Esequias Caetano
Especialista em Psicologia Clínica
Fone: (34) 8406-8181/ 3061-7043
Mail: ecaetano@institutocrescer.com
Dizer que alguém “tem” personalidade é geralmente
considerado um elogio.
Latim persona, que significa “máscara utilizada pelos
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distintivos e
característicos de pensamento, emoção e
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Psicologia, a Análise do
Comportamento reconhece
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Tradicional
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Comportamental
Ele não fala em público
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 Uma proposta Analítico Comportamental de
explicação do Comportamento baseia-se em três
pilares:
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A Abordagem Comportamental adota um modelo
explicativo Funcionalista/ Relacional
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 De que forma o longo tempo sem
encontrar a namorada contribuiu
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 Quando você vai à casa de uma pessoa e encontra um
monte de “coisas legais”, aumentam ou reduzem as chances
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Ambiente
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Física
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Sucção Lacrimejar Espirrar
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Costumes e Hábitos Crenças e Valores
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Borderline Histriônica
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Tendência a interpretar as intenções dos outros como
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 As pesquisas, até o momento,
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 Ausência de relacionamentos
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caracterizada por excessiva
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Compulsiva
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Esequias Caetano – Psicólogo CRP 04/ 35023
Telefone - (34) 3061-7043/ 8406-8181/ 9999-98-54
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Personalidade: Trilhando os Caminhos entre o Normal e o Patológico - Análise do Comportamento/ Behaviorismo Radical
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  1. 1. Esequias Caetano Especialista em Psicologia Clínica Fone: (34) 8406-8181/ 3061-7043 Mail: ecaetano@institutocrescer.com
  2. 2. Dizer que alguém “tem” personalidade é geralmente considerado um elogio.
  3. 3. Latim persona, que significa “máscara utilizada pelos atores gregos que tinha função de caracterizar um personagem e amplificar a voz”. No dicionário, é definida como o “conjunto dos elementos psíquicos e comportamentais que constituem a singularidade de um sujeito”.
  4. 4. “A personalidade pode ser definida como os padrões distintivos e característicos de pensamento, emoção e comportamento que definem o estilo pessoal de interação de uma pessoa com o ambiente físico e social” (Atkinson, Atkinson, Smith, Bem & Nolen-
  5. 5. “Em concordância com muitas abordagens da Psicologia, a Análise do Comportamento reconhece que os comportamentos de todos os indivíduos apresentam algumas características – ou, como preferimos, padrões bastante regulares. (...) frequentemente usamos adjetivos para descrever pessoas ao nosso redor” (Banaco & cols., 2012).
  6. 6. Interpretação Tradicional Interpretação Comportamental Ele não fala em público porque é ansioso. Ele não fala em público e é ansioso. Ele não sai do quarto porque está depressivo Ele não sai do quarto e está depressivo Ele está delirando porque é esquizofrênico Ele é esquizofrênico e está delirando
  7. 7.  Uma proposta Analítico Comportamental de explicação do Comportamento baseia-se em três pilares: Ontogênes e CulturaGenética
  8. 8. A Abordagem Comportamental adota um modelo explicativo Funcionalista/ Relacional Ambiente Organismo
  9. 9.  De que forma o longo tempo sem encontrar a namorada contribuiu para que João sentisse saudade?  De que forma a proximidade do vestibular contribuiu para que José, que já reprovou três vezes na prova, se sentisse ansioso?  Maria, ao ficar com Júlio, recebeu muita atenção e carinho, coisas das quais ela estava privada há um tempo. Isso aumenta ou reduz as chances dela sentir vontade de voltar a ficar com ele?
  10. 10.  Quando você vai à casa de uma pessoa e encontra um monte de “coisas legais”, aumentam ou reduzem as chances de você voltar lá (ou sentir vontade de voltar lá)?  Quando você tem aula com um professor “reclamão”, que além de não explicar direito, te critica quando você faz perguntas, aumentam ou reduzem as chances de você gostar da aula dele?
