Pr. Andre Luiz
Mas estes, como animais irracionais, que
seguem a natureza, feitos para serem presos
e mortos, blasfemando ...
Quatro pecados mencionados estão relacionados à relação do ser
humano consigo mesmo.1. Os homens serão egoístas. A palavra...
verdade é. Xenofonte diz que essa palavra era usada em alusão àqueles que
pretendem ser mais ricos do que são, mais valent...
2 Timóteo 3.14-1614. Paulo agora receita o remédio soberano
contra serem enganados por tais charlatães, viz, a adesão leal...
Conduta moral corrompida (3.2-4)O diagnóstico que Paulo dá da
sociedade é sombrio:Pois os homens serão egoístas, avarentos...
Paulo declarou que Timóteo o seguia de sete modos distintos.
Aqueles que, de fato, serviam ao Senhor no passado, bem como ...
FÉ. A fé sem obras é morta (Tiago 2.17). A fé genuína produz milagres na vida
de quem a possui e na de quem se propõe a se...
Qualquer igreja que negligencia o ensinamento das Escrituras
desrespeita o Senhor que as revelou. A palavra de Deus é a se...
Jesus já começa avisando em João 5, 43: "Vim em nome de meu Pai, mas
não me recebeis. Se vier outro em seu próprio nome, h...
PRINCÍPIOS ÉTICOS DA BÍBLIA
1. O princípio da fé (Rm 14.22,23). Aqui vemos que o crente deve ter fé, ou
seja, convicção di...
4. O princípio da glorificação a Deus (1 Co 10.31). Este é um princípio
elevadíssimo. Tudo o que o crente faz deve ser fei...
A Corrupção dos Últimos Dias - Lição 9 - 3º Trimestre de 2015
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de modo cuidadoso, pode evitar
que a corrupção domine os
corações dos salvos.

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A Corrupção dos Últimos Dias - Lição 9 - 3º Trimestre de 2015

  1. 1. Pr. Andre Luiz Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, (2 Pe 2.12)
  2. 2. Quatro pecados mencionados estão relacionados à relação do ser humano consigo mesmo.1. Os homens serão egoístas. A palavra grega filautós, traduzida por egoístas, significa literalmente “amantes de si mesmos”. As pessoas são narcisistas: amam a si mesmas e só se importam com o próprio bem-estar. São como o “ouriço”: têm veludo por dentro e espinhos por fora. Essa tendência à idolatria do eu tem arrebentado com os relacionamentos na família, na igreja e na sociedade. Concordo com Barclay quando ele diz que o egoísmo é o pecado básico do qual provém os demais pecados. No momento em que a pessoa torna sua vontade e seu desejo o centro de sua vida, destrói as relações com DEUS e com o próximo. Uma vez que a pessoa se erige como DEUS, a obediência a DEUS e o amor ao próximo se tornam impossíveis. A essência do cristianismo não é o egoísmo, mas o amor ao próximo.2. Os homens serão jactanciosos. A palavra grega alazon significa “fanfarrões, gabolas”. Refere-se às pessoas que tocam trombeta proclamando virtudes que não têm que se apresentam mais fortes, mais sábias, mais ricas do que na verdade são. São como o albatroz, que têm o papo muito grande. São como restolho que, embora chocho, jamais se curva. Plutarco usou esse termo grego para descrever o médico charlatão. Aristóteles o utilizou para a pessoa que se apresenta como melhor do que na
  3. 3. verdade é. Xenofonte diz que essa palavra era usada em alusão àqueles que pretendem ser mais ricos do que são, mais valentes do que são, e que prometem fazer o que não podem cumprir. John N. D. Kelly diz que a descrição jactanciosos têm que ver com palavras, gestos e o comportamento externo; e arrogantes, que veremos a seguir, com sentimentos interiores.3. Os homens serão arrogantes. A palavra grega huperefanos significa “soberbo”. E aquele que se mostra por sobre os demais, que olha para os outros empoleirado no palco da vaidade, e vive de nariz empinado e andando de tamanco alto. Arrogantes são aqueles que têm mania de grandeza e veem a si mesmos como superiores aos demais, nutrindo certo desprezo por todos, exceto por si próprios. Essas pessoas soberbas, na igreja, vestem as roupagens de Diótrefes (3Jo 9) e veem as demais como concorrentes. A essas pessoas DEUS resiste (lPe 5.5).4. Os homens não terão domínio de si. A palavra grega akrates significa “sem domínio próprio”. São os indivíduos escravos de si mesmos. Dominados por suas paixões, desejos e vícios, são escravos da ira, da língua, do sexo, das drogas. O verbo kratein significa “controlar, ter poder sobre algo”. O homem pode chegar a um grau em que, longe de autocontrolar-se, se converte em escravo de um hábito ou de um desejo.
