Atmosfera espiritual do carnaval

10.804 visualizações

Publicada em

Publicada em: Espiritual
1 comentário
7 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
10.804
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6.694
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
352
Comentários
1
Gostaram
7
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Atmosfera espiritual do carnaval

  1. 1. GRUPO ESPÍRITA ALLAN KARDEC www.luzdoespiritismo.com
  2. 2. Ensina o Espiritismo que os Espíritos constituem apopulação invisível do globo, estão no espaço e entre nós,vendo-nos e nos acotovelando incessantemente, de talsorte que, quando nos julgamos sós, constantementetemos testemunhas secretas de nossas ações e de nossospensamentos. (Allan Kardec - R. E. 1867).
  3. 3. “Logo depois que eu retornara à vida espiritual, percebi haver, emtorno da terra, faixas vibratórias concêntricas, que a envolviam,desde as mais condensadas, próximas da área física, até as maissutis, distanciadas do movimento humano na crosta... Sãovitalizadas pelas sucessivas ondas mentais dos habitantes doplaneta, que de alguma forma sofrem-lhes a condensaçãoperniciosa” Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. - Manoel P. Miranda
  4. 4. (...)conforme a natureza dos Espíritos que abundam emdeterminado lugar, o ar ambiente se ache carregado deelementos salutares ou malsãos, que devem exercerinfluências sobre a saúde física, assim como sobre asaúde moral? (Allan Kardec - R. E. 1867).
  5. 5. Quando se pensa na energia da ação que um Espíritopode exercer sobre um homem, é de admirar-se da quedeve resultar de uma aglomeração de centenas ou demilhares de Espíritos? (Allan Kardec - R. E. 1867).
  6. 6. “A grande concentração mental de milhões de pessoas, na fúriacarnavalesca, irradiações dos que participavam ativamente,enlouquecidos, e dos que, por qualquer razão, se sentiamimpedidos, afetava para pior a imensa área de trevas, ao tempo emque esta influenciava os seus mantenedores...” Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 137 - Manoel P. Miranda
  7. 7. Esta ação será boa ou má conforme os Espíritosderramem num dado meio um fluido benéfico oumaléfico, agindo à maneira das emanações fortificantesou dos miasmas deletérios, que se espalham no ar. (Allan Kardec - R. E. 1867).
  8. 8. “Nesse período, instalam-se lamentáveis obsessõescoletivas que entorpecem multidões, dizimamexistências, alucinam valiosos indivíduos que sevinculam a formosos projetos dignificadores” Fonte: Entre os Dois Mundos, pg. 61 - Manoel P. Miranda
  9. 9. Assim se podem explicar certos efeitos coletivos,produzidos sobre massas de indivíduos, o sentimento debem-estar ou de mal-estar, que se experimenta em certosmeios, e que não têm nenhuma causa aparenteconhecida, o entusiasmo ou o desencorajamento porvezes, a espécie de vertigem que se apodera de toda umaassembléia, de toda uma cidade, mesmo de todo um povo. (Allan Kardec - R. E. 1867).
  10. 10. Acurando a vista, podia perceber que, não obstante ailuminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados,mesclando-se com as criaturas terrestres de tal formapermeada, que se tornaria difícil estabelecer fronteirasdelimitadoras entre uma e outra faixa de convivência. Por Divaldo pereira franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraído da obra entre os dois mundos, capítulo 4
  11. 11. Quem quer que traga consigo pensamentos de ódio, deinveja, de ciúme, de orgulho, de egoísmo, de animosidade,de cupidez, de falsidade, de hipocrisia, de murmuração, demalevolência, numa palavra, pensamentos colhidos nafonte das más paixões, espalha em torno de si eflúviosfluídicos malsãos, que reagem sobre os que o cercam. (Allan Kardec - R. E. 1867).
  12. 12. “Tornando insuportável a situação de cada uma dessasvítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitasespirituais que se lhes acoplam, os obsessores que osdominam, explorando suas energias, atiram-nos aos abismosda luxúria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral,da violência, a fim de mantê-los no clima próprio, que lhespermite a exploração até a exaustão de todas as forças. Por Divaldo pereira franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraído da obra entre os dois mundos, capítulo 4
