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  1. 1. Principais Dançando conceitos com a Família Objetivos da terapia Papel do terapeuta Intervenções - Carl Whitaker - e técnicas Em busca do pai Iniciando com a família: • Construção da história. aliando-se, redefinindo e expandindo o sintoma • O terapeuta sugere uma ótica diferente (redefinição). Ansiedade inicial • Ponto de partida: o pai (crença do progenitor periférico). • Estrutura trigeracional: mitos, morte, divórcio, doença etc.• Primeiros momentos: processo intenso, encoberto e bilateral deexpectativas, oportunidade para uma conexão pessoal. Alterando as perspectivas: criando um ambiente interacional• Jogo interativo processo em movimento aprendendo a dançar • Metáforas “provocativas” (antepassados do pai aspectos atuais do casal).• Asserção x agressão • “eles têm em si mesmos a capacidade de lutar e de crescer”.• “Me torno mesquinho” – fantasias de cura da família batalha pelainiciativa • “a verdadeira questão torna-se a da coragem, tanto deles quanto minha. Estamos dispostos a arriscar velejar em águas inexploradas?”.• Aliar-se e individualizar-se mover-se para dentro e fora Terapia familiar simbólico-experiencial •Expansão da compreensão familiar sobre o sintoma através da extensão do passado e futuro.• Terapia simbólica é similar à infra-estrutura urbana.• Risco para o terapeuta: transformar-se em projeto de paternidade •Confundir para desprogramar desestabilizar.simbólica.• Desafio para o terapeuta: manter-se em metaposição em relação à família. •Confusão desaprendizagem nova aprendizagem / mudança / progresso.• Expansão do significado da experiência e ampliação de horizontes. •Abalar, surpreender para quebrar o estado hipnótico da família de origem.• Uso do self do terapeuta.• Filtramos nossas experiências através de pressupostos. O sentido e •Fazer uso das características universais compartilhadas pelas famílias.impacto da realidade externa são determinados pela realidade interna. •Busca do crescimento, não de alterações de comportamento. 1
  2. 2. •“Semeando o inconsciente”: a colheita é deles, não é necessário convence-los, o que impede a “resistência”. Conceitos principais•Insight e compreensão são resultado da experiência, não precursores dela. • Intuição • Técnicas e teorias são secundárias à pessoa do•Crescimento: tolerância aumentada para o absurdo da vida; estado terapeutaequilibrado entre pertencimento e individuação. • Desestabilização gera crescimento • Batalha pela iniciativa • A família tem em si mesma a capacidade para lutar e crescer • Realidade externa / realidade interna • Pertencimento / individuação • A responsabilidade é da família Objetivos da Terapia Papel do Terapeuta • Facilitar a individuação e senso de • Criar confusão pertencimento • “Treinar” como sair da confusão • Ampliação da experiência • Envolver-se • Encorajar membros a serem eles mesmos e expressar livremente seus pensamentos e • Ajudar o membro e a família no aqui e sentimentos agora • Espontaneidade e criatividade • descongelar Intervenções e Técnicas Textos selecionados O processo de terapia familiar gira em torno de pessoas e • Co-terapia relacionamentos, não de técnicas de intervenção ou abstrações teóricas. • Uso do self • Envolvimento Embora a compaixão seja essencial, o terapeuta profissional não • Movimento dentro para fora pode esperar ser útil, ou mesmo sobreviver, se for • Redefinição do sintoma como tentativa de crescimento demasiadamente tragado pelo altruísmo. • Idéias espontâneas Eu considero um guia básico para meu papel profissional o de • Mudança de papéis maximizar o crescimento de todos os envolvidos no processo • Criatividade terapêutico, inclusive o meu próprio. Talvez antes de tudo, o meu próprio. • Livre expressão dos sentimentos • “provocação” As famílias não são frágeis. Elas são fortes e flexíveis. 2