  4. 4. 2 Timóteo 3.14-1614. Paulo agora receita o remédio soberano contra serem enganados por tais charlatães, viz, a adesão leal à mensagem do evangelho em contraste com as novidades imaginativas (cf. 2:16) que vão mercadejando.Tu, porém, diz ele, contrastando Timóteo com os enganadores especiosos que acaba de mencionar, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado. Sua confiança nestas verdades devia ter uma base dupla. Primeiramente, sabe de quem (o pronome está no plural no Grego) o aprendeste. Estas verdades da tradição cristã foram transmitidas a ele, não por aventureiros individualistas sagazes, para os quais ninguém pode ser fiador a não ser eles mesmos, mas, sim, por sua mãe e avó (cf. 1:5), o próprio Apóstolo, e outras testemunhas de fidedignidade comprovada; e deu seu assentimento firme a elas.
  5. 5. Conduta moral corrompida (3.2-4)O diagnóstico que Paulo dá da sociedade é sombrio:Pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de DEUS (2Tm 3.2-4).Qual é a descrição que Paulo faz da sociedade? Como vivem os seres humanos? Quais são suas marcas? John N. D. Kelly diz que esse tempo é marcado por um repúdio geral à lei, à decência e à afeição natural. O presente “catálogo de vícios” deve ser comparado a Romanos 1.29-32.
  6. 6. Paulo declarou que Timóteo o seguia de sete modos distintos. Aqueles que, de fato, serviam ao Senhor no passado, bem como os que fazem isso hoje, possuem maneiras próprias de proceder, dentro dos limites do Evangelho. Quem as seguir será bem-sucedido na caminhada da fé. MINHA DOUTRINA. O entendimento de uma pessoa que, comprovadamente, serve a Deus deve ser seguido pelos que são chamados para trabalhar sob seu ministério. Todos os servos do Senhor do passado faziam a obra divina de maneira especial, e isso os diferenciava dos outros. Perde muito aquele que está sob a cobertura de um servo de Deus, mas não segue o que lhe é ministrado. MODO DE VIVER. A unção nos é dada segundo a vontade do Altíssimo e nos faz viver de modo diferente da sociedade a que pertencemos. Esta, por influências malignas, corrompe-se e tenta perverter os que são do Senhor. Contudo, seguindo o modo de viver de um homem de Deus, não nos curvaremos diante das investidas do adversário e ficaremos livres de todas as arapucas infernais. Assim, viveremos sem escândalo em nossa geração. INTENÇÃO. Quem é chamado e aprovado por Deus prova que sua intenção é boa. Já os que se dividem, pecam e criam doutrinas estranhas ao Evangelho mostram que seus ensinamentos não provêm do Senhor.
  7. 7. FÉ. A fé sem obras é morta (Tiago 2.17). A fé genuína produz milagres na vida de quem a possui e na de quem se propõe a servir a Deus. A fé da pessoa que é convocada pelo Senhor e enviada para fazer Sua obra deve ser imitada como um exemplo. LONGANIMIDADE. Boa qualidade a ser seguida. Quem não é longânimo não consegue ir longe, pois, sem esse fruto do Espírito, põe tudo a perder. CARIDADE. Em outras versões, essa palavra é traduzida por amor de Deus, sem o qual a obra fica em segundo plano, o verdadeiro valor de uma alma não é conhecido, e os benefícios do Evangelho não são ministrados. PACIÊNCIA. Ela nos faz perseverantes. Mas ter paciência não é viver derrotado. Quem aceita o que lhe sucede, achando que com essa atitude se mostra paciente, erra muito. Temos de saber esperar a vontade de Deus se realizar, mas, ao mesmo tempo, ser bem ativos e exigentes com relação aos nossos direitos.
