ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DEFICIÊNCIA MENTAL Fabiana Maria das Graças Soares de Oliveira
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO/ EDUCAÇÃO ESPECIAL <ul><li>A Constituição Federal de 1988 </li></ul><ul><li>A Lei 93...
LEGISLAÇÃO INDUTORA - AEE <ul><li>“ Programa Educação Inclusiva” (2003); “Educação Inclusiva - Atendimento Educacional Esp...
LEGISLAÇÃO INDUTORA <ul><li>Política Nacional de Educação Especial  na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) </li></ul>...
Decreto 6.571/08 no seu Art. 1º: <ul><li>Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recu...
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RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 2/10/ 2009 – Art. 2o. <ul><li>FUNÇÕES DO AEE </li></ul><ul><li>[...] complementar ou suplementa...
RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 2/10/ 2009 <ul><li>Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na edu...
ACOLHIMENTO <ul><li>Barreiras </li></ul><ul><li>Descrédito </li></ul><ul><li>Baixa expectativa </li></ul><ul><li>Destaque ...
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>Efeitos do meio sobre a pessoa com deficiência:  </li></ul><ul><li>Discriminação </li></ul...
IMPASSES/COMPLEXIDADE <ul><li>O  ensino na escola comum </li></ul><ul><li>Definição do Atendimento Educacional Especializa...
DEFICIÊNCIA MENTAL <ul><li>A PSICANÁLISE  </li></ul><ul><li>Freud - o inconsciente, processos psíquicos </li></ul><ul><li>...
DEFICIÊNCIA MENTAL <ul><li>Estigmatização/reações(Goffman)- o diferente; desacreditado; desaprovado </li></ul><ul><li>O Es...
DISCUTINDO O CONCEITO (AADID, 2010): DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>A deficiência intelectual é caracterizada pela limita...
A ESCOLA COMUM E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>O aluno com DI: </li></ul><ul><li>Desafia a escola </li></ul><ul><li>Ma...
A ESCOLA COMUM E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>Necessidade de transformação da escola: </li></ul><ul><li>Aprendizagem ...
O ALUNO COM DI <ul><li>Dificuldades: </li></ul><ul><li>construir conhecimento como os demais </li></ul><ul><li>demonstrar ...
O QUE PENSAM OS PROFESSORES? <ul><li>resposta educativa de acordo com as necessidades e características </li></ul>
E AS ESCOLAS? <ul><li>Reorganização : atendimento a todos os alunos </li></ul><ul><li>Adaptação do conteúdo escolar  deve ...
COMO ORGANIZAR A ESCOLA? <ul><li>Remoção de barreiras: acolhimento do aluno com deficiência </li></ul><ul><li>Acessibilida...
AOS PROFESSORES NA PERSPECTIVA INCLUSIVA <ul><li>Aprender é uma ação humana, criativa, individual, heterogênea e regulada ...
AOS PROFESSORES NA PERSPECTIVA INCLUSIVA <ul><li>Diferentes idéias, opiniões, níveis de compreensão enriquecem o processo ...
AOS PROFESSORES... <ul><li>Ensinar é um ato coletivo </li></ul><ul><li>O conhecimento deve ser disponibilizado a todos os ...
AOS PROFESSORES... <ul><li>Modificar práticas discriminatórias </li></ul><ul><li>Eliminar padronização </li></ul><ul><li>A...
ATRIBUIÇÕES PROFESSOR DE AEE <ul><li>I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de ac...
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos m...
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias...
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>VII  – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcio...
O PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Pelo professor de sala de recursos ou centros (CAEE </li></ul><ul...
INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>Projeto Político Pedagógico: </li></ul><ul><li>I – sala de recursos multifuncionais: es...
INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>III – cronograma de atendimento aos alunos; </li></ul><ul><li>IV – plano do AEE: identi...
INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de </...
E ASSIM... <ul><li>Ao invés de adaptar e individualizar /diferenciar o ensino para alguns, a escola comum precisa: </li></...
PROPOSTA EDUCACIONAL INCLUSIVA <ul><li>O professor precisa contar com: </li></ul><ul><li>- </li></ul>Respaldo da direção e...
