SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Baixar para ler offline
A Escravidão
GISELLE SILVEIRA DUTRA
4º ANO E 5 º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
O SIGNIFICADO DA PALAVRA ESCRAVO
 A palavra escravo vir do latim “sclavus”, que significa "pessoa que é
propriedade de outra”, e de “slavus”, que significa “eslavo”, pois muitas
pessoas desta etnia foram capturadas .
A ESCRAVIDÃO NO BRASIL
 A história da escravidão ou história da escravatura abrange
muitas culturas, nacionalidades e religiões desde os tempos antigos até os dias atuais. No
entanto, as posições sociais, econômicas e legais dos escravos diferiram bastante em
diferentes sistemas de escravidão em diferentes épocas e lugares.[1]
 A escravidão ocorreu relativamente de forma rara entre as populações de caçadores-
coletores[2] porque ela se desenvolve sob condições de estratificação social.[3] A escravidão se
operava nas primeiras civilizações (como a Suméria, na Mesopotâmia,[4] que remonta a 3500
a.C.). Ela aparece presente no Código de Hamurabi da Mesopotâmia (c. 1860 AEC), que se
refere a ela como uma instituição estabelecida.[5] A escravidão tornou-se comum em grande
parte da Europa durante o início da Idade Média e continuou nos séculos seguintes.
As guerras bizantino-otomanas (1265-1479) e as guerras otomanas na Europa (séculos XIV a
XX) resultaram na captura de um grande número de escravos cristãos.
Os holandeses, franceses, espanhóis, portugueses, britânicos, árabes e vários reinos da África
Ocidental desempenharam um papel proeminente no comércio de escravos no Atlântico,
principalmente após 1600. A República de Ragusa tornou-se o primeiro país europeu a proibir
o tráfico de escravos em 1416. Na era moderna, a Dinamarca-Noruega aboliu o comércio em
1802
PORQUE OS NEGROS DA ÁFRICA?
 A expansão marítima e comercial europeia, a partir do século XV, mudou
drasticamente a história da humanidade ao unir três continentes: a Europa, a
África e a América (poderíamos considerar a Ásia também, mas essa é uma
outra história). Em busca de enriquecimento, os europeus (os portugueses
foram pioneiros), organizaram todo um aparato político, econômico e militar
que lhes garantiu o controle sobre africanos e americanos. Dessa forma surgiu
o que chamamos de sistema colonial, que durou do século XVI ao século
XIX....
A escravidão no Brasil foi implantada
no início do século XVI. Em 1535
chegou a Salvador (BA), o primeiro
navio com negros escravizados- Este
ano é o marco do início da escravidão
no Brasil que só terminaria 353 anos
depois em 13 de maio de 1888, com a
Lei Áurea.
AS NAVEGAÇÕES E A ROTA AFRICANA
NAVIOS NEGREIROS
 Difícil saber quantos africanos foram trazidos para o Brasil ao longo de três
séculos de tráfico negreiro.
 Muitos registros que poderiam tornar os dados mais precisos foram perdidos
ou destruídos. As estimativas indicam que entre 3.300.000 e oito milhões de
pessoas desembarcaram nos portos brasileiros para serem vendidas como
escravas, de meados do século XVI até 1850, quando o tráfico foi efetivamente
abolido pela Lei Eusébio de Queiroz.
Lei Eusébio de Queirós [nota 1] ou lei nº 581,
de 4 de setembro de 1850, promulgada
no Segundo Reinado, proibiu a entrada de
africanos escravos no Brasil, criminalizando
quem a infringisse, conforme o seu artigo 3
COMO CAPTURAVAM 0 ESCRAVO
 Muitos escravos eram oriundos das tribos do interior da África, Angola,
Moçambique.
 Muito eram capturados pelos portugueses ou espanhóis em pleno dia, em seus
afazeres domésticos, tribos que não falavam o mesmo idioma pelas suas
diferenças étnicas, mesmo possuindo características parecidas.
 Pois cada tribo possuía uma cultura com costumes diferentes
 ´Famílias inteiras foram separadas, pelo tráfico negreiro.
A MÃ0 –DE –OBRA ESCRAVA
 Os indígenas foram a principal mão de obra escrava dos portugueses até
meados do século XVII, quando, então, começaram a ser superados em
números pelos escravos africanos. Escravizar um indígena, em comparação
