inserido concordou
  11. 11.  Era preciso criar um sistema de equivalência entre o produto e um padrão previamente determinado que fosse aceito por todos os membros do grupo. As unidades primitivas tomaram como referência o corpo humano. Palmos, braços e pés ajudavam a dimensionar comprimento e área. Depois, vieram as balanças, as réguas, as ânforas e outras tantas medidas até a criação, em 1960, do sistema internacional de unidades, que estabelece grandezas universais para serem empregadas mundialmente. 
  12. 12.  Por viver num mundo já metrificado, você talvez ache muito natural, e até óbvio que as distâncias sejam medidas em quilômetros e o arroz em quilos, por exemplo. Mas poderia ter sido diferente. Se o Brasil e boa parte do mundo não tivessem adotado o metro e as outras unidades exportadas pelo império napoleônico, talvez ainda usássemos o sistema imperial britânico, com suas jardas, onças e galões. E veríamos o mundo de outra maneira.
  13. 13.  Podemos encontra em sociedade alguns objetos para se medir determinadas grandezas:
  14. 14.  Mesmo se padronizando as medidas, elas ainda não são as únicas forma, sendo distinguida conforme a realidade de cada povo para estimar a medida de grandeza utilizando outras unidades de medidas.
  15. 15. LEITURA EM GRUPO  G1: “Grandezas e Medias a partir do universo infantil” e “A medida em nossas vidas” P. 7 ao 17.  G2: “A importância de se ensinar Grandezas e Medidas” e “O olhar do observador” P.18 ao 23.  G3: “Afinal o que é medir?” e “A feia e as Cuias” P. 28 ao 40.  G4:”Ô matapi, ó paneiro!” e “valor monetário”. P41 ao 52.  G5: “Valor monetário” e “Tempo cabeça, tempo mão” P. 48 ao 62
  16. 16. Analisando a leitura Reflita e registe as seguintes questões; Quais considerações se teve que ter ao aplicar a medida em sala; Qual medida usada; Procedimentos; Registre o porque da necessidade de se padronizar as unidades de medidas; Liste as unidades de medidas que você conhece e também as grandezas que essas unidades medem.
  17. 17.  O ato de medir esta tão presente no nosso dia a dia como o ato de contar e as medidas são sempre expressas por números, mesmos que sejam medidas de grandezas das quais nunca ouvimos falar. P. 13
  18. 18. LEITURA DELEITE
  19. 19. Recapitulando o encontro passado  Formas de se medir.. A Partir de... Trabalhando estimativa, medindo com canudo...
  20. 20. Contextualizando a leitura...
  21. 21. Comparar as unidades, verificar onde tem mais, onde tem menos...
  22. 22.  1,47m posso comparar com 54 kg Reconhecer sua grandeza e assim poder classifica-la...
  23. 23. Estimativa, numa escolha de critérios de comparação utilizada...  Tamanho do salto, uso do corpo;  Uso correto da régua ou trena;
  24. 24. Reconhecendo os objetos usados para medir no ambiente em que vive...
  25. 25. Reconhecendo recipiente para medir no cotidiano em que vive, desenvolvendo noções sobre as medidas de capacidade...
  26. 26. Aborda-se a geometria das embalagens e suas respectivas medidas, a questão de consumo responsável...  Unidade de valor, quanto vale determinado objeto
  27. 27. Sugestão de atividades:
  28. 28. Compreensão da medida de duração de intervalo de tempo: antes e depois, o estabelecimento de uma sequencia temporal...P.59.
  29. 29. Medida de tempo não se resolve apenas por relógios mas em situações do dia a dia  Fatos que acontecem durante um dia inteiro, ciclo de vida, fases da lua, estações do ano...  A duração de um acontecimento são indicadas por um "intervalo de tempo".
  30. 30.  Estudo de duração dos intervalos de tempo (As aulas começa ás 7 da manha o intervalo é as 9 hs. Quanto tempo depois de iniciar a aula é servida a merenda?)  Estudo de sução de intervalos de tempo (A mãe de Carlos trabalha das 8 da manhã até as 14 horas da tarde. Quantas horas ela trabalha?)  Estudo de instrumentos e dispositivos de marcação de intervalos de tempo (calendário, relógio, e suas relações)
  31. 31. Como podemos trabalhar?!