ESCOLA ESPECIAL  <ul><li>Para repensar:  subdivisão dos alunos - os que têm condições de ser encaminhados para a escola co...
E AS ESCOLAS ESPECIAIS? <ul><li>Espaços de atendimento educacional especializado </li></ul><ul><li>Não: à estrutura e mode...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – O CONCEITO <ul><li>Nova concepção da Educação Especial </li></ul><ul><li>Uma das c...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Leva os alunos a agirem intelectualmente </li></ul><ul><li>Privilegia o dese...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Permite que o aluno traga suas vivências </li></ul><ul><li>Assuma posicionam...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECAILIZADO <ul><li>Incentivo aos alunos: expressão, pesquisa, hipóteses e reinvenção do conheci...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não tem como objetivo o ensino escolar </li></ul><ul><li>Busca o conheciment...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não:  </li></ul><ul><li>é ordenado de fora </li></ul><ul><li>é planejado sis...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Leva o aluno a construir conhecimento para si mesmo </li></ul><ul><li>Deve a...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não pode reproduzir uma sala de aula comum e tradicional </li></ul><ul><li>D...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>FOCO: </li></ul><ul><li>Cooperação, interação, incentivo aos alunos na propo...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: LÓCUS – Res. 4, 2009 (art. 5º.) <ul><li>Salas de Recursos Multifuncionais da própri...
ORGANIZAÇÃO <ul><li>Erros: caminho/processo para aprendizagem </li></ul><ul><li>Produção: registro de diferentes formas e ...
ORGANIZAÇÃO <ul><li>Agrupamento por idade </li></ul><ul><li>Possibilidade de escolha pelo aluno </li></ul><ul><li>Salas ob...
ORGANIZAÇÃO <ul><li>Funcionamento semanal - 2ª. a 6ª </li></ul><ul><li>Flexibilidade no planejamento/revisão </li></ul><ul...
ORGANIZAÇÃO: sugestões <ul><li>Letramento </li></ul><ul><li>Jogos e Brincadeiras </li></ul><ul><li>Arte e educação: cênica...
ESPAÇOS   <ul><li>Espaço de desenvolvimento da linguagem:  Ambiente que oportunizará ao aluno ações que possibilitem a com...
ESPAÇOS <ul><li>Espaço destinado à  estimulação do aluno  para o uso funcional da linguagem em todas as suas dimensões, co...
ESPAÇOS   <ul><li>Espaço de Criação e Pesquisa : neste ambiente o educando será orientado a procurar solução de situações-...
ESPAÇOS <ul><li>Espaço de Informática : Espaço de vivência e utilização dos recursos tecnológicos e inclusão digital, a fi...
ESPAÇOS  <ul><li>Espaço de Expressão Corporal:   voltado para múltiplas possibilidades de vivências corporais, com vistas ...
ESPAÇOS <ul><li>Estimulação Precoce:  espaço destinado ao atendimento de crianças de 0 a 03 anos de idade com a finalidade...
LETRAMENTO <ul><li>Expressão da linguagem oral e/ou escrita </li></ul><ul><li>Diferentes situações comunicativas </li></ul...
OBJETIVOS <ul><li>Ouvir o outro: compreender a transmissão oral de colegas e professores </li></ul><ul><li>Conhecimentos d...
OBJETIVOS <ul><li>Falar : comunicação oral para exprimir compreensão, interesse, desejos, idéias </li></ul><ul><li>Ler : i...
OBJETIVOS <ul><li>Favorecer a livre expressão : </li></ul><ul><li>ler, escrever, falar, comunicar (oral ou escrito) </li><...
PONTOS RELEVANTES <ul><li>Conhecimento do aluno </li></ul><ul><li>Apresentação e exploração de vários gêneros textuais: </...
ARTE: dança e música <ul><li>Importância do movimento corporal </li></ul><ul><li>Movimento corporal:  linguagem, comunicaç...
ARTE: dança e música  <ul><li>Dança e música:  sensibilidade, afetividade, estética e cognição, interpretação simbólica do...
ARTE: dança e música  <ul><li>O movimento:  autonomia, descobertas e desenvolvimento das potencialidades corporais </li></...
OBJETIVOS <ul><li>Expressão musical; corporal e trocas </li></ul><ul><li>Diferentes qualidades e dinâmicas do movimento: f...