com um africano, era muito mais acessível para os colonos portugueses, mas
uma série de questões tornavam essa prática mais problemática.
OS GRANDES LEILÕES DE NEGROS
Sempre que um navio negreiro estava prestes a chegar
com um novo “carregamento”, os leilões eram
anunciados à base de clientes — senhores de escravos
— que poderia se interessar em adquirir mais um cativo.
Assim que a embarcação atracava, os prisioneiros eram
enfileirados e passavam por uma chamada para
reconhecimento, em seguida eram enviados para celas
onde tomariam banho e se arrumariam para os leilões.
Nessas celas pré-leilões, os recém chegados eram
obrigados a passar óleo no corpo ou alcatrão para que
ganhassem um aspecto mais saudável, visto que após a
longa viagem muitos estavam debilitados. Durante esse
período ainda podiam ser marcados a ferro
incandescente para identifica-los como escravos. Era a
marca final da perda total da humanidade.
OS NEGROS FUGITIVOS
 os africanos escravizados não aceitaram pacificamente a escravidão, as fugas
de escravos, os quilombos e a resistência cotidiana foram uma das principais
características da resistência escrava no Brasil.
 As fugas foram uma das formas encontradas para se resistir e opor-se aos castigos
físicos, às longas jornadas de trabalho e a toda sorte de arbitrariedades a que eram
submetidos os negros escravizados. Estudos historiográficos produzidos nas
últimas décadas no Brasil vêm apresentando novas abordagens no estudo sobre a
escravidão. Alguns desses estudos apontam a existência de dois tipos principais de
fuga realizadas pelos negros: as fugas de rompimento e as fugas
reivindicativas.
 As fugas de rompimento eram as que questionavam na prática a escravidão, pois
o escravo lutava para alcançar sua liberdade do jugo de seu senhor. Na fuga de
rompimento, o escravo superava a fiscalização e o controle exercido por feitores e
outros funcionários das fazendas, embrenhando-se pelas matas e também pelas
cidades para construir uma nova vida. A formação de quilombos foi a principal
característica da fuga de rompimento.
ALFORRIA
Liberdade do
senhor para o
escravo
Capitão do
mato
A função principal do capitão-do-mato era
a manutenção da ordem escravocrata no
Brasil. Para isso, realizavam castigo, caça
e captura de escravos fugidos, assim
como participavam das expedições
punitivas de guerra aos quilombos.
A LEI DO VENTRE LIVRE Lei do Ventre Livre, também
conhecida como Lei Rio
Branco, foi uma lei
apresentada na Câmara dos
Deputados em 12 de
maio de 1871, sendo
promulgada em 28 de
setembro do mesmo ano[1]. A
fim de limitar a duração da
escravidão no Brasil Imperial, a
lei propunha, a partir da data de
sua promulgação, a concessão
da alforria às crianças nascidas
de mulheres escravizadas
no Império do Brasil.
OS QUILOMBOS
 O mais famoso desses quilombos foi o Quilombo dos Palmares, localizado onde
hoje é o estado do Alagoas. Liderado durante um período por Zumbi, Palmares foi
liquidado pelos bandeirantes paulistas. Entretanto, Palmares teve importantes
consequências posteriores, já que o seu fim levou a coroa portuguesa a definir o
que era quilombo: toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em
parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões
neles. Foi após Palmares também que surgiu uma figura comum na escravatura
brasileira: o capitão do mato, responsável por perseguições aos escravos fugidos.
 Porém, Palmares não foi o principal modelo de quilombo que existiu no Brasil.
Outros tipos de quilombos se formaram, menores, principalmente os próximos às
áreas urbanas. Esses, na maioria das vezes, utilizavam os expedientes de saque e
roubos em estradas e fazendas, utilizando os produtos para comercializar em uma
rede extensa de compra e venda, auxiliados por pessoas livres nas cidades,
inclusive familiares. Tais ações minavam aos poucos o escravismo, como uma luta
de resistência que contribuiu para o seu fim.

