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ÁFRICA NOS TEMPOS DO TRÁFICO
ATLÂNTICO
As formas de organização
 As sociedades se
organizavam com:
 Fidelidade ao chefe (núcleo
básico).
 Relações de parentescos.
CHEFE DA
ALDEIA
CHEFE DA
FAMÍLIA
INTEGRANTES
DA FAMÍLIA
INTEGRANTES
DA FAMÍLIA
CHEFE DA
FAMÍLIA
INTEGRANTES
DA FAMÍLIA
INTEGRANTES
DA FAMÍLIA
www.portaldovestibulando.com
As formas de organização
 Confederação das aldeias:
 Casamento; troca de produtos.
 Um reino:
 De uma sociedade com uma capital.
 Autoridade sobre todos os outros chefes.
 Sociedades organizadas em cidades
 Por trás do muro: mercados, comércio e os vários chefes.
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O Reino Congo
 Estado centralizado dominava a região centro-
ocidental da África;
 Sociedade hierarquizada;
 O mani Congo controlava o comércio;
 Principal atividade econômica: compra e venda
de sal, metais, tecidos e produtos de origem
animal. Prática comercial através do
escambo(sistema de trocas);
 Intercâmbio cultural;
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Os iorubás
 Vestígios arqueológicos mais importantes estão em Ifé, terra
de iorubás,
 Líder divinizado
 Monarquia divina
 Ilê Ifé Dirigida por Oni (divindade
e governante)
 Espalhou por várias cidades
ZONA
DA
FLORES
TA
IF
É
BACIA
DO RIO
NÍGER
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Comércio nas sociedade
Africanas
 O que é o comércio?
 Trocas
 Casamento
 Comércio de curta distância
 Comércio de longa distância
 Meios de transporte de mercadorias
“a vitalidade do comércio dentro do continente
africano de curta, média e longa distância, põe por
terra a idéia de sociedades isoladas uma das
outras,vivendo voltadas apenas para si mesmas"
www.portaldovestibulando.com
A escravidão na África
A escravidão existiu em muitas
sociedades africanas bem antes dos
europeus começarem a traficar
escravos.
•Como se dava a escravidão na África
•Não era raro o senhor libertar seus
escravos.
•Havia uma hierarquia na condição de
escravo
•Os escravos podiam ser comerciados
entre as sociedades africanas não
islamizadas, nas rotas do Sael e do
Saara. Quando o europeu chegou se
abriu uma nova frente de comércio.
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O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico
O pioneirismo português
•Objetivo: chegar a fonte de ouro que era comerciado pelos tuaregues e
berbéres no norte da África.
•Os portugueses foram pioneiros no contato com povos da África
ocidental e central.
•Justificativa religiosa
•Primeiras expedições (1415)
•Principais objetivos das
explorações marítimas:
comerciar ouro, encontrar o
caminho alternativo para as
Índias e converter ao
catolicismo os povos
encontrados.
O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico
O Reino do Congo Cristão
•O Congo foi considerado um reino
pelos primeiros portugueses que o
conheceram
•A conversão do rei congolês ao
catolicismo.
•Catolicismo como religião oficial
foi adotado durante o reinado de
dom Afonso I
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O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico
Conchas como moedas de troca
Especialmente os
cauris, espécie de
búzio, que nos séculos
XVII e XVIII virou
moeda internacional.
Metade do mundo
entesourava e
comprava cauris.
O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico
Principais regiões fornecedoras de escravos
Para o Brasil, vieram africanos
principalmente da chamada
Costa da Mina e de Angola.
Vinham escravos
comercializados principalmente
no golfo do Benin, com
destaque para o porto de Ajudá.
Mas era da Angola que vinha a
maioria.
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Principais regiões fornecedoras de
escravos
 (1440 – 1580)
 Comércio de escravos na costa da alta Guiné,
pelas Ilhas do Cabo Verde
 (1580 – 1690)
 África Central, pela Ilha de São Tomé e São
Paulo de Luanda;
 (1690 – até 1850)
 Costa da Mina, centro-africanos e Moçambique
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Transformações provocadas pelo tráfico de escravos.
