Diagnostico psicopedagogico

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Diagnostico psicopedagogico

  1. 1. Curso de PsicopedagogiaDisciplina: Psicopedagogia Institucional O diagnóstico na Psicopedagogiasinaraduarte@yahoo.com.br
  2. 2. O psicopedagogo institucional Diagnostica, orienta, atende em tratamento e investiga os problemas emergentes nos processos de aprendizagem. Realiza o diagnóstico-psicopedagógico, com especial ênfase nas possibilidades e perturbações da aprendizagem; esclarecimento e orientação daqueles que o consultam; a orientação de pais e professores, a orientação vocacional operativa em todos os níveis educativos. Recurso principal: realização de entrevistas operativas dedicadas a expressão e a progressiva resolução da problemática individual e/ou grupal daqueles que a consultam. 2
  3. 3. Teoria do Vínculo de Pichon-RivièreA investigação deveria se dar em três dimensões: individual, grupal, institucional ou social, que nos permitiria três tipos de análise:Psicossocial - que parte do indivíduo para fora;Sociodinâmica - que analisa o grupo como estrutura; Institucional - que toma todo um grupo, toda uma instituição ou todo um país como objeto de investigação. 3
  4. 4. Diagnostico institucionalRelação que cerca todo sujeitoRelação professor-alunoRelação aluno-professorInstituição escolar (espaço sedutor?)Instituição familiarMeio social 24/06/12
  5. 5. O Código de Ética e os Testes (Capítulo I - Dos Princípios - Artigo 1º) podemos utilizar procedimentos próprios da Psicopedagogia. Neste sentido, realizando o diagnóstico psicopedagógico, esse está utilizando procedimentos próprios de sua área de atuação. No artigo 2º, enfatiza-se o caráter interdisciplinar da Psicopedagogia, destaca o uso de recursos das várias áreas do conhecimento humano para a compreensão do ato de aprender, também, menciona o uso de métodos e técnicas próprias. 5
  6. 6. RUBINSTEIN (1996) destaca que o psicopedagogo: pode usar como recursos a entrevista com a família; investigar o motivo da consulta; procurar a história de vida da criança realizando Anamnese; entrevistar o cliente; fazer contato com a escola e outros profissionais que atendam a criança; manter os pais informados do estado da criança e da intervenção que está sendo realizada; realizar encaminhamento para outros profissionais, quando necessário. 6
  7. 7. Os recursos apontados por RUBINSTEIN (1996) Constituem-se em instrumentos para a realização do diagnóstico e intervenção psicopedagógica. Porém, BOSSA (1994), destaca outros recursos para o diagnóstico psicopedagógico, referindo-se a Provas de Inteligência (Wisc); Testes Projetivos; Avaliação perceptomotora (Teste Bender); Teste de Apercepção Infantil (CAT.); Teste de Apercepção Temática(TAT.); também, refere-se a Provas de nível de pensamento (Piaget); Avaliação do nível pedagógico ( nível de escolaridade); Desenho da família; Desenho da figura Humana; H.T.P - Casa, Arvore e Pessoa (House, Tree, Person); Testes psicomotores: Lateralidade; Estrutura e rítmicas ... 7