QUILOMBOS DOS PALMARES
 O Quilombo dos Palmares foi o maior quilombo que existiu na América
Latina. Foi construído na região do atual estado de Alagoas e chegou a reunir
cerca de 20 mil habitantes. Foi um dos grandes símbolos da resistência dos
escravos no Brasil e foi alvo de expedições organizadas por portugueses e
holandeses. Foi destruído em 1694 e seu líder, Zumbi, foi morto no ano
seguinte em uma emboscada.
A VIDA NOS QUILOMBOS
A LEI ÁUREA
 A abolição da escravatura foi um dos acontecimentos mais marcantes da
história do Brasil e determinou o fim da escravização dos negros no Brasil. A
abolição do trabalho escravo ocorreu por meio da Lei Áurea, aprovada no dia
13 de maio de 1888 com a assinatura da regente do Brasil, a princesa Isabel. A
abolição da escravatura foi a conclusão de uma campanha popular que
pressionou o Império para que a instituição da escravidão fosse abolida de
nosso país.
 Teve, participação destacada na campanha abolicionista,
a maçonaria brasileira, sendo que quase todos os principais líderes da abolição
foram maçons. José Bonifácio, pioneiro da abolição, Eusébio de Queirós, que
aboliu o tráfico de escravos, o Visconde do Rio Branco, responsável pela Lei
do Ventre Livre, e os abolicionistas Luís Gama, Antônio Bento, José do
Patrocínio, Joaquim Nabuco, Silva Jardim e Rui Barbosa eram maçons.
O PRECONCEITO
 No Brasil, sem acesso a terra e sem qualquer tipo de indenização por tanto
tempo de trabalhos forçados, geralmente analfabetos, vítimas de todo tipo de
preconceito, muitos ex-escravos permaneceram nas fazendas em que
trabalhavam, vendendo seu trabalho em troca da sobrevivência. Aos negros
que migraram para as cidades, só restaram os subempregos, a economia
informal e o artesanato. Com isso, aumentou de modo significativo o número
de ambulantes, empregadas domésticas, quitandeiras sem qualquer tipo de
assistência e garantia; muitas ex-escravas eram tratadas como prostitutas. Os
negros que não moravam nas ruas passaram a morar, quando muito, em
míseros cortiços. O preconceito e a discriminação e a ideia permanente de
que o negro só servia para trabalhos duros, ou seja, serviços pesados,
deixaram sequelas desde a abolição da escravatura até os dias atuais.
As leis de proteção
 A Constituição Federal de 1988 determina, no Art. 3, inciso XLI, que
"Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade
e quaisquer outras formas de discriminação”; e no Art. 5º, inciso XLI, que “a lei
punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades
fundamentais".
• Injúria racial Art 140 do código penal
• Lei do crime racial
Racismo ocupa o topo das denúncias na
webRacismo é crime e qualquer tipo de
preconceito baseado na ideia da existência de
superioridade de raça, manifestações de ódio,
aversão e discriminação que difundem
segregação, coação, agressão, intimidação,
difamação ou exposição de pessoa ou grupo está
qualificada por Lei, passível de punição como
violação dos Direitos Humanos.
NELSON MANDELA
Mandela ficou
preso durante 27
anos e ganhou o
Prêmio Nobel da
Paz em 1993,
sendo eleito em
1994 o primeiro
presidente negro
da África do Sul,
nas primeiras
eleições
multirraciais do
país.
PELÉ
(Três Corações, 23
de
outubro de 1940),
mais conhecido
como Pelé, é um
ex-
futebolista brasileiro
que atuava
como atacante. Ele
é amplamente
considerado como
um dos
maiores atletas de
todos os tempos.[9]
BARACK OBAMA
é um advogado e
político norte-americano que
serviu como o
44.º presidente dos Estados
Unidos de 2009 a 2017,
sendo o primeiro afro-
americano a ocupar o cargo
REFLEXÃO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aulas de sociologia ensino médio para o 2 ano em.
Aulas de sociologia ensino médio   para o 2 ano em.Aulas de sociologia ensino médio   para o 2 ano em.
Aulas de sociologia ensino médio para o 2 ano em.MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.roberto mosca junior
 
