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<ul><li>faz coisas </li></ul><ul><li>as pessoas </li></ul><ul><li>algo  </li></ul>
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<ul><li>eminente = 'grande' </li></ul><ul><li>iminente = 'próximo' </li></ul>
<ul><li>desenlace = 'desfecho' </li></ul><ul><li>decurso da peça </li></ul><ul><li>acção </li></ul><ul><li>intriga </li></...
<ul><li>1817 = séc. XIX </li></ul><ul><li>1961 = séc. XX </li></ul><ul><li>XVIII </li></ul><ul><li>XX </li></ul>
<ul><li>regimento (na tropa; de uma assembleia) </li></ul><ul><li>regime </li></ul>
<ul><li>estrangeiro (Gomes Freire) </li></ul><ul><li>estrangeirado (Gomes Freire) </li></ul>
<ul><li>aclamar [o rei]  </li></ul><ul><li>clamar por  </li></ul>
<ul><li>Embora ele nunca apareça. </li></ul><ul><li>Embora ele nunca apareça, tal tal. </li></ul>
<ul><li>ditadura </li></ul><ul><li>regime ditatorial </li></ul><ul><li>salazarismo </li></ul><ul><li>Estado Novo </li></ul>
<ul><li>ia </li></ul><ul><li>íamos </li></ul><ul><li>iam </li></ul>
<ul><li>período </li></ul><ul><li>político </li></ul><ul><li>símbolo </li></ul><ul><li>cínico </li></ul><ul><li>domínio </...
<ul><li>ditadura </li></ul><ul><li>ditatorial </li></ul>
<ul><li>Felizmente há luar ! </li></ul>
<ul><li>aperceber  de  que </li></ul>
<ul><li>pejorativo </li></ul><ul><li>depreciativo </li></ul>
<ul><li>frisar </li></ul><ul><li>sublinhar </li></ul><ul><li>vincar </li></ul><ul><li>acentuar </li></ul>
 
<ul><li>Pobre de quem vive seguro </li></ul><ul><li>Pobre de quem, seguro, se contenta com o pouco que tem </li></ul><ul><...
<ul><li>Pobre aquele que se dá por contente </li></ul><ul><li>Pobre de quem apenas sobrevive e nada mais deseja </li></ul>...
<ul><li>Gerações passam </li></ul><ul><li>Num tempo que é feito de gerações </li></ul><ul><li>É da natureza humana ser des...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 62

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 62

  1. 2. <ul><li>o poeta fala que </li></ul><ul><li>o poeta diz-nos que </li></ul><ul><li>o poeta refere que </li></ul><ul><li>o poeta assinala que </li></ul><ul><li>o poeta indica que </li></ul><ul><li>o poeta acentua que </li></ul><ul><li>o poeta pretende significar que </li></ul>
  2. 3. <ul><li>faz coisas </li></ul><ul><li>as pessoas </li></ul><ul><li>algo </li></ul>
  3. 4. <ul><li>foram quem denunciaram </li></ul><ul><li>foram quem denunciou </li></ul><ul><li>foram eles que denunciaram </li></ul>
  4. 5. <ul><li>eminente = 'grande' </li></ul><ul><li>iminente = 'próximo' </li></ul>
  5. 6. <ul><li>desenlace = 'desfecho' </li></ul><ul><li>decurso da peça </li></ul><ul><li>acção </li></ul><ul><li>intriga </li></ul><ul><li>enredo </li></ul><ul><li>narrativa </li></ul>
  6. 7. <ul><li>1817 = séc. XIX </li></ul><ul><li>1961 = séc. XX </li></ul><ul><li>XVIII </li></ul><ul><li>XX </li></ul>
  7. 8. <ul><li>regimento (na tropa; de uma assembleia) </li></ul><ul><li>regime </li></ul>
  8. 9. <ul><li>estrangeiro (Gomes Freire) </li></ul><ul><li>estrangeirado (Gomes Freire) </li></ul>
  9. 10. <ul><li>aclamar [o rei] </li></ul><ul><li>clamar por </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Embora ele nunca apareça. </li></ul><ul><li>Embora ele nunca apareça, tal tal. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>ditadura </li></ul><ul><li>regime ditatorial </li></ul><ul><li>salazarismo </li></ul><ul><li>Estado Novo </li></ul>
  12. 13. <ul><li>ia </li></ul><ul><li>íamos </li></ul><ul><li>iam </li></ul>
  13. 14. <ul><li>período </li></ul><ul><li>político </li></ul><ul><li>símbolo </li></ul><ul><li>cínico </li></ul><ul><li>domínio </li></ul><ul><li>espírito </li></ul><ul><li>físico </li></ul><ul><li>sacrifício </li></ul>
  14. 15. <ul><li>ditadura </li></ul><ul><li>ditatorial </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Felizmente há luar ! </li></ul>
  16. 17. <ul><li>aperceber de que </li></ul>
  17. 18. <ul><li>pejorativo </li></ul><ul><li>depreciativo </li></ul>