  8. 8. Quanto ao uso de testes, segundo BOSSA (1994) não apresenta restrições quanto ao uso dos instrumentos a que ela se refere para o diagnóstico psicopedagógico. Mas, orienta que alguns são testes exclusivo de psicólogos, como: as Provas de Inteligência (Wisc), Testes Projetivos, Avaliação perceptomotora (Teste Bender), Teste de Apercepção Infantil (CAT.), Teste de Apercepção Temática(TAT.). Porém, a autora chama atenção para as recomendações dos autores dos testes, como no CAT Infantil, no manual, afirma-se que o mesmo poderá ser aproveitado por psiquiatras, psicanalistas, psicólogos, assistentes sociais e professores. 8
  9. 9. Bossa, ainda orienta: Para evitar conflitos, o psicopedagogo pode ser criativo e desenvolver atividades que possibilitem observar os aspectos da inteligência e da projeção e, se o profissional achar que os testes psicológicos são importantíssimos para concluir um diagnóstico, pode encaminhar o cliente para uma avaliação psicológica, efetivando um trabalho multidisciplinar.  9
  10. 10. FERNÁNDEZ (1991) e PAÍN (1985) sugere: o uso de jogos considerando que o sujeito através deles pode manifestar, sem mecanismos de defesa, os desejos contidos em seu inconsciente. desenhos e brincadeiras para manifestar o que sente. 10
  11. 11. O QUE É DIAGNÓSTICO?Segundo Cunha (1986), a palavra é oriunda do francês diagnostic, que vem do grego diagnostikós e significa "capaz de ser discernível". Ela procede de diagnosis - discernimento, exame... 11
  12. 12. Vieira (2001) cita três razões para o uso dodiagnóstico:1) - para existir comunicação, trocas e transmissão de informações;2) - para que seja possível obter uma opinião coerente que atribua um relativo poder ao que se analisa;3) - o diagnóstico possibilita adquirir orientações importantes para se ter uma ideia de como agir e administrar a terapia. 12
  13. 13. Reflexões sobre o diagnóstico psicopedagógicoDiagnóstico = análiseO que estamos diagnosticando?O que estamos analisando? (que recorte?)pensar em problema de aprendizagem, vem o questionamento: o que está compondo esse problema? de que ordem é esse problema? da família? da escola? da criança? da sociedade? de todos estes fatores associados? 13
  14. 14. O QUE É ANAMNESE? “trazer de novo” e “mnesis” quer dizer “memória” histórico de vida do cliente/paciente invasiva, pois “revira” a pessoa do avesso e mexe muito com as emoções e sentimentos deve ser realizada com muito zelo e perícia... possibilita dimensionar passado, presente e futuro do cliente. 14
  15. 15. Sugestões de anameneseTem atraso na leitura de dois ou mais anos em relação às crianças da mesma idade?A velocidade na leitura é inferior a 50/60 palavras por minuto?Comete erros frequentes na leitura (omissões, substituições, inversões de fonemas – vogais e consoantes sonoras)?
  16. 16. Compreensão do texto é muito pobre?Apresenta um baixo rendimento na área da ortografia?Não gosta de ir à escola (Fracassa nas avaliações, não gosta do meio escolar, falta de motivação para aprendizagem)?Apresenta ansiedade e medo na hora de ler em voz alta?
  17. 17. Lembrar de descartar Não existe diagnóstico nem evidência médica de atraso mental. Não existe diagnóstico nem evidência médica de transtorno neurológico. Não existe diagnóstico nem evidência fonológica de problemas de audição. Não existe diagnóstico nem evidência médica de defeitos de visão.
  18. 18. É interessante perguntar se foi uma gravidezdesejada ou não, se foi aceito pela família ourejeitado. Estes pontos poderão determinar aspectos afetivos dos pais em relação ao filho.
