Na minha opinião,
No meu entender,
Para mim,
Concordo com
Discordo com
Discordo de
Tais coisas
Cenas
Os diversos problemas que existem
Pois…
[…], isto porque
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herói, herói esse que
herói, que
as ações dele
as suas ações
fala que
diz-nos que
refere
um Herói
um herói
um Homem
um homem
No último verso: «lkiutfrdeswxc», o sujeito
poético…
No último verso — «lkiutfrdeswxc» —, o
sujeito poético…
No último ver...
«klifgletoid». Na poesia de…
tal e tal, («rtfgtrujlo»)
tal e tal («rtfgtrujlo»),
sphyngico
esfíngico
1. relativo a «esfinge».
2. enigmático; impenetrável;
misterioso.
• «jazer»
• «fitar»
1.1
A Europa é descrita no poema como
se de uma figura feminina se tratasse.
Assim, na descrição do continente
europeu, co...
Nessa cabeça, os cabelos são
“românticos”, sonhadores, toldam o
rosto, adensando o mistério que
envolve a figura. Os olhos...
1.2
A Europa «jaz», estática e
contemplativa, como se estivesse
parada, morta, à espera do novo impulso
vital que o seu ol...
1.3
Portugal é o rosto da Europa que
contempla o desconhecido. Ora, esse
desconhecido é o Ocidente, o mar a
desvendar para...
2.
«O dos castelos» é Portugal, definido
no poema como o rosto da Europa, o
olhar e guia da Europa, Portugal cujo
brasão o...
«Reino Lusitano» = ‘Portugal’
«Phebo» = ‘Apolo, deus do Sol, da música e da
poesia’, ‘Sol’
«o torpe Mauritano» = ‘os torpe...
1.1
Tal como no poema «O dos castelos»,
de Mensagem, a estrofe 20 do Canto III
de Os Lusíadas referencia Portugal
como a c...
A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
Existir como eu existo.
A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
Existir como eu existo.
A terra é...
Cansa sentir quando se pensa
(Fernando Pessoa/Samuel Lopes)
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.
Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei-de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhece...
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.
Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.
(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo
— Ah, nada é isto, nada é assim!)
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.
(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo —
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Escreve um comentário ao poema de
Pessoa. Usa algumas citações do próprio
poema.
Faz aparecer, pelo menos uma vez, as
expr...
TPC — Lê «Camões e Pessoa:
cantores do Império» (p. 197); «Pessoa e o
novo sonho português» (199) e «A
organização simbóli...
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 11-12
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 11-12
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Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 11-12

  1. 1. Na minha opinião, No meu entender, Para mim,
  2. 2. Concordo com Discordo com Discordo de
  3. 3. Tais coisas Cenas Os diversos problemas que existem
  4. 4. Pois…
  5. 5. […], isto porque […], porque herói, herói esse que herói, que
  6. 6. as ações dele as suas ações
  7. 7. fala que diz-nos que refere
  8. 8. um Herói um herói um Homem um homem
  9. 9. No último verso: «lkiutfrdeswxc», o sujeito poético… No último verso — «lkiutfrdeswxc» —, o sujeito poético… No último verso, «lkiutfrdeswxc», o sujeito poético…
  10. 10. «klifgletoid». Na poesia de…
  11. 11. tal e tal, («rtfgtrujlo») tal e tal («rtfgtrujlo»),
  12. 12. sphyngico
  13. 13. esfíngico 1. relativo a «esfinge». 2. enigmático; impenetrável; misterioso.
  14. 14. • «jazer» • «fitar»
  15. 15. 1.1 A Europa é descrita no poema como se de uma figura feminina se tratasse. Assim, na descrição do continente europeu, corpo cujos braços são a Inglaterra e a Itália, sobressai a cabeça «cujo rosto é Portugal».
  16. 16. Nessa cabeça, os cabelos são “românticos”, sonhadores, toldam o rosto, adensando o mistério que envolve a figura. Os olhos são “gregos”, marca da herança clássica e civilizacional que este atributo conota, e o olhar que deles se desprende é “esfíngico”, indagador do desconhecido, e “fatal”, pois a procura desse desconhecido é motivada pelo destino.
