Saúde e Segurança do Trabalhador

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Saúde e Segurança no Trabalho Agroindustrial

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Saúde e Segurança do Trabalhador

  1. 1. SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO AGROINDUSTRIAL Segurança do Trabalho Rural e Agroindustrial
  2. 2. INTRODUÇÃO A agricultura é uma das atividades mais antigas e importantes no desenvolvimento evolutivo e socioeconômico da humanidade, sendo que cerca de um bilhão e meio de pessoas no planeta trabalham hoje no campo. No Brasil, temos os maiores índices de analfabetismo, falta de instrução e alto índice de miséria, que contribuem para as precárias condições de trabalho. O setor rural é uma das atividades de maior índice de acidentes no mundo, ao lado da construção civil e mineração, conforme dados da Organização Internacional do Trabalho. Os acidentes fatais giram em torno de 170 mil trabalhadores por ano na agroindústria mundial.
  3. 3. Dentre as principais causas dos acidentes, destacam-se a falta de treinamento para lidar com maquinário, com agrotóxicos e, ainda, inexistência, em muitos casos, de equipamentos adequados de proteção individual e coletiva, causando o sofrimento aos empregados que são mutilados, morrem ou simplesmente ficam incapacitados para o trabalho, e também, prejuízos à economia do país, e sobretudo à Previdência Social, que paga os auxílios- doença, aposentadorias, pensões, reabilitações, assim como a toda sociedade brasileira. No Brasil, a preocupação com a segurança e a saúde do trabalho rural é bastante recente, apesar do grande número de trabalhadores. Segundo o IBGE, são cerca de 20 milhões de pessoas trabalham em atividades agrárias.
  4. 4. NR 31- SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO FLORESTAL E AQÜICULTURA Tem por objetivo estabelecer os preceitos de segurança e saúde a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, nas atividades de agricultura, pecuária, silvicultura e exploração Florestal.
  5. 5. RESPONSABILIDADES  Cumprir as disposições legais relativas a saúde e segurança;  Realizar avaliações ambientais e a partir desta adotar as medidas preventivas necessárias;  Promover melhorias nos ambientes de trabalho, de forma a preservar o nível de segurança e saúde dos trabalhadores;  Assegurar a divulgação dos direitos, deveres e obrigações aos trabalhadores;  Cumprir as determinações da empresa sobre segurança e saúde em especial as expressas nas ordens de serviço;  Adotar as medidas de proteção determinadas pelo empregador sob pena de constituir ato faltoso a recusa injustificada;  Submeter-se aos exames médicos;  Colaborar com a empresa na aplicação desta Norma Regulamentadora. Cabe ao Empregador Rural Cabe ao Trabalhador Rural
  6. 6. ÁREAS DE VIVÊNCIA O empregador rural deve disponibilizar aos trabalhadores áreas de vivência compostas de instalações sanitárias, locais para refeição, alojamentos - quando houver permanência de trabalhadores no estabelecimento nos períodos entre as jornadas de trabalho - local adequado para preparo de alimentos e lavanderias - essas últimas serão obrigatórias no caso de estabelecimentos onde houver trabalhadores alojados.
  7. 7. • Condições adequadas de conservação, asseio e higiene; • Redes de alvenaria, madeira ou material equivalente; • Piso cimentado, de madeira ou de material equivalente; • Cobertura que proteja contra as intempéries; • Iluminação e ventilação adequadas. As áreas de vivência devem atender aos seguintes requisitos:
  8. 8. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS As instalações sanitárias devem ser constituídas de:  Lavatório na proporção de uma unidade para cada grupo de vinte trabalhadores;  Vaso sanitário na proporção de uma unidade para cada grupo de vinte trabalhadores;  Mictório na proporção de uma unidade para cada grupo de dez trabalhadores;  Chuveiro na proporção de uma unidade para cada grupo de dez trabalhadores.
  9. 9. • Ter portas de acesso e devem ser construídas de modo a manter o resguardo conveniente; • Ser separadas por sexo; • Estar situadas em locais de fácil e seguro acesso; • Dispor de água limpa e papel higiênico; • Estar ligadas a sistema de esgoto, fossa séptica ou sistema equivalente; • Possuir recipiente para coleta de lixo. As instalações sanitárias devem:
  10. 10. • Boas condições de higiene e conforto; • Capacidade para atender a todos os trabalhadores; • Água limpa para higienização; • Mesas com tampos lisos e laváveis; • Assentos em número suficiente; • Água potável, em condições higiênicas; • Depósitos de lixo, com tampas. Local para Refeição
  11. 11. • Devem ter camas com colchão, separadas por no mínimo um metro, sendo permitido o uso de beliches, limitados a duas camas na mesma vertical. • Armários individuais para guarda de objetos pessoais; • Portas e janelas capazes de oferecer boas condições de vedação e segurança; • Ser separados por sexo. Alojamento
  12. 12. Os locais para preparo de refeições devem ser dotados de lavatórios, sistema de coleta de lixo e instalações sanitárias exclusivas para o pessoal que manipula alimentos. Os locais para preparo de refeições não podem ter ligação direta com os alojamentos. Local para Preparo de Refeições
  13. 13. As lavanderias devem ser instaladas em local coberto, ventilado e adequado para que os trabalhadores alojados possam cuidar das roupas de uso pessoal. Elas devem ser dotadas de tanques individuais ou coletivos e água limpa. Lavanderia
  14. 14. Sempre que o empregador rural fornecer aos trabalhadores moradias familiares estas deverão ter: • Capacidade para uma família; • Paredes construídas em alvenaria ou madeira; • Pisos de material resistente e lavável; • Condições sanitárias adequadas; • Ventilação e iluminação suficientes; • Cobertura capaz de proporcionar proteção contra intempéries; Moradia
  15. 15. EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL São vestimentas de proteção utilizadas para evitar a exposição excessiva dos aplicadores aos produtos fitossanitários. Entre estes equipamentos estão:  Capuz ou touca árabe;  Protetor facial ou viseira;  Mascara de carvão ativo;  Luvas de nitrila impermeáveis;  Avental impermeável;  Camisa e calça de tecido de algodão hidro-repelente;  Botas de borracha.
  16. 16. ´ P R O T E Ç Ã O Deve ser ajustada firmemente na testa, mas sem apertar a cabeça do trabalhador. A viseira deve ficar um pouco afastada do rosto para não embaçar; O respirador deve encaixar perfeitamente na face do trabalhador, não permitindo que haja abertura para a entrada de partículas, névoas ou vapores. Para usar o respirador, o trabalhador deve estar sempre bem barbeado; Deve ser colocado na cabeça sobre a viseira. o velcro do boné árabe deve ser ajustado sobre a viseira facial, assegurando que toda a face estará protegida, assim como o pescoço e a cabeça.
  17. 17. As luvas devem ser usadas de forma a evitar o contato do produto tóxico com as mãos. As luvas devem ser adquiridas de acordo com o tamanho das mãos do usuário, não podendo ser muito justas, para facilitar a colocação e a retirada, e nem muito grandes, para não atrapalhar o tato e causar acidentes. Deve ser utilizado na parte da frente do jaleco durante o preparo da calda e pode ser usado na parte de traz do jaleco durante as aplicações com equipamento costal; A roupa de preferência sendo de algodão que as torna mais confortável. O aplicador deve vestir primeiro a calça em seguida o jaleco, certificando-se que este fique sobre a calça e perfeitamente ajustado;
  18. 18. As botas devem ser impermeáveis, usando sempre meias de algodão para evitar atrito com os pés. As bocas da calça sempre devem estar para fora do cano das botas, a fim de impedir o escorrimento do produto tóxico para o interior do calçado;
  19. 19. EPC – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA O EPC diz respeito ao coletivo, devendo proteger todos os trabalhadores expostos a determinado risco. Poderá ser um dispositivo, um sistema ou um meio, fixo ou móvel. São exemplos de EPC:  Avisos, Sinalizações;  Proteção de partes móveis de máquinas;  Chuveiro e lava olhos de emergência.
  20. 20. O QUE FAZER PARA MELHORAR A SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR RURAL  Cumprir as normas;  Fornecer Epi´s e Epc´s;  Oferecer treinamento aos trabalhadores;  Boas condições de Trabalho.
  21. 21. TÍTULO DE CONHECIMENTO

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