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Melissa Matos
INTRODUÇÃO
 A alimentação é um dos fatores que mais interfere na
nossa saúde, por isso uma boa alimentação deve ser
equilibrada, completa, variada, que inclua o elemento
mais vital do organismo, a água, e com os nutrientes
adequados a cada organismo e saúde.
A ALIMENTAÇÃO
 Os alimentos dão ao nosso corpo
substâncias de que ele precisa para nos
mantermos vivos e saudáveis. Essas
substâncias que são tão importantes para
o nosso organismo são os nutrientes, que
nos ajudam a crescer, desenvolver e
manter saudáveis.
 Depois de ingeridos os alimentos são
digeridos, ou seja, são transformados em
substâncias mais simples, que são depois
absorvidas pelo nosso corpo.
 O nosso organismo é constituído por
milhões de células que necessitam de
energia para crescerem e
desempenharem as suas funções.
 Os alimentos são o veículo de nutrientes.
 As substâncias contidas nos alimentos
são utilizadas para reparar as células ou
formar novas, mas também ajudam a
fortalecer certos órgãos e a prevenir
contra certas doenças.
ADOLESCÊNCIA & ALIMENTAÇÃO
 A adolescência é considerada uma
fase vulnerável, em termos
nutricionais, principalmente pelo
fato de haver maior procura de
nutrientes para aumentar o
desenvolvimento físico, mudança de
estilos de vida e hábitos alimentares
inadequados.
 O desenvolvimento de distúrbios na
alimentação, a realização excessiva
de dietas, o uso de álcool e de
drogas são situações comuns na
vida dos adolescentes, podendo
comprometer mais ainda o seu
estado nutricional.
O QUE SÃO DISTÚRBIOS
ALIMENTARES?
 Os distúrbios alimentares são doenças
psiquiátricas estando na sua origem a
interação de fatores psicológicos,
biológicos, familiares e socioculturais;
 Caracterizam-se, fundamentalmente por
alterações significativas do
comportamento alimentar;
 Afetam sobretudo as mulheres jovens e
adolescentes que se acham “gordinhos”,
invejam o corpo das modelos, desejam
ser como elas e recorrem a dietas
rigorosas;
 Ocorrem predominantemente nos países
industrializados, tendo uma incidência
menor nos países pouco desenvolvidos e
fora do mundo ocidental;
 Podem ser tratados na maior parte dos
casos.
EXCESSOS ALIMENTARES
Fatores alimentares que provocam o Excesso de Peso:
 Sempre que a energia proveniente da alimentação for superior àquela que
gastamos, as calorias excedentes armazenam-se no tecido adiposo sob a forma
de gordura.
 O hábito de fazer refeições desorganizadas ou à pressa (ricas em alimentos
gordos e/ou doces) ou refeições muito abundantes (logo, ricas em calorias),
provoca um aumento do número e tamanho das células adiposas (as células
que reservam a gordura) podendo conduzir ao aumento de peso, quando se
repete consistentemente ao longo do tempo.
 As bebidas alcoólicas também contribuem para aumentar a gordura corporal
(cada grama de álcool fornece 7 calorias). Os alimentos e as bebidas muito
doces também são responsáveis por aumentar muito o valor calórico de uma
refeição, podendo estimular o apetite e, por estas razões, contribuir para o
ganho de peso, se não forem consumidos com conta, peso e medida.
 Podemos dizer que qualquer tipo de
comida pode engordar dependendo da
quantidade ingerida.
OBESIDADE  Mais que uma questão
estética, a obesidade é um
sério problema de saúde,
porque o excesso de peso
pode levar ao
desenvolvimento de outras
doenças como diabetes,
hipertensão, aumento do
colesterol no sangue e
cancro.
 Vivem com capacidades
físicas limitadas e podem
sofrer graves problemas
psicológicos.
ÍNDICE DE MASSA CORPORAL
(IMC)
 O IMC é um cálculo que se baseia na estrutura e no peso da
pessoa. O resultado ajuda a saber se a pessoa tem um peso
baixo, normal ou se pelo contrário tem peso a mais.