  3. 3. Quando uma família se aproxima de um terapeuta, todos os membros querem ver sua visão pessoal validada. Embora este seja o seu desejo, não é o que eles A primeira suposição a aferrar-se é a sua visão básica das precisam. O que eles precisam é de uma experiência que pessoas. (...) após mais de 40 anos nesta atividade maluca, os liberará das perspectivas bloqueadas que eles eu finalmente dei-me conta de que não acredito nas pessoas. desenvolveram. Eles precisam de uma oportunidade para ver suas famílias a partir de uma ótica mais complicada. Não há tal coisa como o indivíduo. Nós somos apenas Para livrarem-se das dicotomias distorcidas dos bons x fragmentos de famílias flutuando, tentando viver a vida. Toda maus às quais regrediram. Com efeito, eles precisam ter a vida e toda a patologia são interpessoais. sua comodidade perturbada. Eles precisam estar livres para desenvolver o tipo de ansiedade necessária para alimentá-Ios num esforço de crescimento massivo. Eu cheguei a pensar nisto como um tipo de fertilizante de amplo espectro. Pode não cheirar bem, mas é necessário para estimular crescimento. Pergunte a qualquer fazendeiro.É um negócio ardiloso, porém, é meu dever pressionar, masnão é o meu trabalho ou o meu direito dizer-Ihes comocrescer. Tentar vender-Ihes meu modelo de vida iria Outra forma de colocar isto é que as famílias não crescemmeramente solapar seus recursos e suas capacidades. Eles devido a algo que o terapeuta tenha feito com eles. Oprecisam descobrir sua própria fórmula e não tentar imitar a verdadeiro crescimento é algo que o terapeuta e a famíliaminha. Toda esta coisa de "ajudar" a eles é realmente fazem um com o outro. Não é a família ou o terapeuta; é aaterrorizante. É aviltante tentar "ajudá-Ios", porque isto sugere família e o terapeuta que compõem o veículo doque minha forma de vida é superior à deles. Dados os muitos crescimento.terapeutas que conheci, inclusive eu mesmo, não vejonenhuma evidência para esta pressuposição. De formasuscinta: "Ajudar não ajuda". A parte realmente traiçoeira disto tudo é que, mesmo que sejamos capazes de captar um relance de nossa fragilidade eO que torna isto uma noção estranha é que implica em que nossa humanidade, as famílias que nos vêem podem estar"nós" não somos em nada diferentes "deles". Que somos mais determinadas a ver-nos como oniscientes. Torna-se, então,similares do que diferentes das famílias que tratamos. Se isto nossa responsabilidade esvaziar esta ilusão. Nós devemosé verdade, o que temos para oferecer? Como operamos deixá-los saber que nós não podemos lhes mostrar oquando somos despidos da casaca de guru ou do manto do caminho. Que, para que eles cheguem em qualquer lugar,sábio? O papel de perito ou de guru tem uma certa atração, terão que sujar as próprias mãos. Minha forma favorita deporque nos ilude com o sentimento de que somos especiais. fazer isto é a de revelar fragmentos de minha própriaQue temos a sabedoria ou a inteligência para deixá-los humanidade. E encorajá-los a reconhecer um pouco dasconhecer algo mais sobre a vida. Isto é muito sedutor, mas minhas limitações. Uma resposta freqüente a um pedido defatal. Afinal de contas, as chances são de que você morra dizer-lhes o que fazer com as próprias vidas é: "Eu nãotambém. Eu estou rondando a noção de que eu não saberia agora o que dizer sobre sua situação. Eu já tenhosobreviverei para sempre. muitos problemas apenas cuidando de minha própria vida. Mas eu ficarei feliz de ser de alguma utilidade, enquanto vocês lutam com sua própria vida". 3
  4. 4. A confrontação pessoal, evidentemente, é o outro lado dos cuidados pessoais. Você é capaz de amar apenas na medida em que está Sua disposição de trazer mais e mais de si mesmo para as livre para odiar. Como Winnicott (1949) uma vez disse: "Se você não sessões é o ingrediente catalítico que pode desencadear a foi odiado por seu terapeuta, você foi roubado". A confrontação experiência de crescimento da família. É um aprendizado pessoal é uma experiência de valor. É um evento que vivifica todos magnífico quando uma família pode finalmente aceitar que nós. Eu quero que eles tenham que “me” enfrentar. Isto provoca o seus cuidados podem ser, ao mesmo tempo, firmes e gentis. fluxo sangüíneo. É a experiência que é importante, não o resultado. E é ainda mais profundo quando eles se dão conta de que Como acontece no casamento, uma relação que tenha uma apesar de sua preocupação com eles, você cuida ainda mais subestrutura de companheirismo pode ser enriquecida e de si mesmo. Embora possa advir como um choque para os desenvolvida pela confrontação. Uma vez que não tenha este vestígios da ilusão do "guru", é também um alívio. Alivia-os alicerce, ela desabará. Talvez seja mesmo mais fácil na arena terapêutica do que na conjugal. Como terapeuta, meu investimento da necessidade de ficarem preocupados em tomar conta de está em tornar-me envolvido em uma experiência real com a família, você. Uma vez liberados deste fardo não explicitado, a e não em tentar mudá-los. A confrontação é mais uma questão de família pode enfocar suas próprias necessidades. compartilhar