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Canais de distribuição apostila candido mendes

  1. 1. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 1 onceito de Logística Empresarial Existente há mais de 40 anos, o conceito de Logística relacionava-se ao ambiente militar durante a Segunda Guerra Mundial. Tinha, como objetivos, atender às necessidades das batalhas. Podem ser citadas as atividades abaixo, como exemplos dessas demandas: produção, aquisição, transporte, distribuição de armamentos e equipamentos militares; alimentação das tropas militares; evacuação de mortos e feridos; transporte e distribuição de munição; entrega de correspondências aos familiares;entrega de correspondência entre os militares; entre outros. Com o decorrer dos anos, esses conceitos migraram para o ambiente empresarial, ganharam vulto e sua importância vem crescendo e fazendo parte da rotina das empresas de sucesso do mundo globalizado. A Logística é a área da Administração que cuida do (____________) e (____________) das (____________). É o conjunto de: Planejamento, Operação e Controle do Fluxo de Materiais, Mercadorias, Serviços e Informações da Empresa, integrando e racionalizando as funções sistêmicas, desde a (____________) até a (____________), assegurando vantagens competitivas na (____________) e, conseqüentemente, a (____________). Transporte armazenamento Mercadorias Produção Entrega Cadeia de Distribuição satisfação dos clientes Importância da Logística Empresarial A logística empresarial estuda como a administração pode prover melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores, através do planejamento, organização e controle efetivos para as atividades de movimentação e armazenagem que visam facilitar o fluxo de produtos. A logística é um assunto vital. É um fato econômico que tanto os recursos quanto os seus consumidores estão espalhados numa ampla área geográfica. Além disso, os consumidores não residem próximos donde os bens ou produtos estão localizados. Este é o problema enfrentado pela logística: diminuir o hiato entre a produção e a demanda, de modo que os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que desejarem. Síntese Compreendemos que “Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível“. C
  2. 2. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 2 Para que se possa compreender sua evolução até os dias atuais, estudaremos suas fases cuidadosamente. As atividades Primárias da Logística Empresarial Transportes É a atividade que permite à empresa a movimentação de suas matérias-primas ou seus produtos de alguma forma. Sua importância é reforçada porque os transportes assumem, em geral, o maior percentual dos custos logísticos. Costuma-se dizer que os transportes agregam (____________) ao produto, pois o posicionam adequadamente para atender a demanda. valor de lugar Existem vários (____________) para se movimentar produtos: o sistema (____________), o sistema (____________)e o sistema (____________). Tais sistemas e seus subsistemas serão estudados posteriormente. sistemas rodoviário ferroviário aeroviário Manutenção de Estoques É a atividade que permite a disponibilização de produtos aos clientes, a imediata entrega, de acordo com suas necessidades (demanda), o que só é possível, normalmente, com a manutenção de níveis mínimos de estoques dos produtos. Pode-se dizer que os estoques funcionam como “amortecedores” entre a oferta e a demanda, pois evitam que pedidos efetuados pelos clientes deixem de ser atendidos. Costuma-se dizer que a manutenção de estoques agrega (____________) de (____________) ao produto, permitindo sua disponibilidade na hora que o cliente o deseja. valor - tempo Processamento de Pedidos É a atividade que inicia a movimentação de produtos em razão dos pedidos dos clientes. Essa atividade associada ao transporte e à manutenção de estoques forma o que pode ser denominado de: “Ciclo Crítico das Atividades Logísticas”. Atividades primárias:
  3. 3. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 3 • Transportes; • Manutenção de Estoques; • Processamento de Pedidos. Figura: o ciclo crítico da logística Fonte: Cometti (2001) tividades de Apoio nos Canais de Distribuição • Armazenagem; • Manuseio de Materiais; • Embalagem de Proteção; • Obtenção; • Programação do Produto; • Manutenção da Informação. Armazenagem Segundo Ronald Ballou (1993), “refere-se à administração do espaço necessário para manter estoques”. Tal administração de espaços busca a otimização, transitando, em conseqüência, em discussões que envolvem problemas de: localização, dimensionamento de área, arranjo físico, configuração de armazéns, entre outros. Com a antiga missão de “guardar estoques”, o que representava um custo a mais no negócio, a armazenagem depara- se com sua nova e imprescindível missão, que é ” (____________) o (____________) e de (____________)”. gerenciar fluxo físico informações Nessa nova missão, a armazenagem passa a representar um instrumento de grande importância no que diz respeito à competitividade. Os produtos passam a ser armazenados de A