OBJETIVOS <ul><li>Experiências estéticas:  desenvolver o gosto pela música; ampliar universo musical </li></ul><ul><li>Per...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO:  PONTOS de REFLEXÃO <ul><li>O que justifica o atendimento educacional especializado...
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO:  PONTOS DE REFLEXÃO <ul><li>Como organizar, tendo em vista a experiência e os servi...
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Atendimento educacional especializado.ppt2 libera limes-4-7-11congresso 2011

  1. 1. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DEFICIÊNCIA MENTAL Fabiana Maria das Graças Soares de Oliveira
  2. 2. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO/ EDUCAÇÃO ESPECIAL <ul><li>A Constituição Federal de 1988 </li></ul><ul><li>A Lei 9394/96-LDB </li></ul><ul><li>Equívocos: reforço escolar e atendimento clínico </li></ul><ul><li>Críticas à Educação Especial: treinos, categorizações, movimento de Integração escolar; ensino pelo concreto; </li></ul><ul><li>Limitações às capacidades de pensar e de criar das pessoas com DI </li></ul>
  3. 3. LEGISLAÇÃO INDUTORA - AEE <ul><li>“ Programa Educação Inclusiva” (2003); “Educação Inclusiva - Atendimento Educacional Especializado para a Deficiência Mental (BRASIL, 2006)”; caderno “Sala de Recursos Multifuncionais – Espaço para Atendimento Educacional Especializado” (2006). </li></ul><ul><li>Projeto de Formação Continuada à Distância de professores para o Atendimento Educacional Especializado (BRASIL, 2007), na qual consta o caderno “Atendimento Educacional Especializado – Deficiência Mental”. </li></ul>
  4. 4. LEGISLAÇÃO INDUTORA <ul><li>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) </li></ul><ul><li>Decreto n° 6571 de 17 de setembro de 2008 </li></ul><ul><li>Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica, n 04 de 2 de outubro de 2009. </li></ul>
  5. 5. Decreto 6.571/08 no seu Art. 1º: <ul><li>Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. </li></ul><ul><li>(§ 1º.) </li></ul>
  6. 6. Decreto 6.571/08 no seu Art. 1º: <ul><li>O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família e ser realizado em articulação com as demais políticas públicas. (§ 2 º) </li></ul>
  7. 7. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 2/10/ 2009 – Art. 2o. <ul><li>FUNÇÕES DO AEE </li></ul><ul><li>[...] complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem. </li></ul>
  8. 8. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 2/10/ 2009 <ul><li>Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos demais serviços. (Par. Único) </li></ul>
  9. 9. ACOLHIMENTO <ul><li>Barreiras </li></ul><ul><li>Descrédito </li></ul><ul><li>Baixa expectativa </li></ul><ul><li>Destaque à deficiência </li></ul><ul><li>Questão conceitual </li></ul><ul><li>Resistência dos profissionais </li></ul><ul><li>Desconhecimento? </li></ul>
  10. 10. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>Efeitos do meio sobre a pessoa com deficiência: </li></ul><ul><li>Discriminação </li></ul><ul><li>Barreiras </li></ul><ul><li>Destaque à deficiência </li></ul><ul><li>Acolhimento </li></ul>
  11. 11. IMPASSES/COMPLEXIDADE <ul><li>O ensino na escola comum </li></ul><ul><li>Definição do Atendimento Educacional Especializado </li></ul><ul><li>Complexidade do conceito: quantidade e variedade </li></ul>
  12. 12. DEFICIÊNCIA MENTAL <ul><li>A PSICANÁLISE </li></ul><ul><li>Freud - o inconsciente, processos psíquicos </li></ul><ul><li>Lacan: debilidade (maneira própria de lidar com o saber; patologia) </li></ul><ul><li>Dificuldades: diagnóstico diferencial (deficiência mental/doença mental); não se define por um único saber; medo da diferença e do desconhecido </li></ul>
  13. 13. DEFICIÊNCIA MENTAL <ul><li>Estigmatização/reações(Goffman)- o diferente; desacreditado; desaprovado </li></ul><ul><li>O Estranho (Freud)-aquele que o sujeito evita </li></ul><ul><li>A escola elitista:preconceito/discriminação </li></ul><ul><li>Resistências dos profissionais </li></ul>
  14. 14. DISCUTINDO O CONCEITO (AADID, 2010): DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>A deficiência intelectual é caracterizada pela limitação significativa, tanto no funcionamento intelectual como no comportamento adaptativo que se expressam nas habilidades: </li></ul><ul><li>conceituais, sociais e práticas. A deficiência origina-se antes dos 18 anos de idade (AAIDD, 2010, p. 1). [Grifo nosso]. </li></ul>
  15. 15. A ESCOLA COMUM E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>O aluno com DI: </li></ul><ul><li>Desafia a escola </li></ul><ul><li>Maneira própria de lidar com o saber </li></ul><ul><li>Não corresponde ao esperado pela escola </li></ul>