  8. 8. Qualquer igreja que negligencia o ensinamento das Escrituras desrespeita o Senhor que as revelou. A palavra de Deus é a semente que produz o fruto agradável ao Senhor (Lucas 8:11,15). Paulo descreve o evangelho como o poder de Deus para salvar (Romanos 1:16). Jesus incentivou seus ouvintes a conhecerem a verdade, pois ela nos liberta do pecado: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32). É somente por meio do evangelho que entramos no corpo de Cristo (Efésios 3:6). Qualquer igreja que negligencia o ensinamento das Escrituras desrespeita o Senhor que as revelou. A palavra de Deus é a semente que produz o fruto agradável ao Senhor (Lucas 8:11,15). Paulo descreve o evangelho como o poder de Deus para salvar (Romanos 1:16). Jesus incentivou seus ouvintes a conhecerem a verdade, pois ela nos liberta do pecado: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32). É somente por meio do evangelho que entramos no corpo de Cristo (Efésios 3:6).
  9. 9. Jesus já começa avisando em João 5, 43: "Vim em nome de meu Pai, mas não me recebeis. Se vier outro em seu próprio nome, haveis de recebê-lo..." O Outro que vem em seu próprio nome é o anticristo: "... A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem se glorifica a si mesmo em lugar de Deus e do seu Messias que veio na carne" (CIC 675). A palavra Anticristo ocorre somente nas Epístolas Joaninas; mas existem assim chamados paralelismos a estas ocorrências no Apocalipse, nas Epístolas Paulinas, e outros menos explícitos nos Evangelhos e no Livro de Daniel. Nas Epístolas Joaninas embora o Apóstolo João fale de vários Anticristos, ele distingue entre os muitos e o agente único e principal: "O Anticristo virá. Já agora há muitos Anticristos." (1Jo 2,18). Mostra que os anticristos saíram do"nosso meio" (1Jo 2,19). Estavam então infiltrados já entre os da comunidade de cristãos, provavelmente eram judeus mal intencionados. Diz também que ele já está no mundo: "mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo." (1Jo 4,3) Ele agora falou em o "espírito do anticristo" que já está no mundo e que vai de encontro ao que disse São Paulo de que o mistério de iniqüidade já está em ação: "Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém." (2Tes 2,7).
  10. 10. PRINCÍPIOS ÉTICOS DA BÍBLIA 1. O princípio da fé (Rm 14.22,23). Aqui vemos que o crente deve ter fé, ou seja, convicção diante de Deus quanto ao que faz ou deixa de fazer. Ele não precisa recorrer a modelos humanos para posicionar-se quanto aos seus atos ou palavras. Se tiver dúvida, não deve fazer, pois "tudo o que não é de fé é pecado". 2. O princípio da licitude e da conveniência (1 Co 6.12). O cristão não deve fazer as coisas simplesmente porque são lícitas, mas porque lhe convém à luz da Palavra de Deus. É lícito, por exemplo, ausentar-se da Escola Dominical para dedicar-se ao lazer? Claro que sim. Mas... Convém? O que não é proveitoso nem útil deve ser evitado. A licitude diz respeito à liberdade do crente, mas a conveniência fala de suas virtudes, valores e responsabilidades. 3. O princípio da licitude e da edificação (1 Co 10.23). Não basta ser lícita, é necessário que a conduta do crente seja proveitosa para sua edificação espiritual. Devemos rejeitar tudo aquilo que não edifica a vida cristã.
  11. 11. 4. O princípio da glorificação a Deus (1 Co 10.31). Este é um princípio elevadíssimo. Tudo o que o crente faz deve ser feito "como ao Senhor e não aos homens" (Cl 3.23); isto é, toda a glória deve ser dada unicamente a Deus. 5. O princípio da ação em nome de Jesus (Cl 3.17). Tudo que o crente faz deve ser feito em nome de Jesus, isto é, debaixo da autoridade e do poder desse nome. Tudo o que você se dispõe a fazer pode ser feito em nome de Jesus? 6. O princípio do respeito ao irmão mais fraco (1 Co 8.9-13). Este princípio fala dos nossos relacionamentos. Aqui, o fundamento é o amor e não a liberdade cristã. A Palavra afirma que não devemos escandalizar o crente mais fraco, mesmo que tenhamos consciência de que o que estamos fazendo não é pecado.

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