uma perspectiva, e não uma manipulação. Meus esforços são de ser honesto com eles, deixando-os livres para decidir o que fazer.Aproximadamente na metade da entrevista inicial com umafamília, a sessão chegou a um beco sem saída. Como elespararam, eu me encontrei pensando sobre um problema queeu tinha tido com um barco à vela. O seguinte diálogo ocorreu: O mais louco de tudo é que eu mesmo não me dera contaPai: Bom, sobre o que devemos falar? Você é o especialista aqui. de que estava aborrecido. Quando a mãe nomeou isto, eu percebi que ela estava certa. Minha honestidadeTerapeuta: Engraçado que você pergunte. Eu estava sentado aqui, automática nesta situação levou a família de volta àpensando sobre um problema que eu estou tendo com meu barco. Acorrente está quebrada e eu não fui capaz de consertá-la. questão de assumir a responsabilidade. Demoveu-os da fantasia de dependência de que eu tinha que ensiná-los.(pausa)Mãe: Você está aborrecido também? Durante os últimos dezminutos, eu estava morrendo de tédio e me perguntando do que nósestávamos nos escondendo. Uma das áreas mais problemáticas para os terapeutas é a de discernir qual é a sua responsabilidade para com a família com que estão trabalhando. Esta é uma área enganadora devido às suposições implícitas, não verbalizadas, que os subjazem àsOutras das minhas crenças é que quando atendo uma família, posições adotadas.quaisquer idéias, pensamentos ou associações que irrompemna minha consciência pertencem a eles, tanto quanto a mim. É Quanto mais o terapeuta sente necessidade de assumira combinação do meta-ambiente família terapeuta que dá responsabilidades por um cliente, menos ele acredita na capacidadeorigem a estas noções ou imagens. Como tal, parece deste cliente ser uma pessoa competente. Devemos evitarapropriado compartilhá-las com a família. É claro, minha convencer as pessoas que elas são ineptas. Por exemplo, eu tenhoconsciência destas associações está conectada ao quanto há muito resistido à idéia de chamar o professor de uma criança paraconheço sobre mim mesmo. A quão livre eu estou para entrar discutir seu problema de comportamento. A razão básica para isto éem sintonia com meus próprios processos interiores. que eu não desejo reforçar a idéia de que os pais são obtusos. São eles que precisam falar com o professor, e não eu. Eles conhecem melhor a criança do que eu jamais conhecerei. Eles amam a criança mais do que eu jamais poderia. 4
  5. 5. A outra área da minha responsabilidade está em um domíniomais técnico ou teórico. Dados os meus preconceitos Eu passei a pensar no papel de terapeuta como sendo umaparticulares e crenças sobre as pessoas e sobre o que o espécie de posição parental. Talvez mais como uma funçãocrescimento acarreta, eu devo fazer algumas decisões pseudoparental, porque eu nunca estou tão investido a pontoprofissionais. Neste ponto de vista de minha carreira, eu viso de estar ali como no mundo real. Eu não me disponhomais um ponto ótimo de crescimento, em vez de um realmente a levá-los para casa comigo, quando elescrescimento marginal. Eu, por-tanto, tomo como minha precisam de um lugar para ficar. Eu estive bastante envolvidoresponsabilidade reunir condições que favoreçam a mudança. na criação de meus próprios filhos e não estou maisEu quero criar condições que ampliem as possibilidades de disponível para outro tanto. Meu envolvimento é mais nocrescimento real. Alívio temporário ou alterações menores, que domínio de uma figura parental simbólica.não serão de impacto real, são de pequeno interesse. Durante uma sessão recente, com um casal, em impasse, esta questão emergiu.Estou me oferecendo para envolver-me, mas eu retenho aopção de decidir que quero sair. Não é um compromisso para Esposa : Bem, doutor, o que você acha? Você ouviu todos ostoda a vida. Por último, há uma troca de dinheiro. Isto torna nossos problemas e sabe como eu sou infeliz. Você deve terclaro que nosso arranjo não é de altruísmo desmedido. trabalhado com outros casais em situação semelhante. VocêA partir deste modelo básico, é fácil evitar a tentação de ser pensa que seria melhor divorciar-me dele?colocado concretamente no papel de esposo, amante ou Terapeuta: Bem, eu não saberia responder. Eu realmenteirmão. não estou disponível. Estou casado há 47 anos e não estouÉ necessário ficar claro que eu pertenço a uma geração disposto a deixar minha mulher por você. Eu também nãodiferente. Que eu estou operando em um meta-nível com acredito em poligamia.relação