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PROTEÇÃO DO COMPLEXO
   DENTINO-PULPAR

        PROF. MS. GUILHERME TERRA
         DENTÍSTICA RESTAURADORA
Esmalte/Dentina

 O conjunto esmalte/dentina é a estrutura
 responsável pela proteção biológica da polpa.



 Ao mesmo tempo estes tecidos se protegem
 mutuamente.
Esmalte/Dentina

 O esmalte é um tecido duro (98% mineral), resistente ao
  desgaste, impermeável e bom isolante elétrico.


 O esmalte protege a dentina que é permeável, pouco
  resistente ao desgaste e boa condutora de eletricidade.


 A dentina, graças à sua resiliência, protege o esmalte que
  pela sua dureza e alto grau de mineralização, é
  extremamente friável.
Estrutura da Dentina

 A dentina apresenta um aspecto tubular.


 Sua quantidade e diâmetro médios variam de acordo
 com a proximidade com o tecido pulpar.




  Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP;
                       [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                                 http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                      Terra, G.
Próximo à junção amelodentinária


                                                    10.000 túbulos mm2

• O diâmetro próximo à junção amelodentinária gira em torno de
  0,87 micrômetros.



                                                                                            Dentina superficial




Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul
                                                                    11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                                                       http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                                          Terra, G.
Próximo à polpa


                                                   50.000 túbulos mm2


• O diâmetro próximo à polpa gira em torno de 2,5
  micrômetros.

                                                                                                   Dentina profunda


 Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em
                     2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                                                        Terra, G.
Permeabilidade Dentinária

 Dentina superficial


                           Menor Permeabilidade




Maior Permeabilidade


                               Dentina profunda
Tecido pulpar

 A polpa dentária é um tecido conjuntivo altamente
 diferenciado, ricamente inervado, vascularizado e,
 conseqüentemente, responsável pela vitalidade do
 dente.

 As características da polpa dentária são produzir
 dentina e alertar, por meio da dor, qualquer injúria
 ao elemento dentário.
Tecido pulpar

 A polpa proporciona nutrição à dentina através dos
 prolongamentos odontoblásticos.

 Quando a polpa é sujeita a injuria ou irritações
 mecânicas, térmicas, químicas ou bacterianas,
 desencadeia uma reação efetiva de defesa.

 Essa reação defensiva é caracterizada pela formação
 de dentina reparadora (injúria menor), ou por uma
 reação inflamatória (injúria maior).
Tecido pulpar


 Sempre que um dente tenha necessidade de ser
 restaurado é necessário que a vitalidade pulpar seja
 preservada por meio de adequada proteção.

 As proteções do complexo dentino/pulpar consistem
 da aplicação de agentes protetores.
Proteção do complexo dentino-pulpar

 Idade do paciente, condição pulpar e profundidade
 da cavidade são aspectos que devem ser
 considerados ao realizar a proteção.

 Existem duas técnicas distintas que podem ser
 utilizadas na proteção do complexo dentino/pulpar:
 proteções indiretas e proteções diretas.
Proteção do complexo dentino-pulpar

 Proteção indireta:


    Aplicação de agentes seladores, forradores e/ou bases
     protetoras nas paredes cavitárias.


      manter a vitalidade pulpar;
      inibir o processo carioso;
      reduzir a microinfiltração;
      estimular a formação de dentina reparadora.
Proteção do complexo dentino-pulpar

 Proteção direta:


    Aplicação de um agente protetor diretamente sobre o tecido
     pulpar exposto.



      Manter a vitalidade pulpar;
      Promover o restabelecimento da polpa;
      Estimular a formação de dentina reparadora.
Agentes Protetores

 Um material protetor será considerado ideal se tiver
 as seguintes características:

    Ser um bom isolante térmico e elétrico;
    Ser bactericida e bacteriostático;
    Ter adesão à estrutura dentária;
    Estimular a formação de dentina reparadora;
    Produzir analgesia e ser biocompatível;
Agentes Protetores Utilizados


 Vernizes Cavitários;


 Hidróxido de Cálcio;


 Cimentos Dentários;


 Adesivos Dentinários.
Vernizes Cavitários

 São compostos à base de resina dissolvida em
 clorofórmio, éter ou acetona.