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)Marcos Mamute
 
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino Médio
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino MédioAula de Filosofia - 3ª Série do Ensino Médio
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino MédioProfessor Liniker Santana
 
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenas
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenasA chegada dos portugueses e o encontro com os indígenas
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenasprofdu
 
Escravidão moderna
Escravidão modernaEscravidão moderna
Escravidão modernaAndre Lucas
 
A transição para o trabalho livre e assalariado
A transição para o trabalho livre e assalariadoA transição para o trabalho livre e assalariado
A transição para o trabalho livre e assalariadoEdenilson Morais
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedaderblfilos
 
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptx
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptxDESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptx
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptxANDRÉA LEMOS
 
Proclamação da república
Proclamação da repúblicaProclamação da república
Proclamação da repúblicaFabiana Tonsis
 

Mais procurados (20)

Aulas de sociologia ensino médio para o 2 ano em.
Aulas de sociologia ensino médio   para o 2 ano em.Aulas de sociologia ensino médio   para o 2 ano em.
Aulas de sociologia ensino médio para o 2 ano em.
 
Etnocentrismo
EtnocentrismoEtnocentrismo
Etnocentrismo
 
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.
Pobreza, exclusão social, desigualdade e violência.
 
Capítulo 3 - Povos indígenas no Brasil
Capítulo 3 - Povos indígenas no BrasilCapítulo 3 - Povos indígenas no Brasil
Capítulo 3 - Povos indígenas no Brasil
 
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)
Gilberto Freyre (Casa Grande e Senzala, Sobrados e Mucambos)
 
AFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASILAFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASIL
 
Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.
 
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino Médio
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino MédioAula de Filosofia - 3ª Série do Ensino Médio
Aula de Filosofia - 3ª Série do Ensino Médio
 
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenas
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenasA chegada dos portugueses e o encontro com os indígenas
A chegada dos portugueses e o encontro com os indígenas
 
Escravidão moderna
Escravidão modernaEscravidão moderna
Escravidão moderna
 
A cultura (filosofia)
A cultura (filosofia)A cultura (filosofia)
A cultura (filosofia)
 
Diaspora Africana
Diaspora AfricanaDiaspora Africana
Diaspora Africana
 
A transição para o trabalho livre e assalariado
A transição para o trabalho livre e assalariadoA transição para o trabalho livre e assalariado
A transição para o trabalho livre e assalariado
 
CULTURA E SOCIEDADE
CULTURA E SOCIEDADECULTURA E SOCIEDADE
CULTURA E SOCIEDADE
 
Estratificação social
Estratificação socialEstratificação social
Estratificação social
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedade
 
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptx
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptxDESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptx
DESCOBRIMENTO DO BRASIL.pptx
 
O trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasilO trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasil
 
Liberdade
LiberdadeLiberdade
Liberdade
 
Proclamação da república
Proclamação da repúblicaProclamação da república
Proclamação da república
 

Semelhante a A escravidao

Escravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaEscravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaLuana Silveeira
 
Escravidão
EscravidãoEscravidão
EscravidãoRodrigo
 
Brasil ColôNia
Brasil ColôNiaBrasil ColôNia
Brasil ColôNiaecsette
 
Trabalho escravo 3º ano
Trabalho escravo 3º anoTrabalho escravo 3º ano
Trabalho escravo 3º anoAndré Moraes
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negraCesarHenrique41
 
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...manuelacarvalho
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravaturaxicao97
 
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3Lúcia Dantas
 
Consciência Negra
Consciência NegraConsciência Negra
Consciência Negrasecretaria
 
História do brasil ppt aula colonia
História do brasil ppt   aula coloniaHistória do brasil ppt   aula colonia
História do brasil ppt aula coloniaCicero Julio
 
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...manuelacarvalho
 
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...RafaelyLeite1
 
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...jupiterzeus2
 
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptx
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptxResistencia escravidao 8 ano - Copia.pptx
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptxFabioRibeiro561695
 
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS - Escravidão no Brasil 8°ano.pdf
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS  - Escravidão no Brasil 8°ano.pdfAPOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS  - Escravidão no Brasil 8°ano.pdf
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS - Escravidão no Brasil 8°ano.pdfDyegovila1
 

Semelhante a A escravidao (20)

Escravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colôniaEscravidão negra africana no brasil colônia
Escravidão negra africana no brasil colônia
 
sobre a lei 10.639
sobre a lei 10.639sobre a lei 10.639
sobre a lei 10.639
 
Escravidão
EscravidãoEscravidão
Escravidão
 
Brasil ColôNia
Brasil ColôNiaBrasil ColôNia
Brasil ColôNia
 
Trabalho escravo 3º ano
Trabalho escravo 3º anoTrabalho escravo 3º ano
Trabalho escravo 3º ano
 
Capoeira
CapoeiraCapoeira
Capoeira
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
 
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...
A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existiu durante muito t...
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3
Trabalho de História Jessica Esquiver e Colegas do 1V3
 
Consciência Negra
Consciência NegraConsciência Negra
Consciência Negra
 
ESCRAVIDÃO
ESCRAVIDÃOESCRAVIDÃO
ESCRAVIDÃO
 
áFrica entre nós 06 08
áFrica entre nós 06 08áFrica entre nós 06 08
áFrica entre nós 06 08
 
História do brasil ppt aula colonia
História do brasil ppt   aula coloniaHistória do brasil ppt   aula colonia
História do brasil ppt aula colonia
 
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da human...
 
