Oftalmoscopia

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Oftalmoscopia

  1. 1. OFTALMOSCOPIA • Ao exame, observa-se o nervo óptico, estrutura arredondada deslocada nasalmente, de coloração amarelo-esbranquiçada, com aproximadamente 1800μm de diâmetro. • Ele é formado por extensões das fibras nervosas que levam os estímulos nervosos para o cérebro. • Também pelo nervo passam a artéria central da retina e a veia central da retina. A artéria central da retina é derivada da artéria oftálmica, ramo da artéria carótida interna. • A nutrição das camadas mais internas da retina é feita por essa artéria. • A drenagem venosa é feita pela veia central da retina. As artérias se ramificam a partir do nervo óptico, em ramos nasal e temporal, e depois em menores derivados: superior e inferior. • Os ramos temporais superior e inferior delimitam o polo posterior
  2. 2. • No centro do pólo posterior está a mácula, região sempre temporal ao nervo óptico aproximadamente à 2,5 diâmetros papilares, com 5mm de diâmetro. No centro desta está a fóvea, estrutura com 1500μm de diâmetro, e que é mais fina do que o restante da retina devido à perda das camadas internas da retina. No centro da fóvea encontra-se a fovéola, estrutura com 250μm de diâmetro, responsável pela visão de detalhes e onde acontece a fixação do olhar. • Ao examinar a retina, deve-se observar alterações de coloração, áreas elevadas, áreas deprimidas ou atróficas, além de alterações na cavidade vítrea. A visibilidade da retina depende também da transparência dos meios, da córnea, do cristalino e da cavidade vítrea.
  3. 3. Fundo de olho normal
  4. 4. VASOS • Relação A/V de 2/3 • Reflexo dorsal arterial e arteriolar • Aumentado • Artérias em fio de cobre • Artérias em fio de prata • Cruzamentos A/V patológicos • Tortuosidade dos vasos
  5. 5. Eventualmente, sem o controle pressórico adequado da HAS, os vasos adquirem aspecto de fio de cobre, e num estágio mais avançado, ficam com aspecto de fio de prata, quando a coluna de sangue nos vasos não é visível. Cruzamentos arteriovenosos patológicos surgem, como depressão da veia (sinal de Gunn) e deflexão da veia (sinal de Salus). A hipertensão sistêmica também pode afetar a coróide e o nervo óptico.
  6. 6. RD não-proliferativa: muitas áreas de hemorragia. Pontos brancos são microinfartos. RD proliferativa: neovasos no lado temporal do n. óptico. No pólo posterior, pequenos pontos hemorrágicos e exsudato duro intrarretiniano.
  7. 7. Retinopatia Diabética não proliferativa com edema macular clinicamente significativo. Presença de exsudatos duros e hemorragias.
  8. 8. Toxoplasmose
  9. 9. RETINOBLASTOMA
  10. 10. GLAUCOMA E/P • A melhor forma de se diagnosticar o glaucoma • é através do exame do nervo óptico, feito com o • oftalmoscópio, com a biomicroscopia, e mesmo • com as fotografias. Há também aparelhos digitais • de imagem par avaliar tanto o nervo óptico como • a camada de f. nervosas da retina. As principais • alterações do nervo óptico no glaucoma são • quase patognomônicas. Entre elas, as principais • são:
  11. 11. ECAVAÇÃO NORMAL E GLAUCOMATOSA A presença de “notch” entalhe causado por uma perda localizada do anel neuro retiniano, neste caso inferior, é quase patognomônico da doença
  12. 12. A presença de hemorragia em chama de vela no disco óptico é tambem quase patognômico da doença. Estas hemorragias duram em média 4 a 6 meses . É quase sempre indicativo da progressão da doença independentemente do nível pressórico
  13. 13. A assimetria da relação E/D entre os dois discos de um mesmo individuo maior que 0,2 sugere alteração glaucomatosa no disco com maior relação E/D
  14. 14. Escavação vertical aumentada, sugerindo lesão glaucomatosa do disco
  15. 15. • Escavação menor ou igual a 0,5 provavelmente é normal. • Escavação entre 0,6 a 0,7 é possivelmente anormal ou seja, limítrofe. • Escavação maior que 0,7 provavelmente é anormal. • Escavação entre um olho e outro maior que 0,2 é muito provavelmente uma alteração glaucomatosa.
  16. 16. COMO AVALIAR A E/P
  17. 17. Portanto a relação escavação/disco é de 0,4 e 0,5 respectivamente ou, outra forma de se representar esse fato, é a de caracterizar a rima nervosa com a espessura de 0,6 /0,5do disco
  18. 18. A neurite óptica pode ser o resultado de processos infecciosos e inflamatórios como sífilis e sarcoidose, mas geralmente é de causa idiopática resultante de evento desmielinizante do nervo óptico.
  19. 19. PAPILEDEMA
  20. 20. FIM PAULO ROBERTO DOS SANTOS 13/06/2014

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