 O solvente evapora-se rapidamente, deixando uma
 película forradora que veda com eficiência a
 superfície dentinária.

    Verniz Caulk (Dentsply).
Hidróxido de Cálcio


 Bastante difundidos e muito utilizados.


 Comprovada propriedade de estimular a formação de
 dentina reparadora.


 Possui Ph alcalino, é biocompatível, bacteriostático.
Hidróxido de Cálcio

 Pode ser utilizado nas seguintes formas de
 apresentação:



    Solução de Hidróxido de Cálcio;

    Hidróxido de cálcio pró-análise (P.A.);

    Cimentos de Hidróxido de Cálcio.
Solução de Hidróxido de Cálcio

 Solução de hidróxido de cálcio P. A. em água
 destilada, numa concentração de aproximadamente
 0,2%.

 Conhecido também como água de hidróxido de
 cálcio.

 Atua como hemostático nos casos de exposição
 pulpar.
Hidróxido de cálcio pró-análise (P.A.)


 Hidróxido de cálcio em pó.




 Utilizado quando ocorre exposição pulpar
 acidental.
Cimentos de Hidróxido de Cálcio

 Apresentam relativa dureza e resistência mecânica.


 A pasta base é constituída por dióxido de titânio
 (56,7%) em glicol salicilato, com um pigmento (pH
 8,6).

 A pasta catalisadora é composta de hidróxido de
 cálcio (53,5%), óxido de zinco (9,7%) em etiltolueno
 sulfonamida, cujo pH é 11,3.
Cimentos de Hidróxido de Cálcio

 Apresenta-se sob a forma de duas pastas, uma base e
 outra catalisadora.

 Não têm adesividade junto à estrutura dentária.


 Deve ser protegido antes da aplicação do sistema
 adesivo.
Cimentos de Hidróxido de Cálcio
                  Fotopolimerizáveis



 Muito questionado em Proteção pulpar.


 Contém matriz resinosa em sua composição.


    Pode provocar danos pulpares devido ao monômero residual
     não polimerizados da matriz resinosa.
Cimentos Dentários


 Os cimentos dentários possuem as mais diferentes
 composições e comportamentos físicos e biológicos.

 Os mais utilizados em forramentos e proteção são:
 fosfato de zinco, óxido de zinco e eugenol (OZE),
 Ionômero de vidro (CIV).
Fosfato de zinco

 Não apresenta adesão à estrutura dentária.


 Altamente solúvel.


 Pode promover irritação pulpar devido ao seu pH
 ácido.

 Bom isolante eletro-térmico.
Óxido de zinco e eugenol (OZE)

 Apresenta efeito terapêutico sobre a polpa.


 Baixa resistência mecânica.


 Péssima adesividade à estrutura dental.


 Inibe a polimerização das resinas compostas e
 adesivos dentinários.
Material restaurador intermediário (IRM)

 Apresenta efeito terapêutico sobre a polpa pela
 presença do eugenol em sua composição.

 Resistência mecânica melhorada em relação ao OZE.


 Péssima adesividade à estrutura dental.


 Inibe a polimerização das resinas compostas e
 adesivos dentinários.
Ionômero de vidro (CIV)

 Adesividade às estruturas dentárias por quelação.


 Promove a remineralização pela liberação de flúor.


 Coeficiente de expansão térmica-linear próximo ao da
 dentina.

 Biocompatível.


 Excelente resistência como protetor e/ou forrador.
Adesivos Dentinários

 Utilizados, em proteção pulpar, como selante
 cavitário.

 Excelente adesão à estrutura dental.


 Seu monômero residual é irritante à polpa.


 Deve ser utilizado após a aplicação de um ácido
 fosfórico.
Profundidade real da cavidade


 Determinada pela quantidade
 de tecido removido.



 Medido da ângulo cavo
 superficial ao assoalho da
 cavidade.
Profundidade biológica da cavidade

 Determinada pela espessura da
 dentina remanescente entre o
 assoalho da cavidade e a polpa.