A Costa da Mina
Costa da Mina equivale aos atuais Gana, Togo, Benin e Nigéria.
Essa era a região dos reinos, cidades-estado e aldeias de povos acãs, fantes, axantes,
daomeanos, benis, oiós e iorubanos em geral, que se relacionavam com os baribas,
nupes, hauçás e mandingos.
Na fase áurea do tráfico de escravos na costa da Mina, no século XVIII e início do XIX,
Daomé e Oió foram os estados mais fortes da região
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Transformações provocadas pelo tráfico de escravos.
A costa de Angola
Nessa região os portugueses logo conseguiram o apoio de grupos
imbangalas. Estes eram formados por pessoas de diferentes origens, que
passaram por ritos de iniciação que os ligavam para sempre.
Entre contatos amistosos e belicosos, querendo comercializar escravos e
encontrar metais preciosos, os portugueses estabeleceram um foco de
colonização a partir de São Paulo de Luanda.
Transformações provocadas pelo tráfico de escravos.
As Guerras Angolanas
A rainha Jinga foi a maior líder
da resistência local e entrou
para a história de Angola como
um de seus mitos fundadores.
A presença brasileira era grande
desde o século XVII. Índios e
mestiços brasileiros lutaram ao
lado de africanos e de uns
poucos portugueses nas guerras
que se estendem até cerca de
1680.
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QUEM ERAM OS AFRICANOS TRAZIDOS PARA
O BRASIL?
 Até o início do século XVIII a maioria dos africanos
embarcava no porto de Luanda;
 Os escravos costumavam ser separados de sua família;
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africanos trazidos
para o Brasil veio de
Angola.
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As Relações dos Africanos
 Os africanos eram levados a mercados nos quais eram
vendidos;
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português;
 Crioulos: nascidos no Brasil.
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Línguas Africanas no Brasil
 Nos lugares em que haviam concentrações de africanos,
foram criadas línguas próprias;
 A língua era apenas um dos elementos culturais que os
ligavam a África;
 Os grupos permaneciam fiéis ao modo de vida de seus
antepassados.
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NOVAS IDENTIDADES
 Assim que se viam numa situação mais estável, os
escravizados começavam a tecer novas relações;
 Ao chegar, tinham de aprender português para que
entendessem as ordens que lhes eram dadas;
 Eram identificados pelo nome de portos ou de feiras, nos
quais foram comerciados;
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Laços entre Parentes e Companheiros de
Trabalho
 Escolha de parceiros sexuais e constituição de famílias
estáveis;
 Haviam muito mais homens do que mulheres;
 Níveis de mortalidade infantil eram altos;
 Uso do compadrio;
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As Religiões
 Ladinos e crioulos viviam uma cultura híbrida;
 Práticas mágico-religiosas;
 Banto: ritos de adivinhação;
 Quilundu: espírito que possui qualquer pessoa;
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Irmandades Leigas
 Irmãos = membros;
 Compromissos: conjunto de regras que regiam a
irmandade;
 Formada por brancos, negros ou pardos;
 A partir de 1822, foram sendo substituídas por outras
formas de organização regidas pela esfera civil.
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O NEGRO NA
SOCIEDADE
BRASILEIRA
CONTEMPORÂNEA
O fim da escravidão e do contato com a
África
 Após o fim do tráfico de
escravos houve uma
interrupção na relação
entre o Brasil e a África
 Preservação das
lembranças,
conhecimentos, valores e
crenças dos negros que
já estavam aqui.
 Grande dificuldade em
conseguir ingressar no
mercado de trabalho
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A superação da ideia de Raça
 Considera-se que
todos os homens são
iguais em termos
genéticos, sendo as
diferenças de
aparência resultado
das adaptações ao
meio ambiente pelas
quais as populações
passaram.