  32. 32.  È de extrema importância construir com as crianças o sentido da medida, de forma que se perceba que usamos os números para diferentes situações em seu cotidiano, ou seja, não usamos apenas para contar, mas também para comparar, diferenciar um objeto do outro, seja medindo, pesando, quantificando-o.
  33. 33. Seção compartilhando  Atividade 6: Leia a experiência da profº Marlene (P.68), discuta e registre que adaptações poderiam ser feita para ser trabalhada com o 2º ano e o 3º ano?
  34. 34.  Na propostas e experiências citadas, sempre se considerava o manipulamento da criança com a unidade a ser medida... Mostrando que...
  35. 35. Só se aprende medir MEDINDO  Há diferentes coisas que podem ser medidas; o dono da quitanda mede "pesos", o lojista "comprimentos", a fábrica "tempos". Também podem ser medidos volumes, áreas, temperaturas, etc.  Tudo aquilo que pode ser medido chama-se "grandeza", assim, o peso, o comprimento, o tempo, o volume, a área, a temperatura, são "grandezas". Ao contrário, visto que não podem ser medidas, não são grandezas a Verdade ou a Alegria.
  36. 36.  Os comprimentos, massas, capacidades, entre outras grandezas, são experimentadas, desde muito cedo, pelas crianças pequenas, sendo anunciadas a partir das características dos objetos, comparando-os. P.14  Onde certamente se expressarão por MAIS MAIOR DE GRANDE ou MAIS MAIOR. P.15
  37. 37.  Onde podemos criar conhecimentos utilizando situações como... Peso, proporção, comparar, sistema monetário. E dentro destes conceitos se pode trabalhar geometria, números, proporções e outros campos É barato ou é caro?
  38. 38.  O vocabulário associado às práticas de mediação (maior, menor, mais grande, mais pequeno, mais isso, menos aquilo) vai sendo refinado à medida que o aluno se vê imerso em situações nas quais o vocabulário vai sendo utilizado, cada vez mais com naturalidade e dentro do contexto. P. 32.  E criando noções do quanto vale determinado objeto.
  39. 39. Seção compartilhando  Atividade 4:  Considerando estes objetos:  Quais as grandezas cujas medidas você poderia explorar com seus alunos?  E com
  40. 40.  Enfim são muitas as atividades do cotidiano dos educandos, principalmente as crianças, que sempre estão envolvidas com medidas Eu estou quente, acho que estou com febre! O meu salgadinho está acabando! O seu sapato ficou pequeno/gran de para mim A minha mochila está pesada! Falta dois dias para o meu aniversario! Esta quase na hora de ir embora!
  41. 41.  Sistematizando o conhecimento do cotidiano da criança para que ela possa reconhecer os atributos a serem medidos, Grandezas e suas unidade, sendo:
  42. 42.  Vídeo “Inmetro: o tempo todo com você”
  43. 43. ÁREA  Área é definida como quantidade de espaço bidimensional, superfície.  E poder ser medida em unidades como metros quadrados, quilômetros quadrados, ou hectares.
  44. 44. Como trabalhar?  Através de malha quadriculada  10m  7m  7mX10m=
  45. 45. CAPACIDADE  Capacidade é o volume interno de um recipiente;  Pode-se medir por Litro, líquidos como água, leite, gasolina, etc
  46. 46.  Onde tem mais  Quantos copos de 200 ml serão necessário para completar 1L  E o de 250 ml
  47. 47. comprimento  Comprimento expressa a distância entre dois pontos.  Podemos medir através do metro, e hoje em dia se define em termos da velocidade da luz. O centímetro e o quilômetro derivam do metro, e são unidades utilizadas habitualmente.  O metro é utilizado para expressar altura de pessoas, comprimentos, larguras, altura de prédios e de árvores. O centímetro é muito utilizado na medição de distâncias em mapas, tamanhos de mesas e objetos domésticos. O milímetro é utilizado na medição de parafusos e objetos muito pequenos.
  48. 48. Problematizar estas situações são fundamentais, quanto falta, quantos tem...
  49. 49. Massa  Massa é a quantidade de matéria que uma pessoa ou objeto possui. Massa é igual em qualquer lugar da Terra ou fora dela. Peso é uma força com que o corpo é atraído para o centro da Terra (gravidade) e varia de acordo com o local onde se encontra. Baseado na Fonte: http://www.somatematica.com.br/fundam/medmassa.php
  50. 50.  Vídeo: Balança de garrafas PET (manual do mundo)Youtube
  51. 51. Qual o instrumento de medida é utilizado para “pesar” a massa dos alimentos?
