14 maio cap 10 parte 1 Materialização

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14 maio cap 10 parte 1 Materialização

  1. 1. Estudo da obra “ MISSIONÁRIOS DA LUZ” Autor André Luiz, espírito, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Federação Espírita Brasileira - ano de 1944. Capítulo 10 (primeira parte) MATERIALIZAÇÃO Quarta-feira, 14 de maio de 2014 Rose Campos
  2. 2. Começa o capítulo 10 com André Luiz demonstrando interesse em aprender sobre os chamados FENÔMENOS DE MATERIALIZAÇÃO. Alexandre: “Trata-se de serviço de ELEVADA RESPONSABILIDADE.” “Exige TODAS as possibilidades do aparelho mediúnico.” “Movimenta todos os elementos de colaboração dos companheiros encarnados, presentes à reunião.”
  3. 3. “São muito raros os companheiros encarnados dispostos às condições espirituais que semelhantes trabalhos exigem.” Segundo Alexandre, quais seriam essas condições ideais? . Respeito aos dons da vida . Perfeita compreensão e valores morais espontâneos e legitimamente consolidados no espírito coletivo. . Indagação científica acompanhada de seguros valores do sentimento, do caráter e da consciência e não de exigências repletas de pretensões.
  4. 4. “Se essas condições fossem facilmente satisfeitas, as SESSÕES DE MATERIALIZAÇÃO, seriam as mais naturais possíveis, sem prejuízos para o médium e nem para os assistentes.” “Na incerteza de colaboração eficiente, essas sessões efetuam-se com GRANDE RISCOS para a organização mediúnica (integridade física do médium) e requisitam número DILATADO de cooperadores de nosso plano.
  5. 5. André Luiz foi apresentado ao irmão Calimério, espírito responsável pelos trabalhos de um determinado grupamento, que se reunia numa Casa, na Crosta. Ao entrarem, o que A. L. observou: 1 – não haviam espíritos sofredores à porta 2 – a casa estava protegida por um cordão de isolamento energético, formado por trabalhadores do plano espiritual, num círculo de 20 metros em derredor. Alexandre: “É preciso o máximo cuidado para que os princípios de ordem mental inferior, nesse tipo de sessão, não prejudiquem a saúde física dos trabalhadores encarnados.”
  6. 6. A.L: - “Se é preciso tanto zelo aqui do nosso lado, não se fará a mesma exigência aos nossos irmãos encarnados, assistentes nesse serviço?” Atenção à resposta de Alexandre: Alexandre: - “Todo o perigo desses trabalhos está na ausência de preparo dos nossos amigos da Crosta, os quais, alegando princípios científicos se esquecem dos princípios de elevação MORAL.”
  7. 7. Alexandre: - “Os irmão desencarnados responsáveis por manter as fronteiras vibratórias, não podem impedir a ENTRADA das entidades inferiores, absolutamente INTEGRADAS com suas vítimas terrenas (processos obsessivos).” Alexandre: - “A rigor aqui não deveriam entrar os encarnados, vítimas do vampirismo, mas a caridade fraternal aconselha a tolerância, mesmo num ambiente como esse.”
  8. 8. E André Luiz continua a observar os trabalhos: 3 – Vinte entidades de nobre hierarquia movimentavam o ar ambiente através de gestos rítmicos. Alexandre: “Estão promovendo a ionização da atmosfera, combinando recursos para efeitos elétricos e magnéticos. Pois nesses trabalhos processa-se acelerada materialização e desmaterialização da energia.” 4 – Alguns trabalhadores da nossa esfera apareceram portando aparelhos que emitiam raios que se movimentavam em todas as direções. Alexandre: “Estão condensando o oxigênio em toda a casa. O ambiente de materialização requer elevado teor de ozônio. A relativa ozonização age como bactericida.”
  9. 9. O ozônio (O3) é um gás bastante reativo e altamente instável, ou seja, logo se recompõe a oxigênio (O2). É um dos oxidantes naturais mais potentes e é também um poderoso germicida. Estas características conferem ao ozônio uma gama de aplicações, sendo utilizado em saúde e processos industriais, tratamento de águas, alimentos, gases, efluentes e também como agente clareador/branqueador (fonte: http://www.o3r.com.br/blog/o-ozonio/
  10. 10. que será abundantemente extraído do médium, não pode sofrer, sem prejuízos fatais, Alexandre: – O ou força nervosa ...a intromissão de certos elementos microbianos”.
  11. 11. E André Luiz continuava observando tudo o que acontecia: 5 – Várias entidades chegavam do exterior, trazendo extenso material luminoso. Alexandre: “São recursos da Natureza (das águas e das plantas) que os operários do nosso plano recolhem para serem utilizados nos trabalhos dessa noite.”
  12. 12. 7 – A jovem médium deu entrada no recinto acompanhada por DIVERSAS entidades, incluindo um amigo de elevada condição. Ele exercia considerável controle sobre a moça e a ela estava ligado por tênues fios de natureza magnética. Alexandre: “O controlador mediúnico, para as atividades de materializações propriamente ditas, é o irmão Alencar que também foi médico na Terra.” Alencar: “Ser-nos-á muito útil a presença de ambos. Precisamos de colaboradores para o auxílio magnético ao organismo mediúnico.”
  13. 13. Foi preciso incentivar os processos digestivos para que o aparelho mediúnico funcionasse sem obstáculos. 8 – Alexandre e mais quatro assistentes colocaram as mãos em forma de coroa sobre a fronte da médium. Vi que suas energias reunidas formavam forte fluxo magnético que foi projetado sobre o estomago e o fígado da jovem. 9 – As forças emitidas concentraram-se gradualmente sobre o plexo solar espalhando-se por todo o sistema nervoso vegetativo. Acelerou-se então o processo químico da digestão. O fígado passou a trabalhar de forma intensa. 10 – Em poucos instantes o estômago apresentava-se inteiramente livre. Fim da primeira parte.

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