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Tipos de variação linguística
As variações linguísticas ocorrem principalmente
nos âmbitos geográficos, temporais e sociais.
Variação linguística regional (diatópica)
As variações diatópicas, também chamadas
de variações regionais ou geográficas, são
variações que ocorrem de acordo com o local
onde vivem os falantes, sofrendo sua influência.
Este tipo de variação ocorre porque diferentes
regiões têm diferentes culturas, com diferentes
hábitos, modos e tradições, estabelecendo assim
diferentes estruturas linguísticas.
Exemplos de variações diatópicas
Diferentes palavras para os mesmos
conceitos:
 aipim, mandioca, macaxeira;
 abóbora, jerimum, moranga;
 sacolé, dindim, geladinho.
Diferentes sotaques, dialetos e falares:
 dialeto caipira;
 dialeto gaúcho;
 dialeto baiano.
Reduções de palavras ou perdas de fonemas:
 véio (velho);
 muié (mulher);
 cantá (cantar);
 enxovar (enxoval).
Variação linguística histórica (diacrônica)
As variações diacrônicas, também chamadas
de variações históricas, são variações que
ocorrem de acordo com as diferentes épocas
vividas pelos falantes, sendo possível distinguir o
português arcaico do português moderno, bem
como diversas palavras que ficam em desuso.
Exemplos de variações diacrônicas
Palavras que caíram em desuso:
 vossemecê;
 botica;
 comprir.
Grafias que caíram em desuso:
 flôr;
 pharmácia;
 seqüencia.
Vocabulário e expressões típicas de uma
determinada faixa etária:
 Você é um chato de galocha!
 Ele é maior barbeiro.
 Vai catar coquinho.
Variação linguística social (diastrática)
As variações diastráticas, também chamadas
de variações sociais, são variações que
ocorrem de acordo com os hábitos e cultura de
diferentes grupos sociais. Este tipo de variação
ocorre porque diferentes grupos sociais possuem
diferentes conhecimentos, modos de atuação e
sistemas de comunicação.
Exemplos de variações diastráticas
Gírias próprias de um grupo com interesse
comum, como os skatistas:
 Prefiro freestyle.
 O gringo tem um carrinho irado.
 O silk do skate tá insano.
Jargões próprios de um grupo profissional,
como os policiais e militares:
 Ele deu sopa na crista.
 Vamos na rota dele.
 Não mexe com meu peixe.
Variação linguística situacional (diafásica)
As variações diafásicas, também chamadas
de variações situacionais, são variações que
ocorrem de acordo com o contexto ou situação
em que decorre o processo comunicativo. Há
momentos em que é utilizado um registro formal
e outros em que é utilizado um registro informal.
Exemplos de variações diafásicas
Linguagem informal, considerada menos
prestigiada e culta, usada quando há
familiaridade entre os interlocutores da
comunicação ou em situações descontraídas.
 Fala, garoto! Beleza?
 Rola um cinema hoje?
 Cadê Pedro? Cê viu ele?
Linguagem formal, considerada mais
prestigiada e culta, usada quando não há
familiaridade entre os interlocutores da
comunicação ou em situações que requerem
uma maior seriedade.
 Bom dia! Tudo bom com você?
 Querem ir ao cinema hoje?
 Onde está Pedro? Você viu-o?
 A linguagem coloquial está sujeita a variações
regionais, culturais e sociais, recorrendo ao uso
de vocabulário simples, de expressões populares
e de gestos que acompanham a fala. É
considerado por muitos como um registro pouco
prestigiado e incorreto. Isso não corresponde,
contudo, à realidade.
 A linguagem coloquial é a expressão viva de uma
língua em uso.
O único inconveniente no uso da linguagem
coloquial é se o falante não souber fazer a
transição desse tipo de linguagem para a
linguagem formal nos momentos em que essa é
exigida, como em concursos públicos, entrevistas
de emprego, documentos oficiais,...
A linguagem culta é uma variação linguística
muito prestigiada. Pessoas que sabem se utilizar
dessa variante têm mais chances de serem bem
sucedidas em uma entrevista de emprego, por
exemplo. Importante dizer que pessoas que não
sabem utilizar essa variante são tidas, muitas
vezes, como inferiores, situação que gerou
reflexão sobre o conceito de preconceito
linguístico.
A linguagem culta é aquela que segue o
estipulado pelos dicionários e manuais de
gramática. Nela as palavras devem ser
articuladas corretamente, evitando-se
abreviações e vícios de linguagem. Além disso,
as concordâncias verbais e nominais devem ser
feitas da maneira certa, não havendo espaço
para adaptações e gírias.
Variação linguística e preconceito linguístico
O preconceito linguístico surge porque nem todas
as variações linguísticas usufruem do mesmo
prestígio. Algumas são consideradas superiores,
mais corretas e cultas e outras são consideradas
menos cultas ou mesmo incorretas.
Preconceito linguístico ocorre sempre que uma
determinada variedade é referida com um tom
pejorativo e depreciativo, estando associada a
situações de deboche ou até de violência, o que
contribui para a exclusão social de diversos
indivíduos e grupos.
É urgente compreender e aceitar que todas as
variedades linguísticas são fatores de
enriquecimento e cultura, não devendo ser
encaradas como erros ou desvios.
(UFTM) – Leia os quadrinhos abaixo para as
questões 01 e 02.
01. Sobre a tira, analise as afirmativas.
I - Pode-se identificar, no último quadrinho, a fala
de um nordestino, exemplo de variedade
linguística regional.
II - É apresentada uma visão estereotipada de
uma fala que suprime, quase sempre, as sílabas
finais das palavras.
III - A fala no último quadrinho retoma o exemplo
dado no terceiro quadrinho, tornando-se mais
inteligível.