  16. 16. A ESCOLA COMUM E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL <ul><li>Necessidade de transformação da escola: </li></ul><ul><li>Aprendizagem e construção do conhecimento como conquista individual e intransferível do aluno </li></ul>
  17. 17. O ALUNO COM DI <ul><li>Dificuldades: </li></ul><ul><li>construir conhecimento como os demais </li></ul><ul><li>demonstrar sua capacidade cognitiva </li></ul><ul><li>Equívocos na categorização </li></ul><ul><li>Atividades diferenciadas - práticas discriminatórias </li></ul>
  18. 18. O QUE PENSAM OS PROFESSORES? <ul><li>resposta educativa de acordo com as necessidades e características </li></ul>
  19. 19. E AS ESCOLAS? <ul><li>Reorganização : atendimento a todos os alunos </li></ul><ul><li>Adaptação do conteúdo escolar deve ser realizada pelo próprio aluno </li></ul><ul><li>Assimilação do conhecimento pelo próprio aluno </li></ul><ul><li>Entendimento: sentido emancipador da adaptação intelectual </li></ul>
  20. 20. COMO ORGANIZAR A ESCOLA? <ul><li>Remoção de barreiras: acolhimento do aluno com deficiência </li></ul><ul><li>Acessibilidade: lei que precisa ser cumprida </li></ul>
  21. 21. AOS PROFESSORES NA PERSPECTIVA INCLUSIVA <ul><li>Aprender é uma ação humana, criativa, individual, heterogênea e regulada pelo sujeito da aprendizagem </li></ul>
  22. 22. AOS PROFESSORES NA PERSPECTIVA INCLUSIVA <ul><li>Diferentes idéias, opiniões, níveis de compreensão enriquecem o processo escolar – clareiam o entendimento do professor e dos alunos </li></ul>
  23. 23. AOS PROFESSORES... <ul><li>Ensinar é um ato coletivo </li></ul><ul><li>O conhecimento deve ser disponibilizado a todos os alunos, sem exceção </li></ul><ul><li>O ensino nessa perspectiva não deve ser diversificado para “alguns”, mas para todos </li></ul><ul><li>O aluno com DI deve escolher suas atividades, assim como os outros </li></ul>
  24. 24. AOS PROFESSORES... <ul><li>Modificar práticas discriminatórias </li></ul><ul><li>Eliminar padronização </li></ul><ul><li>Adotar a cooperação </li></ul><ul><li>Abolir a formação de grupos separados por deficiência </li></ul><ul><li>Adotar planejamento desenvolvido coletivamente </li></ul>
  25. 25. ATRIBUIÇÕES PROFESSOR DE AEE <ul><li>I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial; </li></ul><ul><li>II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade; </li></ul>
  26. 26. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais; </li></ul><ul><li>IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola; </li></ul>
  27. 27. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade; </li></ul><ul><li>VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade </li></ul><ul><li>utilizados pelo aluno; </li></ul>
  28. 28. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE AEE <ul><li>VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação; </li></ul><ul><li>VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares. </li></ul>
  29. 29. O PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Pelo professor de sala de recursos ou centros (CAEE </li></ul><ul><li>Articulação com os outros professores </li></ul><ul><li>Participação: das famílias </li></ul><ul><li>Interface: Saúde, Assistência Social e outros que se fizerem necessários </li></ul>
  30. 30. INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>Projeto Político Pedagógico: </li></ul><ul><li>I – sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos; </li></ul><ul><li>II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou de outra escola; </li></ul>
  31. 31. INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>III – cronograma de atendimento aos alunos; </li></ul><ul><li>IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos </li></ul><ul><li>alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas; </li></ul><ul><li>V – professores para o exercício da docência do AEE; </li></ul>
  32. 32. INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE <ul><li>VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de </li></ul><ul><li>Sinais, guia-intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de </li></ul><ul><li>alimentação, higiene e locomoção; </li></ul><ul><li>VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que maximizem o AEE. </li></ul>
  33. 33. E ASSIM... <ul><li>Ao invés de adaptar e individualizar /diferenciar o ensino para alguns, a escola comum precisa: </li></ul>recriar suas práticas, mudar suas concepções, rever seu papel, reconhecer e valorizar as diferenças
  34. 34. PROPOSTA EDUCACIONAL INCLUSIVA <ul><li>O professor precisa contar com: </li></ul><ul><li>- </li></ul>Respaldo da direção escolar - De especialistas (supervisores, orientadores educacionais e outros) E AS FAMÍLIAS???