à sua vida. Quando sinto-me coagido a preencher umpapel diferente, eu, rapidamente, movimento-me para expor e Minha resposta tem a intenção tanto de expor a intençãocontaminar essa situação. manipulativa oculta como de sublinhar o absurdo de pedir a alguém para dirigir a sua vi-da. A idéia básica de aliança também merece ser examinada mais de perto ao trabalhar com famílias. Embora ser capaz de empatia e de oferecer apoio a um indivíduo atormentado A solução é deixá-los saber que você toma a unidade seja um tópico mais ou menos tranqüilo, isto é, muito mais familiar como ponto enfocado. Que você não tem nenhum complicado com uma família. Qualquer comentário que interesse em se alinhar a favor ou contra qualquer membro você faz é ouvido e filtrado por vários ouvidos. Um individual ou subgrupo. Que você está empurrando toda a movimento para ser empático com a esposa pode ser família a crescer. ouvido pelo marido como você estar se deixando enganar ao acreditar no lado da história que ela conta, Deixar um pai saber que é difícil criar os filhos é encarado por estes como você estando do lado do inimigo. Os exemplos deste tipo de desentendimento seletivo estão por toda parte. 5
  6. 6. O assunto da confidencialidade é outro componente desta Uma das razões básicas pelas quais somos contratados estrutura de papéis. Acredito que não pode haver como terapeutas é para sermos honestos. Ninguém confidencialidade entre os membros de uma família. Meu realmente necessita de apoio falso. Ser uma prostituta papel é o de facilitar sua luta para crescer. Ser um psicológica pode oferecer algum nível de conforto repositório de segredos e ser seduzido a entrar em alianças corrompi-do, mas não é este o ponto. encobertas não cumpre este papel. Parte do papel, então, é o de estabelecer um enquadre em Há um custo, porém, em tomar tal posição. Você tem que que você desenvolva a liberdade de ser direto com eles, ser capaz de tolerar a idéia de que os membros da família sem se tomar judicativo. Quando você confronta a família, possam decidir não veicular informação "crucial". Eles você o faz a partir de um sentido de sua própria podem preferir ser enganosos do que levar esta informação honestidade, não com a intenção de levá-los a concordar ao conhecimento público da família. Encontrar-se apenas com você. Dizer "não penso que você está sendo honesto" com a família pode, é claro, minimizar as oportunidades é muito diferente de dizer "você é mentiroso". Eu não estou para tais manobras. Mas o assunto seguidamente emerge acusando ou tentando impor algo, estou apenas de formas diferentes. Telefonemas, cartas ou encontros compartilhando minha impressão. não programados são familiares a todos terapeutas.A linha de base funciona mais ou menos da seguinte forma.Não há in-formação tão valiosa que me convença a entrarem um acordo conspiratório de um membro da família contra A verdadeira questão aqui são as guias que você escolheu parao outro. operar. Quando eu recebo um telefonema, carta, etc., é minha política levar o fato no próximo encontro, à completa revelação.Estar disponível para tal tipo de manobra política pode Isto clareia o ambiente e nos mantém no caminho certo.efetivamente invalidar você como pessoa potencial-menteútil. Por exemplo, se você concorda em falarconfidencialmente com o marido e este lhe conta que está Evidentemente também me libera de estar amarrado eenvolvido num caso amoroso, o que você faz quando preocupado em manter um segredo. Uma das minhasencontra com o casal? Se você conta para a mulher, você caricaturas favoritas mostra um terapeuta sentado em umatrai sua confiança, Se você permanece com o acordo de cadeira, amarrado. O cliente está dizendo: "Doutor, estouconfidencialidade com o marido, você está subrepticiamente sofrendo tanto. Por que você não me ajuda?". Embora istoconspirando com ele contra ela. Quando ela, então, diz que possa ser inevitável de tempos em tempos, ao menos nãosente que o marido já não a ama, o que fazer? A opção de vamos fornecer a corda.furtivamente revelar a presença de um "segredo", semidentificar seu conteúdo, parece-me muito enganosa paraser de real valor. O objetivo da terapia é ajudar as famílias a alcançar níveisMinha visão das famílias é que os membros estão mais adaptativos e satisfatórios da vida. A mera remissão deprofundamente inter-conectados. Eu tenho muito pouca sintomas não é suficiente. Eu vejo a remissão dos sintomasconfiança em que idéias ou informações possam levar ao como um efeito colateral de uma terapia produtiva, não comocrescimento. Para que mudanças reais ocorram, a família seu objetivo. De fato, pode ser que viver sem sintomas sejaprecisa engajar uns aos outros emocionalmente. Eles precisam apenas uma ilusão destrutiva. Um objetivo mais realista ede experiências reais, não de insights intelectuais. Meu estilo é apreciável seria o de desenvolver a liberdade para ter bodeso de enfatizar experiências emocionais, e não aprendizados expiatórios rotativos na vida familiar. Todos os membros daeducacionais. família poderiam, então, beneficiar-se da experiência de jogar em todas as posições. 6
