Hipertensão e diabetes
relacionadas ao trabalho
Prof. Dr. Ageo M. C. Silva
O ADOECIMENTO DOS
TRABALHADORES E SUA RELAÇÃO
COM O TRABALHO
• Os trabalhadores possuem os mesmos perfis de
adoecimento e ...
Perfil de adoecimento e morte do
trabalhador
• doenças comuns, sem qualquer relação com o
trabalho;
• doenças comuns (crôn...
Perfil de adoecimento e morte do
trabalhador
• Doenças comuns que têm o espectro de sua
etiologia ampliado ou tornado mais...
Perfil de adoecimento e morte do
trabalhador
• Agravos à saúde específicos, tipificados pelos
acidentes do trabalho e pela...
CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO SUA
RELAÇÃO COM O TRABALHO
CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO
SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO
• GRUPO I: doenças em que o trabalho é CAUSA NECESSÁRIA
– doe...
CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO
SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO
• Portanto, a caracterização etiológica ou nexo
causal será e...
FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS
OCUPACIONAIS
• Físicos
• Químicos
• Biológicos
• Ergonômicos e Psicossociais
• Mecânicos e d...
Anamnese ocupacional
• A história ocupacional pode levar a uma
situação ou fator de risco para a saúde
presente no trabalh...
Anamnese ocupacional
• Importante investigar as ocupações
anteriores,
– variabilidade dos períodos de latência requeridos
...
O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO CAUSAL
ENTRE O DANO OU DOENÇA E O TRABALHO
• Tipo de relação causal com o trabalho:
– O traba...
O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO CAUSAL
ENTRE O DANO OU DOENÇA E O TRABALHO
• Grau ou intensidade da exposição:
– é compatível...
DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA
AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO
• Trabalhador não segurado (trabalhadores
autô...
DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA
AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO
• Trabalhador segurado pela Previdência Social...
DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA
AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO
• Havendo necessidade de afastamento
superior ...
DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA
AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO
• Concessão de auxílio-doença acidentário por
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Classificação da Incapacidade
Laborativa pelo INSS
• O médico-perito do INSS deverá, também,
proceder ao “reconhecimento t...
PAPÉIS E AS
ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO NAS DOENÇAS
RELACIONADAS AO TRABALHO
• Médico clínico
– Faz o diagnóstico da doença com ...
PAPÉIS E AS
ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO NAS DOENÇAS
RELACIONADAS AO TRABALHO
• Médicos do trabalho na empresa
• suspeita ou diag...
SERVIDORES PÚBLICOS REGIDOS POR REGIMES
PRÓPRIOS DE TRABALHO
• O servidor público federal contratado pelo RJU,
deve ter um...
DOENÇAS ENDÓCRINAS, NUTRICIONAIS E
METABÓLICAS RELACIONADAS AO TRABALHO
• LISTA DE DOENÇAS ENDÓCRINAS,
NUTRICIONAIS E META...
• A Hipertensão Arterial e o Diabetes Mellitus são
doenças e agravos não transmissíveis de alta
prevalência, cujos fatores...
QUAL A CAUSA DA
HIPERTENSÃO
ARTERIAL OU
PRESSÃO ALTA?
Na maioria das vezes não
conseguimos saber com precisão
a causa da hipertensão arterial,
mas sabemos que muitos fatores
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HEREDITARIEDADE
Algumas pessoas herdam a predisposição
à hipertensão arterial, que pode
apresentar-se em vários membros
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FATORES MODIFICÁVEIS
OBESIDADE
É um fator de risco para hipertensão
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FATORES MODIFICÁVEIS
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FATORES MODIFICÁVEIS
ESTRESSE
EXCESSO DE TRABALHO,
angústia, preocupações e
ansiedade, podem ser
responsáveis pela
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Fatores importantes na adesão
ao tratamento
Fatores importantes na adesão
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2) Relacionados às medidas
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O que é DIABETES?
O que é DIABETES?
A glicose vem principalmente dos alimentos, mas
também é produzida pelo corpo.
Insulina é a substância...
Sintomas
• Muita sede
• Excesso de urina
• Muita fome
• Cansaço
• Emagrecimento
• Formigamento nas mãos e pés
• Dormências...