  4. 4. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 4 maneira mais eficiente (redução de custos) e eficaz (qualidade), bem como fornecem as informações necessárias para a manutenção da informação que veremos logo a seguir. Como fatores que determinaram a mudança da missão da armazenagem, podem-se citar: exigências de qualidade, reduções de desperdício, entre outras. Os dois papéis da Armazenagem são: • O papel (____________) (visão interna): conjunto de processos voltados para (____________), (____________) e (____________) de produtos e informações. operacional estocagem-movimentação-processamento • O papel (____________) (visão externa): Elo e coordenação no canal de distribuição: atender de forma eficaz mercados geograficamente distantes, procurando (____________) (____________)para os clientes. estratégico criar valor istribuição Física A distribuição física de produtos ou distribuição física são os processos operacionais e de controle que permitem transferir os produtos desde o ponto de fabricação, até o ponto em que a mercadoria é finalmente entregue ao consumidor. (NOVAES, 1994). D
  5. 5. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 5 Pode-se dizer que seu objetivo geral é levar os (____________) , para os (____________), no (____________) e com o nível de serviço desejado, pelo menor custo possível. produtos certos lugares certos momento certo A distribuição física tem como foco principal todos os produtos que a companhia oferece para vender, ou seja, desde o instante em que a produção é terminada até o momento em que o cliente recebe a mercadoria (produto). Toda produção visa a um ponto final, que é chegar às mãos do consumidor. Uma boa distribuição, associada a um produto de boa qualidade, a uma propaganda eficaz e a um preço justo, faz com que os produtos sejam disponibilizados a seus consumidores, de modo que estes possam fazer a opção pela compra. Estando nas prateleiras, o produto passa a fazer parte de uma gama de produtos concorrentes que podem ser comprados ou não. O primeiro passo para ele poder fazer parte dessa opção de compra é estar disponível nas prateleiras. Outros fatores, como propaganda, preço e qualidade do produto, podem variar entre produtos concorrentes, mas a distribuição é uma condição obrigatória para todas as empresas que querem vender seus produtos. Se o produto não está disponível na prateleira, independente de todos os outros fatores que influenciam a compra, este não poderá ser comprado. Imagine um produto com uma qualidade maravilhosa, com uma estratégia de propaganda primorosa, com um preço imbatível, mas não disponível no mercado. Empresas que divulgaram produtos de qualidade, com preço excelente e não os tinham disponíveis para o consumidor, caíram em descrédito na sociedade. Você consegue vislumbrar a importância da distribuição diante desse exemplo? Tipos de Mercado de Distribuição Física Normalmente, existem dois tipos de mercado de Distribuição Física: a) Mercado do (____________): são os que usam o produto para a satisfação de suas necessidades ou para criar novos produtos. Usuário final Normalmente, são numerosos, adquirem quantidades menores e compram com mais freqüência. Como exemplo, podemos citar os consumidores de um grande supermercado. Uma grande variedade de pessoas faz suas compras de acordo com as necessidades, geralmente em quantidades pequenas, devido às dificuldades de estocagem e de investirem grandes valores, e voltam para comprar, com freqüência, também em razão de suas necessidades.
  6. 6. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 6 b) Mercado (____________) por (____________): são os que não consomem o produto, mas o oferecem para revenda. Suas compras são, em geral, em mais quantidade e menos freqüência. composto - intermediários Quando clientes realizam compras em quantidades suficientes que justifiquem sua relação custo-benefício com o transporte, as entregas podem ser realizadas pelos vendedores dos estoques de fábrica ou da linha de produção. Caso o volume de compras não justifique sua entrega direta, em razão da relação custo-benefício com o valor dos fretes, a entrega poderá ser realizada por meio da utilização de um sistema de depósito, que aproxima os produtos acabados dos centros consumidores, por exemplo. Tais depósitos em locais estratégicos podem justificar um eventual custo adicional de estocagem em detrimento de um global de transporte mais oneroso. Ressalta-se que a mercadoria ou bem pode ser devolvida pelo cliente e essa tarefa de movimentar a mercadoria devolvida também é de responsabilidade da distribuição física. Níveis da Administração da Distribuição Física A distribuição física acontece em vários níveis dentro de uma instituição. Isso ocorre em razão de que a posição hierárquica interfere no processo. Uma decisão tomada pela alta administração de uma empresa é chamada de decisão estratégica e deve ser seguida pelos demais níveis hierárquicos. A decisão tática é tomada e imposta pela média gerência e a operacional diz respeito à supervisão que se encarregará de fazer com que os projetos sejam cumpridos e executados. Para um melhor entendimento, seguem os níveis da administração da distribuição física. • Estratégico; • Tático; • Operacional. a. Nível Estratégico Neste nível, a alta administração da empresa decide o modo que deve ter a configuração do sistema de distribuição. Podem ser relacionadas às seguintes preocupações: • Localização dos armazéns; • Seleção dos modais de transportes; • Sistema de processamento de pedidos etc.