  7. 7. Quando procurado inicialmente por uma família, o terapeutaQuando você atende ao telefonema e é convidado para sair por está num dilema similar. Você aceita sem questionar a propostaum perfeito - ou não tão perfeito - estranho, uma complicada que estão lhe fazendo? Você engaja-se em um processo deseqüência de investigações e testes tipicamente tem início. troca para estar certo de que a relação se inicia em termosAlém de descobrir como seu nome e número de telefone foram aceitáveis? Estou convicto de que o terapeuta deve semprerevelados, você de imediato levanta tópicos como a iniciar pela identificação da proposta da família, e, então, fazerfamiliaridade mútua, sobreposição de interesses e planos qualquer contraproposta que julgue necessário para dar inícioespecíficos para o encontro. Se este devesse se dar à moda ao processo.antiga, a mulher convidada para sair iria cuidadosamenteavaliar o proponente e suas intenções. Se sua proposta De fato, eu penso que é tipicamente aconselhável fazer algumincluísse um encontro tardio, num lugar retirado, ela poderia tipo de contraproposta logo de princípio. Você precisa secontrapor sua própria sugestão. Talvez sua oferta poderia ser proteger de ser cooptado pela família. Embora não seja precisoum almoço com três de suas melhores amigas, no local mais ditar rigidamente uma série impossível de condições, você devepúblico da cidade. Ele estará livre para aceitar ou recusar. De tomar uma posição clara. Um processo político bi-direcional sequalquer forma, ela pensará que agiu com sabedoria. segue. Este contato telefônico para o estabelecimento da consulta inicial dá o tom do que se segue. Esta batalha inicial é chamada de Batalha pela Estrutura.O ponto-chave aqui é o terapeuta encarar a necessidade deagir com integridade pessoal e profissional. Você deve agirsegundo o que você acre-dita. Traições não ajudam ninguém. A Ao fixar estas condições, quero engajar a família numBatalha pela Estrutura é, realmente, você defrontar-se consigo processo interacional que leve a um intercâmbiomesmo e apresentar isto para eles. Não é uma técnica ou jogo experiencial. Para que o processo terapêutico tenhade poder. É o estabelecimento das condições mínimas impacto, em vez de ser meramente educacional ou social,necessárias antes de iniciar. ele deve consistir de experiências reais e não meramente de vôos intelectuais. Embora a educação possa parecerA Batalha pela Estrutura é o período inicial de luta política com útil, ela tipicamente leva apenas a uma forma maisa família. Eu preciso estabelecer o que Bowen chamaria uma sofisticada de explicar a vida, e não de vivê-Ia."posição de eu" com relação à família. Quando eles começam aouvir e absorver as condições e limitações que estouapresentando, sua resposta automática é a de começar acolocar em conjunto sua própria "posição de nós". Outro componente crucial neste processo é a capacidade Meu comentário padrão para as famílias, "eu não estou aqui do terapeuta de levar seriamente em conta as suas por vocês, estou aqui pelo que eu posso obter da situação", é próprias necessidades. Tornar-se um mártir profissional, uma forma de dizer que eu não sou alugável como uma sacrificando-se pela família, não é um modelo prostituta profissional. Deixa-os saber que eu permanecerei o apropriado. Desistir ou comprometer suas próprias centro de minha pr6pria vida. Que eles não se preocupem em crenças, padrões e necessidades leva apenas ao proteger-me. Novamente a preocupação real com o outro desgaste do terapeuta. Estou convencido de que o requer distância preocupação consigo e a capacidade de ficar desgaste é o efeito colateral de nossa própria luta, pessoalmente envolvido. A não ser que o seu motivo central fracassada pela integridade, e não uma função de nossa seja seu próprio crescimento, isto degenera em um "ajudar". luta com os membros da família. A decisão de tentar Uma vez que isto ocorra, está tudo perdido. Eles tornam-se tornar-se aquilo que eles desejam é culpa do terapeuta. ineptos, e você, impotente. 7