Muitas pessoas tem diabetes e não SABEM!
Importante pesquisar diabetes em todas as
pessoas com mais de 40 anos de idade.
Diagnóstico
• Presença de açúcar na urina ou no sangue
• O diagnóstico é confirmado pelo exame
laboratorial de sangue (gli...
Fatores de risco
• Antecedente familiar
• Idade maior de 45 anos
• Estilo de vida pouco saudável, como sedentarismo,
dieta...
DIABETES GESTACIONAL
É o tipo que aparece pela primeira
vez na gravidez.
Principalmente se a mulher:
• Tem mais de 30 an...
Política Nacional de Atenção Integral
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• Objetivo: articular e integrar ações nos
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Plano de Reorganização da Atenção à
Hipertensão Arterial e ao Diabetes
Mellitus no Sistema Único de Saúde
• (Portaria MS-G...
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Acompanhamento de Pacientes Hipertensos e
Diabéticos
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Farmacêutica para Hipertensão Arterial e
Diabetes Mellitus
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Programa Nacional de Assistência
Farmacêutica para Hipertensão Arterial e
Diabetes Mellitus
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FATORES DE RISCO LABORAIS PARA
DIABETES E HIPERTENSÃO
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Outros fatores laborais de risco para
HA e Diabetes
FISICOS
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Agentes Ergonômicos
Principais Fatores Ergonômicos
Esforço físico intenso
Imposição de ritmos excessivos
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Conseqüências à saúde o trabalhador
Cansaço
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Hipertensão e diabetes relacionadas ao trabalho

  1. 1. Hipertensão e diabetes relacionadas ao trabalho Prof. Dr. Ageo M. C. Silva
  2. 2. O ADOECIMENTO DOS TRABALHADORES E SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO • Os trabalhadores possuem os mesmos perfis de adoecimento e morte da população em geral, em função de: – idade, gênero, grupo social ou – inserção em um grupo específico de risco • Podem adoecer ou morrer por causas relacionadas ao trabalho – Consequência da profissão ou – Pelas condições adversas em que seu trabalho é realizado.
  3. 3. Perfil de adoecimento e morte do trabalhador • doenças comuns, sem qualquer relação com o trabalho; • doenças comuns (crônico-degenerativas, infecciosas, neoplásicas, traumáticas, etc.) – , modificadas no aumento da frequência de sua ocorrência ou na precocidade de seu surgimento em trabalhadores • Ex: A hipertensão arterial em motoristas de ônibus urbanos;
  4. 4. Perfil de adoecimento e morte do trabalhador • Doenças comuns que têm o espectro de sua etiologia ampliado ou tornado mais complexo pelo trabalho. – Ex: A asma brônquica, dermatite de contato alérgica, perda auditiva induzida pelo ruído (ocupacional), doenças músculo-esqueléticas e alguns transtornos mentais em decorrência do trabalho, – somam-se (EFEITO ADITIVO) ou multiplicam-se (EFEITO SINÉRGICO) as condições provocadoras ou desencadeadoras destes quadros nosológicos;
  5. 5. Perfil de adoecimento e morte do trabalhador • Agravos à saúde específicos, tipificados pelos acidentes do trabalho e pelas doenças profissionais. • Ex: silicose e a asbestose
  6. 6. CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO
  7. 7. CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO • GRUPO I: doenças em que o trabalho é CAUSA NECESSÁRIA – doenças profissionais – intoxicações agudas de origem ocupacional. • GRUPO II: doenças em que o trabalho pode ser um fator de risco, contributivo, mas não necessário – doenças comuns, mais frequentes ou mais precoces em determinados grupos ocupacionais e para as quais o nexo causal é de natureza eminentemente epidemiológica. • HIPERTENSÃO ARTERIAL • DIABETES • neoplasias malignas (cânceres), • GRUPO III: doenças em que o trabalho é provocador de um distúrbio latente, ou agravador de doença preexistente – doenças alérgicas de pele – doenças respiratórias – distúrbios mentais
  8. 8. CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS SEGUNDO SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO • Portanto, a caracterização etiológica ou nexo causal será essencialmente de natureza epidemiológica, – pela observação de um excesso de frequência – Ou através do levantamento dos determinantes causais (através de estudos dos ambientes e das condições de trabalho).
