" Missionários da Luz " - Influenciação cap5

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" Missionários da Luz " - Influenciação cap5

  1. 1. CAPÍTULO 5 “INFLUENCIAÇÃO” Ângela 12/03/ 2014
  2. 2. Alexandre ...” Se nossos irmãos conseguissem de fato estabelecer sobre si mesmos os desejáveis golpes de disciplina, muito ganhariam em força contra ao influenciação dos infelizes que os seguem....” “A maioria, rompido o nosso círculo magnético, organizado no curso de cada reunião, esquece as bênçãos recebidas e volta-se, novamente, para as mesmas condições deploráveis de horas antes, subjugada pelos vampiros renitentes e cruéis.” _ Venha comigo à via pública e observe por si mesmo. Capítulo 4
  3. 3. André L. é convidado pelo Instrutor Alexandre a acompanhar 3 médiuns de uma mesma família até a casa deles. Ao sair da Casa Espírita, ele sente logo a diferença de ambiente.
  4. 4. “E eu estava muito sensível às emanações mais densas da rua. As lâmpadas elétricas me pareciam pequenas bolas de luz muito pobre, isoladas em grossa neblina.” Agora percebia a diferença de ambiente. Para nós, desencarnados, a atmosfera interior estava carregada de fluidos sutis, regeneradores. Mas, lá fora, o ar pesava. André Luiz
  5. 5. Alexandre interrompeu minhas observações, exclamando: "A modificação, evidentemente, é inexprimível. Entre as vibrações harmoniosas da paisagem interior, iluminada pela oração, e a via pública, repleta de emanações inferiores, há diferenças singulares.” “O pensamento elevado santifica a atmosfera em torno e possui propriedades elétricas que o homem comum está longe de imaginar.” “A rua, é repositório de vibrações antagônicas, em vista de a maioria dos transeuntes lançar em circulação, incessantemente, não só as colônias imensas de micróbios diversos, mas também os maus pensamentos de toda ordem."
  6. 6. Enquanto pensava nos ensinamentos recebidos, reparei que muitos grupos de entidades infelizes e inquietas esperavam na redondeza. Podíamos ouvi-las em conversas interessantes, mas completamente sem sentido e impróprias, nos menores detalhes.
  7. 7. Alexandre apontou um pequeno grupo de desencarnados, que pareciam estar em grande desequilíbrio, e falou:  Aqueles amigos são a comitiva, quase permanente, dos nossos companheiros encarnados que voltam para casa agora.  Eles não têm permissão para entrar aqui, em sessões especializadas como a de hoje, mas podem participar das reuniões dedicadas à assistência geral. “ Fiquei impressionado com o cuidado. Tudo, naqueles trabalhos, obedecia a organização prévia. Tudo era calculado, programado, previsto.”  No entanto, hoje precisávamos atender os amigos, para que o vampirismo que sofrem seja atenuado em seus efeitos prejudiciais. Socorro Espiritual
  8. 8. - Agora, - continuou Alexandre - repare na saída dos nossos amigos. Observe a maneira como voltam, instintivamente, para as entidades ignorantes que os exploram. Fiquei atento. Estavam todos prestes a sair do salão, tranquilamente. Intercâmbio intuitivo
  9. 9. ENTUSIASMO E ALEGRIA APÓS OS TRABABALHOS ESPIRITUAIS  Graças a Deus! Fizemos nossas preces em paz, com muito proveito.  Ouvindo as orações e compartilhando o exercício de desenvolvimento mediúnico, recebemos muita ajuda!  O Espiritismo é o nosso conforto.  Precisamos servir muito, transformando-nos em colaboradores fiéis da Nova Revelação!  A doutrina dos espíritos é o nosso tesouro de luz e consolo!  Ah, meus amigos, precisamos trabalhar! Jesus nos chama ao serviço e precisamos atender.
  10. 10. Notando o sentimento de gratidão e louvor da conversa, senti sincera admiração pela fidelidade daqueles trabalhadores. Pareciam firmes na fé, confiantes no futuro e interessados em estender o bem, pensando nas necessidades e dores do próximo. Percebendo minhas expressões de louvor, Alexandre comentou, sorrindo: Não se impressione. O problema não é de entusiasmo, mas de esforço persistente. Não podemos dispensar as soluções mais demoradas. Poucos companheiros conseguem manter-se emocionalmente equilibrados e firmes em seu idealismo espiritual. Atenção
  11. 11. Como Alexandre se calou, observei os encarnados em volta com atenção. Raios surpreendentes de espiritualidade emanavam da testa de cada um deles. Num gesto expressivo, Alexandre esclareceu: - Eles ainda estão sob o efeito do banho de luz que tomaram durante os trabalhos. Se conseguissem manter este estado mental, pondo em prática as regras que aprendem, comentam e ensinam, seria fácil para eles atingir os níveis superiores da vida.