  8. 8. Outro fator é a aliança automática que emerge de um referencial comum, de experiências similares ou A aliança é o processo de desenvolvimento suficiente de perspectivas compartilhadas. Este tipo de essência uma conexão para, ao menos, sentir que vale a pena compartilhada conota uma capacidade aumentada de prosseguir. Embora nós, freqüentemente, pensemos nisto empatia. Nós não somos dependentes apenas de palavras como algo que o terapeuta faz a uma família, eu passei a para veicular a profundidade de nossas experiências. vê-la como algo que fazemos com uma família. Isto é, nós Evidentemente este nível de conexão também carrega nos engajamos em um tipo de experiência mútua. embutido em si o dilema dos pontos cegos e da superidentificação. Eu "sei" o que ele quer dizer, quando um pai fazendeiro fala sobre sentir-se isolado, ou amar as vacas. Infelizmente, eu posso não ter a menor noção de que haja algo problemático com isto. Mas, ao menos, eu posso ingressar aí. As famílias tipicamente vem à terapia com um membroCom este tipo tão comum de família, eu devo também trabalhar familiar, em particular, manifestando um sintoma que deixapara descobrir maneiras de pular fora dela e ganhar alguma a família preocupada. A minha opinião é que isto deve serdistância. Eu podia brincar com alguma coisa de forma visto como o bilhete de entrada. Nunca acredite que este éausente, tomar páginas e páginas de notas para ficar o único, ou se quer o mais importante problema da família.visualmente distraído, ou trabalhar com um co-terapeuta a fim Meu objetivo é, tão rapidamente quanto possível, expandirde ter um "nós" a quem pertencer. o quadro de quais são os problemas e por que eles estão ali.No início, meu esforço é o de estabelecer uma metaposição É como o início de um jogo de pôquer. É importante quecom relação à família. Eu desejo que eles entendam mais todos fiquem atentos. Algumas famílias fazem isto comsobre o que eles podem esperar de mim e o que eu posso relativa facilidade, enquanto outras são muito maisesperar deles. Isto não é concebido como um relacionamento resistentes. As famílias resistentes, na verdade, estão maisentre iguais. Eu quero que seja entendido que, no meu papel é com medo, e é freqüentemente estimulante desafiá-Ias ade terapeuta, eu sou membro de uma geração mais velha. este respeito. Outro aspecto deste trabalho centra-se na capacidade doAlém de meramente ampliar a constelação sintomática, eu terapeuta de ser "mesquinho". Neste contexto,também luto para alterar sua perspectiva para um ponto de "mesquinho" representa tanto uma disposição de servista interpessoal. Quando a recusa de Sarah em ir à escola é honesto em minhas reações a eles, como uma recusa aligada à sua função de protetora da mãe, o quadro muda. abandonar minha posição e ser artificialmente maternal. ÉPassa a enfocar o assunto familiar e não uma mania ou minha responsabilidade ajudá-Ios a olharem-se a sipatologia individual. Ao envolver o pai na alimentação mesmos de forma mais corajosa. Encobrir preocupaçõesexcessiva da mãe, eu torno isto uma função da relação, e não ou ignorar áreas problemáticas, é algo sem valor parauma indicação da falta de força de vontade. todos. Eles, podem obter isto em casa. 8
  9. 9. Quando você combateu com êxito na Batalha pela Estruturae foi capaz de estabelecer sua metaposição e condiçõespara a terapia, o processo se altera. Agora que a família,num certo sentido, capitulou a suas exigências, o risco é Os impasses são inevitáveis! Os períodos em queque eles se acovardem e passem a bola para você. A você se sente bloqueado e não sabe que caminhopróxima fase, então, é levá-Ios a assumir a tomar são parte do processo.responsabilidade pelo que acontece na terapia.Com a continuação do crescimento familiar, eles usam cadavez mais os seus próprios recursos. Eles desenvolvem aconfiança para rejeitar o meu modo de pensar e começam aacreditar mais profundamente nos seus. Eles me vêem cadavez mais humano, com as fraquezas agora incluídas. Eestão livres para importunar-me a respeito de meus erros eidéias absurdas. Com efeito, eles começam a me ver comopessoa, e não como um papel. Eles tornam-se seuspróprios terapeutas, assumindo a responsabilidade por suaprópria vida. 9

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