IV - O produtor da tira usou seu conhecimento
das variedades linguísticas existentes entre as
regiões do país para produzir efeitos de humor.
2. A tira exemplifica o uso de variedades
linguísticas. Sobre variedades e registros de
linguagem, assinale a afirmativa INCORRETA.
a) Preconceito linguístico é o julgamento negativo
dos falantes em função da variedade linguística
que utilizam.
b) A maior ou menor proximidade entre os
falantes faz com que usem variedades mais ou
menos formais, denominadas registros de
linguagem.
c) Diferenças significativas nos aspectos
fonológicos e morfossintáticos da língua marcam
as variedades sociais, seja devido à
escolaridade, à faixa etária, ao sexo.
d) Norma culta ou padrão é a denominação dada
à variedade linguística dos membros da classe
social de maior prestígio, que deve ser utilizada
por todos da mesma comunidade.
e) Gíria ou jargão é uma forma de linguagem
baseada em vocabulário criado por um grupo
social e serve de emblema para os membros do
grupo, distinguindo-os dos demais falantes da
língua.
ATIVIDADES DE GRAMÁTICA- SÍLABA - 6° ANO
Sílaba
• É a unidade fônica centrada numa vogal e
emitida num só impulso respiratório. Exemplos:
A-ZEI-TO-NA E-GÍP-CIO SUBS-TAN-TI-VO
Classificação das palavras quanto ao NÚMERO
DE SÍLABAS
• Monossílabas – apresentando uma só sílaba –
pé, pá, me
• Dissílabas – apresentando duas sílabas – ca-fé,
so-fá
• Trissílaba – apresentando três sílabas – ca-
deira, ca-der-no
• Polissílabas – apresentando quatro ou mais
sílabas – te-le-fo-ne,- re-fri-ge-ran-te
Acento tônico e acento gráfico
• Sílaba tônica – A sílaba proferida com mais
intensidade que as outras é a sílaba tônica. Esta
possui o acento tônico, também chamado de
acento tônico ou prosódico. Nem sempre a sílaba
tônica recebe acento gráfico. Exemplo: CA-JÁ -
CA-DER-NO - LÂM-PA-DA
Classificação das palavras quanto a SÍLABA
TÔNICA
a) Oxítonas – a sílaba tônica é a última da
palavra. Ex: ma-ra-cu-já, ca-fé, re-com-por
b) Paroxítona – a sílaba tônica é a penúltima
sílaba da palavra. Ex: ca-dei-ra, ca-rá-ter
c) Proparoxítonas – a sílaba tônica é a
antepenúltima sílaba da palavra. Ex: sí-la-ba, me-
ta-fí-si-ca, lâm-pa-da
ATIVIDADES
1-Tendo em vista os conhecimentos dos quais
você dispõe acerca dos critérios de divisão
silábica, separe as sílabas das palavras
demarcadas a seguir:
a - secretária
b- fluído
c- cadeado
d- pássaro
e - terra
f- prato
g - psicológico
h- pneumático
i- fruta
j - rainha
l - substância
m - gratuito
n - atualização
2-Assinale a alternativa em que a divisão silábica
de todas as palavras está correta:
a) e – nig – ma - su – bju – gar – rai – nha
b) co – lé – gi – o – pror – ro – gar – je – suí – ta
c) res – sur – gir – su – bli – nhar – fu – gi – u
d) i – guais – ca- ná – rio – due – lo
e) in – te – lec – ção – mi – ú – do – sa – guões
e – Alternativa correta, uma vez que todas as
palavras nela expressas estão devidamente
separadas, em se tratando das sílabas que as
compõem.
3-Dadas as palavras:
1) des – a – ten – to
2) sub – es – ti – mar
3) trans – tor – no
Constatamos que a separação silábica está
correta:
a) apenas em 1.
b) apenas em 2.
c) apenas em 3.
d) em todas as palavras.
e) n.d.a
Tipos de discurso
Dentre os canais que constituem o ato da
comunicação, figura-se o discurso. Ele é o meio
pelo qual se transmite uma ideia, se expõe uma
opinião, quer na fala ou na escrita.
Dessa forma, em se tratando do texto narrativo,
todo o desenrolar dos fatos, em consonância
com a ação dos personagens, está
condicionado ao propósito do narrador em
materializá-lo por meio de uma mensagem
discursiva. Tal registro se dá de formas
distintas, caracterizando-se de forma direta e
indireta ou, em alguns casos, ocorre a fusão de
ambas.
Para que possamos compreender sobre as
características inerentes a cada modalidade,
analisaremos minuciosamente todas elas.
Discurso direto
A produção se dá de forma integral, na qual os
diálogos são retratados sem a interferência do
narrador. Trata-se de uma transcrição fiel da
fala dos personagens, que, para introduzi-las, o
narrador utiliza-se de alguns sinais de
pontuação, aliados ao emprego de alguns
verbos de elocução, tais como: dizer, perguntar,
responder, indagar, exclamar, ordenar, entre
outros.
A título de exemplificação, apoiemo-nos no
seguinte exemplo:
“Maurício saudou, com silenciosa
admiração, esta minha vida avisada malícia.
E imediatamente, para meu príncipe:
- Há três anos que não te vejo Jacinto...
Como tem sido possível, neste Paris que é
um aldeola, e que tu atravancas?”
Queirós, Eça de. A cidade e as serras. São
Paulo: Hedra, 2006
Discurso indireto
O mesmo ocorre quando o narrador, ao invés
de retratar as falas de forma direta, as reproduz
mediante o atributo de suas próprias palavras,
colocando-se na condição de intermediário
frente à ocorrência.
