Propriedades opticas e termicas 2015 2

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  • A propagação da luz e os efeitos a ela associados têm efeitos de suma importância na Odontologia, uma vez que ao se restaurar um dente, não podemos abrir mão de três premissas básicas – forma, função e estética.
    Daí a importância de se compreender alguns conceitos físicos e fisiológicos a respeitos dos fenômenos ópticos, de cor e da propagação da luz.
  • A propagação da luz e os efeitos a ela associados têm efeitos de suma importância na Odontologia, uma vez que ao se restaurar um dente, não podemos abrir mão de três premissas básicas – forma, função e estética.
    Daí a importância de se compreender alguns conceitos físicos e fisiológicos a respeitos dos fenômenos ópticos, de cor e da propagação da luz.
  • Copos transparentes com água e gotejando tinta líquida
    PRÁTICA EM GRUPO
    MATERIAIS:
    4 copos de vidro
    Tinta líquida
    Conta gotas
  • Copos transparentes com água e gotejando tinta líquida
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    Tinta líquida
    Conta gotas
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    4 copos de vidro
    Tinta líquida
    Conta gotas
  • Um mesmo objeto sob 2 fontes de luz
    PRÁTICA EM GRUPO
    MATERIAIS:
    2 lâmpadas diferentes
    2 fontes de lua diferentes
  • Um mesmo objeto sob 2 fontes de luz
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    2 lâmpadas diferentes
    2 fontes de lua diferentes
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  • Copos transparentes com água e gotejando tinta líquida
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  • A propagação da luz e os efeitos a ela associados têm efeitos de suma importância na Odontologia, uma vez que ao se restaurar um dente, não podemos abrir mão de três premissas básicas – forma, função e estética.
    Daí a importância de se compreender alguns conceitos físicos e fisiológicos a respeitos dos fenômenos ópticos, de cor e da propagação da luz.
  • Propriedades opticas e termicas 2015 2