  19. 19. ... Às vezes de forma explícita, preenchendo o questionário; ou de forma velada, quando se capta um ato falho significante sobre uma determinada experiência. A magnitude e a intensidade aplicada, algumas pessoas se desestabilizem emocionalmente e até falta às próximas sessões, ou abandona de vez. 19
  20. 20. QUEIXA PSICOPEDAGÓGICA No Aurélio a compreensão sobre esse termo corresponde: “1. Ato ou efeito de queixar-se. 2. Motivo de desprazer, de ressentimento, de mágoas, de ofensas, de dor.... 7. Reclamação, protesto. 8. Sintoma relatado pelo doente. a queixa é o primeiro passo para o diagnóstico psicopedagógico 20
  21. 21. Escuta A escuta de uma queixa requer uma postura responsável, porém descontraída – semblante -, sem demonstrar surpresa, temor, repulsa ou qualquer outra emoção relacionada à história que está sendo contada. Ao analisar a queixa, segue-se com a formulação de hipóteses denominadas essenciais. Assim o Pp faz algumas suposições da causa do problema para poder traçar um plano investigativo o mais apurado possível que possibilite anunciar com segurança o diagnóstico clínico. 21
  22. 22. REFLEXÕES SOBRE O DIAGNÓSTICOPSICOPEDAGÓGICO Pensar em problema de aprendizagem:de que ordem é esse problema? da família? da escola? da criança? da sociedade? de todos estes fatores associados?“Por que este indivíduo não aprende?” ou “Por que este indivíduo não está conseguindo utilizar em plenitude as suas potencialidades?” “O que está impedindo de se desenvolver?”. 22
  23. 23. ... Não são respostas simples..., temos que ver aquilo que não está visível; temos que ver o que está no não dito, tanto no jeito de dizer diferente quanto naquilo que silencia. é um olhar transdisciplinar 23
  24. 24. EFES – ENTREVISTA FAMILIAR EXPLORATÓRIASITUACIONAL essa sessão deverá ser realizada com os responsáveis (pai, mãe, etc.), devendo ser observadodurante a entrevista a preocupação dele(s) com a queixa inicial da criança. 24/06/12
  25. 25. DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO: O DESAFIO DE MONTAR UM QUEBRA-CABEÇA Fernández (1990) afirma que o diagnóstico, para o terapeuta, deve ter a mesma função que a rede para um equilibrista. É ele, portanto, a base que dará suporte ao psicopedagogo para que este faça o encaminhamento necessário. observar a dinâmica de interação entre o cognitivo e o afetivo de onde resulta o funcionamento do sujeito (BOSSA, 1995, p. 80)  25
  26. 26. ... Na linha da Epistemologia Convergente, Visca nos informa que o diagnóstico começa com a consulta inicial (dos pais ou do próprio paciente) e encerra com a devolução (1987, p. 69). 26
  27. 27. Entrevista contratual com a mãe e/ou o pai e/ou responsável Identificação da criança: nome, filiação, data de nascimento, endereço, nome da pessoa que cuida da criança, escola que frequenta, série, turma, horário, nome da professora, irmãos, escolaridades dos irmãos, idade dos irmãos 27
  28. 28. ... Motivo da consulta; Procura do Psicopedagogo: indicação; Atendimento anterior; Expectativa da família e da criança; Esclarecimento sobre o trabalho psicopedagógico. Definição de local, data e horário para a realização das sessões e honorários. 28
  29. 29. Diagnostico institucionalRelação que cerca todo sujeitoRelação professor-alunoRelação aluno-professorInstituição escolar (espaço sedutor?)Instituição familiarMeio social 24/06/12
  30. 30. Sequência Diagnóstica (WEISS, 1994) 1º - Entrevista Familiar Exploratória Situacional (E.F.E.S.) 2º - Anamnese 3º - Sessões lúdicas centradas na aprendizagem (para crianças) 4º - Complementação com provas e testes (quando for necessário) 5º - Síntese Diagnóstica – Prognóstico 6º - Devolução - Encaminhamento 30