  7. 7. UCAM – Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 7 b. Nível Tático É o nível em que a média gerência da empresa estará envolvida em utilizar seus recursos da melhor e maior forma possível. Suas preocupações são: • Ociosidade do equipamento de transmissão de pedidos ser a mínima; • Ocupação otimizada da área de armazéns; • Otimização dos meios de transportes, sempre em níveis máximos possíveis à carga etc. c. Nível Operacional É o nível em que a supervisão garante a execução das tarefas diárias para assegurar que os produtos se movimentem pelo canal de distribuição até o último cliente. Podem ser citadas: • Carregar caminhões; • Embalar produtos; • Manter registros dos níveis de inventário etc. ível de Serviço Poderíamos citar definições diferenciadas para Nível de Serviço, porém escolhemos a de Ronald H. Ballou, que diz: “Nível de serviço logístico é a qualidade com que o fluxo de bens e serviços é gerenciado”, “é o tempo necessário para se entregar um pedido ao cliente”. Logística e Distribuição O nível de serviços - Conceitos principais a) Elementos Pré-Transação: N
  8. 8. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 8 Proporcionam um ambiente para que se obtenha um bom nível de serviço. Como exemplos de elementos que proporcionam um bom desempenho no nível de serviço, podem-se citar: • a definição do prazo de entrega da mercadoria após a colocação de um pedido; • procedimentos de troca e devolução; • procedimentos no caso da falta de algum produto; • metodologias de despacho; • estabelecimento de planos de contingenciamento, que atendam às greves, desastres naturais e recolhimento de produtos; • entre outros. b) Elementos de Transação: São responsáveis pelos resultados obtidos com a entrega do produto ao cliente. Alguns exemplos podem ser citados, como: • nível de estoque; • habilidade no trato de atraso; • tempo; • qualidade no atendimento • entre outros. c) Elementos Pós-Transação: São serviços necessários para apoiar os produtos já entregues aos clientes. Destacam-se: • instalação; • garantias; retorno de embalagens; • tratamento de reclamações de clientes; • tratamento de devoluções de clientes; • entre outros. Produto Logístico Produto Logístico é o produto em si, agregado de valores que geram, no cliente, o maior nível de satisfação possível. Se o produto for um bem físico, ele também possui atributos físicos, tais como peso, volume e forma, que também têm influência no custo logístico. Se o produto for algum tipo de serviço, ele será composto de intangíveis, como conveniência, distinção e qualidade. (definição de Ronald H. Ballou). O
  9. 9. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 9 O Ciclo de Vida do Produto Os produtos seguem um perfil definido de tempo de vida, se considerados do ponto de vista de vendas, desde o período de sua inserção no mercado, o atingimento de seu pico de vendas e posterior declínio. A relação venda por tempo sugere as seguintes fase em um ciclo de vida: ·Introdução do produto no mercado; ·Crescimento do nível de vendas; ·Maturidade e atingimento do pico de vendas; ·Declínio. A existência de vários produtos, em determinada empresa, em momentos diferenciados de seu ciclo de vida, exigirá do gestor logístico, muita atenção para que se levantem as necessidades de distribuição deles, por meio de uma estratégia capaz de otimizar o processo logístico em questão. A Curva ABC O conceito de Curva ABC é conseqüência da observação de especialistas que constataram ser a maior parte das vendas gerada por (____________) (____________) , se considerados em relação a todos os comercializados. Esse fenômeno é chamado de curva ABC (ou curva (____________) ). poucos - produtos 80-20 Tal conceito é reforçado pelo princípio conhecido como Curva de Pareto, que afirma: “80 % das vendas provêm de 20 % dos itens da linha de produtos, numa relação 80-20”. Segundo Ronald H. Ballou (1993): “Vil Fredo Pareto, em 1897, em estudos de concentração de renda, concluiu que maior parte da riqueza concentrava-se nas mãos de uma pequena parcela da população, em proporções de 80% e 20%, respectivamente”. Características do Produto