 Classificadas em cavidades
 superficiais, rasas, médias,
 profundas e muito profundas.

 Ela que irá determinar qual o tipo de
 proteção que deverá ser utilizado.
Profundidade biológica da cavidade
Profundidade biológica da cavidade
Cavidades superficiais

 Cavidades em esmalte ou ultrapassando
 ligeiramente a junção amelodentinária.



 Não se aplica nenhum tipo de Proteção pulpar,
 apenas o material restaurador.
Cavidades rasas


 Cavidades com mais de 2mm de estrutura
 remanescente entre o assoalho e a polpa.



 Não se aplica nenhum tipo de Proteção pulpar,
 apenas o material restaurador.
Cavidades médias


 Cavidades com mais de 1mm e menos de 2mm de
 estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.

    Restaurações em resina composta:
        Adesivo dentinário.


    Restaurações em amálgama:
        Verniz cavitário.
Cavidades profundas

 Cavidades com mais de 0,5mm e menos de 1mm de
 estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.

    Restaurações em resina composta:
        CIV e adesivo dentinário.


    Restaurações em amálgama:
        IRM e verniz cavitário.
Cavidades muito profundas

 Cavidades com menos de 0,5mm de estrutura
 remanescente entre o assoalho e a polpa.

    Restaurações em resina composta:
        HCa, CIV e adesivo dentinário.


    Restaurações em amálgama:
        HCa, IRM e verniz cavitário.
Cimentos de Hidróxido de Cálcio
Proteção Pulpar


 A - DENTINA
 REMANESCENTE

 B – CIV


 C – HIDRÓXIDO
 DE CÁLCIO
Exposições acidentais

 Capeamento pulpar direto

    Parâmetros para indicação

        Exposição acidental

        Polpa não contaminada

        Sangramento que não seja abundante

        Isolamento absoluto

        Idade do dente pós erupção
Capeamento pulpar direto

 Cavidades muito profundas onde a polpa é exposta
 no preparo em algum ponto.

    Restaurações em resina composta:
        Hca P.A, CIV e adesivo dentinário.


    Restaurações em amálgama:
        Hca P.A, IRM e verniz cavitário.
PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO PULPAR


                                      AMÁLGAMA                    RESINA COMPOSTA


Cavidade Superficial ou Rasa       Nenhuma proteção                Adesivo dentinário


Cavidade Média                       Verniz Cavitário              Adesivo dentinário


Cavidade Profunda                 IRM + Verniz Cavitário        Adesivo dentinário + CIV

                                                              Hidróxido de cálcio + Adesivo
                               Hidróxido de cálcio + IRM +
Cavidade Muito Profunda                                             dentinário + CIV
                                    Verniz Cavitário

                               Hidróxido de cálcio PA + IRM     Hidróxido de cálcio PA +
Exposição Pulpar
                                    + Verniz Cavitário          Adesivo dentinário + CIV
Condicionamento Ácido em Polpa Exposta

 O ácido fosfórico a 37%, pode causar danos às células
   odontoblásticas.

 Porém esse dano é superado pela capacidade de
   recuperação de um tecido pulpar saudável.

 Contudo, muitos dos componentes dos sistemas
   adesivos são tóxicos para as células pulpares.

Brannstrom M, Nordervall KJ. Bacterial penetration, pulpal reaction and inner surface of concise enamel bond. Composite
                                                     fillings in etched and unetched cavities. J Dent Res. 1978;57(1):3-10.




                                                                                                                 Terra, G.
Tratamento expectante

 Proteção indireta que consiste na aplicação de materiais
 com propriedades de estimular a formação de dentina
 reacional.

 A dentina necrótica e a infectada devem ser removidas,
 preservando a dentina afetada.

 Cimento de Hca e CIV.


 Evitar o uso de materiais que contenham eugenol, por
 seu poder de irritação à polpa.
Tratamento expectante

 O tratamento restaurador definitivo deverá ser
 realizado entre 45 e 120 dias após o tratamento
 expectante.