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
 
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
O conceito de resistência a partir da luta travada pelos próprios escravos e ...
 
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptx
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptxResistencia escravidao 8 ano - Copia.pptx
Resistencia escravidao 8 ano - Copia.pptx
 
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS - Escravidão no Brasil 8°ano.pdf
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS  - Escravidão no Brasil 8°ano.pdfAPOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS  - Escravidão no Brasil 8°ano.pdf
APOSTILA ESTUDOS AMAZÔNICOS - Escravidão no Brasil 8°ano.pdf
 

Último

EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 

Último (20)

EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025Os Ratos  -  Dyonelio Machado  FUVEST 2025
Os Ratos - Dyonelio Machado FUVEST 2025
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 

A escravidao

  • 1. A Escravidão GISELLE SILVEIRA DUTRA 4º ANO E 5 º ANO ENSINO FUNDAMENTAL
  • 2.
  • 3. O SIGNIFICADO DA PALAVRA ESCRAVO  A palavra escravo vir do latim “sclavus”, que significa "pessoa que é propriedade de outra”, e de “slavus”, que significa “eslavo”, pois muitas pessoas desta etnia foram capturadas .
  • 4. A ESCRAVIDÃO NO BRASIL  A história da escravidão ou história da escravatura abrange muitas culturas, nacionalidades e religiões desde os tempos antigos até os dias atuais. No entanto, as posições sociais, econômicas e legais dos escravos diferiram bastante em diferentes sistemas de escravidão em diferentes épocas e lugares.[1]  A escravidão ocorreu relativamente de forma rara entre as populações de caçadores- coletores[2] porque ela se desenvolve sob condições de estratificação social.[3] A escravidão se operava nas primeiras civilizações (como a Suméria, na Mesopotâmia,[4] que remonta a 3500 a.C.). Ela aparece presente no Código de Hamurabi da Mesopotâmia (c. 1860 AEC), que se refere a ela como uma instituição estabelecida.[5] A escravidão tornou-se comum em grande parte da Europa durante o início da Idade Média e continuou nos séculos seguintes. As guerras bizantino-otomanas (1265-1479) e as guerras otomanas na Europa (séculos XIV a XX) resultaram na captura de um grande número de escravos cristãos. Os holandeses, franceses, espanhóis, portugueses, britânicos, árabes e vários reinos da África Ocidental desempenharam um papel proeminente no comércio de escravos no Atlântico, principalmente após 1600. A República de Ragusa tornou-se o primeiro país europeu a proibir o tráfico de escravos em 1416. Na era moderna, a Dinamarca-Noruega aboliu o comércio em 1802
  • 5. PORQUE OS NEGROS DA ÁFRICA?  A expansão marítima e comercial europeia, a partir do século XV, mudou drasticamente a história da humanidade ao unir três continentes: a Europa, a África e a América (poderíamos considerar a Ásia também, mas essa é uma outra história). Em busca de enriquecimento, os europeus (os portugueses foram pioneiros), organizaram todo um aparato político, econômico e militar que lhes garantiu o controle sobre africanos e americanos. Dessa forma surgiu o que chamamos de sistema colonial, que durou do século XVI ao século XIX.... A escravidão no Brasil foi implantada no início do século XVI. Em 1535 chegou a Salvador (BA), o primeiro navio com negros escravizados- Este ano é o marco do início da escravidão no Brasil que só terminaria 353 anos depois em 13 de maio de 1888, com a Lei Áurea.
  • 6. AS NAVEGAÇÕES E A ROTA AFRICANA
  • 7. NAVIOS NEGREIROS  Difícil saber quantos africanos foram trazidos para o Brasil ao longo de três séculos de tráfico negreiro.  Muitos registros que poderiam tornar os dados mais precisos foram perdidos ou destruídos. As estimativas indicam que entre 3.300.000 e oito milhões de pessoas desembarcaram nos portos brasileiros para serem vendidas como escravas, de meados do século XVI até 1850, quando o tráfico foi efetivamente abolido pela Lei Eusébio de Queiroz. Lei Eusébio de Queirós [nota 1] ou lei nº 581, de 4 de setembro de 1850, promulgada no Segundo Reinado, proibiu a entrada de africanos escravos no Brasil, criminalizando quem a infringisse, conforme o seu artigo 3