  13. 13. Passada a onda de embriaguez dos sentidos, os rescaldos dafesta se apresentarão nos corpos cansados, nas mentesintoxicadas, nas emoções desgovernadas e os indivíduosdespertarão com imensa dificuldade para adaptar-se à vidanormal, às convenções éticas, necessitando prosseguir namesma bacanal até a consumpção das energias. Por Divaldo pereira franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraído da obra entre os dois mundos, capítulo 4
  14. 14. (...) Na mesma assembleia em que cada um sótrouxesse sentimentos de bondade, de caridade, dehumildade, de devotamento desinteressado, debenevolência e de amor ao próximo, o ar é impregnadode emanações salubres, em meio às quais se sente vivermais à vontade. (Allan Kardec - R. E. 1867).
  15. 15. “Em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivosproduzem nas criaturas menos cautelosas, há uma verdadeirainfestação espiritual pertubadora da sociedade terrestre,quando legiões de espíritos infelizes, ociosos e perversos, sãoatraídas e sincronizam com as mentes desarvoradas” Fonte: Entre os Dois Mundos, pg. 61 - Manoel P. Miranda
  16. 16. Necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques,segundo alguns estudiosos do comportamento e da psiquê. Dr. Bezerra de Menezes Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 52 - Manoel P. Miranda
  17. 17. Festa dos corpos, dos sentidos físicos, as criaturasesquecem-se dos escrúpulos, do pudor, confundindo-senuma linha comum de alienação. Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 123 - Manoel P. Miranda
  18. 18. “Expressiva faixa de humanidade terrena transita entre os limitesdo instinto e os pródomos da razão, mais sequiosos de sensações doque ansiosos pelas emoções superiores, natural que se permitam,nestes dias, os excessos que reprimem por todo o ano, sintonizadoscom as entidades que lhes são afins, é de lamentar, porém, quemuitos se apresentam, nos dias normais, como discípulos de Jesus.” Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 52 - Manoel P. Miranda
  19. 19.  1. A população invisível ao olhar humano era acentuadamente maior que a dos encarnados; 2. Disputavam entre si a vampirização das vítimas encarnadas, que eram telecomandadas; Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 24, 51 e 112 . Manoel P. Miranda
  20. 20.  3. Estimulavam a sensibilidade e as libações alcóolicas de que participavam; 4. Ingeriam drogas, utilizando-se dos comparsas no corpo físico; Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 24, 51 e 112 . Manoel P. Miranda
  21. 21. 5. Se interligavam a desmandos e orgias lamentáveis;6. Uns magotes desenfreados atacavam os burlescostranseuntes, transmitindo-lhes induções nefastas; Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 24, 51 e 112 . Manoel P. Miranda
  22. 22. 7. Davam início, assim, a processos nefandos deobsessões demoradas;8. Misturavam-se espíritos de aspecto bestial e lupino,verdugos e técnicos de vampirização do tônus sexual, empromiscuidade alarmante com inúmeros encarnados. Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 24, 51 e 112 . Manoel P. Miranda
  23. 23. “Muitos fantasiados haviam obtido inspiração paraas suas expressões grotescas, em visitas a regiõesinferiores do além, onde encontravam larga cópia dedeformidades e fantasias de horror” Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 51- Manoel P. Miranda
  24. 24. 1. Moléstias graves se instalam em oportunidades dessas;2. Comportamentos morais se alteram sob o açodar dos apetites desmedidos;3. Distúrbios afetivos surgem após tais ilusões que passam; Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 59, e 97 - Manoel P. Miranda
  25. 25. 4. Soçobros financeiros ficam em cobranças demoradas;5. Homicídios tresvariados, suicídios alucinados, paradas cardíacas por excesso de movimentos e exaustão de forças;6. Desencarnação por abuso de drogas; Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, págs.. 59, e 97 - Manoel P. Miranda
  26. 26. Como esquecer de uma das lições da coleção André Luiz,em que o autor descreve a migração de falange deespíritos trevosos, mais parecendo sombras seaproximarem das cidades brasileiras em um carnaval?Como diz André Luis o ar fica irrespirável. Sobre o carnaval - Pedro Herbert c. Onofre - De ribeirão preto, SP
