DoençAsrelacionadascomamáAlimentaçãO

2.895 visualizações

Publicada em

1 comentário
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.895
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
95
Comentários
1
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

DoençAsrelacionadascomamáAlimentaçãO

  1. 1. <ul><li>Doenças relacionadas com a má alimentação ! </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Com este trabalho pretendemos informar-vos de todos as doenças relacionadas com a má alimentação e também para vocês se aperceberem daquilo que comem nem sempre é o melhor. </li></ul><ul><li>Esperemos que gostem, tanto quanto nós gostámos de o ter realizado!!! </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Gastrite 3 </li></ul><ul><li>O que é a gastrite? 4 </li></ul><ul><li>O que provoca uma gastrite? 5 </li></ul><ul><li>Hipertensão 6 </li></ul><ul><li>Definição de hipertensão 7 </li></ul><ul><li>Causas de hipertensão 8 </li></ul><ul><li>Factores de risco 9 </li></ul><ul><li>Prevenir a hipertensão 10 </li></ul><ul><li>Os sintomas de hipertensão 11 </li></ul><ul><li>Como diagnosticar a hipertensão 12 </li></ul><ul><li>Formas de tratamento 13 </li></ul><ul><li>Obesidade 14 </li></ul><ul><li>O que é? 15 </li></ul><ul><li>Causas 16 </li></ul><ul><li>Formas clínicas de obesidade 17 </li></ul><ul><li>Complicações que a obesidade pode trazer 18 </li></ul><ul><li>Colesterol 19 </li></ul><ul><li>O que é o colestrol? 20 </li></ul>
  4. 5. <ul><li>O estômago é um tipo de bolsa que recebe o que ingerimos. Internamente, é forrada por mucosa, uma camada rosada parecida com a que temos em nossa boca. Gastrite é a inflamação da mucosa do estômago. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Podemos dizer de acordo com estudos realizados, que a confirmação final de gastrite só pode ser feita através do exame microscópico. O que acontece muitas vezes é que durante um exame endoscópico os sinais são tão exuberantes que a biopsia é dispensada para um segundo exame de controle do tratamento. Actualmente a biopsia gástrica é realizada como rotina na grande maioria dos serviços de endoscopia para pesquisar a presença do helicobater pylori. </li></ul><ul><li>Hoje em dia, esta é a bactéria responsável pela maioria das gastrites e úlceras. </li></ul>
  6. 8. Hipertensão Arterial
  7. 9. <ul><li>Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg. </li></ul><ul><li>Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Na maior parte dos casos , não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperal dos teronismo primário, a hipertensão reno vascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia. </li></ul><ul><li>A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Obesidade; </li></ul><ul><li>Consumo exagerado de sal e de álcool; </li></ul><ul><li>Sedentarismo; </li></ul><ul><li>Má alimentação; </li></ul><ul><li>Tabagismo; </li></ul><ul><li>Stress. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Redução da ingestão de sal na alimentação; </li></ul><ul><li>Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas; </li></ul><ul><li>Prática regular de exercício físico; </li></ul><ul><li>Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres); </li></ul><ul><li>Cessação do hábito de fumar; aconselhável uma redução de peso. </li></ul><ul><li>A ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença faz da medição regular da tensão arterial um hábito a seguir. Todos os adultos, em particular os obesos, os diabéticos e os fumadores ou com história de doença cardiovascular na família, devem medir a sua pressão arterial pelo menos uma vez por ano. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Regra geral, nos primeiros anos, a hipertensão arterial não provoca quaisquer sintomas, à excepção de valores tencionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial. </li></ul><ul><li>Em alguns casos, a hipertensão arterial pode, contudo, manifestar-se através de sinais como a ocorrência de cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças. </li></ul><ul><li>Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas e sinais de alertas. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e pela verificação de que os seus níveis estão acima do limite normal. Contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo de doença. Só é considerado hipertenso um indivíduo que tenha valores elevados em, pelo menos, três avaliações seriadas. </li></ul><ul><li>Compete ao médico fazer o diagnóstico da doença, uma vez que a pressão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou o stress, sem que tal signifique que o indivíduo sofre de hipertensão arterial </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Não há uma cura para a hipertensão arterial. Contudo, apesar de ser uma doença crónica, na maioria dos casos é controlável. </li></ul><ul><li>A adopção de um estilo de vida saudável proporciona geralmente uma descida significativa da pressão arterial. </li></ul><ul><li>A diminuição do consumo do sal reduz a pressão arterial em grande número de hipertensos. </li></ul><ul><li>A prática regular de exercício físico pode reduzir significativamente a pressão arterial. </li></ul><ul><li>Felizmente, já existem muitos medicamentos eficazes na redução da pressão arterial. Compete ao médico decidir qual o fármaco mais apropriado para iniciar o tratamento. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>A obesidade é um acúmulo excessivo de gordura corporal, ou seja, quando a energia ingerida (a quantidade de calorias que nós ingerimos) é maior do que a energia dispendida (número de calorias usadas pelo nosso metabolismo, durante actividade física e na formação de calor) por um longo período de tempo associada a problemas de saúde, que trará prejuízos à saúde do indivíduo é também uma doença dispendiosa, de alto risco, crónica e reincidente. Esta doença consegue afectar até as crianças. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>Ser obeso não significa necessariamente que o indivíduo se alimente em excesso. </li></ul><ul><li>O peso excessivo resulta da combinação de uma série de factores , tais como : </li></ul><ul><li>-genéticos (crianças cujo os pais são obesos tendem ter um peso excessivo) ; </li></ul><ul><li>-sexo (os homens têm mais massa muscular e menos gordura corporal – queimam 15% a 20% mais calorias do que as mulheres em descanso) </li></ul><ul><li>-idade (metabolismo atenua-se com a idade/diminui a massa muscular – diminuem as necessidades calóricas); </li></ul>
  16. 19. <ul><li>-Problemas de saúde </li></ul><ul><li>-tabaco; </li></ul><ul><li>-ausência de um correcto regime alimentar (aumento da quantidade de alimentos ingeridos, em particular gorduras); </li></ul><ul><li>- inactividade física (habitualmente, as pessoas obesas são menos activas, fazem pouco exercício físico, levando uma vida muito sedentária); </li></ul>
  17. 20. <ul><li>-genóide : a gordura concentra-se na região subcutânea, particularmente na região dos quadris e coxas sendo mais frequente na mulher. Apresenta maior risco de artrose e varizes. </li></ul><ul><li>-andróide : a gordura concentra-se no abdómen, sendo mais frequente nos homens. Apresenta um maior risco de problemas cardiovasculares. </li></ul>
  18. 21. <ul><li>-Doenças: -Distúrbios: </li></ul><ul><li>-hipertensão arterial; -distúrbios lípidicos; </li></ul><ul><li>-doenças cardiovasculares; -hipercolestrolémia; </li></ul><ul><li>-cancro; -apneia do sono. </li></ul><ul><li>-coledocolítiase. </li></ul>Como prevenir da obesidade: -beber muita água; -dieta; -exercício físico; -terapia farmacológica; -cirurgia bariátrica.
  19. 23. Colesterol é um álcool poli cíclico de cadeia longa, usualmente considerado um esferóide, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais. É um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos. O colesterol é o principal esterol sintetizado pelos animais, mas pequenas quantidades são também sintetizadas por outros eucaristias, como plantas e fungos. Não existe colesterol em nenhum produto de origem vegetal. Plantas apresentam um produto similar chamado de estigma esterol, que não é absorvido pelo corpo humano. A maior parte do colesterol presente no corpo é sintetizada pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida pela dieta. Portanto, ao contrário de como se pensava antigamente, o nível de colesterol no sangue não aumenta se aumentar a quantidade de colesterol na dieta. O colesterol é mais abundante nos tecidos que mais sintetizam ou têm membranas densamente agrupadas em maior número, como o fígado, medula espinhal, cérebro e placas ateromatosas (nas artérias). O colesterol tem um papel central em muitos processos bioquímicos, mas é mais conhecido pela associação existente entre doenças cardiovasculares e as diversas lipoproteínas que o transportam, e os altos níveis de colesterol no sangue (hipercolesterolemia).
  20. 24. <ul><li>Depois de termos realizado este trabalho chegámos à conclusão de que é bastante importante ter e manter uma alimentação saudável, para nós próprios sermos saudáveis. </li></ul><ul><li>Obrigada pela atenção. </li></ul><ul><li>Trabalho realizado por: Bárbara Neves nº4, Daniela Freitas nº10, Filipe Vieira nº12 e Lídia Baptista nº20 </li></ul>

×