  52. 52. NOME: ____________________________________________________ DATA: _____________ PROFESSORA: _______________________ Objetivo: ampliar conhecimentos acerca de medidas, refletindo sobre situações cotidianas e sobre formas de tirar medidas diversas. TIRANDO MEDIDAS Leia os tipos de medidas e associe-os aos medidores das figuras, colocando o número correspondente. 2 4 peso horas metros minutos centímetros meses litros tempo dias Qual medida você usaria para... 1 3 5 6 a. saber o tamanho de um lápis? ____________________________ b. calcular quanto leite cabe em uma panela? ___________________ c. saber o tempo que você leva para tomar banho? _______________ d. calcular a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro? ____________ e. saber o peso de algumas batatas? __________________________ f. calcular quanto tempo você dorme? _________________________ g. saber a altura de um vaso? _______________________________
  53. 53. Garantindo assim os direitos de aprendizagem...
  54. 54.  Não precisamos ensinar determinada grandeza apenas no final do ano, mas durante o ano letivo, buscando garantir a construção de um conhecimento como um todo, rompendo com os limites das disciplinas, num diálogo constantes entre elas.
  55. 55. Mas como? Repensar a forma de priorizar conteúdos e temas Redefinir metodologias
  56. 56.  Compreender, entender as partes de ligação entre as diferentes áreas de conhecimento, unindo-se para transpor algo inovador, abrir sabedorias, resgatar possibilidades e ultrapassar o pensar fragmentado. É a busca constante de investigação, na tentativa de superação do saber.  E podemos garantir isso quando realizamos sequencia didática e também projetos.
  57. 57.  As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação. https://www.escrevendoofuturo.org.br/index.php?option=com_content&view=article &id=212:sequencia-didatica-e-ensino-de-generos-textuais& catid=23:colecao&Itemid=33
  58. 58.  Projeto didático é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolve uma situação- problema. Seu objetivo é articular propósitos didáticos (o que os alunos devem aprender) e propósitos sociais (o trabalho tem um produto final, como um livro ou uma exposição, que vai ser apreciado por alguém). Além de dar um sentido mais amplo às práticas escolares, o projeto evita a fragmentação dos conteúdos e torna a garotada corresponsável pela própria aprendizagem. http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/14-perguntas-respostas-projetos-didaticos- 626646.shtml
  59. 59. Seção compartilhando  Atividade 8: a partir dos relatos do Aprofundando o tema, elabore uma sequencia didática a ser aplicada em sua sala de aula.
  60. 60. Leitura Deleite
  61. 61. Retomando a tarefa da unidade anterior:
  62. 62. Mas o que a leitura deleite tem a ver com grandezas e medidas?!  Ela em si, talvez tenha pouco, mas o que eu posso trabalhar a partir dela!?
  63. 63. Complementar a aula de geometria:  Ao trabalhar a dobradura, é de suma importância que o papel a ser usado tenha uma medida, seja elas .....
  64. 64. quadradas
  65. 65. Retangular
  66. 66. Não tão usada, mas possível: Circular
  67. 67. Então mãos a obra  Vídeo de apoio: Sapinho saltador de origami 2. Youtube
  68. 68.  E para que efetivamente a dobradura aconteça é necessário ter noção de comparar, maior, menor, metade, e até mesmo o uso da régua...
  69. 69. Porem as possibilidades não param por ai...  Na historia, ocorre uma medida de tempo, para separar os acontecimentos, e como poderemos trabalhar?!  Hoje, ontem, dias, semanas, meses, temperatura (Clima do tempo)...
  70. 70. Comparar: O que é maior: o 1,80 metros de altura do príncipe ou 15 centímetro do sapo
  71. 71. Ciclo de vida
  72. 72.  As possiblidades são muitas, e como podemos ver grandezas e medidas esta vinculado a muitas ações do cotidiano, e apenas escutar, acabará no esquecimento, ver poderá até entender, mas MEDIR... a criança realmente irá aprender, pois terá um sentido do porque e para que se faz.  Instigando-os a saber e compreender o tamanho e o valor de cada objeto.
  73. 73. Leitura coletiva:  Acervo complementares na Educação inclusiva (caderno Inclusiva).P .71 a 84.
