Perturbações psicológicas na adolescência

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Apresentação,14 de Dezembro de 2010

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Perturbações psicológicas na adolescência

  1. 1. Perturbações psicológicas na Adolescência<br />
  2. 2. Subtemas:<br /><ul><li>Problemas afectivos;
  3. 3. Transtornos obsessivo – compulsivos;
  4. 4. Comportamentos delinquentes juvenis;
  5. 5. Violência doméstica na adolescência;
  6. 6. Suicídio.</li></li></ul><li>Problemas afectivos<br /><ul><li>Ansiedade ou angústia</li></ul>- Medo de perder as pessoas queridas, ou de que algo aconteça com elas, discussões familiares.<br />- Forte resistência à escola, sintomas físicos nos dias que vai à escola, e nesta tendência a isolamento, apatia, tristeza e falta de concentração.<br />Classificação dos problemas<br /><ul><li>Fobiaescolar</li></ul>- Medo da escola ou de situações directamente ligadas a ela.<br />- Ansiedade diante de pessoas desconhecidas ou nas quais não<br />tem confiança.<br />- Ansiedade excessiva, generalizada a todos os aspectos da vida e que afectam o ambiente escolar.<br />Meios de detectar esses problemas- Observação dos pais e professores- Comunicação dos filhos com pais- Comunicação dos alunos com educadores<br /> Dessa forma estarão a ser criadas as condições para os problemas se evidenciarem e serem assim minimizados os seus efeitos e contornadas as suas dificuldades.<br />
  7. 7. Transtornos Obsessivo - Compulsivos<br />O que é?<br />O transtorno obsessivo-compulsivo, é uma doença em que um indivíduo apresenta obsessões e compulsões, sofre de comportamentos que parecem absurdos e ridículos aos olhos da própria pessoa. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis que podem possuir conteúdo sexual, trágico, esta de certa maneira sente-se aliviada temporariamente com tais comportamentos. <br />Causas<br /><ul><li>Excesso de stress;
  8. 8. Problemas sociais;
  9. 9. Fraca auto-estima e falta de confiança.</li></ul>Sintomas<br /><ul><li>Repetição de acções rápidas e sistemáticas totalmentesem necessidade;
  10. 10. Vício de achar que sofre sempre de alguma doença, mesmo que sem qualquer sintoma;
  11. 11. Ordenamento rigoroso de todo o material, desde livros, revistas, até mesmo os lápis, como também o vício da limpeza, mesmo sendo desnecessário.</li></ul>Na adolescência<br /><ul><li>Baixa as médias dos alunos, pois estes não conseguem manter a concentração;
  12. 12. Também resulta no insucesso escolar, pois o indivíduo demora a realizar as tarefas escolares por causa da necessidade de apagar constantemente os exercícios;
  13. 13. Inflexibilidade e rigidez em algumas brincadeiras, qualquer tipo de situação afecta psicologicamente o indivíduo;
  14. 14. Hábitos e rituais de higiene repetitivos e exagerados;</li></ul> Se não for resolvido prontamente, este tipo de transtorno, pode causar depressões e a dependência de drogas e álcool, como maneira de alívio pela pressão que o indivíduo sofre.<br />Tratamento Psicológico<br /><ul><li>É algo que tem que ser observado pelos pais e professores, de maneira a ser imediatamente tratado;
  15. 15. Exige um acompanhamento rigoroso de um psicólogo;
  16. 16. O indivíduo deverá aprender métodos diferentes para aliviar o stress e a pressão, normalmente escolhe-se um desporto.</li></li></ul><li>Comportamentos delinquentes juvenis<br />Características dos delinquentes juvenis<br /><ul><li>Necessidade de exercer domínio e controle sobre os outros. Manipulação;
  17. 17.  A comunicação do delinquente é caracterizada por omissões e por ser unilateral não tomando em consideração o ponto de vista do outro;
  18. 18. Energia: elevado nível de energia física e mental;
  19. 19. Corrosão: processo mental que permite ao delinquente afastar ideias ou ideais que podem constituir um obstáculo à prática de crimes. É através da corrosão que o delinquente pode esquecer compromissos ou experiências de aprendizagem positivas que poderiam prevenir o acto delinquente;