    1. 1. Materiais Dentários Propriedades Ópticas
    2. 2. Dano estético e funcional Reabilitação estética / mimética e funcional
    3. 3. O que é estético? x
    4. 4. O que é mimético?
    5. 5. Luz , conceitos de Cor e a Evolução da Odontologia Estética
    6. 6. A cor não é uma propriedade ou característica estática e nem sequer é uma realidade física, mas sim a resposta do cérebro a um estímulo luminoso.
    7. 7. Fundo Objeto Observador Fonte de Luz A cor de um objeto depende da fonte de luz, das propriedades ópticas do objeto e da capacidade do olho em discriminar o espectro de luz visível que atinge a retina
    8. 8. Luz As características ( qualitativas) da luz são atribuídas pelo seu comprimento de onda e pela sua frequência.
    9. 9. O CARÁTER SUBJETIVO DA LUZ Observem a seguinte descrição: “ A cor definida como pulse é um vermelho-escuro, que é mais amarelo e menos intenso que a fruta-do- monte, mais pálida e ligeiramente amarelada que o vinho mediano, mas azulada, menos intensa e ligeiramente mais clara que a romã, e mais azulada e pálida que o vinho típico”. VOCÊ CONSEGUIRIA DISTINGUIR ESTA COR? • Irises in Monet's Garden • (The Artist's Garden at Giverny) 1900
    10. 10. AS TRÊS DIMENSÕES DA COR Munsel , (1905) PARÂMETROS PARA DESCRIÇÃO OBJETIVA DAS CORES l MATIZ l CROMA l VALOR
    11. 11. Cor - MATIZ MATIZ l Descreve a cor predominante de um objeto (ondas de comprimento dominantes).
    12. 12. Cor - MATIZ MATIZ l A: marrom-avermelhado l B: amarelo-alaranjado l C: cinza-esverdeado l D: cinza-rosado
    13. 13. Cor - CROMA CROMA l Representa o grau de saturação ou a intensidade do matiz. l Matiz A lA1 lA2 lA3 lA4 Quanto maior o número Maior a saturação
    14. 14. Exemplo
    15. 15. - CROMA +
    16. 16. Cor - VALOR VALOR (Luminosidade ou Brilho) l Identifica a claridade ou a escuridão da cor;
    17. 17. Cor - VALOR VALOR (Luminosidade ou Brilho) Alto valor (BRANCO) Tons de cinza Baixo valor (PRETO)
    18. 18. Cor - VALOR VALOR (Luminosidade ou Brilho) Alto valor (BRANCO) Tons de cinza Baixo valor (PRETO) O valor é a dimensão mais importante, uma vez que as discrepâncias são mais facilmente identificadas que as alterações de matiz e croma.
    19. 19. V A L O R CROMA MATIZ
    20. 20. Metamerismo Característica que um objeto apresenta de mudar a luminosidade quando exposto a diferentes fontes de luz.
    21. 21. Lâmpada Fluorescente Lâmpada Incandescente
    22. 22. Metamerismo Como a distribuição espectral da luz refletida ou transmitida por um objeto é dependente do conteúdo espectral da luz incidente, a aparência de um objeto é altamente dependente da natureza da luz pela qual um objeto é visto;
    23. 23. Transparência Um material transparente permite a passagem de luz, havendo pouca distorção. Ex: vidro. LUZ
    24. 24. Translucidez Um material translúcido permite alguma luz ultrapassá- lo, absorve certa quantidade e dispersa e reflete o resto de sua superfície. Ex: vidro jateado com areia. Absorção de luz Passagem de parte da luz Disperção de luz LUZ
    25. 25. Opacidade Um material opaco não é capaz de transmitir a luz, mas a absorve e reflete ou dispersa da superfície. Absorção de luz Disperção de luz LUZ
    26. 26. Afinal, definir que a cor de um objeto parece mais subjetivo do que poderíamos supor...
    27. 27. Com uso de óptica e eletrônica, equipamentos como um Espectrodensitômetro fazem a função de um olho humano, porém, com a vantagem de "enxergar" exatamente a cor. No instrumento eletrônico, a cor não é uma sensação, como para os humanos e sim, uma leitura exata do comprimento de onda emitido pela luz refletida do objeto.
    28. 28. Mas ao dentista... Seleção de cor por processo natural ou eletrônico resulta em aproximação máxima da cor natural que se deseja reproduzir.
    29. 29. Materiais Dentários Propriedades Térmicas
    30. 30. Polpa dental x Calor Alterações severas ou bruscas deAlterações severas ou bruscas de temperatura podem causar desdetemperatura podem causar desde um simples desconforto à perdaum simples desconforto à perda irrevesível de vitalidadeirrevesível de vitalidade..
    31. 31. Polpa dental x Calor A presença de restaurações de qualquer tipo tende a reduzir a proteção térmica proporcionada pela dentina e esmalte. Muitos materiais restauradores são metálicos, que são ótimos condutores térmicos, o que pode constituir uma agressão à polpa, em decorrência das mudanças térmicas a que será submetida.
    32. 32. Condução TérmicaCondução Térmica É o calor (energia térmica em movimento) transferido através de substâncias sólidas.
    33. 33. CondutibilidadeCondutibilidade TérmicaTérmica - conceito -- conceito - É a medida termofísica de quanto calor é transferido através de um material através da condução.
    34. 34. CondutibilidadeCondutibilidade TérmicaTérmica - relação -- relação - Quanto maior for o valor obtido, maior será a capacidade da substância de transmitir energia.
    35. 35. CondutibilidadeCondutibilidade TérmicaTérmica - Coeficiente -- Coeficiente - O coeficiente de condutibilidade térmica é medido pela quantidade de calor ( cal/s) que passa através de um corpo de prova com 1 cm de espessura e que apresente uma área de seção transversal de 1 cm², por segundo.
    36. 36. CondutibilidadeCondutibilidade TérmicaTérmica - estrutura dentária-- estrutura dentária- A baixa condutibilidade térmica do esmalte e da dentina diminui a ação dos choques térmicos provocados pela ingestão de alimentos frios e quentes, e que resultaria em sensibilidade dolorosa.
    37. 37. Calor EspecíficoCalor Específico Representa a quantidade de calor necessária para aumentar em 1ºC um grama de uma substância
    38. 38. Difusividade TérmicaDifusividade Térmica Medida da velocidade pela qual um corpo de temperatura não uniforme atinge o estado de equilíbrio térmico Difusividade = condutividade . Calor específico x Densidade
    39. 39. Coeficiente deCoeficiente de expansão térmicaexpansão térmica linearlinear Alteração de comprimento de um material quando sua temperatura é aumentada ou reduzida em 1ºC, devido ao aumento de energia cinética de suas moléculas.
    40. 40. BIBLIOGRAFIA DE REFERENCIA PARA ESTUDO REIS A., LOGUERCIO A.D. Materiais dentários diretos. Capítulo 1 – páginas 7 a 12

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