  10. 10. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 10 O produto, em razão de características próprias, quando avaliado de maneira combinada, influencia as demais atividades logísticas com implicações na estratégia de distribuição para que seus custos sejam otimizados. Essas características, que devem ser consideradas, são: ·Peso; ·Volume; ·Valor; ·Perecibildade; ·Inflamabilidade; ·Substitubilidade. Isoladamente e, principalmente nas suas combinações, essas características indicam as necessidades de transporte, armazenagem, manuseio, estoques e processamento de pedidos. rmazenagem de Produtos Necessidades de Espaço Físico A necessidade da armazenagem consiste no fato de as organizações não poderem prever a demanda precisamente, ou seja, de maneira 100% segura. Caso essa perfeita coordenação entre oferta e demanda fosse possível, a produção deveria ter um tempo de resposta instantâneo e o transporte deveria ser totalmente confiável, com tempo de entrega nulo. Desse modo, as empresas utilizam os estoques para melhorarem a coordenação entre oferta e demanda e diminuírem os custos totais. Os (____________) gastos com armazenagem e manuseio de materiais são justificados e compensados por meio dos custos de (____________) e de (____________). A empresa reduz custos produtivos, pois seus estoques armazenados absorvem (____________) dos níveis de (____________) devido a (____________) do processo de manufatura ou a variações de oferta ou demanda. Os custos de transporte são reduzidos, pois a armazenagem permite o uso de quantidades maiores e mais econômicas nos lotes de carregamento. custos – transporte - produção flutuações – produção incertezas A questão é utilizar inventário eficiente para o correto equilíbrio econômico entre os custos de estocagem, produção e transporte. Muitas empresas estão evitando ou minimizando a necessidade de armazenagem por meio da aplicação do conceito (____________), que se baseia na idéia de ajustar o (____________) e a (____________) no (____________) e na (____________) , de forma que os produtos cheguem justamente quando são necessários. Este conceito tem sido mais utilizado no suprimento das empresas, pois A
  11. 11. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 11 os produtos entram, normalmente, como matérias-primas ou componentes dos produtos finais. Portanto, se a demanda por produtos acabados é conhecida com algum grau de precisão, conseqüentemente a (____________) pelos suprimentos que darão origem a esses produtos também poderá ser conhecida. Just-in-time suprimento – demanda tempo – quantidade demanda Mesmo assim, enquanto existirem descontos para compras ou transportes de grande lote e incertezas em relação às demandas previstas e nos tempos de aquisição de matérias-primas, haverá necessidade de estoques. Outra razão para a existência dos (____________) é a (____________) de (____________) e demanda. Por exemplo, empresas que dependem de matérias- primas sazonais, como é caso das que vendem frutas em calda, são obrigadas a armazenarem produção para que atendam devidamente seus clientes no período da entressafra. estoques coordenação – suprimentos Toda vez que fica muito caro coordenar suprimento e demanda de forma precisa, são necessários estoques. Outro exemplo interessante é o dos fabricantes de ar-condicionado. Um nível constante de produção é mantido devido à demanda ser incerta durante o ano, com picos de venda no verão. Outra situação que serve de razão para a existência da armazenagem é quando ela também faz parte do processo de produção. Isso ocorre no caso de queijos, vinhos e outras bebidas alcoólicas, pois esses produtos requerem um tempo para sua maturação ou envelhecimento. Outro caso é o dos produtos taxados, quando a armazenagem pode ser usada para segurar a mercadoria até sua venda, evitando-se o pagamento de impostos. Do ponto de vista do marketing, a armazenagem ajuda a disponibilizar o produto no mercado, com prazos de entrega mais favoráveis. A melhoria dos níveis de serviço pode ter efeito positivo nas vendas. Tipos de Depósito
  12. 12. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 12 a. Espaço Físico Próprio: A maioria das empresas possui espaços de armazenagem próprios. A empresa espera obter desse investimento vantagens, como: • diminuição dos custos em relação ao aluguel de terceiros; • maior grau de controle sobre as operações de armazenagem, gerando operações mais eficientes e alto nível de serviço; • o espaço pode ser convertido para outros usos, como a manufatura; • o espaço pode servir como base para um escritório de vendas, garagem da frota própria, departamento de transportes ou de compras; • entre outros. Para que se obtenha uma boa taxa de retorno para o investimento feito, a administração deve assumir mais responsabilidades associadas a leis do trabalho e outras e ao risco da perda de capital, caso a rentabilidade não se materialize. Devido a esses riscos, muitas vezes a administração opta por não possuir um espaço próprio. b. Aluguel de Espaço Físico de Terceiros: Os armazéns públicos são de grande utilidade para aqueles que precisam expandir ou contratar espaço físico por curto período de tempo ou realocar sua área de estocagem freqüentemente. A cobrança, em geral, é feita para períodos tão curtos como um mês e estes competem com os depósitos próprios, aceitando usuários cujos níveis de armazenamento mesclam-se de maneira a gerar alto nível de utilização do espaço disponível durante o ano inteiro. O depósito próprio pode ter períodos de subutilização da capacidade devido à linha limitada de produtos que armazena. Os depósitos públicos são versáteis devido ao fato de terem que atender a uma grande diversidade de usuários. Existem algumas especializações, porém apenas dentro de quatro categorias mais amplas de produto: 1. Armazéns de “(____________)”: limitam seus serviços a certos grupos de mercadorias-padrão. Especializam-se no manuseio e armazenagem de produtos, como madeira, algodão, tabaco, entre outros; 2. Armazéns para (____________): oferecem manuseio de armazenagem de produtos granelizados, como, químicos líquidos, petróleo e derivados etc.; 3. Armazéns (____________): depósitos refrigerados que servem para guardar perecíveis, como frutas, vegetais, produtos farmacêuticos, entre outros. 