Endodontia 2013

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  • Este paciente apareceu no consultório com muita dor. A radiografia revelou área de radioluscência – uma área radiolúcida na região periapical – diagnóstico de abscesso agudo secundário: DISCUTIR – abscesso agudo primário e secundário – apenas para recordar. Abscesso secundário é de longa duração. Abscesso primário é de curta duração. Na teoria fala-se que o secundário é mais difícil quanto à cura. Na prática isto não importa. O tratamento é o mesmo o a biologia molecular da reparação é absolutamente a mesma. Eu acredito muito na EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL...Esta não deve ser confundida com PRINCÍPIO DE AUTORIDADE. Experiência Profissional e Princípio de Autoridade são duas coisas diferentes. Por favor, peço para não confundir... Abscesso é uma coleção e pus. Pus é formado por água – exsudato inflamatório de origem do plasma sanguíneo – origem plasmática – com células mortas e restos teciduais – restos de tecido. Este corte histológico do Prof. Alberto Consolaro (130) uma coleção de pus – ver RX – no centro do abscesso, circundado, envolvido por uma grande concentração de neutrófilos – infiltação neutrofílica dentro do círculo. Na periferia temos o tecido de granulação rico em vasos e células jovens – neutrófilos que substituem àqueles perdido, destruidos, macrófagos, plasmócitos e fibroblastos jovens com grande potencial – poder de síntese – com a finalidade de cura – reparação da lesão após a eliminação da injúria microbiana. As figuras BCDE são neutrófilos. Observações: Núcleo com várias formas – polimorfonucleares – o citoplasma é claro nos cortes corados em HE. A figura E mostra numerosos lisossomos no citoplasma. Lisossomos são organelas carregadas de enzima proteolíticas – destruidoras do osso alveolar. No corte histológico do Prof. Alberto Consolaro (164) vemos uma concentração de bactérias organizadas em biofilmes. A extrusão de produtos tóxicos – toxinas (exotoxinas) enzimas e produtos do metabolismo celular – induzem a inflamação – setas – Na região do terço apical do canal as bactérias sobrevivem por dois fatores: 1. São alimentadas pelo tecido necrosado – banquete para os microorganismos e 2. Não sofrem ataque do sistema inflamatório – imunológico por conta da ausência de circulação que impede a chegada de leucócitos e mediadores químicos que as eliminariam. No corte vemos Biofilme microbiano. Pelo forame saem produtos tóxicos e lesivos aos tecidos periapaicais – cemento, ligamento periodontal e osso alveolar e eventuais bactérias. Neutrófilos fixam-se na região periapical, no canal cementário. A linha pontilhada marca a região ocupada pela inflamação crônica caracterizada pelo granuloma periapical com macrófagos, linfócitos, plasmócitos e o tecido de granulação (fibroblastos e vasos sanguíneos neoformados). Envolvendo tudo o corte revela uma cápsula fibrosa – cápsula de tecido conjuntivo fibroso de proteção. Fiz o tratamento endodôntico – descrever – discutir – Trefinação – Reparação – Resposta inflamatória crônca (222) comentar: Macrófagos, Linfócitos e Plasmócitos TREFINAÇÃO : DRENAGEM VIA MUCOSA: 1. Penetração com instrumento fino esterilizado 2. Penetração com curetas finas 3. Desorganização do tecido necrótico purulento 4. Remoção mecânica (como se fosse espremer uma espinha). Pela fístula artificial sai tecido de granulação, sangue e pus.
  • Este dente foi tratado....j
  • A RX revela um 1º molar inferior direito com lesão periapical e lesão de furca. Protocolo de tratamento: Ler o slide. Comentário: Limiar de infecção é o número de micro-organismos necessários para causar uma lesão periapical ou 1. Para surgir uma lesão periapical num dente com necrose e infecção há necessidade de de um número de bctérias acima do limiar de infecção.
  • VOCATIVOS MBE – OBE – EBE
  • Evidência é PROVA. Evidência de um crime é a prova do crime. Na área criminal, ramo do Direito, evidência de um crime, é a prova do crime – num assassinato – as provas do crime – evidências do crime - são três: 1. A arma do Crime 2. As Testemunhas do crime 3: A confissão do criminoso. Na MBE – OBE – as evidências científicas /provas são representadas por estudos publicados e indexados em revistas e em Bases de Dados.