Observaremos a seguir um quadro em que são
relatadas as mudanças ocorridas na passagem
do discurso direto para o indireto, enfatizando
as particularidades relacionadas a tempos
verbais, advérbios e pronomes.
Discurso direto Discurso indireto
Uso da primeira
pessoa do discurso
Terceira pessoa
Verbo no presente do
indicativo
Emprego do pretérito
imperfeito do indicativo
Verbo no pretérito
perfeito
Pretérito mais que
perfeito
Futuro do presente Futuro do pretérito
Modo imperativo
Pretérito imperfeito do
subjuntivo
Adjuntos adverbiais:
aqui, cá, aí
Adjuntos adverbiais:
ali, lá
Ontem O dia anterior
Amanhã O dia seguinte
Discurso indireto livre
Como anteriormente mencionado, nesta
modalidade, as formas direta e indireta fundem-
se por meio de um processo em que o narrador
insere discretamente a fala ou os pensamentos
do personagem em sua fala. Embora ele não
participe da história, instala-se dentro de suas
personagens, confundindo sua voz com a delas.
Observemos um fragmento extraído do
romance Madame Bovary, do escritor francês
Gustave Flaubert, publicado em 1857:
“Olhava-a, abria-a e chegava mesmo a
aspirar-lhe o perfume do forro, misto de
verbena e de fumo. A quem pertenceria?...
Ao Visconde. Era talvez presente da
amante.”
1. Indique o tipo de discurso (direto ou indireto),
empregado nos textos abaixo: a) Quando o pai
chegou, perguntou à mulher quem quebrara o
vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho. b) Ele
prometeu experimentar, mas só se eu ficasse
vigiando; eu disse que vigiaria, mas ele disse que
só começava depois que eu jurasse. Não vi mal
nenhum disse que jurava. c) - Alô, é do
manicômio? - Não, senhor, deve ter havido algum
engano, nosso telefone só vai ser instalado na
próxima semana. d) Jesus Cristo disse “Nem só
de pão viverá o homem” (Mateus, cap. 4)
2- Escreva nos parênteses DD para discurso
direto e DI para discurso indireto.
( ) “...estive a pique de lhe dizer que
queria acabar nosso namoro”.
( ) “Mas chegou uma hora em que ela
percebeu que eu estava triste e perguntou por
quê”.
( ) “--- O que foi que você disse?”
( ) “--- Estou triste por sua causa”.
( ) “Dizia ou não dizia que não gostava
mais dela”?
ADJETIVO-FORMAÇÃO-GÊNERO-GRAU –
PÁTRIO -ATIVIDADES COM GABARITO
Conceito: é a palavra que caracteriza o
substantivo.
FORMAÇÃO DO ADJETIVO:
Primitivo: é aquele que não deriva de outra
palavra.
Ex.: doce criatura.
Derivado: é aquele que deriva de outra palavra.
(Geralmente de substantivos ou de verbos). Ex.:
funcionária preguiçosa (do substantivo preguiça).
Simples: é aquele formado de apenas um
radical.
Ex.: Ruas escuras.
Problemas brasileiros.
Composto: é aquele formado com mais de um
radical.
Ex.: Cabelos castanho-escuros.
GÊNERO DO ADJETIVO
Quanto ao gênero, os adjetivos podem ser:
Uniformes: possuem apenas uma forma, que se
aplica tanto a substantivos masculinos como a
substantivos femininos.
Ex.: O moço feliz.
A moça feliz.
Biformes: possuem duas formas; uma para o
masculino e outra para o feminino.
Ex.: O amigo brincalhão.
A amiga brincalhona.
1- Substitua as locuções adjetivas em destaque
pelo adjetivo correspondente:
a) Carne de boi –
b) Defeito de audição –
c) Região da cidade –
d) Insuficiência do coração –
e) Impressão de dedo –
f) Úlcera de estomago –
2- Sublinhe os adjetivos
a) O aluno estudioso consegue bons resultados.
b) As crianças pequenas estavam alegres.
c) A menina ficou irritada com o irmão.
d) O homem usava um chapéu grande.
e) Maria encontrou um pobre gatinho martirizado.
f) Esse menino tem cabelos pretos e
encaracolados.
GRAU DO ADJETIVO
Comparativo:
O grau comparativo compara dois seres ou dois
grupos de seres que são qualificados com um
adjetivo em comum. Podem comparar por
superioridade, por inferioridade ou igualdade.
Comparativo de superioridade:
Ex.: O carro é mais bonito que a moto.
Comparativo de inferioridade:
Ex.: O carro é menos bonito que a moto.
Comparativo de igualdade:
Ex.: O carro é tão bonito quanto a moto.
Atividades:
1 – Complete as frases de acordo com o grau
comparativo pedido:
Superioridade:
a) Mônica é elegante que a Marta.
b) Meu sapato é confortável que o dela.
c) Este professor é calmo que o outro.
Inferioridade:
a) O gato é feroz que o cão.
b) Pedro é estudioso que o Diogo.
c) Meus dentes são brancos que o dele.
Igualdade:
a) Mariana é inteligente quanto sua irmã.
b) A onça é rápida quanto o leopardo.
c) Seu computador é bom quanto.
2 – Complete as frases de acordo com grau
comparativo pedido.
a) Mônica é elegante que Marta.
(Superioridade).
b) O gato é feroz o cão. (Inferioridade).
c) Mariana é inteligente sua irmã.
(Igualdade).
d) Meu sapato é confortável o dela.
(Superioridade).
e) Meus dentes são brancos o dele.
(Inferioridade).
f) Seu computador é bom o meu.
(Igualdade).
g) Este professor é calmo o outro.
(Superioridade).
h) Pedro é estudioso Diogo.