IMC =
COMO EVITAR E
COMBATER A OBESIDADE
 Não devemos comer em excesso;
 Ter uma alimentação saudável:
- que forneça ao organismo todos
os nutrientes necessários e nas
quantidades adequadas;
- reduzindo o consumo de
gorduras, açúcar e produtos
açucarados;
 Adquirir hábitos alimentares
corretos: fazer pelo menos cinco
refeições diárias. Muito importante
tomar um pequeno-almoço
equilibrado e saudável;
 Ter bons hábitos de vida, praticar
exercício físico , beber água e
controlar o peso.
ANOREXIA  É uma perturbação
psicológica e com
implicações físicas
emocionais graves.
 Afeta predominantemente
as adolescentes com
maior risco de incidência
entre os 14-18 anos,
podendo iniciar-se mais
cedo. Embora seja
predominante no sexo
feminino, surge também
no sexo masculino.
CARACTERÍSTICAS
 Caracteriza-se essencialmente por um
medo intenso de engordar mesmo quando
muito magra.
 A pessoa que sofre de anorexia por mais
magra que seja, sempre que se olha ao
espelho, vê -se como uma pessoa
extremamente gorda algo que não
corresponde ao seu aspeto físico real,
bem pelo contrário.
 Recusa em ingerir alimentos ricos em
hidratos de carbono e gorduras;
 Interesse especial pelo valor nutritivo da
cada alimento;
 Ritualizados à refeição (ex. cortar a
comida aos bocadinhos);
 Não assumir a fome;
 Atitude extremamente critica em relação à
imagem e forma corporal.
CONSEQUÊNCIAS
 Emagrecimento rápido sem causa aparente;
 Fadiga cardiovasculares: perda de músculo cardíaco, bradicardia,
arritmias ;
 Desnutrição: Perda de tecido adiposo, perda da massa muscular,
fraqueza;
 Neurológicas: depressão, atrofias irreversíveis do cérebro;
 Dermatológicas: pele e cabelos secos, queda de cabelo;
 Interrupção do ciclo menstrual nas raparigas;
 Gastro – intestinais: dor abdominal,
obstipação;
 Vómito Perda de ereção nos rapazes;
 Cabelos finos e quebradiços ;
 Anemia.
BULIMIA  É um distúrbio alimentar
grave que consiste na
ingestão compulsiva de
alimentos, num curto
espaço de tempo.
 Ingerem comida que
consideram “ proibida”,
como doces e hidratos de
carbono em quantidades
excessivas.
 Como insatisfeitos com o
seu corpo, têm
comportamentos
compensatórios para se
livrarem da carga
calórica.
CARACTERÍSTICAS
 A bulimia nervosa consiste num
transtorno psíquico caracterizado
por situações recorrentes e
alternadas de jejum e enfartamento:
umas vezes passa-se fome, outras
o doente come exageradamente,
forçando o vómito para compensar
todas as calorias ingeridas
exageradamente com a finalidade
de deixar o estômago vazio.
 Para perder peso, as
crianças/adolescentes com bulimia
recorrem aos diuréticos, laxantes e
eméticos (medicamentos para
provocar o vómito).
 Este caso afeta sobretudo jovens
que do sexo feminino, entre os 12 e
os 17 anos.
SINAIS E
SINTOMAS
 Físicos: grandes oscilações de peso, perda de potássio e desidratação,
rosto inchado – indução sistemática do vómito, garganta irritada e
glândulas aumentadas, irritações graves do esófago – acidez gástrica,
fadiga, dificuldade em dormir, irregularidade menstrual, fraqueza muscular,
rebentamento dos vasos, problemas dentários, sinais de automutilação e
flagelação;
 Psicológicos: emotividade e depressão, alterações de humor, obsessão por
dietas, dificuldade de controlo, Auto criticismo severo, autoestima
determinada pelo peso, medo de não conseguir parar de comer
voluntariamente, necessidade de aprovação dos outros;
 Comportamentais : obsessão por comida, momentos de voracidade
alimentar, indisposição depois das refeições, comer às escondidas, uso de
clisteres, uso de processos químicos de emagrecimento, provocação do
vómito, isolamento social.