  11. 11. Ambiente Comportamento
  12. 12. T: Uhum... Imagino como deve ter sido ruim. O que te veio à cabeça logo que descobriu a traição? C: Nossa!! Eu fiquei com vontade de sumir no mundo. Parece que tudo o que vivemos de bom não valeu nada! T: Entendo. Você pensou: “tudo o que vivemos de bom não valeu nada”. Foi isso? C: Sim... Isso mesmo T: E sentiu vontade de desaparecer C: Sim! Não queria ver ninguém.
  13. 13. Ontogênes e CulturaGenética
  14. 14. Tendências e Propensões Reflexo Inato
  15. 15. Agressividade Ansiedade Impulsividade Depressão Resistência Física Sonolência Obesidade Sensibilidade Empatia Resistência à Temperatura Psicopatologias
  16. 16. Sucção Lacrimejar Espirrar Suor Sobressalto ExcitaçãoPalpitação Ansiedade Tremor Dilatação Pupilar Excreção
  17. 17. Aprendizagem Respondente Aprendizagem Operante Aprendizagem Vicária
  18. 18. Estímulo Incondicionado Resposta Incondicionada Estímulo Neutro Estímulo Condicionado Resposta Condicionada
  19. 19. Resposta Consequênci a Reforç o Puniçã o Física Social Fisiológica Contexto Físico Social Fisiológico
  20. 20. Modelo / Reforço Imitação Punição Esquiva
  21. 21. Costumes e Hábitos Crenças e Valores Autoconhecimento
  22. 22. Um Perfil de Personalidade corresponde um “sistema de respostas funcionalmente unificado” (Skinner, 1953/ 2003), relativamente frequente, no repertório do indivíduo.
  23. 23. Paranóide Esquizóide Antissocial Borderline Histriônica Narcisista Dependente Esquiva Obsessivo Compulsiva Passivo-Agressiva
  24. 24. Tendência a interpretar as intenções dos outros como humilhantes ou ameaçadoras.
  25. 25.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Propensão genética;  Abuso Verbal;  Conflito com pais;  Negligência Emocional;  Negligência de Supervisão
  26. 26.  Ausência de relacionamentos interpessoais significativos ou indiferenças em relação a eles.  Retraídos ou Solitários;  Restrição na manifestação de afeto;  Fala lenta, monotônica e pouco expressiva;  Raras alterações de humor.
  27. 27.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Propensão Genética: baixa sensibilidade;  Ambiente pouco denso em afeto;  Ambiente pouco denso em reforço social  Exposição a contingências aversivas;  Comunidade verbal empobrecida;
  28. 28.  Padrão comportamento pouco sensível ao outro, frequentemente irresponsável e ameaçador, com pouco respeito às regras sociais.  Histórico de Transtorno de Conduta na adolescência;  Envolvimento frequente em brigas, vandalismo e atos ilícitos;  Habilidades de persuasão e sedução bem desenvolvidas.
  29. 29.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Propensão Genética: pouco empático;  Ambiente sem regras ou com regras inconsistentes;  Punição ou supervisão inconsistente;  Abuso físico, verbal ou sexual;
  30. 30.  A personalidade histriônica é caracterizada por excessiva emotividade e busca de atenção.  Preocupação excessiva com atratividade física;  Geralmente são sedutores;  Hipérboles;  Comportamento reativo e intenso;  Frequentes e irracionais explosões de raiva;  Facilmente excitáveis e exigentes.
  31. 31.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Modelos de comportamento histriônico;  Reforço de relatos de superioridade e competitividade;  Baixa densidade de reforço social livre;  Reforço de comportamento “ de exagero”;  Baixa densidade de afeto;  Poucas regras sobre “respeito ao
  32. 32.  Caracterizada por frequentes falas auto engrandecedoras e busca ativa de status;  Competitividade;  Pouco respeito às regras sociais e morais;  Intolerância à frustração;  Preocupação com como o outro o vê;  Pouco sensíveis ao outro;  Dificuldade para estabelecer relacionamentos íntimos;
  33. 33.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Pais desatentos, mas “materialmente generosos”;  Reforço social da competitividade;  Valorização social da beleza em detrimento dos outros;  Baixa densidade de reforço livre;  Disciplina inconsistente.