 Crioulo: Indivíduo
negro nascido na
 ‘’A cor de pele, por
exemplo, que é uma das
variáveis a partir da qual
se definia uma raça, é
resultado da adaptação
das populações aos
diferentes níveis de
radiação ultravioleta
existentes nos diferentes
continentes.
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A mestiçagem
 Marcas Genéticas:
-Ombros alongados
-Pigmentação mais forte
tornando a pele escura
-Cabelos crespos
-Andar requebrado
(A mestiçagem física torna-
se alvo de preconceito pois
os brancos acreditavam
que os mestiços eram
impuros).
Obra de Cândido
Portinari, Mestiços-
1934
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Manifestações culturais afro-
brasileiras
 O Termo afro-brasileiro
refere-se aos produtos
das mestiçagens para
os quais as principais
matrizes são as
africanas e as lusitanas
com alguns traços
indígenas.
 As influências
africanas estão
presentes na vida
brasileira muito mais
do que imaginamos
como na música,
religião, culinária e etc.
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O caminho em direção à
igualdade
 Depois do fim da
escravidão as elites
tentaram eliminar
nossos laços com as
culturas africanas
 Sonhavam com o
branqueamento da
população
 Buscava-se um
distanciamento da
África.
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O caminho em direção à
igualdade
 O branqueamento não
aconteceu
 A noção de raça cedeu
espaço para a noção de
cultura
 Toda essa mudança na
maneira de ver o mundo,
as sociedades e as
pessoas, fortaleceram
um movimento de
afirmação da negritude e
de valorização das
coisas africanas.
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Referência
SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil
Africano. São Paulo: Ática, 2007. p. 32-45.
HISTÓRIA DA ÁFRICA. Disponível em
http://pt.wikipedia.org. Acesso em 14/05

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África nos tempos de tráfico atlântico

  • 1. ÁFRICA NOS TEMPOS DO TRÁFICO ATLÂNTICO
  • 2. As formas de organização  As sociedades se organizavam com:  Fidelidade ao chefe (núcleo básico).  Relações de parentescos. CHEFE DA ALDEIA CHEFE DA FAMÍLIA INTEGRANTES DA FAMÍLIA INTEGRANTES DA FAMÍLIA CHEFE DA FAMÍLIA INTEGRANTES DA FAMÍLIA INTEGRANTES DA FAMÍLIA www.portaldovestibulando.com
  • 3. As formas de organização  Confederação das aldeias:  Casamento; troca de produtos.  Um reino:  De uma sociedade com uma capital.  Autoridade sobre todos os outros chefes.  Sociedades organizadas em cidades  Por trás do muro: mercados, comércio e os vários chefes. www.portaldovestibulando.com
  • 4. O Reino Congo  Estado centralizado dominava a região centro- ocidental da África;  Sociedade hierarquizada;  O mani Congo controlava o comércio;  Principal atividade econômica: compra e venda de sal, metais, tecidos e produtos de origem animal. Prática comercial através do escambo(sistema de trocas);  Intercâmbio cultural; www.portaldovestibulando.com
  • 5. Os iorubás  Vestígios arqueológicos mais importantes estão em Ifé, terra de iorubás,  Líder divinizado  Monarquia divina  Ilê Ifé Dirigida por Oni (divindade e governante)  Espalhou por várias cidades ZONA DA FLORES TA IF É BACIA DO RIO NÍGER www.portaldovestibulando.com
  • 6. Comércio nas sociedade Africanas  O que é o comércio?  Trocas  Casamento  Comércio de curta distância  Comércio de longa distância  Meios de transporte de mercadorias “a vitalidade do comércio dentro do continente africano de curta, média e longa distância, põe por terra a idéia de sociedades isoladas uma das outras,vivendo voltadas apenas para si mesmas" www.portaldovestibulando.com
  • 7. A escravidão na África A escravidão existiu em muitas sociedades africanas bem antes dos europeus começarem a traficar escravos. •Como se dava a escravidão na África •Não era raro o senhor libertar seus escravos. •Havia uma hierarquia na condição de escravo •Os escravos podiam ser comerciados entre as sociedades africanas não islamizadas, nas rotas do Sael e do Saara. Quando o europeu chegou se abriu uma nova frente de comércio. www.portaldovestibulando.com
  • 8. O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico O pioneirismo português •Objetivo: chegar a fonte de ouro que era comerciado pelos tuaregues e berbéres no norte da África. •Os portugueses foram pioneiros no contato com povos da África ocidental e central. •Justificativa religiosa •Primeiras expedições (1415) •Principais objetivos das explorações marítimas: comerciar ouro, encontrar o caminho alternativo para as Índias e converter ao catolicismo os povos encontrados.