BULLYING  O bullying sofrido na
infância e na
adolescência também
pode fazer parte da lista
de fatores que
desencadeiam um
distúrbio alimentar.
 Meninos com obesidade
infantil também podem
partilhar desse problema.
 Com a vontade repentina
de emagrecer
rapidamente para evitar
as situações de
constrangimento entre os
colegas, eles tomam
decisões drásticas que
podem levar à anorexia.
OBJETIVOS
& TRATAMENTO
DISTÚRBIOS ALIMENTARES
 Reconhecimento do verdadeiro
valor dos nutrientes e da sua
importância na alimentação
 Comportamento alimentar
saudável - correção dos erros
alimentares e introdução ou
restabelecimento de padrões
alimentares adequados. - ajuda
na planificação do guia de
refeições;
 Padrão de refeições regular e
disciplinado
 Analisar e modificar os
pensamentos, crenças e
sentimentos que desencadeiam
o distúrbio alimentar.
 O tratamento passa por um ou
mais profissionais das
seguintes especialidades:
 Psiquiatra
 Psicólogo
 Nutricionista
 Endocrinologista
 Assistente social
ORGANISMO EM EQUILIBRIO
Ter uma rotina diária que em todos os seus passos tenha em
vista a manutenção da saúde e equilíbrio do organismo das
pessoas, com modos de vida saudáveis.
Exemplos:
 Fazer exercício físico diário;
 Adquirir hábitos de alimentação saudáveis;
 Dormir as horas necessárias;
 Manter uma perspetiva mental positiva.
CONCLUSÃO
 Os jovens estão a alimentar-se cada vez mais com comida
hipercalórica, passam demasiado tempo passivos frente a
televisores e a computadores e dormem menos.
 Por tudo isto estão cada vez mais gordos. As perturbações do
comportamento continuam a crescer.
 E se por um lado comemos demais, por outro queremos ser cada
vez mais magros e este paradoxo desencadeia doenças graves
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Equilíbrio do organismo- Distúrbios Alimentares

  • 2. INTRODUÇÃO  A alimentação é um dos fatores que mais interfere na nossa saúde, por isso uma boa alimentação deve ser equilibrada, completa, variada, que inclua o elemento mais vital do organismo, a água, e com os nutrientes adequados a cada organismo e saúde.
  • 3. A ALIMENTAÇÃO  Os alimentos dão ao nosso corpo substâncias de que ele precisa para nos mantermos vivos e saudáveis. Essas substâncias que são tão importantes para o nosso organismo são os nutrientes, que nos ajudam a crescer, desenvolver e manter saudáveis.  Depois de ingeridos os alimentos são digeridos, ou seja, são transformados em substâncias mais simples, que são depois absorvidas pelo nosso corpo.  O nosso organismo é constituído por milhões de células que necessitam de energia para crescerem e desempenharem as suas funções.  Os alimentos são o veículo de nutrientes.  As substâncias contidas nos alimentos são utilizadas para reparar as células ou formar novas, mas também ajudam a fortalecer certos órgãos e a prevenir contra certas doenças.
  • 4. ADOLESCÊNCIA & ALIMENTAÇÃO  A adolescência é considerada uma fase vulnerável, em termos nutricionais, principalmente pelo fato de haver maior procura de nutrientes para aumentar o desenvolvimento físico, mudança de estilos de vida e hábitos alimentares inadequados.  O desenvolvimento de distúrbios na alimentação, a realização excessiva de dietas, o uso de álcool e de drogas são situações comuns na vida dos adolescentes, podendo comprometer mais ainda o seu estado nutricional.