  31. 31. EOCA – Entrevista Operativa centrada na aprendizagem Visca, a EOCA é um instrumento simples, porém rico em seus resultados. Consiste em solicitar ao sujeito que mostre ao entrevistador o que ele sabe fazer, o que lhe ensinaram a fazer e o que aprendeu a fazer, utilizando-se de materiais dispostos sobre a mesa... recursos:  folhas de ofício tamanho A4, borracha, caneta, tesoura, régua, livros ou revistas, barbantes, cola, lápis, massa de modelar, lápis de cor, quebra- cabeça, apontador, papéis coloridos, papel pautado, emborrachado, giz de cera, cola colorida, durex colorido, hidrocor, livros, dominó, pega varetas, xadrez, dama, e outros. 31
  32. 32. Atitudes do paciente/cliente: Alguns imediatamente, pegam o material e começam a desenhar ou escrever etc. Outros começam a falar, outros pedem que lhe digam o que fazer, e outros simplesmente ficam paralisados: modelo de alternativa múltipla (Visca), “você pode desenhar, escrever, fazer alguma coisa de matemática ou qualquer coisa que lhe venha à cabeça...” (1987, p. 73). Sara Paín, “A hora do jogo”, a relação do sujeito com o objeto): 32
  33. 33. Outras Atitudes Evitação fóbica - ansiedade intensa Desligamento da realidade Indiferença sem ansiedade Dobra-se às vezes sobre seu próprio corpo Irritação Abandono do ambiente 33
  34. 34. Visca - o que nos interessa observar na EOCA seus conhecimentos, atitudes, destrezas, mecanismos de defesa, ansiedades, áreas de expressão da conduta, níveis de operatividade, mobilidade horizontal e vertical, etc (1987, p. 73). 34
  35. 35. Desenvolvimento cognitivo, Segundo Weiss:O nível de estrutura cognoscitiva com queopera registros detalhados dos procedimentosda criança, observando e anotando suas falas,atitude, soluções que dá às questões, seusargumentos e juízos, como arruma o material.Isto será fundamental para a interpretação dascondutas. 35
  36. 36. Estratégias Entrevista Familiar Exploratória Situacional, que tem como objetivo a compreensão da queixa nas dimensões familiar e escolar, Entrevista de Anamnese. Encaminhamento equipe multidisciplinar EOCA – Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem; a percepção das relações familiares além do engajamento dos pais e da criança no processo de diagnóstico; Sessões lúdicas centrada na aprendizagem; Observação frente à produção do sujeito; Testes e Provas Operatórias; Provas projetivas; 36 Provas psicomotoras;
  37. 37. Maleta de provas operatórias
  38. 38. Provas PiagetianasConservação do número (bolinhas vermelhas)Conservação de massa (massa de modelar)Conservação de liquidos (copos)Conservação de áreaSeriação de palitosInclusão de classes
  39. 39. 1. Conservação de números Material: 11 circulos pequenos Vermelhos e 11 Círculos azuis (pode ser tampinha de garrafa, EVA, papelão...)A criança recebera um saquinho com 22 fichas, explicamos a ela que as fichas estavam divididas em dois grupos, um grupo de ficha azuis e outro de ficha vermelha. não deixar explicita, em momento algum, a quantidade de ficha A criança deve, no decorre da aplicação da prova, contar a quantidade, se julgasse necessário. Montar uma fileira horizontalmente com as fichas azuis e pedira elas que montem uma fileira igual a nossa. Perguntar se há mais azuis ou mais vermelhas. Confronto: A transformação será feita na frente da criança, ampliando o espaço entre as fichas azuis, perguntar novamente se hás mais fichas azuis ou mais fichas vermelhas.
  40. 40. No caso de suspeita de deficiência mental, os estudos de B. Inhelder (1944) em El diagnóstico del razonamiento en los débiles mentales mostram que:os oligofrênicos (QI 0-50) não chegam a nenhumanoção de conservação;os débeis mentais (QI 50-70) chegam a ter êxito naprova de conservação de substância;os fronteiriços (QI 70-80) podem chegar a tersucesso na prova de conservação de peso; os chamadosde inteligência normal "obtusa" ou "baixa",podem obter êxito em provas de conservação devolume, e às vezes, quando bem trabalhados, podematingir o início do pensamento formal (2003,p.111-112).