4. Armazéns para (____________) (____________) e (____________): armazenagem e manuseio de bens de uso doméstico e mobiliário;
  13. 13. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 13 5. Armazéns de (____________) em geral: manuseiam uma grande diversidade de itens, não exigindo a especialização dos tipos anteriores. Commodities Granéis frigorificados utilidades - domésticas – mobiliário mercadorias O depósito público deve ser capaz de atender às necessidades de seus clientes. De acordo com a Associação Americana dos Profissionais de Armazenagem, os seguintes serviços devem ser oferecidos: • Manuseio, armazenagem e distribuição por volumes por peso; • Estocagem em trânsito; • Armazenagem alfandegada; • Armazenagem sem taxação; • Ambiente com temperatura e umidade controladas; • Aluguel de espaço físico por metro quadrado; • Espaço para escritório e exposição, serviços administrativos especiais e telefone; • Informação de tráfego; • Manuseio e distribuição de veículos compartilhados com outras empresas e consolidação de carregamentos; • Inventário Físico; • Facilidades de transmissão de dados; • Planos de consolidação de fretes; • Empacotamento e montagem; • Defumação; • Marcação, etiquetagem, gravação e embalamento; • Entregas postais e expressas; • Proteção e amarração de carga; • Carga e descarga de veículos; • Consertos, montagem de barris, amostragem, pesagem e inspeção; • Compilação de relatórios especiais de estoques; • Manutenção de entregas para clientes com crédito;
  14. 14. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 14 • Transporte rodoviário local e de longo curso; • Pátios de estocagem; • Serviços portuários; entrega e instalação de equipamentos; • Entre outros. ontrole de Estoques O Estoque e sua Finalidade O estoque representa uma armazenagem de mercadorias com previsão de uso futuro. Tem, como objetivo, atender a demanda, assegurando-lhe a disponibilidade de produtos. C
  15. 15. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 15 Sua formação é onerosa, uma vez que representa de 25% a 40% dos custos totais. Com o propósito de se evitar o descontrole financeiro, é necessário que haja uma sincronização perfeita entre a demanda e a oferta de mercadorias. Como isso é impossível, deve-se formar um estoque essencialmente para atender a demanda, minimizando seus custos de formação. Como proposto por Nellemann, “devemos sempre ter o produto que você necessita, mas nunca devemos ser pegos com algum estoque”. Finalidades dos Estoques Os estoques servem para muitas finalidades. Entre elas, podem-se citar: • Melhoram o nível de serviço; • Incentivam economias na produção; • Permitem economia de escala nas compras e no transporte; • Agem como proteção contra aumentos de preço; • Protegem a empresa contra incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; • Servem como segurança contra contingências. Melhora do nível de serviço oferecido Os estoques auxiliam no marketing da empresa, uma vez que podem ser oferecidos produtos com mais descontos, com quantidades mais adequadas, com mais vantagens para os clientes que precisam de fornecimento imediato ou de períodos curtos de ressuprimento. Isso representa maiores vantagens competitivas, diminuição nos custos e maiores lucros nas vendas. Economia na Produção O menor custo unitário de produção ocorre, geralmente, para grandes lotes de fabricação com o mesmo tamanho. Considerando que os estoques agem como reguladores entre oferta e demanda, possibilitam uma produção mais constante, não oscilando com as flutuações das vendas. Além disso, a força de trabalho pode ser mantida em lotes estáveis e os custos de preparação de lotes podem ser diminuídos. Métodos geradores de eficiência no manuseio • A geração de pequenos lotes de compras para atender às necessidades de produção ou atender a clientes a partir da manufatura implica maiores custos de fretes, uma vez que não há volume suficiente para obter descontos oferecidos aos maiores lotes. Outra finalidade dos estoques é possibilitar descontos no transporte de grandes lotes equivalentes à capacidade dos veículos, gerando, assim, fretes menores.