  12. 12. Na grande romagem do Progresso Maior, todos somos instrumentos das forças com as quais estamos em sintonia. Todos somos médiuns, dentro do campo mental que nos é próprio. O pensamento associado às energias edificantes, flui na direção da vida superior. O pensamento escravizado às sombras da vida primitiva e torturada, associa-se ás forças perturbadoras e deprimentes. Cada criatura, com os sentimentos que lhe caracterizam a vida íntima, emite raios específicos e vive na onda espiritual com que se identifica. Cada médium com a sua mente, personalizando observações e interpretações. Conforme os raios emitidos, ergue-se-nos-á o domicílio espiritual na onda de pensamentos a que as nossas almas se afeiçoam. Emmanuel
  13. 13. Examine os nossos amigos encarnados, com bastante atenção. - Vamos acompanhar o grupo do companheiro mais atacado, em virtude das perturbações sexuais que apresenta , disse Alexandre. Em companhia da mãe e da irmã, o rapaz voltava para casa. Alguns metros adiante da casa onde se reuniam para o trabalho espiritual, o ambiente geral da rua tornava-se ainda mais pesado. Três entidades sombrias, que não podiam nos ver em virtude do baixo padrão vibratório de suas percepções, aproximaram- se do grupo que acompanhávamos.
  14. 14. Uma delas encostou-se na senhora idosa e instantaneamente, notei que sua testa se tornou opaca, estranhamente escura. Ela havia se transfigurado completamente. - Ah, meus filhos, - disse a mãe, que parecia boa e generosa - por que será que somos tão diferentes durante o trabalho espiritual? Esforço-me muito para continuar do mesmo jeito, mas algo me falta e não sei bem o que é. Nesse momento, as outras duas entidades, que ainda estavam meio distantes, agarraram-se comodamente nos braços do rapaz, que apresentou o mesmo fenômeno da mãe.
  15. 15. Sua claridade mental se turvou e duas rugas de aflição e desânimo marcaram-lhe o rosto, que perdeu o aspecto alegre e confiante. Foi aí que ele respondeu, com voz triste: - É verdade, mamãe. Nossos defeitos são enormes. Estou casado há quase oito meses e, apesar do carinho de minha esposa, às vezes sinto o coração cheio de desejos absurdos. Pergunto a mim mesmo o por quê dessas idéias estranhas e, sinceramente, não consigo responder. A atração irresistível dos ambientes inferiores me confunde, apesar de sentir meu espírito inclinado ao bem e à conduta correta.
  16. 16. - Quem sabe, mano, você não está sob a influência de entidades menos esclarecidas? - disse a jovem, delicadamente. - Sim, - suspirou ele - por isso mesmo tenho tentado desenvolver a mediunidade, para ver se descubro o porquê desta situação. - Vamos ajudar este amigo através da conversa, disse Alexandre. Colocou a mão na testa da menina, envolvendo-a em poderoso magnetismo e transmitindo-lhe suas idéias generosas. A menina pareceu adotar postura mais segura e digna, em seu aspecto quase infantil, e respondeu: - Nesse caso, acho que o desenvolvimento mediúnico deveria ser a última solução, porque, antes de enfrentar os inimigos ignorantes, deveríamos preparar o coração com a luz do amor e da sabedoria.
  17. 17. Se você descobrisse que tem perseguidores invisíveis à sua volta, como poderia ajudá-los, de fato, sem estar espiritualmente preparado? Devemos sempre reagir contra o mal, educando-o, mas, antes de pensar em desenvolver a mediunidade, algo talvez prematuro, deveríamos procurar elevar nossas idéias e sentimentos. Não há como alcançar uma boa mediunidade sem antes consolidar nossas boas intenções. A resposta, que para mim foi uma grande surpresa, não provocou maior interesse nos outros dois companheiros, quase neutralizados pela influência dos costumeiros vampiros.
  18. 18. Está mesmo disposto a trabalhar na mediunidade? - Sim, se os bons espíritos não me abandonarem. - Você não será desamparado, mas para isso é preciso que trabalhe, estude e se esforce no bem. O senhor acha que estou em condições de aceitar o compromisso? - Perfeitamente, desde que respeite os três pontos básicos para o serviço. Diante do silêncio do desconhecido, Chico perguntou: Qual o primeiro ponto? A resposta veio seca: Disciplina, disciplina, disciplina!!!!!!
  19. 19. CAPÍTULO 5 INFLUENCIAÇÃO Continuação Ângela 19/03/2014
  20. 20. Mãe e filho demonstraram profunda contrariedade frente ao que ouviram. A palavra da menina, cheia de luz verdadeira, deixava-os confusos. A mãe contrariada, a remoer sofrimentos antigos, acrescentou: - Quando você passar pelo que eu já passei, quando sofrer as desilusões sem esperança, então vai saber como é difícil manter a paz e a luz no coração! O irmão acrescentou: Faço o que posso para me livrar das idéias sombrias e vivo combatendo as tentações inesperadas, mas sinto-me longe da libertação espiritual. Não me falta vontade, mas...