 Remover o cimento temporário e a dentina que não
 foi remineralizada.

 Proceder como uma cavidade muito profunda.
Proteção X Base

 Proteção ou forramento: Obliteração dos túbulos e
 isolamento termo-químico-elétrico do complexo
 dentino-pulpar.
    Finas camadas.



 Base: “Dentina artificial” em cavidades profundas.
   Camadas mais espessas.
Proteção do complexo dentino-pulpar

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Proteção do complexo dentino-pulpar para restaurações

  • 1. PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO-PULPAR PROF. MS. GUILHERME TERRA DENTÍSTICA RESTAURADORA
  • 2. Esmalte/Dentina  O conjunto esmalte/dentina é a estrutura responsável pela proteção biológica da polpa.  Ao mesmo tempo estes tecidos se protegem mutuamente.
  • 3. Esmalte/Dentina  O esmalte é um tecido duro (98% mineral), resistente ao desgaste, impermeável e bom isolante elétrico.  O esmalte protege a dentina que é permeável, pouco resistente ao desgaste e boa condutora de eletricidade.  A dentina, graças à sua resiliência, protege o esmalte que pela sua dureza e alto grau de mineralização, é extremamente friável.
  • 4. Estrutura da Dentina  A dentina apresenta um aspecto tubular.  Sua quantidade e diâmetro médios variam de acordo com a proximidade com o tecido pulpar. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 5. Próximo à junção amelodentinária 10.000 túbulos mm2 • O diâmetro próximo à junção amelodentinária gira em torno de 0,87 micrômetros. Dentina superficial Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 6. Próximo à polpa 50.000 túbulos mm2 • O diâmetro próximo à polpa gira em torno de 2,5 micrômetros. Dentina profunda Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 7. Permeabilidade Dentinária Dentina superficial Menor Permeabilidade Maior Permeabilidade Dentina profunda
  • 8. Tecido pulpar  A polpa dentária é um tecido conjuntivo altamente diferenciado, ricamente inervado, vascularizado e, conseqüentemente, responsável pela vitalidade do dente.  As características da polpa dentária são produzir dentina e alertar, por meio da dor, qualquer injúria ao elemento dentário.
  • 9. Tecido pulpar  A polpa proporciona nutrição à dentina através dos prolongamentos odontoblásticos.  Quando a polpa é sujeita a injuria ou irritações mecânicas, térmicas, químicas ou bacterianas, desencadeia uma reação efetiva de defesa.  Essa reação defensiva é caracterizada pela formação de dentina reparadora (injúria menor), ou por uma reação inflamatória (injúria maior).
  • 10. Tecido pulpar  Sempre que um dente tenha necessidade de ser restaurado é necessário que a vitalidade pulpar seja preservada por meio de adequada proteção.  As proteções do complexo dentino/pulpar consistem da aplicação de agentes protetores.
  • 11. Proteção do complexo dentino-pulpar  Idade do paciente, condição pulpar e profundidade da cavidade são aspectos que devem ser considerados ao realizar a proteção.  Existem duas técnicas distintas que podem ser utilizadas na proteção do complexo dentino/pulpar: proteções indiretas e proteções diretas.
  • 12. Proteção do complexo dentino-pulpar  Proteção indireta:  Aplicação de agentes seladores, forradores e/ou bases protetoras nas paredes cavitárias.  manter a vitalidade pulpar;  inibir o processo carioso;  reduzir a microinfiltração;  estimular a formação de dentina reparadora.
  • 13. Proteção do complexo dentino-pulpar  Proteção direta:  Aplicação de um agente protetor diretamente sobre o tecido pulpar exposto.  Manter a vitalidade pulpar;  Promover o restabelecimento da polpa;  Estimular a formação de dentina reparadora.