  16. 16. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 16 Proteção contra Alterações nos Preços Mercadorias negociadas em mercados abertos, tais como minérios, produtos agrícolas e petróleo, têm seus preços ditados pelas curvas da oferta e da demanda. Assim, as compras podem ser antecipadas em razão de aumentos previstos nos preços, gerando estoques que devem ser muito bem administrados. Proteção contra oscilações na demanda ou no tempo de ressuprimento Devido à impossibilidade de se conhecerem as demandas pelos produtos ou seus tempos de ressuprimento de maneira exata no sistema logístico e, para garantir a disponibilidade do produto, deve-se formar um estoque adicional (estoque de segurança). Este é adicionado ao estoque regulador para atender às necessidades da produção e do mercado.8. Proteção contra contingências Algumas contingências podem atingir as empresas de maneira inesperada. Como exemplo, podemos citar greves, incêndios, inundações, entre outras. A manutenção do estoque de reserva é uma maneira viável de garantir o fornecimento normal nessas ocasiões. Uma visão do problema dos estoques em diferentes organizações O problema dos estoques não é o mesmo para os diferentes tipos de organizações. Os estoques industriais costumam ser maiores do que os do varejo e os do atacado. Se considerarmos os estoques do ponto de vista de bens duráveis e não-duráveis, pode-se afirmar que “os bens duráveis, como automóveis, máquinas de lavar e condicionadores de ar, representam os dois terços restantes, e os bens não duráveis, como roupas e alimentos, representam cerca de um terço dos estoques totais das empresas”. Controle do estoque pelo tipo de demanda Os estoques podem ser controlados, adotando-se diversos tipos de critérios. Se considerarmos a natureza de sua demanda, teremos as seguintes classificações: a. Estoques de demanda (____________) : são estoques daqueles produtos que requerem ressuprimento contínuo, pois seus produtos são consumidos durante todas as fases do ano. Ex: creme dental; b. Estoques de demanda (____________): são estoques de produtos comercializados em determinados momentos do ano. Ex: Árvores de Natal; c. Estoques de demanda (____________): são estoques cuja venda de seus produtos não pode ser prevista na íntegra . Ex: automóveis a gasolina x automóveis a álcool; d. Estoques de demanda em (____________) : ocorre no caso de produtos que estão sendo retirados do mercado em razão do declínio da demanda. Ex: Fitas VHS x DVDs; e. Estoques de demanda (____________): ocorrem no caso de itens que são usados na linha de produção de alguns produtos
  17. 17. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 17 acabados. Ex: Pneus de automóveis em razão das vendas do produto acabado, que é o automóvel. permanente sazonal irregular declínio derivada Algumas técnicas de controle de estoques Diante dos diversos métodos existentes para o controle de estoques, os mais tradicionalmente utilizados são: a. Métodos de empurrar estoques (tipo (____________)): utilizado, especialmente, quando há mais de um depósito no sistema de distribuição. Ocorre quando o que é produzido é maior que a necessidade dos estoques. b. Métodos de Puxar Estoques (tipo (____________)): Apenas o estoque necessário para se atender a demanda daquele produto precisa ser mantido. As quantidades mantidas tendem a ser menores do que no outro método. Um dos sistemas mais conhecidos de puxar estoques é o “estoque para a demanda”, em que os níveis de inventário são mantidos proporcionalmente às previsões das demandas dos clientes. Push pull Ponto de Reposição Conhecido, também, como Método do Estoque Mínimo, objetiva reduzir os custos de manutenção de estoques, mas sem correr o risco de não se atender a demanda. O objetivo é encontrar o nível ótimo de estoques para um determinado produto. Para isso, é necessário que o estoque esteja devidamente controlado e que determine o ponto de reposição. A finalidade do ponto de reposição é iniciar o processo de ressuprimento com segurança suficiente para que não ocorra a falta do material. O PR é calculado multiplicando-se a taxa de consumo pelo tempo de ressuprimento. Por exemplo, o consumo previsto dos televisores que estão no seu estoque, por semana, é de 100 unidades. O tempo de ressuprimento (tempo gasto desde que o pedido, por exemplo, das peças que serão utilizadas na fabricação dos televisores, é feito ao fornecedor até a chegada