  21. 21. Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? (L. E. : 459) “ Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que , de ordinário, são eles que vos dirigem.” “Pensar é vibrar, é entrar em relação com o Universo espiritual que nos envolve, e, conforme a espécie das emissões mentais de cada ser, elementos similares se lhe imanizarão, acentuando-lhe as disposições e cooperando com ele em seus esforços ascensionais ou em suas quedas e deslizes” Rodolfo Calligaris (Páginas de Espiritismo Cristão, FEB, cap. 5)
  22. 22. Alexandre havia retirado a mão da testa da jovem e, percebendo meu espanto, explicou: A entidade que se uniu a esta companheira foi seu marido na Terra, homem que não se preocupou em desenvolver forças espirituais, vivendo num tremendo egoísmo no lar. As outras duas entidades, agarradas ao rapaz, são dois companheiros ignorantes e perturbados, que ele atraiu no contato com a prostituição.
  23. 23. A Mãe O ex-marido casou-se por conveniência física, passou a vida toda sem se interessar por ideais mais nobres. Não se sente fortalecido para deixar o lar, onde a esposa, só agora, depois do seu desencarne, começa a se preocupar com as questões espirituais. O Rapaz Criou fortes laços com certas entidades ainda presas às energias características da prostituição, das quais se destacam estas duas. O infeliz não tornou-se vítima inconsciente de mentes afins, invisíveis para ele, tão fracas e viciadas quanto ele próprio.
  24. 24. - E não há como libertá-los? - perguntei, emocionado. Alexandre sorriu e argumentou: - Mas quem deve romper os laços são eles mesmos! Nunca lhes faltou a ajuda externa de nossa amizade permanente. Entretanto, esse desejo é mais da boca para fora do que de coração, por se tratar de aspiração muito vaga, quase nula. Eles ainda esperam por milagres impossíveis e recusam as próprias energias, únicas alavancas para a realização.
  25. 25. - Mas não poderíamos retirar os vampiros inconscientes? - perguntei. - E os interessados - explicou Alexandre, sorrindo - provocariam a volta deles. Já fizemos essa tentativa, mas a nossa companheira disse que sentia saudades do marido e o rapaz afirmou, para si mesmo, que se sentia menos homem, entendendo humildade como covardia, e desapego aos impulsos inferiores como tédio insuportável Tanto emitiram pensamentos de queixa, que seus sentimentos íntimos se transformaram em verdadeiras invocações e, em virtude do forte magnetismo do desejo constantemente alimentado, ligaram-se a eles novamente.
  26. 26. Pensando no bem de todos, perguntei: - Quem sabe não poderíamos ajudar estas entidades a se fortalecerem? Não seria adequado doutriná-las, induzindo-as ao equilíbrio e ao respeito a si mesmas? Alexandre: Isso vem sendo feito persistentemente e com precisão. Entretanto, como, neste caso, os encarnados atuam como poderosos ímãs, o trabalho exige tempo e tolerância.
  27. 27. Se as influências espirituais negativas existem, como proceder para neutralizá-las? Para neutralizar a influência dos maus Espíritos, a Doutrina Espírita nos indica uma receita simples, mas infalível: a prática do bem e a fé em Deus. Agindo sempre assim, conseguiremos neutralizar a influência negativa, imunizando-nos contra a maldade que, em outros casos, poderia atingir-nos. “O intercâmbio do pensamento é movimento livre no universo”
  28. 28. Encarnados e desencarnados, em todos os setores da vida na Terra, vivem na mais profunda troca de idéias. Cada mente é um verdadeiro mundo de emissão e recepção, e cada um atrai para si os que lhe são semelhantes.
  29. 29. Aqui vemos apenas o fenômeno intuitivo, que, com mais ou menos intensidade, é comum a todas as criaturas, não só as envolvidas no bem, mas também as que se encontram em círculos mais densos. Mãe e filho Ligados à entidades desencarnadas, pela ignorância e vibrações negativas A jovem Pureza física de quando encarnou Não experimentou as emoções humanas mais fortes Não tem débitos muito graves do passado
  30. 30. - Isto quer dizer - perguntei - que esta jovem é pura e continuará assim por toda a vida? Alexandre sorriu e observou: - Nem tanto. Ela ainda mantém os benefícios que trouxe do plano espiritual e as decisões sobre a felicidade ainda estão em suas mãos, para conseguir o melhor da vida, mas dependerá dela vencer ou não no futuro. A consciência é livre.
  31. 31. - “Todos as criaturas que agem corretamente, dentro do espirito de serviço e equilíbrio, podem receber perfeitamente as intuições de mensageiros elevados, captando suas instruções de trabalho e iluminação, independentemente da técnica mediúnica que se desenvolve atualmente no mundo. Não há privilégios na criação. O que existem são trabalhadores fiéis, compensados com justiça, seja onde for.” Explicações de Alexandre “Profundamente emocionado com o que ouvi, senti que o meu pensamento se perdia em novas e abençoadas reflexões”.
  32. 32. Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 107, 459, 461, 462, 464 e 469. http://www.oconsolador.com.br/17/esde.html Fontes de Consulta: FIM

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