  • 14. Agentes Protetores  Um material protetor será considerado ideal se tiver as seguintes características:  Ser um bom isolante térmico e elétrico;  Ser bactericida e bacteriostático;  Ter adesão à estrutura dentária;  Estimular a formação de dentina reparadora;  Produzir analgesia e ser biocompatível;
  • 15. Agentes Protetores Utilizados  Vernizes Cavitários;  Hidróxido de Cálcio;  Cimentos Dentários;  Adesivos Dentinários.
  • 16. Vernizes Cavitários  São compostos à base de resina dissolvida em clorofórmio, éter ou acetona.  O solvente evapora-se rapidamente, deixando uma película forradora que veda com eficiência a superfície dentinária.  Verniz Caulk (Dentsply).
  • 17. Hidróxido de Cálcio  Bastante difundidos e muito utilizados.  Comprovada propriedade de estimular a formação de dentina reparadora.  Possui Ph alcalino, é biocompatível, bacteriostático.
  • 18. Hidróxido de Cálcio  Pode ser utilizado nas seguintes formas de apresentação:  Solução de Hidróxido de Cálcio;  Hidróxido de cálcio pró-análise (P.A.);  Cimentos de Hidróxido de Cálcio.
  • 19. Solução de Hidróxido de Cálcio  Solução de hidróxido de cálcio P. A. em água destilada, numa concentração de aproximadamente 0,2%.  Conhecido também como água de hidróxido de cálcio.  Atua como hemostático nos casos de exposição pulpar.
  • 20. Hidróxido de cálcio pró-análise (P.A.)  Hidróxido de cálcio em pó.  Utilizado quando ocorre exposição pulpar acidental.
  • 21. Cimentos de Hidróxido de Cálcio  Apresentam relativa dureza e resistência mecânica.  A pasta base é constituída por dióxido de titânio (56,7%) em glicol salicilato, com um pigmento (pH 8,6).  A pasta catalisadora é composta de hidróxido de cálcio (53,5%), óxido de zinco (9,7%) em etiltolueno sulfonamida, cujo pH é 11,3.
  • 22. Cimentos de Hidróxido de Cálcio  Apresenta-se sob a forma de duas pastas, uma base e outra catalisadora.  Não têm adesividade junto à estrutura dentária.  Deve ser protegido antes da aplicação do sistema adesivo.
  • 23. Cimentos de Hidróxido de Cálcio Fotopolimerizáveis  Muito questionado em Proteção pulpar.  Contém matriz resinosa em sua composição.  Pode provocar danos pulpares devido ao monômero residual não polimerizados da matriz resinosa.
  • 24. Cimentos Dentários  Os cimentos dentários possuem as mais diferentes composições e comportamentos físicos e biológicos.  Os mais utilizados em forramentos e proteção são: fosfato de zinco, óxido de zinco e eugenol (OZE), Ionômero de vidro (CIV).
  • 25. Fosfato de zinco  Não apresenta adesão à estrutura dentária.  Altamente solúvel.  Pode promover irritação pulpar devido ao seu pH ácido.  Bom isolante eletro-térmico.
  • 26. Óxido de zinco e eugenol (OZE)  Apresenta efeito terapêutico sobre a polpa.  Baixa resistência mecânica.  Péssima adesividade à estrutura dental.  Inibe a polimerização das resinas compostas e adesivos dentinários.
  • 27. Material restaurador intermediário (IRM)  Apresenta efeito terapêutico sobre a polpa pela presença do eugenol em sua composição.  Resistência mecânica melhorada em relação ao OZE.  Péssima adesividade à estrutura dental.  Inibe a polimerização das resinas compostas e adesivos dentinários.
  • 28. Ionômero de vidro (CIV)  Adesividade às estruturas dentárias por quelação.  Promove a remineralização pela liberação de flúor.  Coeficiente de expansão térmica-linear próximo ao da dentina.  Biocompatível.  Excelente resistência como protetor e/ou forrador.
  • 29. Adesivos Dentinários  Utilizados, em proteção pulpar, como selante cavitário.  Excelente adesão à estrutura dental.  Seu monômero residual é irritante à polpa.  Deve ser utilizado após a aplicação de um ácido fosfórico.
  • 30. Profundidade real da cavidade  Determinada pela quantidade de tecido removido.  Medido da ângulo cavo superficial ao assoalho da cavidade.