  34. 34.  Caracterizada por uma necessidade global e excessiva de ser cuidado (a), comportamento submisso, apego excessivo e ansiedade de separação.  Dificuldades para tomar decisões simples;  Inassertividade;  Dificuldades para iniciar projetos por conta própria;  Busca de relacionamentos como “ponto de apoio”
  35. 35.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Reforço de comportamento passivo;  Baixa densidade de reforço social e reforço livre;  Punição do comportamento assertivo;  Pais “superprotetores”;  Modelos de dependência
  36. 36.  Caracterizada por relutância no contato com o outro, ansiedade social elevada e visão de si como inadequado.  Evita situações nas quais existe risco de crítica;  Mostra-se reservado a relacionamentos interpessoais;  Hipersensível à avaliação negativa e à rejeição;  Padrão de comportamento inassertivo;
  37. 37.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Pais ausentes, muito exigentes ou pouco afetivos;  Pais abusivos física ou emocionalmente;  Baixa densidade de reforço social e reforço livre;  Poucas oportunidades de exposição a situações sociais;  Modelos de evitação social;
  38. 38.  Suas características incluem atenção aos detalhes, autodisciplina, controle emocional, perseverança e polidez.  Rigidez;  Perfeccionismo;  Ruminação;  Moralismo;  Inflexibilidade;
  39. 39.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Modelos de comportamento obsessivo;  Ambiente exigente e punitivo;  Ambiente com baixa densidade de reforço livre;  Poucas oportunidades de desenvolvimento de H. S.
  40. 40.  É caracterizada por um padrão de resistência a demandas sociais e ocupacionais  Resistência a cumprir rotinas e regras;  Queixas de injustiça e incompreensão do outro;  Propensão a discussões;  Resistência a autoridades;  Inveja e ressentimento a pessoas afortunadas;
  41. 41.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Ambiente pobre em reforçamento social;  Rotina inconsistente e mudanças frequentes;  Exposição crônica a estimulação aversiva moderada;  Reforço por burlar regras;  Pais ausentes ou pouco afetuosos.
  42. 42.  Caracteriza-se por notável instabilidade em vários aspectos da vida, incluindo autoimagem, afeto e comportamento.  Esforços frenéticos para evitar um abandono, real ou não;  Relações Interpessoais instáveis e intensas;  Impulsividade;  Recorrência de comportamento autoagressivo;  Sentimentos crônicos de vazio;  Raiva inadequada ou dificuldade de controlá-la;  Ideação paranóide.
  43. 43.  As pesquisas, até o momento, indicam que as seguintes contingências contribuem para o desenvolvimento do perfil:  Abuso sexual, físico ou emocional na infância;  Pais com problemas psiquiátricos graves;  Pais negligentes;  Baixa densidade de reforço social e reforço livre;
  44. 44. “Uma personalidade pode se restringir a um tipo particular de ocasião – quando um sistema de respostas se organiza ao redor de um dado estímulo discriminativo. Tipos de Comportamentos que são eficazes ao conseguir reforço em uma ocasião A são mantidos juntos e distintos daqueles eficazes na ocasião B” (Skinner, 1953/ 2003)
  45. 45. A. Um padrão persistente de vivência íntima ou comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo. Este padrão manifesta-se em duas (ou mais) das seguintes áreas: (1) cognição (2) afetividade (3) funcionamento interpessoal (4) controle dos impulsos
  46. 46. Paranóide Esquizóide Antissocial Borderline Histriônica Narcisista Dependente Esquiva Obsessivo Compulsiva Passivo-Agressiva Formem duplas. Cada dupla deverá representar um dos perfis de personalidade através de uma mini peça de teatro.
  47. 47. Esequias Caetano – Psicólogo CRP 04/ 35023 Telefone - (34) 3061-7043/ 8406-8181/ 9999-98-54 E-mail: neto@institutocrescer.com www.facebook.com/institutocrescer / www.institutocrescer.com

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