(Inferioridade).
i) A onça é tão rápida quanto o leopardo.
(Igualdade).
j) José é tão aplicado quanto Adriano.
(Igualdade).
k) Marcia é mais esperta que Ana.
(Superioridade).
l) O carro é menos veloz que o avião.
(Inferioridade).
3- Numere de acordo com a legenda:
a) Grau comparativo de igualdade.
b) Grau comparativo de superioridade.
c) Grau comparativo de inferioridade.
( ) Luiza está tão alegre quanto Marisa.
( ) O coelho é mais esperto que a tartaruga.
( ) A laranjeira é menor que a mangueira.
( ) Meu pai é mais alto que o seu.
( ) O automóvel é menos veloz que o avião.
( ) Suco natural é mais saudável que
refrigerante.
( ) A maçã é tão saborosa quanto o caqui.
( ) O Brasil é menos populoso que a China.
GRAU SUPERLATIVO
A característica atribuída pelo adjetivo é
intensificada de forma relativa ou absoluta.
Superlativo absoluto analítico – o destaque
é assinalado pelo emprego de certos termos que
denotam ideia de acréscimo. Tal modalidade é
expressa por meio dos advérbios muito,
extremamente, excepcionalmente, etc,
antepostos ao adjetivo.
Ex.: Somos excessivamente otimistas.
É um criminoso extremamente violento.
Superlativo absoluto sintético – é marcado
pelo uso de sufixos, tais como: íssimo, rimo, imo.
O superlativo absoluto sintético pode se
apresentar sob duas formas: uma erudita, de
origem latina e outra popular, a forma erudita é
constituída pelo radical do adjetivo latino
combinada aos sufixos – íssimo, imo ou érrimo.
Ex.: fidelíssimo, facílimo, paupérrimo.
José é magérrimo.
A forma popular é formada pelo radical do
adjetivo português combinada ao sufixo – íssimo:
pobríssimo, agilíssimo.
Ex.: Ferrari é um carro caríssimo.
ATIVIDADES:
1 – Reescreva as frases mudando os adjetivos
em destaque no grau superlativo absoluto
sintético.
a) A prova estava difícil.A prova estava dificílima.
b) O autor é engraçado e humilde.
c) A professora é magra e sensível.
d) Pedro é amável e divertido.
2 – Transforme os adjetivos analíticos abaixo:
a) Fraquíssimo =
b) Terribilíssimo =
c) Calmíssimo =
d) Cheíssimo =
e) Pouquíssimo =
f) Agilíssimo =
g) Dulcíssimo =
h) Belíssimo =
3 – Passe as palavras para o superlativo
conforme modelo:
- Ágil =
- Difícil =
- Frágil =
- Alto =
- Baixo =
- Feio =
- Útil =
- Capaz =
- Feliz =
- Feroz=
- Veloz =
EXERCÍCIOS: PALAVRAS OXÍTONAS,
PAROXÍTONAS, PROPAROXÍTONAS-
Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras
de duas ou mais sílabas classificam-se em:
OXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a última
sílaba da palavra.
Ex.: visitar aqui alguém
PAROXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a
penúltima sílaba da palavra.
Ex.: alta chocolate tipos
PROPAROXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a
antepenúltima sílaba da palavra.
E.: máquina câmara pública
EXERCÍCIOS DE TONICIDADE
1 – Classifique as seguintes palavras em:
oxítona, paroxítona ou proparoxítona:
- Perguntei:
-Sábado:
- Calmaria:
- Infância:
- coração:
- Comprar:
- Futebol:
- Médico:
- Pastel:
- Semente:
- Público:
- Mágico:
2 – Separe as sílabas destas palavras e faça um
retângulo em cada sílaba tônica.
- Balaústre:
- Colorir:
- Pássaro:
- Embaixo:
- Prefeitura:
- Cérebro:
- Caldeirão:
EXERCÍCIOS DE VERBOS PARA ENSINO
FUNDAMENTAL
01 – Circule os verbos das frases abaixo:
A – Os meninos brincavam com a bola.
B – Papai me chamou para passear no parque.
C – Entrei, falei com o diretor.
D – Ao sentir a patadas, o lobo correu.
E – Tu és forte, és corajoso e conheces tudo.
F – A borboleta tem asas coloridas.
02 – Indique os tempos verbais nas frases:
A – Papai gosta de verdura.
B – José ganhou uma bola.
C – Damião estudará a lição.
D – Marisa acordou cedo.
E – Os meninos jogarão basquete.
F – O garoto vende pipoca.
G – Eu venderei meu relógio.
H – Eu canto muito bem.
I – Eu vendi minha bicicleta.
03 – Escreva ao lado: ação, fenômeno ou estado.
A – Chovia muito.
B – Ela era infeliz.
C – Relampejou muito.
D – As crianças brincavam.
E – Ventava muito.
F – Marta estava contente.
G – O menino está triste.
04 – Coloque o pronome pessoal de acordo com
a terminação do verbo: Eu, tu, ele, nós, vós, eles.
a) escrevemos.
b) viveste.
c) falastes.
d) recebeu.
e) vendo
f) Nós estudamos.
g) Ele cantou.
h) Eu achei.
i) Nós jogamos.
j) Vós cantais.
k) Ele cantou.
05 – Coloque, no quadro abaixo, os verbos nos
lugares certos:
Vestir - andar - receber - amar - partir.
Prender - pedir - contar - trazer - comer.
Estudar - subir - falar - esconder - ouvir.
1ª conjugação - 2ª conjugação - 3ª
conjugação.
- -
- -
- -
- -
- -
Proposta de Redação
Proposta de narração em primeiro pessoal com base histórica abaixo.