  • Evidência é PROVA. Evidência de um crime é a prova do crime. Na área criminal, ramo do Direito, evidência de um crime, é a prova do crime – num assassinato – as provas do crime – evidências do crime - são três: 1. A arma do Crime 2. As Testemunhas do crime 3: A confissão do criminoso. Na MBE – OBE – as evidências científicas /provas são representadas por estudos publicados e indexados em revistas e em Bases de Dados.
  • OBE – Conceito: é a maneira do dentista tomar uma decisão clínica baseada em pesquisa científica, isto é, literatura. MBE – OBE – EBE baseia-se em três pilares - TRILOGIA: 1. EXPERIÊNCIA CLÍNICA 2. PESQUISA CIENTÍFICA 3. OPINIÃO DO PACIENTE. Envolve a tomada de uma decisão clínica : Diagnóstico – Plano de tratamento – Prognóstico, baseada nos três pilares – CITAR - Em outras palavras, a OBE é um elo entre Ciência e Prática. Os experts em Evidências lembram sempre que Pesquisa Científica sem Aplicação Clínica não tem valor.
  • OBE – Conceito: é a maneira do dentista tomar uma decisão clínica baseada em pesquisa científica, isto é, literatura. MBE – OBE – EBE baseia-se em três pilares - TRILOGIA: 1. EXPERIÊNCIA CLÍNICA 2. PESQUISA CIENTÍFICA 3. OPINIÃO DO PACIENTE. Envolve a tomada de uma decisão clínica : Diagnóstico – Plano de tratamento – Prognóstico, baseada nos três pilares – CITAR - Em outras palavras, a OBE é um elo entre Ciência e Prática. Os experts em Evidências lembram sempre que Pesquisa Científica sem Aplicação Clínica não tem valor.
  • Na ausência da pesquisa científica deve-se considerar a PLAUSIBILIDADE BIOLÓGICA. Os experts em Evidências lembram sempre que Pesquisa Científica sem Aplicação Clínica não tem valor na OBE. Na plausibilidade biológica, o profissional recorre aos seus conhecimentos sobre as disciplinas básicas, como anatomia, fisiologia, patologia, materiais dentários e oclusão. Assim, ele acredita que o conhecimento sobre os mecanismos da doença e de funcionamento do organismo, bem como o comportamento dos materiais são suficientes para concluir qual é o melhor tratamento em uma situação clínica. Na plausibilidade biológica, o profissional recorre aos seus conhecimentos sobre as disciplinas básicas, como anatomia, fisiologia, patologia, materiais dentários e oclusão. Assim, ele acredita que o conhecimento sobre os mecanismos da doença e de funcionamento do organismo, bem como o comportamento dos materiais são suficientes para concluir qual é o melhor tratamento em uma situação clínica.
  • Na plausibilidade biológica, o profissional recorre aos seus conhecimentos sobre as disciplinas básicas: Biologia Celular e Molecular, Anatomia, Patologia, Fisiologia, Materiais Dentários e Conceitos de Oclusão. Assim, na ausência da pesquisa (estudos publicados) acredita-se que o conhecimento sobre os mecanismos da doença e funcionamento do organismo, associado ao comportamento dos materiais, sejam alternativas para uma tomada de decisão clínica visando a saúde de nossos pacientes.
  • ENDODONTIA DE RESULTADO É O MANTRA – ENDODONTIA DE RESULTADO É A PALAVRA CHAVE. DISCUSSÃO
  • Endodontia 2013

    1. 1. ABRIR LIMPAR FECHARACESSO OBTURAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO E IRRIGAÇÃOPATÊNCIA LIMPEZA MODELAGEM SELAMENTO
    2. 2. SUBMARINO – AMERICANAS EXTRA – PONTOFRIO – CASAS BAHIASICILIANO – SARAIVA - CIA DOS LIVROS (LOJAS VIRTUAIS - SITES)
    3. 3. 1
    4. 4. EVOLUÇÃO DA INFLAMAÇÃO PULPAR Normal Polpa Reversível Irreversível NecrosePeriápice Normal Periodontite Lesão Periapical Abscesso cárie FREGNANI & HIZATUGU. 2009.