  35. 35. ESCOLA ESPECIAL <ul><li>Para repensar: subdivisão dos alunos - os que têm condições de ser encaminhados para a escola comum e os “casos graves”, poderão ser incluídos nela </li></ul><ul><li>(Política Nacional, 2008) </li></ul>
  36. 36. E AS ESCOLAS ESPECIAIS? <ul><li>Espaços de atendimento educacional especializado </li></ul><ul><li>Não: à estrutura e modelo da escola comum </li></ul><ul><li>Não: à “inclusão ao contrário” </li></ul><ul><li>Não: atender a todo o tipo de deficiência em um mesmo espaço </li></ul>
  37. 37. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – O CONCEITO <ul><li>Nova concepção da Educação Especial </li></ul><ul><li>Uma das condições para o sucesso da inclusão escolar dos alunos com deficiência </li></ul><ul><li>Aprender o que é diferente dos conteúdos curriculares do ensino comum </li></ul><ul><li>Aprender o que é necessário para superação de barreiras </li></ul>
  38. 38. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Leva os alunos a agirem intelectualmente </li></ul><ul><li>Privilegia o desenvolvimento e a superação dos limites intelectuais </li></ul><ul><li>Leva o aluno a exercitar sua capacidade cognitiva </li></ul><ul><li>Estimula e provoca o aluno para interiorização do conhecimento e seu uso </li></ul><ul><li>Tira o aluno da posição do “não saber” ou da “recusa do saber” </li></ul>
  39. 39. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Permite que o aluno traga suas vivências </li></ul><ul><li>Assuma posicionamentos autônomos e criativos </li></ul><ul><li>Retira o professor do lugar de todo o saber </li></ul><ul><li>Não é análise interpretativa/sessão psicanalítica e nem psicopedagógica </li></ul>
  40. 40. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECAILIZADO <ul><li>Incentivo aos alunos: expressão, pesquisa, hipóteses e reinvenção do conhecimento </li></ul><ul><li>Valorização dos conteúdos trazidos pelos alunos </li></ul><ul><li>Oferta situações que favorecem a participação ativa do aluno </li></ul><ul><li>Propicia condições de liberdade </li></ul>
  41. 41. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não tem como objetivo o ensino escolar </li></ul><ul><li>Busca o conhecimento que permite a leitura, a escrita, a quantificação, sem a sistematização dessas noções </li></ul><ul><li>Não é determinado por metas (série,ciclos,etc) </li></ul>
  42. 42. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não: </li></ul><ul><li>é ordenado de fora </li></ul><ul><li>é planejado sistematicamente </li></ul><ul><li>obedece sequência rígida e predefinida de conteúdos </li></ul><ul><li>persegue a promoção escolar </li></ul>
  43. 43. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Leva o aluno a construir conhecimento para si mesmo </li></ul><ul><li>Deve acontecer concomitante à escola comum, pois um beneficia o outro </li></ul>
  44. 44. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>Não pode reproduzir uma sala de aula comum e tradicional </li></ul><ul><li>Deve ocorrer em espaço físico exclusivo </li></ul><ul><li>Oposto às aulas </li></ul><ul><li>Avaliação (objetivo) conhecer o ponto de partida e o ponto de chegada do aluno no processo de conhecimento </li></ul><ul><li>Interessa saber o que o aluno conhece </li></ul>
  45. 45. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO <ul><li>FOCO: </li></ul><ul><li>Cooperação, interação, incentivo aos alunos na proposição de temas de estudo </li></ul><ul><li>exploração de possibilidades </li></ul><ul><li>levantamento de hipóteses </li></ul><ul><li>Raciocínio, conclusões </li></ul>