  9. 9. FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS OCUPACIONAIS • Físicos • Químicos • Biológicos • Ergonômicos e Psicossociais • Mecânicos e de acidentes
  10. 10. Anamnese ocupacional • A história ocupacional pode levar a uma situação ou fator de risco para a saúde presente no trabalho – Ex: história ocupacional com exposição significativa ao asbesto, à sílica ou a solventes orgânicos, por exemplo.
  11. 11. Anamnese ocupacional • Importante investigar as ocupações anteriores, – variabilidade dos períodos de latência requeridos para o surgimento de uma patologia relacionada ao trabalho • algumas horas – conjuntivite por exposição a irritantes químicos – asma ocupacional • períodos superiores a 20 anos – silicose – alguns cânceres
  12. 12. O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO CAUSAL ENTRE O DANO OU DOENÇA E O TRABALHO • Tipo de relação causal com o trabalho: – O trabalho é considerado causa necessária (Tipo I)? – Fator de risco contributivo de doença de etiologia multicausal (Tipo II)? – Fator desencadeante ou agravante de doença preexistente (Tipo III)?
  13. 13. O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO CAUSAL ENTRE O DANO OU DOENÇA E O TRABALHO • Grau ou intensidade da exposição: – é compatível com a produção da doença? • Tempo de exposição: – é suficiente para produzir a doença? • Tempo de latência: – é suficiente para que a doença se instale e manifeste?
  14. 14. DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO • Trabalhador não segurado (trabalhadores autônomos, avulsos e empresários) – atestado médico é apenas um documento pessoal • Servidores públicos (contratados sob RJU ): – o atestado médico de incapacidade para o trabalho é necessário para que ele obtenha o abono da ausência ao trabalho.
  15. 15. DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO • Trabalhador segurado pela Previdência Social – o atestado médico de incapacidade para o trabalho servirá para justificar seu afastamento do trabalho – Na verdade, o atestado médico irá justificar as faltas ao trabalho apenas nos primeiros 15 (quinze) dias, que sempre são pagos pela empresa;
  16. 16. DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO • Havendo necessidade de afastamento superior a 15 (quinze) dias: – O segurado deverá se apresentar à Perícia Médica do INSS para perícia – concessão do benefício auxílio-doença cujo valor corresponde a 91% do salário de benefício. – A partir do 16.º dia, correrá por conta do INSS, enquanto perdurar a incapacidade laboral.
  17. 17. DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA RELACIONADA AO TRABALHO E AFASTAMENTO DO TRABALHO • Concessão de auxílio-doença acidentário por acidente de trabalho: – garante ao paciente/trabalhador/segurado a estabilidade de um ano no emprego, após a sua cessação.
  18. 18. Classificação da Incapacidade Laborativa pelo INSS • O médico-perito do INSS deverá, também, proceder ao “reconhecimento técnico do nexo causal entre o acidente e a lesão, a doença e o trabalho e a causa motriz e o acidente” • Não basta dizer “intoxicação pelo chumbo”. Ele irá averiguar se se trata de intoxicação por exposição ocupacional e se esta exposição ocorre ou ocorreu no trabalho.
  19. 19. PAPÉIS E AS ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO NAS DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO • Médico clínico – Faz o diagnóstico da doença com suspeita de relação causal trabalho-doença ou o nexo causal – Define o tratamento e inicia os procedimentos necessários para que o paciente segurado possa usufruir os direitos previdenciários (na forma de benefícios e serviços) • Médico-perito do INSS avalia: – existência (ou não) de incapacidade para o trabalho, – grau e duração, confirmando (ou não), pelo reconhecimento técnico, o nexo causal entre a doença e o trabalho
  20. 20. PAPÉIS E AS ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO NAS DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO • Médicos do trabalho na empresa • suspeita ou diagnostica doença relacionada ao trabalho • Médicos da fiscalização do MTE (idem) • Médicos que trabalham com a estratégia da vigilância em saúde (idem)
  21. 21. SERVIDORES PÚBLICOS REGIDOS POR REGIMES PRÓPRIOS DE TRABALHO • O servidor público federal contratado pelo RJU, deve ter um processo aberto na unidade ou no órgão no qual trabalha e deve ser examinado pela perícia médica, a quem cabe caracterizar o nexo e a eventual incapacidade para o trabalho. • O RJU não prevê benefícios específicos para o indivíduo vitimado por esses agravos, exceto – Aposentadoria com vencimentos integrais na vigência de incapacidade total e permanente.