  18. 18. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 18 do produto para a linha de montagem e sua produção) é de duas semanas. Desse modo, o PR dos seus televisores é de 200 unidades. Explicando: para que não haja risco de a sua demanda não ser atendida, seu estoque nunca pode ter menos do que 200 televisores. Essa contagem, atualmente, pode ser feita por ferramentas de tecnologia, como softwares de computadores especializados. Just-In-Time A aplicação de algumas técnicas na produção japonesa permitiu reduzir estoques, em todos os níveis, incrementar a capacidade disponível em grandes investimentos adicionais, diminuir tempos de fabricação, melhorar a produtividade e a qualidade dos produtos fabricados etc. Uma dessas técnicas foi o JIT- (____________), que tem o objetivo de dispor da peça necessária, na quantidade necessária e no momento necessário, pois, para lucrar, necessita-se dispor do inventário para satisfazer as demandas imediatas da linha de produção. De acordo com a filosofia Just-In-Time, em cada etapa do processo, produzem-se somente os produtos necessários para a fase posterior, na quantidade e no momento exato em que são demandadas. Just-in-time O JIT surgiu no Japão, nos meados da década de 70, com base na literatura acerca da Toyota japonesa (empresa que desenvolveu o sistema tal como vem sendo introduzido no Brasil, o que o leva, muitas vezes, a ser chamado de “Sistema Toyota de Produção”). O sistema Just-In-Time freqüentemente é associado a uma política de redução do estoque de matérias-primas por meio da sua entrega em intervalos e lotes menores. Na realidade, o sistema é muito mais abrangente do que essa característica “externa”. Internamente, a fábrica passa por mudanças no trabalho e no sistema de informações. De uma maneira geral, dois são os princípios desse sistema de produtividade, Just-in-time e controle autônomo dos defeitos. O Kanban propriamente dito é um sistema de informações para administrar o Just-In-Time. Os objetivos do Just-In-Time são: • Flexibilizar a empresa; • Produzir somente os produtos necessários; • Produzir com qualidade requerida;
  19. 19. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 19 • Menor “Lead Time” na concepção de novos produtos; • Menor “Lead Time” na manufatura; • Melhor atendimento ao cliente; • Menor perda (maior valor agregado ao produto); . Maior retorno de investimento; • Redução de estoques em processo, produtos acabados e, eventualmente, de Logística e Distribuição • Redução de custos de fabricação; • Geração de espaço de fábrica; • Produção por métodos que permitam o envolvimento das pessoas (moral, satisfação, desenvolvimento, autocontrole); • Melhoramento contínuo (Kaizen) da qualidade e da produtividade.Síntese adeia de Valor Introdução Vantagens competitivas vêm sendo agregadas ao longo de toda a cadeia de suprimento. Melhorias contínuas devem ser buscadas em todos os elementos da cadeia, reduzindo-se os custos, melhorando-se a qualidade dos produtos e o nível de serviço para os clientes finais. Um elemento que possibilita uma análise sistematizada do processo é chamado de cadeia de valor. Os elementos da cadeia de suprimento vão desde o fornecedor da matéria-prima destinada à fabricação de um produto, até o consumidor final, passando pela manufatura, centros de distribuição, atacadistas (quando há) e varejistas. C
  20. 20. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 20 Para atuarem de forma integrada e com sucesso na cadeia de suprimentos, as empresas, além de implementarem um controle de qualidade adequado, devem priorizar a redução de seus custos para serem competitivas em um mercado tão globalizado. A Cadeia de Valor O conceito da cadeia de valor foi desenvolvido por Michael Porter, professor da Harvard Business School, e é, atualmente, um dos pilares do moderno Gerenciamento da Cadeia de Suprimento. Segundo Michael Porter, a cadeia de valor “é o conjunto de atividades realizadas por uma empresa que cria valor e aumenta a sua capacidade competitiva”. Podem ser divididas em “atividades primárias”, como logística, fabricação, marketing, vendas, serviços pós-venda, e em “atividades secundarias”, como infra-estrutura da empresa, recursos humanos, tecnologia e compras. O valor Em um ambiente competitivo, valor é o montante que os compradores estão dispostos a pagar por aquilo que uma empresa ou indivíduo lhes fornece (PORTER,1989). Um bom exemplo é de uma água sendo vendida em um engarrafamento gigantesco, em um dia de calor insuportável. O que poderia ser gratuito em sua casa passa a ter um alto valor. O valor não é medido pelo custo final, mas pela receita total, resultante do preço que a empresa