  • 9. O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico O Reino do Congo Cristão •O Congo foi considerado um reino pelos primeiros portugueses que o conheceram •A conversão do rei congolês ao catolicismo. •Catolicismo como religião oficial foi adotado durante o reinado de dom Afonso I www.portaldovestibulando.com
  • 10. O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico Conchas como moedas de troca Especialmente os cauris, espécie de búzio, que nos séculos XVII e XVIII virou moeda internacional. Metade do mundo entesourava e comprava cauris.
  • 11. O comércio de escravos pelo Oceano Atlântico Principais regiões fornecedoras de escravos Para o Brasil, vieram africanos principalmente da chamada Costa da Mina e de Angola. Vinham escravos comercializados principalmente no golfo do Benin, com destaque para o porto de Ajudá. Mas era da Angola que vinha a maioria. www.portaldovestibulando.com
  • 12. Principais regiões fornecedoras de escravos  (1440 – 1580)  Comércio de escravos na costa da alta Guiné, pelas Ilhas do Cabo Verde  (1580 – 1690)  África Central, pela Ilha de São Tomé e São Paulo de Luanda;  (1690 – até 1850)  Costa da Mina, centro-africanos e Moçambique www.portaldovestibulando.com
  • 13. Transformações provocadas pelo tráfico de escravos. A Costa da Mina Costa da Mina equivale aos atuais Gana, Togo, Benin e Nigéria. Essa era a região dos reinos, cidades-estado e aldeias de povos acãs, fantes, axantes, daomeanos, benis, oiós e iorubanos em geral, que se relacionavam com os baribas, nupes, hauçás e mandingos. Na fase áurea do tráfico de escravos na costa da Mina, no século XVIII e início do XIX, Daomé e Oió foram os estados mais fortes da região www.portaldovestibulando.com
  • 14. Transformações provocadas pelo tráfico de escravos. A costa de Angola Nessa região os portugueses logo conseguiram o apoio de grupos imbangalas. Estes eram formados por pessoas de diferentes origens, que passaram por ritos de iniciação que os ligavam para sempre. Entre contatos amistosos e belicosos, querendo comercializar escravos e encontrar metais preciosos, os portugueses estabeleceram um foco de colonização a partir de São Paulo de Luanda.