  18. 19. <ul><li>frisar </li></ul><ul><li>sublinhar </li></ul><ul><li>vincar </li></ul><ul><li>acentuar </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Pobre de quem vive seguro </li></ul><ul><li>Pobre de quem, seguro, se contenta com o pouco que tem </li></ul><ul><li>Sem um sonho maior, um desejo </li></ul><ul><li>Um íntimo fogo e objectivo </li></ul><ul><li>Um sonho maior que faça abandonar todos os confortos e as certezas </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Pobre aquele que se dá por contente </li></ul><ul><li>Pobre de quem apenas sobrevive e nada mais deseja </li></ul><ul><li>Esse não tem alma </li></ul><ul><li>Senão o instinto de não morrer </li></ul><ul><li>Senão o destino de esperar pela morte em vida </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Gerações passam </li></ul><ul><li>Num tempo que é feito de gerações </li></ul><ul><li>É da natureza humana ser descontente, querer possuir </li></ul><ul><li>Mas as forças da guerra, irracionais, param </li></ul><ul><li>Perante a visão que só a alma tem </li></ul>
  22. 24. <ul><li>Passados os quatro Impérios </li></ul><ul><li>Completado o seu reino terreno </li></ul><ul><li>A Terra verá o quinto </li></ul><ul><li>Surgir à luz do dia </li></ul><ul><li>Ele que começou a gerar-se da noite (morte) </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Grécia, Roma, o Império Cristão </li></ul><ul><li>A Europa — todas esses Impérios acabaram </li></ul><ul><li>Acabaram porque tudo se acaba com o tempo </li></ul><ul><li>Falta assim viver o Império da Verdade </li></ul><ul><li>O Quinto Império a que preside D. Sebastião </li></ul>
  24. 27. <ul><li>fogo-fátuo = 'fosforescência produzida por emanações de gases dos cadáveres em putrefacção; [ fig. ] esplendor efémero, prazer ou glória que não duram muito tempo'. </li></ul><ul><li>Valete, Frates = fórmula de despedida latina, 'saúde, irmãos'. </li></ul>
  25. 28. <ul><li>Nem governante nem leis, nem tempos de paz ou de conflito </li></ul><ul><li>Podem definir a verdade, a essência </li></ul><ul><li>No que no presente é um fulgor triste </li></ul><ul><li>Portugal, país pobre, sem esperança e entristecido </li></ul><ul><li>Vida exterior sem luz intensa, sem fogo de paixão e vontade </li></ul><ul><li>Como as luzes do fogo-fátuo (que surge dos materiais em decomposição) </li></ul>
  26. 29. <ul><li>Os Portugueses não sabem o que verdadeiramente querem! </li></ul><ul><li>Não conhecem a sua alma — o seu Destino </li></ul><ul><li>Nem para o bem, nem para o mal </li></ul><ul><li>Adivinha-se, no entanto, uma ânsia neles, uma ânsia de querer </li></ul><ul><li>Mas tudo é incerto, morte </li></ul><ul><li>Tudo em Portugal é parcial, não há vontade de erguer nada </li></ul><ul><li>Portugal é, no presente, como o nevoeiro. </li></ul>
  27. 30. <ul><li>É o momento de surgir o Quinto Império, a Nova Vida. </li></ul>
  28. 31. <ul><li>O poema inicia-se com uma imagem negativa de Portugal («a entristecer»). Portugal surge personificado, marcado pela falta de identidade nacional («Nem rei nem lei [até] Nem o que é mal nem o que é bem») e por um estado de indefinição («nada é inteiro»). A simbologia do título ajuda nesta caracterização depreciativa. </li></ul><ul><li>Entretanto, surge o parêntese «(Que ânsia distante perto chora?)», </li></ul>
  29. 32. <ul><li>a assinalar a passagem para um clima menos céptico. A oposição de carácter paradoxal «distante/perto» relaciona-se com a linha ideológica que estrutura esta parte de Mensagem : a simultaneidade da decadência de Portugal e a esperança do seu renascer. </li></ul><ul><li>O apelo final, «É a hora!», revela a crença na mudança deste Portugal mergulhado em «nevoeiro», pelo tom exortativo que encerra. </li></ul>
  30. 34. <ul><li>Poema épico </li></ul><ul><li>Poema épico-lírico </li></ul>
  31. 35. <ul><li>dez cantos </li></ul><ul><li>estrutura triádica: «Brasão», « Mar Português », «O Encoberto» </li></ul>
  32. 36. <ul><li>escritos em meados do século XVI, época do declínio do apogeu expansionista </li></ul><ul><li>escrita entre 1913 e 1934, época de desencantos (relativamente a 1.ª República e a Estado Novo ) </li></ul>
