CAROLINE NICOLA
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O material em apresentação deve estar visível para todosos estudantes;Paranão distrair a atenção dos alunos, o material ...
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No entanto, alguns fatores parecem favorecer a  demonstração experimental:A possibilidade de ser realizada comum únicoequ...
Demonstrações abordando conteúdos de Física: Aos  alunos do primeiro ano do Ensino Médioapresentamos um conjunto de três ...
INTRODUÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO Na experiência I, ao iniciar a atividade, procuramos saber dosalunos o que eles esperavam com ...
DESENVOLVIMENTO DA DEMONSTRAÇÃO:Procuramos   reunir as respostas e idéias apresentadaspelos alunos no quadro-negro.Nossa...
1ª Etapa: O BEBEDOUROEsta demonstração experimental foi realizada com duasgarrafas com água (de 1 litro e de 2 litros), pi...
2ª Etapa: A PIPETAEsta demonstração experimental pode ser realizada comuma pipeta, dispositivo comum em laboratórios dequí...
3ª Etapa: TAMPANDO A ÁGUA COM PAPELNesta experiência utilizamos um copo com água e uma folha depapel. A experiência consi...
Explicação da demonstração Nofinal das atividades, apresentamos aos alunos omodelo científico capaz de explicar a demonst...
O objetivo da demonstração Mostrar que, em nenhuma das três situações, a águacontida nas garrafas cai, como também, por m...
A  experiência consiste em encher o tubo com água,tampar a sua abertura superior com o polegar e mostrarque a água contid...
A explicação é a mesma da pipeta: a água não cai por causa daação da pressão atmosférica atuando sobre o papel, de baixop...
 Constata-se que todos os autores são unânimes em   defender o uso de atividades experimentais, podendo-   se destacar do...
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  1. 1. CAROLINE NICOLA
  2. 2.  As aulas de demonstrações em biologia servem, principalmente, para apresentar à classe técnicas, fenômenos e espécimes… A utilização de demosntrações é justificada em casos em que o professor deseja economizar tempo, ou não dispõe de material em quantidade suficiente para toda turma. Em alguns casos também serve para que todos os alunos vejam o mesmo fenômeno simultaneamente como ponto de partida comum para uma aula expositiva.
  3. 3. O material em apresentação deve estar visível para todosos estudantes;Paranão distrair a atenção dos alunos, o material emdemonstração deve ser simples;O professor deve ser claro, falar alto e entusiasticamente,mostrando o que deseja passo a passo, repetindo tantasvezes quanto forem necessárias para que todos possamacompanhar seu procedimento;
  4. 4. A modalidade didática Demonstração tem por objetivo: Propiciar a articulação da prática com o conhecimentoteórico; Aprofundar e consolidar conhecimentos; confirmarexplicações orais e escritas, tornando-as mais reais econcretas; lustrar o que foi exposto, discutindo ou lido; estimular acriticidade e a criatividade; Propor alternativas para resolver problemas;
  5. 5. As aulas demonstrativas são um importanterecurso, entretanto, é preciso à participaçãodo aluno e não apenas tê-lo como observadorpassivo.
  6. 6. As atividades experimentais dedemonstração em sala de aula, tantoquanto as atividades tradicionais delaboratório realizadas por grupos dealunos com orientação do professor,apresentam dificuldades comuns para asua realização, desde a falta deequipamentos até a inexistência deorientação pedagógica adequada.
  7. 7. No entanto, alguns fatores parecem favorecer a demonstração experimental:A possibilidade de ser realizada comum únicoequipamento para todos os alunos, sem a necessidadede uma sala de laboratório específica; A possibilidade de ser utilizada em meio àapresentação teórica, sem quebra de continuidade daabordagem conceitual que está sendo trabalhadae, talvez o fator mais importante, a motivação ouinteresse que desperta e que pode predispor osalunos para a aprendizagem;
  8. 8. Demonstrações abordando conteúdos de Física: Aos alunos do primeiro ano do Ensino Médioapresentamos um conjunto de três etapas.Na experiência I- explorando o conceito de pressãoatmosférica, embora não tivessem estudado o assuntonaquele ano letivo. Paraos alunos do terceiro ano do Ensino Médio, queestavam iniciando o estudo da óptica geométrica,apresentamos também três etapas de demonstraçõesexperimentais sobre espelhos planos e curvos;
  9. 9. INTRODUÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO Na experiência I, ao iniciar a atividade, procuramos saber dosalunos o que eles esperavam com a demonstração, haja vistaque, apesar de não terem estudado nada sobre pressãoatmosférica naquele ano letivo, já haviam discutido sobreeste conteúdo em outras séries do Ensino Fundamental. Parafacilitar a observação dos alunos, apresentamos umapergunta diretamente relacionada com a demonstração.Assim, nessas etapas, apresentamos primeiramente ademonstração e questionamos apenas o que estavamobservando de interessante
  10. 10. DESENVOLVIMENTO DA DEMONSTRAÇÃO:Procuramos reunir as respostas e idéias apresentadaspelos alunos no quadro-negro.Nossa intenção foi tornar claras para os estudantes suaspróprias concepções acerca do fenômeno a ser estudado; Observamos que os alunos tiveram muita dificuldadepara apresentar suas idéias de uma maneira organizada,sistematizada dentro de qualquer contexto explicativo. Mesmo inseguros sobre a explicação que poderiam dar,muitos se animaram a expor suas idéias, provavelmentemotivados pelo que veriam em seguida.Os alunos apresentaram explicações espontâneas,desvinculadas de qualquer modelo teórico, apresentadaspelo interesse de acertar a explicação do que viam, ou deadivinhar o que iriam ver
  11. 11. 1ª Etapa: O BEBEDOUROEsta demonstração experimental foi realizada com duasgarrafas com água (de 1 litro e de 2 litros), pires e copo devidro, utilizados nas três situações representadas na figura1: Esquema de atuação da pressão do ar sobre a água nos bebedouros
  12. 12. 2ª Etapa: A PIPETAEsta demonstração experimental pode ser realizada comuma pipeta, dispositivo comum em laboratórios dequímica ou, como fizemos, com um tubinho de PVC flexível,transparente, de diâmetro menor que 5 mm,aproximadamente, para evitar a formação de bolhas de are a conseqüente queda da água.