  22. 22. DOENÇAS ENDÓCRINAS, NUTRICIONAIS E METABÓLICAS RELACIONADAS AO TRABALHO • LISTA DE DOENÇAS ENDÓCRINAS, NUTRICIONAIS E METABÓLICAS RELACIONADAS AO TRABALHO – Hipotireoidismo devido a substâncias exógenas (E03.-) – Outras porfirias (E80.2) • Hipotireoidismo – redução, na circulação, do hormônio tireoidiano (HT) ou, mais raramente, por resistência periférica à sua ação.
  23. 23. • A Hipertensão Arterial e o Diabetes Mellitus são doenças e agravos não transmissíveis de alta prevalência, cujos fatores de risco e complicações representam hoje a maior carga de doenças em todo o mundo. • São responsáveis pelas maiores taxas de morbimortalidade da população brasileira e de todo o mundo, gerando sofrimento pessoal e familiar, com alto custo financeiro e social.
  24. 24. QUAL A CAUSA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL OU PRESSÃO ALTA?
  25. 25. Na maioria das vezes não conseguimos saber com precisão a causa da hipertensão arterial, mas sabemos que muitos fatores tanto os podem ser igualmente responsáveis. não modificáveis como os modificáveis
  26. 26. HEREDITARIEDADE Algumas pessoas herdam a predisposição à hipertensão arterial, que pode apresentar-se em vários membros de uma família. IDADE O envelhecimento aumenta o risco da hipertensão arterial em ambos os sexos. FATORES NÃO MODIFICÁVEIS RAÇA A hipertensão é mais comum em pessoas da raça negra
  27. 27. FATORES MODIFICÁVEIS OBESIDADE É um fator de risco para hipertensão arterial
  28. 28. FATORES MODIFICÁVEIS
  29. 29. FATORES MODIFICÁVEIS
  30. 30. FATORES MODIFICÁVEIS ESTRESSE EXCESSO DE TRABALHO, angústia, preocupações e ansiedade, podem ser responsáveis pela elevação da pressão arterial.
  31. 31. Fatores importantes na adesão ao tratamento Fatores importantes na adesão ao tratamento 2) Relacionados às medidas higieno-dietéticas: 3) Relacionados ao medicamento: Dieta hipossódica Redução do peso corporal A prática diária de exercício A importância da tranquilidade O uso discreto do álcoolNúmero exagerado de medicamentos Número exagerado de comprimidos Necessidade de tratamento prolongado Existência de efeitos colaterais Preço elevado do medicamento 1) Relacionados ao médico: Relação médico-paciente difícil Imposição de esquemas terapêuticos complexos MINISTÉRIO DA SAÚDE Coordenação de Doenças Crônico-Degenerativas
  32. 32. O que é DIABETES?
  33. 33. O que é DIABETES? A glicose vem principalmente dos alimentos, mas também é produzida pelo corpo. Insulina é a substância responsável pela captação de glicose do sangue e utilização como fonte de energia. O DIABETES MELLITUS ocorre porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou porque ela não age da forma adequada no organismo. O diabetes é uma doença em que há aumento da glicemia (açúcar no sangue).
  34. 34. Sintomas • Muita sede • Excesso de urina • Muita fome • Cansaço • Emagrecimento • Formigamento nas mãos e pés • Dormências • Peso ou dores nas pernas • Infecções repetidas na pele e mucosas
  35. 35. Muitas pessoas tem diabetes e não SABEM! Importante pesquisar diabetes em todas as pessoas com mais de 40 anos de idade.
  36. 36. Diagnóstico • Presença de açúcar na urina ou no sangue • O diagnóstico é confirmado pelo exame laboratorial de sangue (glicemia) após um jejum de 8 a 12 horas.