  74. 74.  Se há necessidade de se falar em inclusão é porque muitos têm sido excluídos da esfera social e educacional e, portanto, é importante refletir sobre o que é ser ou estar incluído, ou pensar sobre quem são os excluídos e como as pessoas são excluídas quando estamos falando de educação. Caderno Educação inclusiva. P.7.
  75. 75.  O respeito é importante, mas muito mais que isso considerar as diferenças, como parte do individuo, e a partir dela direcionar nortes, planejar, para uma intervenção pedagógica direcionada a sua necessidade educacionais.
  76. 76.  A inclusão, permeia a necessidade de se romper conceitos arcaico, buscar mudanças de conceitos e costumes, fugindo das regras tradicionais, ainda fortemente calcados na linearidade do pensamento.
  77. 77. VÍDEO – YOUTUBE
  78. 78.  Rubem Alves “A Águia que quase virou Galinha Uma Águia foi criada num Galinheiro. E foi aprendendo sobre o jeito galináceo de ser, pensar, de ciscar a terra, de comer milho, de dormir em poleiros... E na medida em que aprendia, ia esquecendo as poucas lembranças que lhe restavam do passado. É sempre assim: todo aprendizado exige um esquecimento... E ela desaprendeu o cume das montanhas, os vôos nas nuvens, o frio das alturas, a vista se perdendo no horizonte, o delicioso sentimento de dignidade e liberdade... Como não havia ninguém que lhe falasse destas coisas, e todas as galinhas cacarejassem os mesmo catecismos, ela acabou por acreditar que ela não passava de uma galinha com perturbação hormonal, tudo grande demais, aquele bico curso, sinal certo de acromegalia, e desejava muito que seu cocô tivesse o mesmo cheiro certo do cocô das galinhas...
  79. 79. Um dia apareceu por lá um homem que vivera nas montanhas e vira o voo orgulhoso das águias. - Que é que você faz aqui? – ele perguntou. - Este é meu lugar – ela respondeu. - Todo mundo sabe que galinhas vivem em galinheiros, comem milho, ciscam no chão, botam ovos e finalmente viram canja: não se perde utilidade total... - Mas você não é galinha, é uma águia. - De jeito nenhum. Águia voa alto. Eu nem sequer voar sei. Pra dizer a verdade, nem quero. A altura me dá vertigens. É mais seguro ir andado, passo a passo... E não houve argumento que mudasse a cabeça da águia esquecida. Até o homem, não aguentando mais ver aquela coisa triste, uma águia transformada em galinha, agarrou a água à força e a levou até o alto de uma montanha. A pobre águia começou a cacarejar de terror, mas o homem não teve compaixão; jogou-a no vazio do abismo. Foi então que o pavor, misturado a memórias que ainda moravam em seu corpo, fez as asas baterem, a princípio em pânico, mas pouco a pouco com tranquila dignidade, até se abrirem confiantes, reconhecendo aquele espaço imenso que lhe fora roubado. “Ela finalmente compreendeu que seu nome não era galinha, mas águia...”
  80. 80.  Para evoluirmos a esse estágio é fundamental trabalharmos a flexibilidade em nosso comportamento e postura, no sentindo de que cada pessoa é única, tem suas peculiaridades e requer formas diferenciadas de comunicação. Perceber o outro e suas necessidades para adaptar nossa linguagem de forma a nos fazer entendidos, aguçando nossas percepções para os devidos ajustes, quando necessário.
  81. 81. Seção compartilhando:  Caderno de Educação Inclusiva: Atividade 8  Utilizando o quadro, pense em atividades que possam ser trabalhadas com crianças surdas, cegas, com dificuldades de locomoção, etc. P. 88.
  82. 82. Vídeo: MARIO QUINTANA
  83. 83. Retomando grandezas e medidas... Na vida em sociedade, as grandezas e medida estão presentes em quase todas as atividades realizadas. Sendo assim, apresentar esse conteúdo de maneira contextualizada, desempenha um papel importante no currículo, uma vez mostrado evidentemente ao aluno, a utilidade do conhecimento matemático no cotidiano. Vejamos então algumas tabelas de medidas nem tanto usadas no âmbito escolar, mas pertinentes em sociedade:
  84. 84. Tabela de medida da maré
  85. 85.  Nesta tabela temos que direcionar o olhar para o nível médio da tabela, pois é a partir dele que se calcula o aumento (preamar) ou a baixa maré (baixa-mar);
  86. 86. Uma medição precisa do nível do mar é muito difícil de ser feita, mas ela é muito importante por duas razões principais: ao se obter uma medição precisa do nível do mar, é possível medir com precisão a altura de tudo em terra. Por exemplo, calcular a altura do Monte Everest (8840 m a cima do mar), Mar morto (424 m abaixo do mar), é complicado devido a imprecisões nas medições do nível do mar; conhecendo o nível do mar, podemos determinar se o nível dos oceanos está subindo ou baixando ao longo do tempo.