  33. 37. <ul><li>cariz narrativo e descritivo; dimensão real e concreta </li></ul><ul><li>cariz abstracto e interpretativo; dimensão simbólica, doutrinária </li></ul>
  34. 38. <ul><li>fundo histórico: a viagem do Gama </li></ul><ul><li>fundo histórico e simbólico : a busca de uma «Índia que não há» </li></ul>
  35. 39. <ul><li>referência aos fundadores de Portugal pela voz de Vasco da Gama e de Paulo da Gama, nos relatos ao rei de Melinde e ao Catual </li></ul><ul><li>evocam-se os que estiveram associados aos primórdios da nacionalidade, pedindo-se a Afonso Henriques que abençoe a pátria com o seu exemplo </li></ul>
  36. 40. <ul><li>referem-se as lutas contra os Mouros (Batalha de Ourique) e as lutas contra Castela (Aljubarrota; papel de Nun’Álvares) </li></ul><ul><li>Pessoa refere-se à figura de Nun’Álvares como um messias, um «Portugal em ser» </li></ul>
  37. 41. <ul><li>relata-se a aventura da descoberta do caminho marítimo para a Índia, incluindo adversidades e perigos (despedidas de Belém, Adamastor, tempestade) </li></ul><ul><li>evoca-se processo de conquista do mar desconhecido («O infante D. Henrique», «Horizonte», «Padrão», «O Mostrengo», «Ocidente», « Mar Português ») </li></ul>
  38. 42. <ul><li>Ilha dos Amores é a recompensa para os portugueses que se transcenderam </li></ul><ul><li>Pessoa sonha a recompensa: «ilhas afortunadas», «terras sem ter lugar», onde mora o Desejado </li></ul>
  39. 43. <ul><li>D. Sebastião é a garantia e a esperança do regresso de tempos gloriosos, ao estilo do sebastianismo tradicional </li></ul><ul><li>D. Sebastião está na base de um sebastianismo pessoano, que, sem negar o passado, aponta para um futuro promissor </li></ul>
  40. 44. <ul><li>nas Dedicatórias (cantos I e X), Camões reconhece em D. Sebastião qualidades de líder </li></ul><ul><li>loucura de D. Sebastião é evocada como necessária à criação de um novo império </li></ul>
  41. 45. <ul><li>conceito de herói épico tradicional: o que o move é a guerra contra os infiéis , a expansão </li></ul><ul><li>conceito de herói mítico: o que é escolhido para cumprir uma missão e é movido pela «febre do Além» </li></ul>
  42. 46. <ul><li>os obstáculos que o herói enfrenta levam-no à construção de um Império terreno (nacionalismo) </li></ul><ul><li>os obstáculos que o herói enfrenta lavam-no à transcendência, a um império espiritual, o Quinto Império (nacionalismo universalista) </li></ul>
  43. 47. <ul><li>poeta revela desencanto pelo presente </li></ul><ul><li>poeta revela desencanto pelo presente e apela à construção de um futuro de dimensão cultural e espiritual: «É a hora!» </li></ul>
  44. 48. <ul><li>poeta, ainda que valorizando os momentos gloriosos da pátria, mostra tristeza pelo não reconhecimento do seu valor, pelo estado da pátria </li></ul><ul><li>poeta pretende restaurar a grandeza da pátria, recriando o mito sebastianista , essencial ao renascimento que se defende </li></ul>
  45. 49. <ul><li>a poesia serve para registar e glorificar o passado </li></ul><ul><li>a poesia, o sonho, o misticismo são as forças que levarão ao Quinto Império </li></ul>
  46. 51. <ul><li>O Encoberto </li></ul><ul><li>I — Os símbolos </li></ul><ul><ul><li>D. Sebastião (71) </li></ul></ul><ul><ul><li>O Quinto Império (72-73) </li></ul></ul><ul><ul><li>O Desejado (74) </li></ul></ul><ul><ul><li>As Ilhas Afortunadas (75) </li></ul></ul><ul><ul><li>O Encoberto (76) </li></ul></ul>
  47. 52. <ul><li>II — Os avisos </li></ul><ul><ul><li>O Bandarra (79) </li></ul></ul><ul><ul><li>António Vieira (80) </li></ul></ul><ul><ul><li>[Screvo meu livro à beira-mágoa] (81) </li></ul></ul><ul><li>III — Os tempos </li></ul><ul><ul><li>Noite (85-86) </li></ul></ul><ul><ul><li>Tormenta (87) </li></ul></ul><ul><ul><li>Calma (88-89) </li></ul></ul><ul><ul><li>Antemanhã (90) </li></ul></ul><ul><ul><li>Nevoeiro (91) </li></ul></ul>
  48. 54. <ul><li>Finais das Supertaças </li></ul><ul><li>Campeões Demóstenes </li></ul><ul><li>1.ª Sílvia x Tiago </li></ul><ul><li>2.ª Inês x Cláudia </li></ul><ul><li>4.ª Ana x João C. </li></ul><ul><li>5.ª Filipa x Ricardo </li></ul><ul><li>6.ª Mónica x Filipa* </li></ul>

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