  46. 46. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: LÓCUS – Res. 4, 2009 (art. 5º.) <ul><li>Salas de Recursos Multifuncionais da própria escola ou de outra escola de ensino regular </li></ul><ul><li>Em Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE) da rede pública, instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas </li></ul>
  47. 47. ORGANIZAÇÃO <ul><li>Erros: caminho/processo para aprendizagem </li></ul><ul><li>Produção: registro de diferentes formas e linguagens </li></ul><ul><li>Auto-avaliação </li></ul><ul><li>Reflexão sobre a produção </li></ul><ul><li>Organização anual: necessidades dos alunos </li></ul>
  48. 48. ORGANIZAÇÃO <ul><li>Agrupamento por idade </li></ul><ul><li>Possibilidade de escolha pelo aluno </li></ul><ul><li>Salas obrigatórias (necessidades) </li></ul><ul><li>Aluno no planejamento das atividades </li></ul><ul><li>Calendário anual de atividades </li></ul><ul><li>Passagem pelas várias salas/semanal? Como? </li></ul>
  49. 49. ORGANIZAÇÃO <ul><li>Funcionamento semanal - 2ª. a 6ª </li></ul><ul><li>Flexibilidade no planejamento/revisão </li></ul><ul><li>Professor e alunos: </li></ul><ul><li>P rogramação pedagógica e temática </li></ul><ul><li>Rodízio dos alunos semanalmente (?) </li></ul>
  50. 50. ORGANIZAÇÃO: sugestões <ul><li>Letramento </li></ul><ul><li>Jogos e Brincadeiras </li></ul><ul><li>Arte e educação: cênicas: d ança, Música, teatro; arte visual: artesanato, pintura, desenho; artes plásticas: esculturas </li></ul><ul><li>Educação Ambiental </li></ul><ul><li>Criatividade e Pesquisa </li></ul><ul><li>Informática </li></ul>
  51. 51. ESPAÇOS <ul><li>Espaço de desenvolvimento da linguagem: Ambiente que oportunizará ao aluno ações que possibilitem a compreensão e o uso crítico, criativo e construtivo do língua, favoreça autonomia, a requisição de direitos, a conquista de possibilidades e a ampliação dos horizontes da comunicação em contextos e conhecimentos diversos. </li></ul>
  52. 52. ESPAÇOS <ul><li>Espaço destinado à estimulação do aluno para o uso funcional da linguagem em todas as suas dimensões, com o uso de recursos e estratégias, que levem esses alunos a interpretar, produzir e reproduzir diferentes gêneros textuais, assegurando sua inclusão plena nos saberes e práticas socioeducacionais. </li></ul>
  53. 53. ESPAÇOS <ul><li>Espaço de Criação e Pesquisa : neste ambiente o educando será orientado a procurar solução de situações-problema, explorar possibilidades, levantar hipóteses, fazer experimentos, com vistas a uma conclusão. </li></ul>
  54. 54. ESPAÇOS <ul><li>Espaço de Informática : Espaço de vivência e utilização dos recursos tecnológicos e inclusão digital, a fim de conduzir o aluno a outras formas de pensar, sentir, tocar e desenvolver sua criatividade, dando sentido a outras aprendizagens, favorecendo a coordenação motora, o raciocínio lógico e, portanto o desenvolvimento da inteligência propriamente dita. </li></ul>
  55. 55. ESPAÇOS <ul><li>Espaço de Expressão Corporal: voltado para múltiplas possibilidades de vivências corporais, com vistas a ampliar o uso significativo de gestos e posturas corporais, desenvolvendo assim o movimento, mais do que simples deslocamento do corpo no espaço. O movimento constitui-se em uma linguagem que permite às pessoas agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, por meio da mobilização e da expressão, envolvendo o corpo, sentimentos, emoções e pensamentos. </li></ul>