  87. 87.  Bula de remédio  VITAMIN  COMPRIMIDOS embalagens com 50 comprimidos  COMPOSIÇÃO  Sulfato ferroso .................... 400 mg  Vitamina B1 ........................ 280 mg  Vitamina A1 ........................ 280 mg  Ácido fólico ......................... 0,2 mg  Cálcio F .............................. 150 mg  INFORMAÇÕES AO PACIENTE  O produto, quando conservado em locais frescos e bem ventilados, tem validade de 12 meses.  É conveniente que o médico seja avisado de qualquer efeito colateral.  INDICAÇÕES: No tratamento das anemias.  CONTRA-INDICAÇÕES: Não deve ser tomado durante a gravidez.  EFEITOS COLATERAIS: Pode causar vômito e tontura em pacientes sensíveis ao ácido fólico da fórmula.  POSOLOGIA : Adultos: um comprimido duas vezes ao dia. Crianças: um comprimido uma vez ao dia.  LABORATÓRIO INFARMA S.A. Responsável - Dr. R. Dias Fonseca CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antônio. Alp Novo:análise, linguagem e pensamento. São Paulo: FTD, 1999. v. 2. p.184.
  88. 88.  No texto, a palavra COMPOSIÇÃO indica:  (A) as situações contra-indicadas do remédio.  (B) as vitaminas que fazem falta ao homem.  (C) os elementos que formam o remédio.  (D) os produtos que causam anemias.
  89. 89.  Através da bula, fica-se sabendo quais as possíveis reações que o medicamento causa além de saber para quais problemas é indicado, quando não se deve tomar, quais os sinais e sintomas de uma possível intoxicação medicamentosa, entre outras informações muito importantes. Ler a bula antes de tomar um remédio é muito importante para que se saiba exatamente o que pode ou não acontecer durante o uso do mesmo.
  90. 90.  Ao abrir uma conta de Luz, a visão se direciona para o quanto se deve pagar e o mês.  Mas vai além de verificar o valor para pagamento da conta de luz, é importante também sempre acompanhar o “consumo”. Muitas pessoas se preocupam apenas com o valor a pagar e nem sabem quanto realmente gastam. Por exemplo: isso confunde uma família que economizou energia, mas o seu “preço” subiu, e, o valor a pagar final continuou o mesmo, o que acaba por desestimular a economia.
  91. 91. Medidas que usamos e nem percebemos
  92. 92. Mãos a obra  Atividade 7: Explore o Caderno Jogos na Alfabetização Matemática, escolha um e vivencie, após discuta com seus colegas as potencialidades pedagógicas para seus alunos.
  93. 93. TAREFA  Ler e retirar os principais ideia dos textos do caderno Educação Inclusiva:  G1: Uma ilha de inclusão no mar de exclusão?  G2:A questão do currículo e da... Escola? Sociedade?  G3: Os direitos e a Aprendizagem  G4: Quem são eles? Os alunos da minha sala de aula?  G5:Acessibilidade, participação e aprendizagem
  94. 94. Sentimento não podem ser quantificados numericamente, mas fazem toda a diferença em sociedade... Boa noite!!!
  95. 95. REFERÊNCIAS  BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. PACTO: Grandezas e Medidas. – Brasília: MEC, SEB, 2014.  BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. PACTO: Jogos de Alfabetização Matemática. Brasilia: MEC, SEB, 2014.  BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. PACTO: Educação Inclusiva. – Brasília: MEC, SEB, 2014.  INTERNET:  http://flaviasweetangel.blogspot.com.br/2009/09/trava-lingua-com-dobradura-do- sapo.html  www.ideiacriativa.org  http://ciencia.hsw.uol.com.br/questao356.htm  www.climakids.com.br  http://michellebizarriaartigos.blogspot.com.br/2011/04/aceitar-as-diferencas-e-um- ato-de.html

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