  27. 27. Muitos espíritas, ingenuamente, julgam que aparticipação nas festas de momo, tão do agrado dosbrasileiros, não acarreta nenhum mal a nossa integridadepsico-espiritual. E de fato, não haveria prejuízo maior, setodos pensassem e brincassem num clima sadio, delegitima confraternização. Infelizmente, porém, arealidade é bem diferente. O espírita e o carnaval - Pedro Fegundes Azevedo
  28. 28. Vejamos, por exemplo, as conclusões a que chegou umgrupo de psicólogos que analisou o carnaval, segundomatéria publicada já há algum tempo no correioBrasiliense, importante jornal da capital da república: O espírita e o carnaval - Pedro Fegundes Azevedo
  29. 29. “(...) De cada dez casais que caem juntos na folia, seteterminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas,etc.); Que, desses mesmos dez casais, posteriormente, trêsse transformam em adultério; que de cada dez pessoas(homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete sesubmetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, comoo álcool e outras drogas (...). O espírita e o carnaval - Pedro Fegundes Azevedo
  30. 30. Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido nagrande festa, quando o símbolo da liberdade, daigualdade, mas também da orgia e da depravação,estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportaremfora de seus padrões normais (...)”. O espírita e o carnaval - Pedro Fegundes Azevedo
  31. 31. “A festa é vestígio da barbárie e do primitivismo aindareinantes, e que um dia desaparecerão da terra, quando aalegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo realsubstituírem as paixões do prazer violento e o homem houverdespertado para a beleza, a arte, sem agressão nempromiscuidade.” Fonte: Nas Fronteiras da Loucura, pg. 52 e 53 -Manoel P. Miranda
  32. 32. Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, quedeve presidir a existência das criaturas, pode fazerapologia da loucura generalizada que adormece asconsciências nas festas carnavalescas. Autor: Chico Xavier (médium) - Emanuel (espírito)
  33. 33. Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largoacesso das forças da treva nos corações e às vezes todauma existência não basta para realizar os reparosprecisos de uma hora de insânia e de esquecimento dodever. Autor: Chico Xavier (médium) - Emanuel (espírito)
  34. 34. Ação altamente meritória seria a de empregar todas asverbas consumidas em semelhantes festejos na assistênciasocial aos necessitados de um pão e de um carinho. Autor: Chico Xavier (médium) - Emanuel (espírito)
  35. 35. O espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, comoaquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula,desregramento ou manifestações exteriores espetaculares. Autor: André Luiz - psicografia de Waldo vieira. Do livro: conduta espírita
  36. 36. O espiritismo esclarece quais são as consequênciasdos atos, deixando para nós escolhermos oscaminhos. Sobre o carnaval - Pedro Herbert c. Onofre de ribeirão preto, SP
  37. 37. “Só a educação, em outras bases, quando a ética e amoral renascerem no organismo social, irá demonstrarque para ser feliz e para recrear-se, não se tornaimperioso o vilipêndio do ser, nem a sua desintegraçãonum dia, esquecendo-se de sua eternidade”. Texto psicografado por Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, extraido da obra entre os dois mundo, capítulo 4
  38. 38. Obra entre os dois mundo por Divaldo Pereira Franco, peloespírito Manoel Philomeno de Miranda.Obra nas fronteiras da loucura pelo médium DivaldoPereira Franco, pelo espírito Manoel Philomeno deMiranda.Sobre o carnaval - Pedro Herbert C. Onofre de RibeirãoPreto, SPDo livro: conduta espírita - autor: André Luizpsicografia de Waldo Vieira.
  39. 39. Mensagem sobre o carnaval : autor: Chico Xavier (médium)Emanuel (espírito)Artigo: espírita e o carnaval - Pedro Fegundes AzevedoArtigo: sobre o carnaval - Pedro Herbert C. Onofre de RibeirãoPreto, SP“Enciclopédia e dicionário ilustrado, de Abrahão Koogam eAntônio Houaiss.Revista espírita Alan Kardec – atmosfera fluídicaTrabalho readaptado - o carnaval na visão dos orientadoresespirituais (Cefak)
  40. 40. Grupo Espírita Allan Kardecwww.Luzdoespiritismo.Com Exposição: Graça Maciel E-mail: luz.espirita@gamil.com

×