  • 8.
  • 9.
  • 10. COMO CAPTURAVAM 0 ESCRAVO  Muitos escravos eram oriundos das tribos do interior da África, Angola, Moçambique.  Muito eram capturados pelos portugueses ou espanhóis em pleno dia, em seus afazeres domésticos, tribos que não falavam o mesmo idioma pelas suas diferenças étnicas, mesmo possuindo características parecidas.  Pois cada tribo possuía uma cultura com costumes diferentes  ´Famílias inteiras foram separadas, pelo tráfico negreiro.
  • 11.
  • 12. A MÃ0 –DE –OBRA ESCRAVA  Os indígenas foram a principal mão de obra escrava dos portugueses até meados do século XVII, quando, então, começaram a ser superados em números pelos escravos africanos. Escravizar um indígena, em comparação com um africano, era muito mais acessível para os colonos portugueses, mas uma série de questões tornavam essa prática mais problemática.
  • 13.
  • 14. OS GRANDES LEILÕES DE NEGROS Sempre que um navio negreiro estava prestes a chegar com um novo “carregamento”, os leilões eram anunciados à base de clientes — senhores de escravos — que poderia se interessar em adquirir mais um cativo. Assim que a embarcação atracava, os prisioneiros eram enfileirados e passavam por uma chamada para reconhecimento, em seguida eram enviados para celas onde tomariam banho e se arrumariam para os leilões. Nessas celas pré-leilões, os recém chegados eram obrigados a passar óleo no corpo ou alcatrão para que ganhassem um aspecto mais saudável, visto que após a longa viagem muitos estavam debilitados. Durante esse período ainda podiam ser marcados a ferro incandescente para identifica-los como escravos. Era a marca final da perda total da humanidade.
  • 15. OS NEGROS FUGITIVOS  os africanos escravizados não aceitaram pacificamente a escravidão, as fugas de escravos, os quilombos e a resistência cotidiana foram uma das principais características da resistência escrava no Brasil.  As fugas foram uma das formas encontradas para se resistir e opor-se aos castigos físicos, às longas jornadas de trabalho e a toda sorte de arbitrariedades a que eram submetidos os negros escravizados. Estudos historiográficos produzidos nas últimas décadas no Brasil vêm apresentando novas abordagens no estudo sobre a escravidão. Alguns desses estudos apontam a existência de dois tipos principais de fuga realizadas pelos negros: as fugas de rompimento e as fugas reivindicativas.  As fugas de rompimento eram as que questionavam na prática a escravidão, pois o escravo lutava para alcançar sua liberdade do jugo de seu senhor. Na fuga de rompimento, o escravo superava a fiscalização e o controle exercido por feitores e outros funcionários das fazendas, embrenhando-se pelas matas e também pelas cidades para construir uma nova vida. A formação de quilombos foi a principal característica da fuga de rompimento. ALFORRIA Liberdade do senhor para o escravo Capitão do mato
  • 16.
  • 17. A função principal do capitão-do-mato era a manutenção da ordem escravocrata no Brasil. Para isso, realizavam castigo, caça e captura de escravos fugidos, assim como participavam das expedições punitivas de guerra aos quilombos.
  • 18.
  • 19. A LEI DO VENTRE LIVRE Lei do Ventre Livre, também conhecida como Lei Rio Branco, foi uma lei apresentada na Câmara dos Deputados em 12 de maio de 1871, sendo promulgada em 28 de setembro do mesmo ano[1]. A fim de limitar a duração da escravidão no Brasil Imperial, a lei propunha, a partir da data de sua promulgação, a concessão da alforria às crianças nascidas de mulheres escravizadas no Império do Brasil.