  41. 41. Três níveis: Nível 1: Não há conservação, o sujeito não atinge o nível operatório nesse domínio. Nível 2 ou intermediário: As respostas apresentam oscilações, instabilidade ou não são completas. Em um momento conservam, em outro não. Nível 3: As respostas demonstram aquisição da noção sem vacilação. 41
  42. 42. Testes projetivos Desenho da família; Desenho da figura Humana (eu, H, M);H.T.P - Casa, Arvore e Pessoa (House, Tree, Person) Fonte:http://pt.scribd.com/doc/6737585/Segredos- Dos-Testes-de-Desenhos
  43. 43. Para Sara Paín, o que podemos avaliar através do desenho ou relato é a capacidade do pensamento para construir uma organização coerente e harmoniosa e elaborar a emoção. Também permitirá avaliar a deteriorização que se produz no próprio pensamento. Esta autora ainda nos diz que o pensamento fala através do desenho onde se diz mal ou não se diz nada, o que oferece a oportunidade de saber como o sujeito ignora (1992, p. 61).
  44. 44. Teste das 4 palavras (ferreiro)Pre-silábicoSilábicoSilábico- alfabeticoAlfabético
  45. 45. Pré silabico I 24/06/12
  46. 46. Pré silabico II 24/06/12
  47. 47. Pré-Silábico II 24/06/12
  48. 48. Silábico sem valor sonoro 24/06/12
  49. 49. Silabico com valor sonoro 24/06/12
  50. 50. Silabico alfabetico 24/06/12
  51. 51. Silábico alfabetico 24/06/12
  52. 52. Roteiro de Sessões DiagnósticasRoteiro  de Sessões Diagnósticas Exemplo de atendimento  Nº DA SESSÃO DATA ATIVIDADES 1º ANAMNESE 2º EOCA (entrevista operativa centrada na aprendizagem) 3º Técnicas Projetivas 4º Técnicas Projetivas 5º Provas Operatórias 6º Provas Operatórias 7º Provas Pedagógicas 8º Provas Pedagógicas 9º Sessão será realizada caso haja necessidade 10º Devolutiva 24/06/12
  53. 53. Exemplos de atividades Caça palavras Alfabeto móvel Jogos diversos concretos e online www.atividadeseducativas.com.br SL educacionalhttp://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/ 24/06/12
  54. 54. Sete erroshttp://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/ 24/06/12
  55. 55. Ditadohttp://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/ 24/06/12
  56. 56. http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/ 24/06/12
  57. 57. 24/06/12
  58. 58. 24/06/12
  59. 59. http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/
  60. 60. http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/
  61. 61. Tuxpaint software livreSoftware de desenho que pode ser adaptado a qualquer disciplina.http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/By Liduina Vidal 24/06/12
  62. 62. ReferenciasDOLLE, Jean-Marie. Essas crianças que não aprendem: diagnóstico e terapias cognitivas. Petrópolis, rio de Janeiro, Vozes, 2002.PAÍN, Sara. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre, Artes Médica, 1985.RUBINSTEIN, Edith. A especificidade do diagnóstico psicopedagógico in Sisto, Fermino Fernandes...[et al.]. Atuação Psicopedagógica e Aprendizagem Escolar - Petrópolis, RJ, Vozes, 2002.VISCA, Jorge. Clínica Psicopedagógica. Epistemologia Convergente. Porto Alegre, Artes Médicas, 1987.___________. Psicopedagogia: novas contribuições; organização e tradução Andréa Morais, Maria Isabel Guimarães - Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1991.___________. El diagnostico operatorio em la practica psicopedagogica. Buenos Aires, Ag.Serv,G,. 1995.___________. Técnicas proyetivas psicopedagogicas. Buenos Aires, Ag. Serv.G., 1995.WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. Rio de Janeiro, DP&A, 2003.
  63. 63. Dicas de leitura Oficinas psicopedagógicas Tânia Mara Grassi 24/06/12
  64. 64. Reflexão “Ninguém nasce sabendo. Tudo é aprendido. O que as pessoas têm dentro de si, um dia esteve fora. Nascemos é com um potencial infinito de aprendizagem”. (Içami Tiba) 64
  65. 65. Reflexão Final “Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre”.    FREIRE, Paulo. 65

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