estabelece para o produto, em razão do mercado e do número de unidades que ela possa vender. A margem de lucro dar-se-á quando a soma dos custos envolvidos na geração do produto for menor do que o valor que ela consegue estabelecer para ele. Essa margem, normalmente, é dividida, não em partes iguais, entre varejista, fabricante, fornecedores, transportadoras, intermediários e todos os participantes da cadeia de suprimento. A meta de uma empresa competitiva deve ser aumentar ao máximo o valor agregado de seus produtos e, ao mesmo tempo, minimizar seus custos globais na cadeia de suprimento. As Atividades de Valor As atividades de valor são formadas pelos processos físico-operacionais que a empresa utiliza para criar um produto com certo valor de mercado. Cada atividade de valor usa diversos insumos, como recursos humanos, materiais, tecnologia, informação, entre outros, podendo gerar ativos financeiros, como estoques e contas a receber, e passivos, como contas a pagar. A cadeia de suprimento é formada por uma seqüência de cadeias de valor e as atividades de valor são os elementos-chave da vantagem competitiva. A cadeia de valor não é um conjunto de atividades independentes, mas um sistema de atividades interdependentes. A cadeia de valor completa é muito extensa, pois envolve a manufatura, seus fornecedores, outros fornecedores nos segmentos anteriores do processo, varejistas, bem como outros agentes eventuais, como atacadistas, representantes e distribuidores. Ainda se observa, em
  21. 21. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 21 muitos casos, que cada empresa da cadeia de valor tenta tirar o máximo de vantagem para si, ignorando os possíveis efeitos sobre os demais co-participantes. Participação da Logística na Cadeia de Valor A cadeia de valor deve ser trabalhada de forma sistemática e contínua, visando à melhoria da competitividade de toda a cadeia de suprimento no mercado. O processo não pára por aí e podem-se conseguir reduções adicionais nos custos das atividades de valor, à medida que o grupo de empresas que formam a cadeia de valor for aumentando sua participação no mercado e investindo em novas expansões. Grande parte das medidas que servem para melhorar a cadeia de valor depende de um bom desempenho das atividades logísticas. Deixando de tratar somente das operações logísticas clássicas, a Logística, hoje, passa a agir no campo estratégico, atuando, fortemente, na concepção, planejamento, implementação e execução dos projetos estratégicos das empresas. Como exemplo dessas medidas, podem-se citar: • Implantação de um sistema ECR ou Efficient Consumer Response, com reabastecimento das lojas do varejista diretamente pelo produtor, com uso de “EDI”; • Parcerias com fornecedores de matéria-prima e de componentes da indústria, visando à otimização e conseqüente redução nos custos finais; • Entre outras. “EDI” e “ECR” a. EDI, ou Electronic Data Interchange é uma troca automatizada, de um computador para outro, de informações de negócios estruturadas, entre uma empresa e seus parceiros comerciais, de acordo com um padrão reconhecido internacionalmente. O EDI é, sem dúvida, um potencializador para a comunicação de negócios efetiva e eficiente entre as organizações. Goldfarb e Prescod mencionam os benefícios subseqüentes, comparados a não ter quaisquer comunicações eletrônicas com os parceiros de negócio: • maior celeridade nas encomendas; • melhor controle do inventário; • menor flutuação financeira; • informação completa e em tempo real sobre encomendas e inventário para tomada de decisão mais apoiada; • redução de custos de introdução manual dos dados e menos erros.
  22. 22. Apostila com adaptação aos estudos extraídos em arquivos: www.unama.br - Logística e Distribuição Prof. MSc. Sérgio Duarte Página 22 As vantagens são tão grandes que não subsiste nenhuma dúvida se a comunicação eletrônica é ou não algo a atingir, a questão reside em qual tipo de solução é mais adequada para o negócio e a qual preço. b. ECR ou Efficient Consumer Response (Resposta Eficiente ao Consumidor) surgiu nos Estados Unidos, em 1992, e foi, posteriormente, disseminada em outros países. Nessa filosofia, busca- se maior integração entre as empresas, e o foco é na eficiência da cadeia de suprimento toda, ao invés da eficiência individual das partes, possibilitando, assim, reduzir os custos totais do sistema, dos estoques, e ainda disponibilizar produtos mais frescos, de melhor qualidade e com preços menores para o consumidor final.

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