  • 31. Profundidade biológica da cavidade  Determinada pela espessura da dentina remanescente entre o assoalho da cavidade e a polpa.  Classificadas em cavidades superficiais, rasas, médias, profundas e muito profundas.  Ela que irá determinar qual o tipo de proteção que deverá ser utilizado.
  • 34. Cavidades superficiais  Cavidades em esmalte ou ultrapassando ligeiramente a junção amelodentinária.  Não se aplica nenhum tipo de Proteção pulpar, apenas o material restaurador.
  • 35. Cavidades rasas  Cavidades com mais de 2mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.  Não se aplica nenhum tipo de Proteção pulpar, apenas o material restaurador.
  • 36. Cavidades médias  Cavidades com mais de 1mm e menos de 2mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.  Restaurações em resina composta:  Adesivo dentinário.  Restaurações em amálgama:  Verniz cavitário.
  • 37. Cavidades profundas  Cavidades com mais de 0,5mm e menos de 1mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.  Restaurações em resina composta:  CIV e adesivo dentinário.  Restaurações em amálgama:  IRM e verniz cavitário.
  • 38. Cavidades muito profundas  Cavidades com menos de 0,5mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa.  Restaurações em resina composta:  HCa, CIV e adesivo dentinário.  Restaurações em amálgama:  HCa, IRM e verniz cavitário.
  • 40. Proteção Pulpar  A - DENTINA REMANESCENTE  B – CIV  C – HIDRÓXIDO DE CÁLCIO
  • 41. Exposições acidentais  Capeamento pulpar direto  Parâmetros para indicação  Exposição acidental  Polpa não contaminada  Sangramento que não seja abundante  Isolamento absoluto  Idade do dente pós erupção
  • 42. Capeamento pulpar direto  Cavidades muito profundas onde a polpa é exposta no preparo em algum ponto.  Restaurações em resina composta:  Hca P.A, CIV e adesivo dentinário.  Restaurações em amálgama:  Hca P.A, IRM e verniz cavitário.
  • 43. PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO PULPAR AMÁLGAMA RESINA COMPOSTA Cavidade Superficial ou Rasa Nenhuma proteção Adesivo dentinário Cavidade Média Verniz Cavitário Adesivo dentinário Cavidade Profunda IRM + Verniz Cavitário Adesivo dentinário + CIV Hidróxido de cálcio + Adesivo Hidróxido de cálcio + IRM + Cavidade Muito Profunda dentinário + CIV Verniz Cavitário Hidróxido de cálcio PA + IRM Hidróxido de cálcio PA + Exposição Pulpar + Verniz Cavitário Adesivo dentinário + CIV
  • 44. Condicionamento Ácido em Polpa Exposta  O ácido fosfórico a 37%, pode causar danos às células odontoblásticas.  Porém esse dano é superado pela capacidade de recuperação de um tecido pulpar saudável.  Contudo, muitos dos componentes dos sistemas adesivos são tóxicos para as células pulpares. Brannstrom M, Nordervall KJ. Bacterial penetration, pulpal reaction and inner surface of concise enamel bond. Composite fillings in etched and unetched cavities. J Dent Res. 1978;57(1):3-10. Terra, G.
  • 45. Tratamento expectante  Proteção indireta que consiste na aplicação de materiais com propriedades de estimular a formação de dentina reacional.  A dentina necrótica e a infectada devem ser removidas, preservando a dentina afetada.  Cimento de Hca e CIV.  Evitar o uso de materiais que contenham eugenol, por seu poder de irritação à polpa.
  • 46. Tratamento expectante  O tratamento restaurador definitivo deverá ser realizado entre 45 e 120 dias após o tratamento expectante.  Remover o cimento temporário e a dentina que não foi remineralizada.  Proceder como uma cavidade muito profunda.
  • 47. Proteção X Base  Proteção ou forramento: Obliteração dos túbulos e isolamento termo-químico-elétrico do complexo dentino-pulpar.  Finas camadas.  Base: “Dentina artificial” em cavidades profundas.  Camadas mais espessas.
  • 48. Proteção do complexo dentino-pulpar