  • 15. Transformações provocadas pelo tráfico de escravos. As Guerras Angolanas A rainha Jinga foi a maior líder da resistência local e entrou para a história de Angola como um de seus mitos fundadores. A presença brasileira era grande desde o século XVII. Índios e mestiços brasileiros lutaram ao lado de africanos e de uns poucos portugueses nas guerras que se estendem até cerca de 1680. www.portaldovestibulando.com
  • 16. QUEM ERAM OS AFRICANOS TRAZIDOS PARA O BRASIL?  Até o início do século XVIII a maioria dos africanos embarcava no porto de Luanda;  Os escravos costumavam ser separados de sua família;  A maioria dos africanos trazidos para o Brasil veio de Angola. www.portaldovestibulando.com
  • 17. As Relações dos Africanos  Os africanos eram levados a mercados nos quais eram vendidos;  A norma era a pessoa se ver sozinha;  Ladinos- Africanos que eram obedientes e já falavam português;  Crioulos: nascidos no Brasil. www.portaldovestibulando.com
  • 18. Línguas Africanas no Brasil  Nos lugares em que haviam concentrações de africanos, foram criadas línguas próprias;  A língua era apenas um dos elementos culturais que os ligavam a África;  Os grupos permaneciam fiéis ao modo de vida de seus antepassados. www.portaldovestibulando.com
  • 19. NOVAS IDENTIDADES  Assim que se viam numa situação mais estável, os escravizados começavam a tecer novas relações;  Ao chegar, tinham de aprender português para que entendessem as ordens que lhes eram dadas;  Eram identificados pelo nome de portos ou de feiras, nos quais foram comerciados; www.portaldovestibulando.com
  • 20. Laços entre Parentes e Companheiros de Trabalho  Escolha de parceiros sexuais e constituição de famílias estáveis;  Haviam muito mais homens do que mulheres;  Níveis de mortalidade infantil eram altos;  Uso do compadrio;  Surgimento da Baiana; www.portaldovestibulando.com
  • 21. As Religiões  Ladinos e crioulos viviam uma cultura híbrida;  Práticas mágico-religiosas;  Banto: ritos de adivinhação;  Quilundu: espírito que possui qualquer pessoa;  Candomblés e mães-de-santo. www.portaldovestibulando.com
  • 22. Irmandades Leigas  Irmãos = membros;  Compromissos: conjunto de regras que regiam a irmandade;  Formada por brancos, negros ou pardos;  A partir de 1822, foram sendo substituídas por outras formas de organização regidas pela esfera civil. www.portaldovestibulando.com
  • 24. O fim da escravidão e do contato com a África  Após o fim do tráfico de escravos houve uma interrupção na relação entre o Brasil e a África  Preservação das lembranças, conhecimentos, valores e crenças dos negros que já estavam aqui.  Grande dificuldade em conseguir ingressar no mercado de trabalho www.portaldovestibulando.com
  • 25. A superação da ideia de Raça  Considera-se que todos os homens são iguais em termos genéticos, sendo as diferenças de aparência resultado das adaptações ao meio ambiente pelas quais as populações passaram.  Crioulo: Indivíduo negro nascido na  ‘’A cor de pele, por exemplo, que é uma das variáveis a partir da qual se definia uma raça, é resultado da adaptação das populações aos diferentes níveis de radiação ultravioleta existentes nos diferentes continentes. www.portaldovestibulando.com
  • 26. A mestiçagem  Marcas Genéticas: -Ombros alongados -Pigmentação mais forte tornando a pele escura -Cabelos crespos -Andar requebrado (A mestiçagem física torna- se alvo de preconceito pois os brancos acreditavam que os mestiços eram impuros). Obra de Cândido Portinari, Mestiços- 1934 www.portaldovestibulando.com
  • 27. Manifestações culturais afro- brasileiras  O Termo afro-brasileiro refere-se aos produtos das mestiçagens para os quais as principais matrizes são as africanas e as lusitanas com alguns traços indígenas.  As influências africanas estão presentes na vida brasileira muito mais do que imaginamos como na música, religião, culinária e etc. www.portaldovestibulando.com
  • 28. O caminho em direção à igualdade  Depois do fim da escravidão as elites tentaram eliminar nossos laços com as culturas africanas  Sonhavam com o branqueamento da população  Buscava-se um distanciamento da África. www.portaldovestibulando.com
  • 29. O caminho em direção à igualdade  O branqueamento não aconteceu  A noção de raça cedeu espaço para a noção de cultura  Toda essa mudança na maneira de ver o mundo, as sociedades e as pessoas, fortaleceram um movimento de afirmação da negritude e de valorização das coisas africanas. www.portaldovestibulando.com
  • 30. Referência SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil Africano. São Paulo: Ática, 2007. p. 32-45. HISTÓRIA DA ÁFRICA. Disponível em http://pt.wikipedia.org. Acesso em 14/05