  • 5. O QUE SÃO DISTÚRBIOS ALIMENTARES?  Os distúrbios alimentares são doenças psiquiátricas estando na sua origem a interação de fatores psicológicos, biológicos, familiares e socioculturais;  Caracterizam-se, fundamentalmente por alterações significativas do comportamento alimentar;  Afetam sobretudo as mulheres jovens e adolescentes que se acham “gordinhos”, invejam o corpo das modelos, desejam ser como elas e recorrem a dietas rigorosas;  Ocorrem predominantemente nos países industrializados, tendo uma incidência menor nos países pouco desenvolvidos e fora do mundo ocidental;  Podem ser tratados na maior parte dos casos.
  • 6. EXCESSOS ALIMENTARES Fatores alimentares que provocam o Excesso de Peso:  Sempre que a energia proveniente da alimentação for superior àquela que gastamos, as calorias excedentes armazenam-se no tecido adiposo sob a forma de gordura.  O hábito de fazer refeições desorganizadas ou à pressa (ricas em alimentos gordos e/ou doces) ou refeições muito abundantes (logo, ricas em calorias), provoca um aumento do número e tamanho das células adiposas (as células que reservam a gordura) podendo conduzir ao aumento de peso, quando se repete consistentemente ao longo do tempo.  As bebidas alcoólicas também contribuem para aumentar a gordura corporal (cada grama de álcool fornece 7 calorias). Os alimentos e as bebidas muito doces também são responsáveis por aumentar muito o valor calórico de uma refeição, podendo estimular o apetite e, por estas razões, contribuir para o ganho de peso, se não forem consumidos com conta, peso e medida.  Podemos dizer que qualquer tipo de comida pode engordar dependendo da quantidade ingerida.
  • 7. OBESIDADE  Mais que uma questão estética, a obesidade é um sério problema de saúde, porque o excesso de peso pode levar ao desenvolvimento de outras doenças como diabetes, hipertensão, aumento do colesterol no sangue e cancro.  Vivem com capacidades físicas limitadas e podem sofrer graves problemas psicológicos.
  • 8. ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC)  O IMC é um cálculo que se baseia na estrutura e no peso da pessoa. O resultado ajuda a saber se a pessoa tem um peso baixo, normal ou se pelo contrário tem peso a mais. IMC =
  • 9. COMO EVITAR E COMBATER A OBESIDADE  Não devemos comer em excesso;  Ter uma alimentação saudável: - que forneça ao organismo todos os nutrientes necessários e nas quantidades adequadas; - reduzindo o consumo de gorduras, açúcar e produtos açucarados;  Adquirir hábitos alimentares corretos: fazer pelo menos cinco refeições diárias. Muito importante tomar um pequeno-almoço equilibrado e saudável;  Ter bons hábitos de vida, praticar exercício físico , beber água e controlar o peso.
  • 10. ANOREXIA  É uma perturbação psicológica e com implicações físicas emocionais graves.  Afeta predominantemente as adolescentes com maior risco de incidência entre os 14-18 anos, podendo iniciar-se mais cedo. Embora seja predominante no sexo feminino, surge também no sexo masculino.
  • 11. CARACTERÍSTICAS  Caracteriza-se essencialmente por um medo intenso de engordar mesmo quando muito magra.  A pessoa que sofre de anorexia por mais magra que seja, sempre que se olha ao espelho, vê -se como uma pessoa extremamente gorda algo que não corresponde ao seu aspeto físico real, bem pelo contrário.  Recusa em ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono e gorduras;  Interesse especial pelo valor nutritivo da cada alimento;  Ritualizados à refeição (ex. cortar a comida aos bocadinhos);  Não assumir a fome;  Atitude extremamente critica em relação à imagem e forma corporal.
  • 12. CONSEQUÊNCIAS  Emagrecimento rápido sem causa aparente;  Fadiga cardiovasculares: perda de músculo cardíaco, bradicardia, arritmias ;  Desnutrição: Perda de tecido adiposo, perda da massa muscular, fraqueza;  Neurológicas: depressão, atrofias irreversíveis do cérebro;  Dermatológicas: pele e cabelos secos, queda de cabelo;  Interrupção do ciclo menstrual nas raparigas;  Gastro – intestinais: dor abdominal, obstipação;  Vómito Perda de ereção nos rapazes;  Cabelos finos e quebradiços ;  Anemia.