Produção de texto – continue a história:
“Certa vez, estava brincando em parquinho quando encontrei embaixo de um balanço um anel muito
brilhante. Não havia ninguém por perto e resolvi experimentá-lo. Serviu direitinho e corri para
mostrar para meu amigo Fernando. Me aproximei disse e disse:
“Olha Fernando, que anel bonito que encontrei.”
Fernando não me respondeu nada.
Minha amiga Mariana estava brincando na areia e perguntei se poderia brincar também. Mariana
nem me olhou. Percebi então que eu estava invisível. O anel era mágico! Fiquei imaginando o que
eu poderia fazer agora com todo esse poder!
Então… (continue)
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Tipos de variação linguística

  • 1. Tipos de variação linguística As variações linguísticas ocorrem principalmente nos âmbitos geográficos, temporais e sociais. Variação linguística regional (diatópica) As variações diatópicas, também chamadas de variações regionais ou geográficas, são variações que ocorrem de acordo com o local onde vivem os falantes, sofrendo sua influência. Este tipo de variação ocorre porque diferentes regiões têm diferentes culturas, com diferentes hábitos, modos e tradições, estabelecendo assim diferentes estruturas linguísticas. Exemplos de variações diatópicas Diferentes palavras para os mesmos conceitos:  aipim, mandioca, macaxeira;  abóbora, jerimum, moranga;  sacolé, dindim, geladinho. Diferentes sotaques, dialetos e falares:  dialeto caipira;  dialeto gaúcho;  dialeto baiano. Reduções de palavras ou perdas de fonemas:  véio (velho);  muié (mulher);  cantá (cantar);  enxovar (enxoval). Variação linguística histórica (diacrônica) As variações diacrônicas, também chamadas de variações históricas, são variações que ocorrem de acordo com as diferentes épocas vividas pelos falantes, sendo possível distinguir o português arcaico do português moderno, bem como diversas palavras que ficam em desuso. Exemplos de variações diacrônicas Palavras que caíram em desuso:  vossemecê;  botica;  comprir. Grafias que caíram em desuso:  flôr;  pharmácia;  seqüencia. Vocabulário e expressões típicas de uma determinada faixa etária:  Você é um chato de galocha!  Ele é maior barbeiro.  Vai catar coquinho. Variação linguística social (diastrática) As variações diastráticas, também chamadas de variações sociais, são variações que ocorrem de acordo com os hábitos e cultura de diferentes grupos sociais. Este tipo de variação ocorre porque diferentes grupos sociais possuem diferentes conhecimentos, modos de atuação e sistemas de comunicação. Exemplos de variações diastráticas Gírias próprias de um grupo com interesse comum, como os skatistas:  Prefiro freestyle.  O gringo tem um carrinho irado.  O silk do skate tá insano. Jargões próprios de um grupo profissional, como os policiais e militares:  Ele deu sopa na crista.  Vamos na rota dele.  Não mexe com meu peixe. Variação linguística situacional (diafásica) As variações diafásicas, também chamadas de variações situacionais, são variações que ocorrem de acordo com o contexto ou situação em que decorre o processo comunicativo. Há momentos em que é utilizado um registro formal e outros em que é utilizado um registro informal. Exemplos de variações diafásicas Linguagem informal, considerada menos prestigiada e culta, usada quando há familiaridade entre os interlocutores da comunicação ou em situações descontraídas.  Fala, garoto! Beleza?  Rola um cinema hoje?  Cadê Pedro? Cê viu ele? Linguagem formal, considerada mais prestigiada e culta, usada quando não há familiaridade entre os interlocutores da comunicação ou em situações que requerem uma maior seriedade.  Bom dia! Tudo bom com você?
  • 2.  Querem ir ao cinema hoje?  Onde está Pedro? Você viu-o?  A linguagem coloquial está sujeita a variações regionais, culturais e sociais, recorrendo ao uso de vocabulário simples, de expressões populares e de gestos que acompanham a fala. É considerado por muitos como um registro pouco prestigiado e incorreto. Isso não corresponde, contudo, à realidade.  A linguagem coloquial é a expressão viva de uma língua em uso. O único inconveniente no uso da linguagem coloquial é se o falante não souber fazer a transição desse tipo de linguagem para a linguagem formal nos momentos em que essa é exigida, como em concursos públicos, entrevistas de emprego, documentos oficiais,... A linguagem culta é uma variação linguística muito prestigiada. Pessoas que sabem se utilizar dessa variante têm mais chances de serem bem sucedidas em uma entrevista de emprego, por exemplo. Importante dizer que pessoas que não sabem utilizar essa variante são tidas, muitas vezes, como inferiores, situação que gerou reflexão sobre o conceito de preconceito linguístico. A linguagem culta é aquela que segue o estipulado pelos dicionários e manuais de gramática. Nela as palavras devem ser articuladas corretamente, evitando-se abreviações e vícios de linguagem. Além disso, as concordâncias verbais e nominais devem ser feitas da maneira certa, não havendo espaço para adaptações e gírias. Variação linguística e preconceito linguístico O preconceito linguístico surge porque nem todas as variações linguísticas usufruem do mesmo prestígio. Algumas são consideradas superiores, mais corretas e cultas e outras são consideradas menos cultas ou mesmo incorretas. Preconceito linguístico ocorre sempre que uma determinada variedade é referida com um tom pejorativo e depreciativo, estando associada a situações de deboche ou até de violência, o que contribui para a exclusão social de diversos indivíduos e grupos. É urgente compreender e aceitar que todas as variedades linguísticas são fatores de enriquecimento e cultura, não devendo ser encaradas como erros ou desvios. (UFTM) – Leia os quadrinhos abaixo para as questões 01 e 02. 