26/03/2014 Cap 6 Livro Missionários da Luz

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26/03/2014 Cap 6 Livro Missionários da Luz

  1. 1. Estudo da obra “ MISSIONÁRIOS DA LUZ” Autor André Luiz, espírito, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Federação Espírita Brasileira - ano de 1944. Capítulo 6 A ORAÇÃO Quartas, 26/03 e 2/04 Rose Campos
  2. 2. A.L.: - À nossa frente, caminhava um enfermo diverso. Sua diagnose era diferente. Escapava ao meu conhecimento dos sintomas e aos meus antigos métodos de curar. No entanto, era paciente em condições muito graves.”
  3. 3. “Viam-se-lhe os parasitos escuros. Observava-se-lhe a desesperação íntima, em face do assédio incessante. Não haveria remédio para ele? Estaria abandonado e era mais infeliz que os doentes do mundo?”
  4. 4. Alexandre: - “As manifestações do vampirismo, não se circunscrevem ao ambiente dos encarnados. “Quase a totalidade de sofrimentos nas zonas inferiores deve a ele sua dolorosa origem.
  5. 5. “Criaturas desviadas da verdade e do bem, nos longos caminhos evolutivos, reúnem- se umas às outras, para a continuidade das permutas magnéticas de baixa classe.
  6. 6. Alexandre: - “A ciência médica atingirá culminâncias sublimes quando verificar no corpo transitório a sombra da alma eterna. “Cada célula física é instrumento de determinada vibração mental.”
  7. 7. “Quanto ao combate sistemático ao vampirismo, nas múltiplas moléstias da alma, aqui também, no plano de nossas atividades, não faltam processos saneadores e curativos de natureza exterior; no entanto, somos compelidos a reconhecer que cada filho de Deus deve ser o médico de si mesmo e, até à plena aceitação desta verdade com as aplicações de seus princípios, a criatura estará sujeita a incessantes desequilíbrios.”
  8. 8. Este alerta estaria afixado na porta de um consultório médico. (esse texto, de autor desconhecido, foi retirado de um “post” de nossa colega Ana Lopes, colocado no Grupo do L.I.Z., no Facebook). A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza.
  9. 9. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver. E as dores caladas? Como falam em nosso corpo? A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos. Existem semáforos chamados Amigos. Luzes de precaução chamadas Família. Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão. Um potente motor chamado Amor. Um bom seguro chamado Fé. Abundante combustível chamado Paciência. Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS. Fim da primeira parte do capítulo 6
  10. 10. Alexandre: “- Há diversos processos de medicação espiritual contra o vampirismo, os quais poderemos desenvolver em direções diversas; mas, para fornecer a você uma demonstração prática, visitemos o lar de nosso amigo. Conhecerá o mais poderoso antídoto:” André Luiz e o orientador Alexandre, acompanham o jovem encarnado , vítima do processo de vampirismo, até chegarem à sua residência:
  11. 11. – O lar – disse Alexandre – não é somente a moradia dos corpos, mas, acima de tudo, a residência das almas. – Aqui reside uma irmã que tem a felicidade de cultivar a oração fervorosa e reta. – As entidades infelizes (que vinham acompanhando o rapaz desde a saída do Centro Espírita) mostravam-se, agora, terrivelmente contrafeitas. Alguma coisa impedia-lhes acompanhar a vítima ao interior. – Naturalmente a prece traça fronteiras vibratórias. .
  12. 12. “ Nosso amigo não se equilibrou ainda nas bases legítimas da vida, depois de extremas vacilações e levianas experiências da primeira mocidade; no entanto... “ ... sua companheira, mulher jovem e cristã, garante-lhe a casa tranqüila, com a sua presença, pela abundante e permanente emissão de forças purificadoras e luminosas, de que o seu Espírito se nutre.
  13. 13. “De fato, a tranqüilidade interior era grande e confortadora. Em cada ângulo das paredes e em cada objeto isolado havia vibrações de paz inalterável.” Buscar a melhora e o equilíbrio do ambiente de nossas mentes e de nossos lares é tarefa que se encontra ao alcance de nossas mãos.
  14. 14. “Alexandre bateu de leve à porta como se estivéssemos ante um santuário que não devíamos penetrar sem religioso respeito.” A prece diária e o Estudo semanal do EVANGELHO NO LAR são hábitos que podemos cultivar em benefício de todos.
  15. 15. Ingressamos no aposento íntimo ... punha-se o rapaz entre os lençóis, com evidente cuidado para não despertar a esposa adormecida... Observei os fios tenuíssimos de energia magnética, ligando a alma de nossa nobre amiga à sua forma física, placidamente recostada.” Fenômeno do desdobramento durante o sono físico.
  16. 16. A esposa, desligada do corpo, sentou-se à cabeceira e, no mesmo instante, o rapaz como se estivesse ajeitando os travesseiros descansou a cabeça em seu regaço espiritual. Ela (desdobrada) elevava os olhos ao Alto, revelando-se em fervorosa prece. Reparei que o coração dela se transformava num foco ardente de luz, do qual saíam inúmeras partículas resplandecentes, projetando-se sobre o corpo e sobre a alma do esposo com a celeridade de minúsculos raios, que lhe penetravam o organismo, destruindo as formas escuras e horripilantes do vampirismo devorador.
  17. 17. Descem sobre a fronte humana, em cada minuto, bilhões de raios cósmicos, oriundos de estrelas e planetas amplamente distanciados da Terra, sem nos referirmos aos raios solares, caloríficos e luminosos, que a ciência terrestre mal começa a conhecer. Os raios gama e os demais raios emitidos pela água e pelos metais, alcançam os habitantes da Terra pelos pés, determinando consideráveis influenciações. E, em sentido horizontal, experimenta o homem a atuação dos raios magnéticos exteriorizados pelos vegetais, pelos irracionais e pelos próprios semelhantes. Alexandre continua com os esclarecimentos:
  18. 18. Levando tudo isso em conta, conclui Alexandre: - “A prece, portanto, não é movimento mecânico de lábios, nem disco de fácil repetição no aparelho da mente. A prece é vibração, energia, poder.
  19. 19. Fim do capítulo 6 Toda prece elevada é manancial de magnetismo criador e vivificante e toda criatura que cultiva a oração, como devido equilíbrio do sentimento, transforma- se, gradativamente, em foco irradiante de energias da Divindade.

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