  17. 17. 1.2 A Europa «jaz», estática e contemplativa, como se estivesse parada, morta, à espera do novo impulso vital que o seu olhar procura na distância. A expressão verbal «jaz» traduz essa imobilidade de quem espera.
  18. 18. 1.3 Portugal é o rosto da Europa que contempla o desconhecido. Ora, esse desconhecido é o Ocidente, o mar a desvendar para tornar possível o paradoxo de construir o «futuro do passado». É a Portugal que cabe, pois, a missão predestinada de construção do futuro.
  19. 19. 2. «O dos castelos» é Portugal, definido no poema como o rosto da Europa, o olhar e guia da Europa, Portugal cujo brasão ostenta os castelos, referenciais do passado, mas cuja missão é a construção do futuro. Lembremos que este é o primeiro poema da primeira parte de Mensagem que remete para a fundação da nacionalidade inscrita no brasão.
  20. 20. «Reino Lusitano» = ‘Portugal’ «Phebo» = ‘Apolo, deus do Sol, da música e da poesia’, ‘Sol’ «o torpe Mauritano» = ‘os torpes mouros’ «deitando-o de si fora» = ‘expulsando-o do país’. «ditosa» = ‘afortunada, feliz’ «torne» = ‘regresse’ «foi Lusitânia» = ‘chamou-se Lusitânia’ «dirivado de Luso ou Lysa» = ‘[nome] derivado de Luso ou Lisa’ «antão» = ‘então’ «os íncolas primeiros» = ‘os primeiros habitantes’
  21. 21. 1.1 Tal como no poema «O dos castelos», de Mensagem, a estrofe 20 do Canto III de Os Lusíadas referencia Portugal como a cabeça da Europa — «quási cume da cabeça / De Europa toda» —, atribuindo-lhe uma missão predestinada. N’Os Lusíadas, essa predestinação é ditada pelo «Céu», que quis que Portugal vencesse na luta contra os Mouros.
  22. 22. A morte é a curva da estrada, Morrer é só não ser visto. Se escuto, eu te oiço a passada Existir como eu existo.
  23. 23. A morte é a curva da estrada, Morrer é só não ser visto. Se escuto, eu te oiço a passada Existir como eu existo. A terra é feita de céu. A mentira não tem ninho. Nunca ninguém se perdeu. Tudo é verdade e caminho. Fernando Pessoa
  24. 24. Cansa sentir quando se pensa (Fernando Pessoa/Samuel Lopes)
  25. 25. Cansa sentir quando se pensa. No ar da noite a madrugar Há uma solidão imensa Que tem por corpo o frio do ar.
  26. 26. Neste momento insone e triste Em que não sei quem hei-de ser, Pesa-me o informe real que existe Na noite antes de amanhecer.
  27. 27. Cansa sentir quando se pensa. No ar da noite a madrugar Há uma solidão imensa Que tem por corpo o frio do ar.
  28. 28. Tudo isto me parece tudo. E é uma noite a ter um fim Um negro astral silêncio surdo E não poder viver assim.
  29. 29. (Tudo isto me parece tudo. Mas noite, frio, negror sem fim, Mundo mudo, silêncio mudo — Ah, nada é isto, nada é assim!)
  30. 30. Cansa sentir quando se pensa. No ar da noite a madrugar Há uma solidão imensa Que tem por corpo o frio do ar.
  31. 31. (Tudo isto me parece tudo. Mas noite, frio, negror sem fim, Mundo mudo, silêncio mudo — Ah, nada é isto, nada é assim!)
  32. 32. Escreve um comentário ao poema de Pessoa. Usa algumas citações do próprio poema. Faz aparecer, pelo menos uma vez, as expressões «sujeito poético», «ortónimo/a», «estrofe», «quarteto» ou «quadra», «verso», «dicotomia sentir/pensar».
  33. 33. TPC — Lê «Camões e Pessoa: cantores do Império» (p. 197); «Pessoa e o novo sonho português» (199) e «A organização simbólica de Mensagem» (203).

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