  13. 13. 3ª Etapa: TAMPANDO A ÁGUA COM PAPELNesta experiência utilizamos um copo com água e uma folha depapel. A experiência consiste em encher o copo com água etampá-lo com a folha de papel, vedando a boca do copo.Com o apoio de uma das mãos, giramos o copo de cabeça parabaixo e soltamos a mão.Observa-se que a água não cai, sustentada pela folha de papel. A água do copo tapado pelo papel não cai.
  14. 14. Explicação da demonstração Nofinal das atividades, apresentamos aos alunos omodelo científico capaz de explicar a demonstraçãoe, sempre que possível, retomamos as idéiaspropostas previamente pelos alunos comparando-ascom o modelo científico. As experiências de demonstração apresentadas Aseguir, descrevemos sucintamente as demonstraçõesexperimentais 1 nas etapas em que foramapresentadas, os equipamentos e os conceitos físicosenvolvidos.
  15. 15. O objetivo da demonstração Mostrar que, em nenhuma das três situações, a águacontida nas garrafas cai, como também, por meio dessaobservação, discutir a ação da pressão atmosférica sobre asuperfície livre da água do pires. Em todas essas situações esquematizadas, a explicação éa mesma: a água que está dentro da garrafa não cai porcausa da ação da pressão atmosférica sobre a superfícielivre da água contida no pires.
  16. 16. A experiência consiste em encher o tubo com água,tampar a sua abertura superior com o polegar e mostrarque a água contida no tubo não cai. Mostra-se em seguida que, ao destampar e tampar tubo, aágua cai e deixa de cair, o que permite controlar aquantidade de água que se deseja deixar vazar da pipeta -esse é o princípio do seu funcionamento. Evidencia-se aqui, de novo, a ação da pressãoatmosférica. Com a abertura superior tampada, a pressãoatmosférica atua somente de baixo para cima e impede aqueda da água contida no tubo. Destampada a abertura superior, a pressão do ar passa aatuar igualmente nas duas extremidades; seu efeito éequilibrado, e a água cai devido ao seu peso
  17. 17. A explicação é a mesma da pipeta: a água não cai por causa daação da pressão atmosférica atuando sobre o papel, de baixopara cima. Mostra-se aqui que a função do papel é servir como película deapoio para a ação da pressão atmosférica, evitando a penetraçãodo ar por meio de bolhas, o que se consegue na pipeta pelalimitação da sua abertura inferior.É importante mostrar aos alunos a forma côncava que o papelassume, o que evidencia a ação da pressão atmosféricaempurrando a água para dentro do copo. Mostra-se ainda que não é preciso encher completamente ocopo, a pressão atmosférica sustenta o papel mesmo nessasituação. Pode-seassim comparar, neste caso, o equilíbrio de pressõescom o equilíbrio observado na demonstração do bebedouro.
  18. 18.  Constata-se que todos os autores são unânimes em defender o uso de atividades experimentais, podendo- se destacar dois aspectos fundamentais pelos quais eles acreditam na eficiência desta estratégia: Capacidade de estimular a participação ativa dosestudantes, despertando sua curiosidade e interessefavorecendo assim um efetivo envolvimento com suaaprendizagem Tendência em propiciar a construção de um ambientemotivador, agradável, estimulante e rico em situaçõesnovas e desafiadoras que, quando bem empregadas,aumentam a probabilidade de que sejam elaboradosconhecimentos e sejam desenvolvidas habilidades,atitudes e competências relacionadas ao fazer e entendera Ciência. (Araújo & Abib, 2003, p. 190-191)

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