  37. 37. Fatores de risco • Antecedente familiar • Idade maior de 45 anos • Estilo de vida pouco saudável, como sedentarismo, dieta inadequada e obesidade • Sobrepeso • Hipertensão arterial (“pressão alta”) • Colesterol maior que o normal
  38. 38. DIABETES GESTACIONAL É o tipo que aparece pela primeira vez na gravidez. Principalmente se a mulher: • Tem mais de 30 anos, • Tem parentes próximos com Diabetes, • Já teve filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer,
  39. 39. Política Nacional de Atenção Integral a Hipertensão Arterial e ao Diabetes • Objetivo: articular e integrar ações nos diferentes níveis de complexidade e nos setores públicos e privados para reduzir fatores de risco e a morbimortalidade por essas doenças e suas complicações, priorizando a promoção de hábitos saudáveis de vida, prevenção e diagnóstico precoce e atenção de qualidade na atenção básica.
  40. 40. Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus no Sistema Único de Saúde • (Portaria MS-GM nº 16, de 03/01/2002) • Objetivo: Reduzir o número de internações, procura por pronto atendimento e os gastos com tratamento de complicações e sequelas, aposentadorias precoces e a mortalidade cardiovascular com consequente melhoria da qualidade de vida da população.
  41. 41. HIPERDIA – Sistema de Cadastro e Acompanhamento de Pacientes Hipertensos e Diabéticos  Destina-se ao cadastramento e acompanhamento de portadores de hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus do Sistema Único de Saúde - SUS.  Permitir o monitoramento dos pacientes cadastrados no Plano Nacional de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus.  Gerar informações para a aquisição, dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes cadastrados pelo HiperDia.
  42. 42. Programa Nacional de Assistência Farmacêutica para Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus • Foi instituído como parte da Política Nacional de Assistência Farmacêutica Básica. Foram padronizados e estão disponíveis para toda rede da atenção básica: Hipertensão: - Propranolol - Hidroclorotiazida - Captopril - Glicazida Diabetes: -Metformina - Glibenglamida - Insulina NPH - Insulina Regular
  43. 43. Programa Nacional de Assistência Farmacêutica para Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus • Insumos - Seringas com agulha acoplada para aplicação de insulina; - Tiras reagentes de medida de glicemia capilar; - Lancetas para punção digital.
  44. 44. FATORES DE RISCO LABORAIS PARA DIABETES E HIPERTENSÃO
  45. 45. FATORES DE RISCO LABORAIS PARA DIABETES E HIPERTENSÃO • SER DO SEXO MASCULINO • IDADE MAIOR DO QUE 40 ANOS • PESSOAS COM ATIVIDADES OPERACIONAIS (EM RELAÇAO ÀS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS) • ESTRESSE NO TRABALHO (APENAS PARA HIPERTENSÃO) • ATIVIDADES SEDENTÁRIAS • CONSUMO DE ALCOOL DIÁRIO • EXCESSO DE PESO • COLESTEROL ALTERADO • COLESTEROL HDL DIMINUIDO • COLESTEROL LDL AUMENTADO • TRIGLICERÍDEOS ALTERADOS
  46. 46. Outros fatores laborais de risco para HA e Diabetes FISICOS • RUÍDOS (CONTÍNUOS, INTERMITENTES, DE IMPACTO) • EXTREMOS DE TEMPERATURA (FRIO, CALOR) • VIBRAÇÕES (ESPECIALMENTE NOS TRANSPORTES) QUIMICOS E ERGONÔMICOS
  47. 47. Agentes Ergonômicos Principais Fatores Ergonômicos Esforço físico intenso Imposição de ritmos excessivos Levantamento e transporte manualde peso Exigênciade postura inadequada Controle rígido de produtividade Jornada de trabalho prolongada Trabalhoem turno e noturno Monotonia e repetitividade
  48. 48. Agentes Ergonômicos Conseqüências à saúde o trabalhador Cansaço Hipertensão arterialFraqueza Alteraçõesdo sono Alteraçõesda libidoe da vida social Dores musculares Taquicardia Doenças doaparelhodigestivo (gastrite,úlcera,etc.) Angina Infarto Diabetes DORT
  49. 49. OBRIGADO ! ageosilva@ses.mt.gov.br

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