01. Sobre a tira, analise as afirmativas. I - Pode-se identificar, no último quadrinho, a fala de um nordestino, exemplo de variedade linguística regional. II - É apresentada uma visão estereotipada de uma fala que suprime, quase sempre, as sílabas finais das palavras. III - A fala no último quadrinho retoma o exemplo dado no terceiro quadrinho, tornando-se mais inteligível. IV - O produtor da tira usou seu conhecimento das variedades linguísticas existentes entre as regiões do país para produzir efeitos de humor. 2. A tira exemplifica o uso de variedades linguísticas. Sobre variedades e registros de linguagem, assinale a afirmativa INCORRETA. a) Preconceito linguístico é o julgamento negativo dos falantes em função da variedade linguística que utilizam. b) A maior ou menor proximidade entre os falantes faz com que usem variedades mais ou menos formais, denominadas registros de linguagem. c) Diferenças significativas nos aspectos fonológicos e morfossintáticos da língua marcam as variedades sociais, seja devido à escolaridade, à faixa etária, ao sexo. d) Norma culta ou padrão é a denominação dada à variedade linguística dos membros da classe social de maior prestígio, que deve ser utilizada por todos da mesma comunidade. e) Gíria ou jargão é uma forma de linguagem baseada em vocabulário criado por um grupo social e serve de emblema para os membros do grupo, distinguindo-os dos demais falantes da língua. ATIVIDADES DE GRAMÁTICA- SÍLABA - 6° ANO Sílaba • É a unidade fônica centrada numa vogal e emitida num só impulso respiratório. Exemplos: A-ZEI-TO-NA E-GÍP-CIO SUBS-TAN-TI-VO
  • 3. Classificação das palavras quanto ao NÚMERO DE SÍLABAS • Monossílabas – apresentando uma só sílaba – pé, pá, me • Dissílabas – apresentando duas sílabas – ca-fé, so-fá • Trissílaba – apresentando três sílabas – ca- deira, ca-der-no • Polissílabas – apresentando quatro ou mais sílabas – te-le-fo-ne,- re-fri-ge-ran-te Acento tônico e acento gráfico • Sílaba tônica – A sílaba proferida com mais intensidade que as outras é a sílaba tônica. Esta possui o acento tônico, também chamado de acento tônico ou prosódico. Nem sempre a sílaba tônica recebe acento gráfico. Exemplo: CA-JÁ - CA-DER-NO - LÂM-PA-DA Classificação das palavras quanto a SÍLABA TÔNICA a) Oxítonas – a sílaba tônica é a última da palavra. Ex: ma-ra-cu-já, ca-fé, re-com-por b) Paroxítona – a sílaba tônica é a penúltima sílaba da palavra. Ex: ca-dei-ra, ca-rá-ter c) Proparoxítonas – a sílaba tônica é a antepenúltima sílaba da palavra. Ex: sí-la-ba, me- ta-fí-si-ca, lâm-pa-da ATIVIDADES 1-Tendo em vista os conhecimentos dos quais você dispõe acerca dos critérios de divisão silábica, separe as sílabas das palavras demarcadas a seguir: a - secretária b- fluído c- cadeado d- pássaro e - terra f- prato g - psicológico h- pneumático i- fruta j - rainha l - substância m - gratuito n - atualização 2-Assinale a alternativa em que a divisão silábica de todas as palavras está correta: a) e – nig – ma - su – bju – gar – rai – nha b) co – lé – gi – o – pror – ro – gar – je – suí – ta c) res – sur – gir – su – bli – nhar – fu – gi – u d) i – guais – ca- ná – rio – due – lo e) in – te – lec – ção – mi – ú – do – sa – guões e – Alternativa correta, uma vez que todas as palavras nela expressas estão devidamente separadas, em se tratando das sílabas que as compõem. 3-Dadas as palavras: 1) des – a – ten – to 2) sub – es – ti – mar 3) trans – tor – no Constatamos que a separação silábica está correta: a) apenas em 1. b) apenas em 2. c) apenas em 3. d) em todas as palavras. e) n.d.a Tipos de discurso Dentre os canais que constituem o ato da comunicação, figura-se o discurso. Ele é o meio pelo qual se transmite uma ideia, se expõe uma opinião, quer na fala ou na escrita. Dessa forma, em se tratando do texto narrativo, todo o desenrolar dos fatos, em consonância com a ação dos personagens, está condicionado ao propósito do narrador em materializá-lo por meio de uma mensagem discursiva. Tal registro se dá de formas distintas, caracterizando-se de forma direta e indireta ou, em alguns casos, ocorre a fusão de ambas. Para que possamos compreender sobre as características inerentes a cada modalidade, analisaremos minuciosamente todas elas. Discurso direto A produção se dá de forma integral, na qual os diálogos são retratados sem a interferência do narrador. Trata-se de uma transcrição fiel da fala dos personagens, que, para introduzi-las, o narrador utiliza-se de alguns sinais de pontuação, aliados ao emprego de alguns verbos de elocução, tais como: dizer, perguntar, responder, indagar, exclamar, ordenar, entre outros. A título de exemplificação, apoiemo-nos no seguinte exemplo:
  • 4. “Maurício saudou, com silenciosa admiração, esta minha vida avisada malícia. E imediatamente, para meu príncipe: - Há três anos que não te vejo Jacinto... Como tem sido possível, neste Paris que é um aldeola, e que tu atravancas?” Queirós, Eça de. A cidade e as serras. São Paulo: Hedra, 2006 Discurso indireto O mesmo ocorre quando o narrador, ao invés de retratar as falas de forma direta, as reproduz mediante o atributo de suas próprias palavras, colocando-se na condição de intermediário frente à ocorrência. Observaremos a seguir um quadro em que são relatadas as mudanças ocorridas na passagem do discurso direto para o indireto, enfatizando as particularidades relacionadas a tempos verbais, advérbios e pronomes. Discurso direto Discurso indireto Uso da primeira pessoa do discurso Terceira pessoa Verbo no presente do indicativo Emprego do pretérito imperfeito do indicativo Verbo no pretérito perfeito Pretérito mais que perfeito Futuro do presente Futuro do pretérito Modo imperativo Pretérito imperfeito do subjuntivo Adjuntos adverbiais: aqui, cá, aí Adjuntos adverbiais: ali, lá Ontem O dia anterior Amanhã O dia seguinte Discurso indireto livre Como anteriormente mencionado, nesta modalidade, as formas direta e indireta fundem- se por meio de um processo em que o narrador insere discretamente a fala ou os pensamentos do personagem em sua fala. Embora ele não participe da história, instala-se dentro de suas personagens, confundindo sua voz com a delas. Observemos um fragmento extraído do romance Madame Bovary, do escritor francês Gustave Flaubert, publicado em 1857: “Olhava-a, abria-a e chegava mesmo a aspirar-lhe o perfume do forro, misto de verbena e de fumo. A quem pertenceria?... Ao Visconde. Era talvez presente da amante.” 1. Indique o tipo de discurso (direto ou indireto), empregado nos textos abaixo: a) Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho. b) Ele prometeu experimentar, mas só se eu ficasse vigiando; eu disse que vigiaria, mas ele disse que só começava depois que eu jurasse. Não vi mal nenhum disse que jurava. c) - Alô, é do manicômio? - Não, senhor, deve ter havido algum engano, nosso telefone só vai ser instalado na próxima semana. d) Jesus Cristo disse “Nem só de pão viverá o homem” (Mateus, cap. 4) 2- Escreva nos parênteses DD para discurso direto e DI para discurso indireto. ( ) “...estive a pique de lhe dizer que queria acabar nosso namoro”. ( ) “Mas chegou uma hora em que ela percebeu que eu estava triste e perguntou por quê”. ( ) “--- O que foi que você disse?” ( ) “--- Estou triste por sua causa”. ( ) “Dizia ou não dizia que não gostava mais dela”? ADJETIVO-FORMAÇÃO-GÊNERO-GRAU – PÁTRIO -ATIVIDADES COM GABARITO Conceito: é a palavra que caracteriza o substantivo. FORMAÇÃO DO ADJETIVO: Primitivo: é aquele que não deriva de outra palavra. Ex.: doce criatura. Derivado: é aquele que deriva de outra palavra. (Geralmente de substantivos ou de verbos). Ex.: funcionária preguiçosa (do substantivo preguiça). Simples: é aquele formado de apenas um radical. Ex.: Ruas escuras. Problemas brasileiros. Composto: é aquele formado com mais de um radical.
  • 5. Ex.: Cabelos castanho-escuros. GÊNERO DO ADJETIVO Quanto ao gênero, os adjetivos podem ser: Uniformes: possuem apenas uma forma, que se aplica tanto a substantivos masculinos como a substantivos femininos. Ex.: O moço feliz. A moça feliz. Biformes: possuem duas formas; uma para o masculino e outra para o feminino. Ex.: O amigo brincalhão. A amiga brincalhona. 1- Substitua as locuções adjetivas em destaque pelo adjetivo correspondente: a) Carne de boi – b) Defeito de audição – c) Região da cidade – d) Insuficiência do coração – e) Impressão de dedo – f) Úlcera de estomago – 2- Sublinhe os adjetivos a) O aluno estudioso consegue bons resultados. b) As crianças pequenas estavam alegres. c) A menina ficou irritada com o irmão. d) O homem usava um chapéu grande. e) Maria encontrou um pobre gatinho martirizado. f) Esse menino tem cabelos pretos e encaracolados. GRAU DO ADJETIVO Comparativo: O grau comparativo compara dois seres ou dois grupos de seres que são qualificados com um adjetivo em comum. Podem comparar por superioridade, por inferioridade ou igualdade. Comparativo de superioridade: Ex.: O carro é mais bonito que a moto. Comparativo de inferioridade: Ex.: O carro é menos bonito que a moto. Comparativo de igualdade: Ex.: O carro é tão bonito quanto a moto. Atividades: 1 – Complete as frases de acordo com o grau comparativo pedido: Superioridade: a) Mônica é elegante que a Marta. b) Meu sapato é confortável que o dela. c) Este professor é calmo que o outro. Inferioridade: a) O gato é feroz que o cão. b) Pedro é estudioso que o Diogo. c) Meus dentes são brancos que o dele. Igualdade: a) Mariana é inteligente quanto sua irmã. b) A onça é rápida quanto o leopardo. c) Seu computador é bom quanto. 2 – Complete as frases de acordo com grau comparativo pedido. a) Mônica é elegante que Marta. (Superioridade). b) O gato é feroz o cão. (Inferioridade). c) Mariana é inteligente sua irmã. (Igualdade). d) Meu sapato é confortável o dela. (Superioridade). e) Meus dentes são brancos o dele. (Inferioridade). f) Seu computador é bom o meu. (Igualdade). g) Este professor é calmo o outro. (Superioridade). h) Pedro é estudioso Diogo. (Inferioridade). i) A onça é tão rápida quanto o leopardo. (Igualdade). j) José é tão aplicado quanto Adriano. (Igualdade). k) Marcia é mais esperta que Ana. (Superioridade). l) O carro é menos veloz que o avião. (Inferioridade). 3- Numere de acordo com a legenda: a) Grau comparativo de igualdade. b) Grau comparativo de superioridade. c) Grau comparativo de inferioridade.