  • 13. BULIMIA  É um distúrbio alimentar grave que consiste na ingestão compulsiva de alimentos, num curto espaço de tempo.  Ingerem comida que consideram “ proibida”, como doces e hidratos de carbono em quantidades excessivas.  Como insatisfeitos com o seu corpo, têm comportamentos compensatórios para se livrarem da carga calórica.
  • 14. CARACTERÍSTICAS  A bulimia nervosa consiste num transtorno psíquico caracterizado por situações recorrentes e alternadas de jejum e enfartamento: umas vezes passa-se fome, outras o doente come exageradamente, forçando o vómito para compensar todas as calorias ingeridas exageradamente com a finalidade de deixar o estômago vazio.  Para perder peso, as crianças/adolescentes com bulimia recorrem aos diuréticos, laxantes e eméticos (medicamentos para provocar o vómito).  Este caso afeta sobretudo jovens que do sexo feminino, entre os 12 e os 17 anos.
  • 15. SINAIS E SINTOMAS  Físicos: grandes oscilações de peso, perda de potássio e desidratação, rosto inchado – indução sistemática do vómito, garganta irritada e glândulas aumentadas, irritações graves do esófago – acidez gástrica, fadiga, dificuldade em dormir, irregularidade menstrual, fraqueza muscular, rebentamento dos vasos, problemas dentários, sinais de automutilação e flagelação;  Psicológicos: emotividade e depressão, alterações de humor, obsessão por dietas, dificuldade de controlo, Auto criticismo severo, autoestima determinada pelo peso, medo de não conseguir parar de comer voluntariamente, necessidade de aprovação dos outros;  Comportamentais : obsessão por comida, momentos de voracidade alimentar, indisposição depois das refeições, comer às escondidas, uso de clisteres, uso de processos químicos de emagrecimento, provocação do vómito, isolamento social.
  • 16. BULLYING  O bullying sofrido na infância e na adolescência também pode fazer parte da lista de fatores que desencadeiam um distúrbio alimentar.  Meninos com obesidade infantil também podem partilhar desse problema.  Com a vontade repentina de emagrecer rapidamente para evitar as situações de constrangimento entre os colegas, eles tomam decisões drásticas que podem levar à anorexia.
  • 17. OBJETIVOS & TRATAMENTO DISTÚRBIOS ALIMENTARES  Reconhecimento do verdadeiro valor dos nutrientes e da sua importância na alimentação  Comportamento alimentar saudável - correção dos erros alimentares e introdução ou restabelecimento de padrões alimentares adequados. - ajuda na planificação do guia de refeições;  Padrão de refeições regular e disciplinado  Analisar e modificar os pensamentos, crenças e sentimentos que desencadeiam o distúrbio alimentar.  O tratamento passa por um ou mais profissionais das seguintes especialidades:  Psiquiatra  Psicólogo  Nutricionista  Endocrinologista  Assistente social
  • 18. ORGANISMO EM EQUILIBRIO Ter uma rotina diária que em todos os seus passos tenha em vista a manutenção da saúde e equilíbrio do organismo das pessoas, com modos de vida saudáveis. Exemplos:  Fazer exercício físico diário;  Adquirir hábitos de alimentação saudáveis;  Dormir as horas necessárias;  Manter uma perspetiva mental positiva.
  • 19. CONCLUSÃO  Os jovens estão a alimentar-se cada vez mais com comida hipercalórica, passam demasiado tempo passivos frente a televisores e a computadores e dormem menos.  Por tudo isto estão cada vez mais gordos. As perturbações do comportamento continuam a crescer.  E se por um lado comemos demais, por outro queremos ser cada vez mais magros e este paradoxo desencadeia doenças graves como a obesidade, a anorexia e a bulimia.