  • 20. OS QUILOMBOS  O mais famoso desses quilombos foi o Quilombo dos Palmares, localizado onde hoje é o estado do Alagoas. Liderado durante um período por Zumbi, Palmares foi liquidado pelos bandeirantes paulistas. Entretanto, Palmares teve importantes consequências posteriores, já que o seu fim levou a coroa portuguesa a definir o que era quilombo: toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões neles. Foi após Palmares também que surgiu uma figura comum na escravatura brasileira: o capitão do mato, responsável por perseguições aos escravos fugidos.  Porém, Palmares não foi o principal modelo de quilombo que existiu no Brasil. Outros tipos de quilombos se formaram, menores, principalmente os próximos às áreas urbanas. Esses, na maioria das vezes, utilizavam os expedientes de saque e roubos em estradas e fazendas, utilizando os produtos para comercializar em uma rede extensa de compra e venda, auxiliados por pessoas livres nas cidades, inclusive familiares. Tais ações minavam aos poucos o escravismo, como uma luta de resistência que contribuiu para o seu fim. 
  • 21. QUILOMBOS DOS PALMARES  O Quilombo dos Palmares foi o maior quilombo que existiu na América Latina. Foi construído na região do atual estado de Alagoas e chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes. Foi um dos grandes símbolos da resistência dos escravos no Brasil e foi alvo de expedições organizadas por portugueses e holandeses. Foi destruído em 1694 e seu líder, Zumbi, foi morto no ano seguinte em uma emboscada.
  • 22. A VIDA NOS QUILOMBOS
  • 23. A LEI ÁUREA  A abolição da escravatura foi um dos acontecimentos mais marcantes da história do Brasil e determinou o fim da escravização dos negros no Brasil. A abolição do trabalho escravo ocorreu por meio da Lei Áurea, aprovada no dia 13 de maio de 1888 com a assinatura da regente do Brasil, a princesa Isabel. A abolição da escravatura foi a conclusão de uma campanha popular que pressionou o Império para que a instituição da escravidão fosse abolida de nosso país.  Teve, participação destacada na campanha abolicionista, a maçonaria brasileira, sendo que quase todos os principais líderes da abolição foram maçons. José Bonifácio, pioneiro da abolição, Eusébio de Queirós, que aboliu o tráfico de escravos, o Visconde do Rio Branco, responsável pela Lei do Ventre Livre, e os abolicionistas Luís Gama, Antônio Bento, José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Silva Jardim e Rui Barbosa eram maçons.
  • 24.
  • 25. O PRECONCEITO  No Brasil, sem acesso a terra e sem qualquer tipo de indenização por tanto tempo de trabalhos forçados, geralmente analfabetos, vítimas de todo tipo de preconceito, muitos ex-escravos permaneceram nas fazendas em que trabalhavam, vendendo seu trabalho em troca da sobrevivência. Aos negros que migraram para as cidades, só restaram os subempregos, a economia informal e o artesanato. Com isso, aumentou de modo significativo o número de ambulantes, empregadas domésticas, quitandeiras sem qualquer tipo de assistência e garantia; muitas ex-escravas eram tratadas como prostitutas. Os negros que não moravam nas ruas passaram a morar, quando muito, em míseros cortiços. O preconceito e a discriminação e a ideia permanente de que o negro só servia para trabalhos duros, ou seja, serviços pesados, deixaram sequelas desde a abolição da escravatura até os dias atuais.
  • 26. As leis de proteção  A Constituição Federal de 1988 determina, no Art. 3, inciso XLI, que "Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”; e no Art. 5º, inciso XLI, que “a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais". • Injúria racial Art 140 do código penal • Lei do crime racial Racismo ocupa o topo das denúncias na webRacismo é crime e qualquer tipo de preconceito baseado na ideia da existência de superioridade de raça, manifestações de ódio, aversão e discriminação que difundem segregação, coação, agressão, intimidação, difamação ou exposição de pessoa ou grupo está qualificada por Lei, passível de punição como violação dos Direitos Humanos.
  • 27. NELSON MANDELA Mandela ficou preso durante 27 anos e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, sendo eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições multirraciais do país.
  • 28. PELÉ (Três Corações, 23 de outubro de 1940), mais conhecido como Pelé, é um ex- futebolista brasileiro que atuava como atacante. Ele é amplamente considerado como um dos maiores atletas de todos os tempos.[9]
  • 29. BARACK OBAMA é um advogado e político norte-americano que serviu como o 44.º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017, sendo o primeiro afro- americano a ocupar o cargo