  • 6. ( ) Luiza está tão alegre quanto Marisa. ( ) O coelho é mais esperto que a tartaruga. ( ) A laranjeira é menor que a mangueira. ( ) Meu pai é mais alto que o seu. ( ) O automóvel é menos veloz que o avião. ( ) Suco natural é mais saudável que refrigerante. ( ) A maçã é tão saborosa quanto o caqui. ( ) O Brasil é menos populoso que a China. GRAU SUPERLATIVO A característica atribuída pelo adjetivo é intensificada de forma relativa ou absoluta. Superlativo absoluto analítico – o destaque é assinalado pelo emprego de certos termos que denotam ideia de acréscimo. Tal modalidade é expressa por meio dos advérbios muito, extremamente, excepcionalmente, etc, antepostos ao adjetivo. Ex.: Somos excessivamente otimistas. É um criminoso extremamente violento. Superlativo absoluto sintético – é marcado pelo uso de sufixos, tais como: íssimo, rimo, imo. O superlativo absoluto sintético pode se apresentar sob duas formas: uma erudita, de origem latina e outra popular, a forma erudita é constituída pelo radical do adjetivo latino combinada aos sufixos – íssimo, imo ou érrimo. Ex.: fidelíssimo, facílimo, paupérrimo. José é magérrimo. A forma popular é formada pelo radical do adjetivo português combinada ao sufixo – íssimo: pobríssimo, agilíssimo. Ex.: Ferrari é um carro caríssimo. ATIVIDADES: 1 – Reescreva as frases mudando os adjetivos em destaque no grau superlativo absoluto sintético. a) A prova estava difícil.A prova estava dificílima. b) O autor é engraçado e humilde. c) A professora é magra e sensível. d) Pedro é amável e divertido. 2 – Transforme os adjetivos analíticos abaixo: a) Fraquíssimo = b) Terribilíssimo = c) Calmíssimo = d) Cheíssimo = e) Pouquíssimo = f) Agilíssimo = g) Dulcíssimo = h) Belíssimo = 3 – Passe as palavras para o superlativo conforme modelo: - Ágil = - Difícil = - Frágil = - Alto = - Baixo = - Feio = - Útil = - Capaz = - Feliz = - Feroz= - Veloz = EXERCÍCIOS: PALAVRAS OXÍTONAS, PAROXÍTONAS, PROPAROXÍTONAS- Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras de duas ou mais sílabas classificam-se em: OXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a última sílaba da palavra. Ex.: visitar aqui alguém PAROXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a penúltima sílaba da palavra. Ex.: alta chocolate tipos PROPAROXÍTONAS: Quando a sílaba tônica é a antepenúltima sílaba da palavra. E.: máquina câmara pública EXERCÍCIOS DE TONICIDADE 1 – Classifique as seguintes palavras em: oxítona, paroxítona ou proparoxítona: - Perguntei: -Sábado: - Calmaria:
  • 7. - Infância: - coração: - Comprar: - Futebol: - Médico: - Pastel: - Semente: - Público: - Mágico: 2 – Separe as sílabas destas palavras e faça um retângulo em cada sílaba tônica. - Balaústre: - Colorir: - Pássaro: - Embaixo: - Prefeitura: - Cérebro: - Caldeirão: EXERCÍCIOS DE VERBOS PARA ENSINO FUNDAMENTAL 01 – Circule os verbos das frases abaixo: A – Os meninos brincavam com a bola. B – Papai me chamou para passear no parque. C – Entrei, falei com o diretor. D – Ao sentir a patadas, o lobo correu. E – Tu és forte, és corajoso e conheces tudo. F – A borboleta tem asas coloridas. 02 – Indique os tempos verbais nas frases: A – Papai gosta de verdura. B – José ganhou uma bola. C – Damião estudará a lição. D – Marisa acordou cedo. E – Os meninos jogarão basquete. F – O garoto vende pipoca. G – Eu venderei meu relógio. H – Eu canto muito bem. I – Eu vendi minha bicicleta. 03 – Escreva ao lado: ação, fenômeno ou estado. A – Chovia muito. B – Ela era infeliz. C – Relampejou muito. D – As crianças brincavam. E – Ventava muito. F – Marta estava contente. G – O menino está triste. 04 – Coloque o pronome pessoal de acordo com a terminação do verbo: Eu, tu, ele, nós, vós, eles. a) escrevemos. b) viveste. c) falastes. d) recebeu. e) vendo f) Nós estudamos. g) Ele cantou. h) Eu achei. i) Nós jogamos. j) Vós cantais. k) Ele cantou. 05 – Coloque, no quadro abaixo, os verbos nos lugares certos: Vestir - andar - receber - amar - partir. Prender - pedir - contar - trazer - comer. Estudar - subir - falar - esconder - ouvir. 1ª conjugação - 2ª conjugação - 3ª conjugação. - - - - - - - - - -
  • 8. Proposta de Redação Proposta de narração em primeiro pessoal com base histórica abaixo. Produção de texto – continue a história: “Certa vez, estava brincando em parquinho quando encontrei embaixo de um balanço um anel muito brilhante. Não havia ninguém por perto e resolvi experimentá-lo. Serviu direitinho e corri para mostrar para meu amigo Fernando. Me aproximei disse e disse: “Olha Fernando, que anel bonito que encontrei.” Fernando não me respondeu nada. Minha amiga Mariana estava brincando na areia e perguntei se poderia brincar também. Mariana nem me olhou. Percebi então que eu estava invisível. O anel era mágico! Fiquei imaginando o que eu poderia fazer agora com todo esse poder! Então… (continue) ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________