    5. 5. POLPA VIVA INJÚRIA INFLAMAÇÃO (PULPITE) INFECÇÃO (NECROSE) EXTRUSÃO AgR. INFLAMATÓRIA INESPECÍFICAR. IMUNOLÓGICA ESPECÍFICA REABSORÇÃO LESÃO
    6. 6. 2
    7. 7. TRATAMENTO ACESSOLIMPEZA / MODELAGEM 3D OBTURAÇÃO 3D BLINDAGEM
    8. 8. 3
    9. 9. CÉLULAS MOLÉCULAS FAGÓCITOSTEC. de GRANULAÇÃO FIBROBLASTOS ANGIOBLASTOSMATRIZ - COLÁGENO OSSO PRIMÁRIO OSSO CORTICAL OSSO MEDULARREPARAÇÃO
    10. 10. P.130 TREFINAÇÃO
    11. 11. P.165
    12. 12. P.165
    13. 13. RUY HIZATUGUDICAS E ESTRATÉGIAS • ACESSO • SECAGEM • LIMPEZA • OBTURAÇÃO • MODELAGEM • BLINDAGEM PROSERVAÇÃO – 5 ANOS
    14. 14. 4
    15. 15. Siqueira e Rôças. 2008. 4Threshold Cultura (<10³-10 = 1000 – 10000 células) Editado com objetivo pedagógico em Set/2009
    16. 16. 5
    17. 17. O QUE É PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIA ?“Prática baseada em evidência é a integração da pesquisa científica, com a experiência clínica e a opinião do paciente.” (Sacket et.al., 2000) Evidência Científica Experiência Biologia Celular Opinião do paciente e Molecular Clínica
    18. 18. Hierarquia de evidênciaRevisão sistemática / MetanáliseEstudo clínico controlado randomizadoEstudo clínico controlado não-randomizadoRelato de casos clínicos EvidenceEditoriais / Livro-texto PowerRelatório de expertsOpiniões de autoridadesEstudos In VitroEstudos em animais
    19. 19. Brant, Chiappelli, Fregnani, de-Deus, Caldeira Brant e Hizatugu. 2010.
    20. 20. Odontologia Baseada em Evidências MBE/OBE/EBE ENDODONTIA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Fernanda B. Martins Ruy Hizatugu Equipe
    21. 21. EVIDÊNCIACONCEITO
    22. 22. A EVIDÊNCIA CIENTÍFICA BODONTOLOGIA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
    23. 23. Evidência Científica 1) Experiência clínica 2) Pesquisa científica
    24. 24. Odontologia Baseada em Evidências 1) Experiência clínica 2) Pesquisa científica 3) Opinião do paciente
    25. 25. Odontologia Baseada em Evidências 1) Experiência clínica 2) Pesquisa científica 3) Opinião do pacienteNa ausência da pesquisa científica, deve-se levarem conta a Plausibilidade Biológica (experiênciaclínica + biologia celular e molecular)
    26. 26. Odontologia Baseada em Evidências 1) Experiência clínica 2) Plausibilidade Biológica 3) Opinião do paciente
    27. 27. 6
    28. 28. LIMA GUIA LIMA PATÊNCIA
    29. 29. ODONTOMETRIA Reciproc – R251 2 3Ruy Hizatugu 26/07/12
    30. 30. 10/.02 Reciproc 25/.08Sistema Reciproc
    31. 31. 1 2 3 4
    32. 32. ENDODONTIA DE RESULTADO
    33. 33. ACESSO OPTO
    34. 34. OPTO
    35. 35. TRATAMENTO NECROSE COM LESÃO CRÔNICA ACESSOLIMPEZA / MODELAGEM 3D OBTURAÇÃO 3D BLINDAGEM DENTAL
    36. 36. 7
    37. 37. ABRIR LIMPAR FECHARACESSO OBTURAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO E IRRIGAÇÃOPATÊNCIA LIMPEZA MODELAGEM SELAMENTO
    38. 38. Endodontia em Sessão Única RUY HIZATUGU GRUPO DE APOIO: ALEX OTANI EDUARDO KADO Carla Yamamoto Lilian Karasawa KAZUZO OKINO Cássio Dicolla Marco MontezumaGUSTAVO MENEGHINE Celso Taro Hirano Marcia Sasaki Eduardo Fujitani Nelson Mohara EDSON MIYASAKI Fabiana M. Barros Sabrina Hitomi EDUARDO FREGNANI Fernanda Martins Thiago Perrelli SHINICHI KIMURA Gabriel Cadastro Vera Lucia Neiva MARKO NISHIOKA Guilherme Rodrigues SIDNEY KOMATSU Juliana Eto
    39. 39. OFICINA – GARAGEM - ARQUIVOBLOG www.ruyhizatugu.blogspot.com

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