  56. 56. ESPAÇOS <ul><li>Estimulação Precoce: espaço destinado ao atendimento de crianças de 0 a 03 anos de idade com a finalidade de promover o desenvolvimento global da criança em situação de vulnerabilidade biopsicossocial e/ou em situação de deficiência. </li></ul>
  57. 57. LETRAMENTO <ul><li>Expressão da linguagem oral e/ou escrita </li></ul><ul><li>Diferentes situações comunicativas </li></ul><ul><li>Construção e reconstrução de textos </li></ul><ul><li>Recontagem de histórias/textos </li></ul><ul><li>Ação simbólica </li></ul>
  58. 58. OBJETIVOS <ul><li>Ouvir o outro: compreender a transmissão oral de colegas e professores </li></ul><ul><li>Conhecimentos discursivos, semânticos, gramaticais </li></ul><ul><li>Compreensão do significado dos elementos não linguísticos </li></ul>
  59. 59. OBJETIVOS <ul><li>Falar : comunicação oral para exprimir compreensão, interesse, desejos, idéias </li></ul><ul><li>Ler : interpretação de textos de acordo com a visão de mundo do aluno; reconstrução; reinterpretação </li></ul><ul><li>Escrever : descoberta das funções e uso da língua escrita (registro, informação, comunicação, instrução, diversão) </li></ul>
  60. 60. OBJETIVOS <ul><li>Favorecer a livre expressão : </li></ul><ul><li>ler, escrever, falar, comunicar (oral ou escrito) </li></ul><ul><li>Compartilhar práticas: </li></ul><ul><li>construção coletiva e cooperativa na leitura e na escrita </li></ul>
  61. 61. PONTOS RELEVANTES <ul><li>Conhecimento do aluno </li></ul><ul><li>Apresentação e exploração de vários gêneros textuais: </li></ul>livros de história, anúncio de revista, letra de música, poesia, história em quadrinhos
  62. 62. ARTE: dança e música <ul><li>Importância do movimento corporal </li></ul><ul><li>Movimento corporal: linguagem, comunicação, expressão (pensamento, sentimento, vivência) </li></ul><ul><li>Música: meio de comunicação (expressão, equilíbrio, comunicação) </li></ul><ul><li>AMBAS: INCLUSÃO SOCIAL </li></ul>
  63. 63. ARTE: dança e música <ul><li>Dança e música: sensibilidade, afetividade, estética e cognição, interpretação simbólica do mundo </li></ul>
  64. 64. ARTE: dança e música <ul><li>O movimento: autonomia, descobertas e desenvolvimento das potencialidades corporais </li></ul><ul><li>Trocas simbólicas </li></ul>
  65. 65. OBJETIVOS <ul><li>Expressão musical; corporal e trocas </li></ul><ul><li>Diferentes qualidades e dinâmicas do movimento: força, velocidade, resistência e flexibilidade </li></ul><ul><li>Saber dançar: gestos e movimentos das danças; imitação; recriação de danças </li></ul>(descobertas: limites e possibilidades do corpo)
  66. 66. OBJETIVOS <ul><li>Experiências estéticas: desenvolver o gosto pela música; ampliar universo musical </li></ul><ul><li>Perceber e identificar elementos da linguagem musical: ritmo, gênero, estilo, uso da voz, do corpo, materiais sonoros, instrumentos </li></ul><ul><li>“ Brincar” com música, imitar, inventar </li></ul>
  67. 67. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: PONTOS de REFLEXÃO <ul><li>O que justifica o atendimento educacional especializado para alunos com deficiência mental? Intelectual? </li></ul><ul><li>Como implantar o atendimento educacional especializado para DM/DI? </li></ul><ul><li>Vale a pena pesquisar e enfrentar esse desafio? </li></ul>
  68. 68. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: PONTOS DE REFLEXÃO <ul><li>Como organizar, tendo em vista a experiência e os serviços existentes em escolas e classes especiais? </li></ul>
  69. 69. [email_address]

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