  20. 20. Responsabilidade: desinteresse pelo comportamento responsável;
  21. 21. Empatia: o delinquente não tem em consideração as necessidades dos outros, ignorando o facto do seu comportamento poder prejudicar os outros;
  22. 22. Pensamento: dificuldade em aprender com a experiência. Deficientes competências de resolução de problemas;
  23. 23. Contradependência: evitam a intimidade e depender dos outros.</li></ul>Tipos de delinquentes<br /><ul><li>Os delinquentes socializados que apresentam pouca perturbação psicológica mas que se envolvem em actos anti-sociais, enquanto membros reputados de uma subcultura delinquente;
  24. 24. Os delinquentes caracteriológicos em quem a conduta anti-social deriva de um estilo de personalidade cronicamente centrado em si próprio, explorador e sem considerações;
  25. 25. Os delinquentes neuróticos que se portam mal como uma expressão sintomática de necessidades e preocupações subjacentes;
  26. 26. Os delinquentes psicóticos ou neuropsicológicos, cuja transgressão da lei resulta de substanciais deficiências de raciocínio, do controlo dos impulsos e de outras funções integradoras de personalidade.</li></ul>O que é?<br />A delinquência juvenil refere-se aos delitos cometidos por menores. Designa-se por delinquente a pessoa que comete um crime várias vezes. <br />Os actos delinquentes podem ir desde delitos graves contra pessoas ou bens (assalto, homicídio) até aos pequenos delitos (vandalismo), e podem incluir também os delitos ao estatuto que apenas são ilegais em virtude da menoridade das pessoas que os cometem (violação das horas de recolher a casa, fugas).<br />Há procedimentos específicos para a resolução deste problema, tais como os centros juvenis de detenção. <br />
  27. 27. Violência doméstica<br /><ul><li>Violência psicológica</li></ul>Às vezes é tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, desvalorização, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indestrutíveis para toda a vida.<br /><ul><li>Violência verbal</li></ul>Normalmente ocorre ao mesmo tempo que a violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem a sua artilharia contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar. <br />Apesar da nossa sociedade parecer obcecada e entorpecida pelos cuidados com as crianças e adolescentes, é bom ressaltar que um bom número de agressões domésticas é cometido contra os pais por adolescentes, assim como contra avós pelos netos ou filhos. <br />O que fazer se for vítima de violência doméstica?<br />Ainda que não haja sinais externos de agressão, deve recorrer ao hospital local (de preferência), centro de saúde ou médico particular para ser observada e tratada; é importante identificar o agressor. Se reside nas grandes áreas de Lisboa, Porto e Coimbra, deve dirigir-se para exame médico-legal, ao respectivo Instituto de Medicina Legal.<br />Tipos de violência doméstica<br /><ul><li>Violência física</li></ul>Uso da força com o objectivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros, agressões com diversos objectos e queimaduras por objectos ou líquidos quentes. Quando a vítima é criança, além da agressão activa e física, também é considerado violência os factos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis.<br />O que é?<br />A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, na maior parte das vezes de forma silenciosa.<br />É um problema que arremete ambos os sexos e não costuma obedecer a nenhum nível social, económico, religioso ou cultural específico, como poderiam pensar algumas pessoas.<br />
  28. 28. Suicídio na Adolescência<br />Sinais de alerta<br /><ul><li>Sinais verbais</li></ul>- Não quero viver mais. – A vida não tem mais sentido. <br />– Deixarei de ser um problema.<br /> – Em breve deixarei de sofrer.<br /> – Gostaria de morrer. <br />– Ninguém se importa se estou vivo ou morto.<br /><ul><li>Desenhos</li></ul> - Planeamento<br /> – Inventário dos bens.<br /> – Ritual de despedida (cartas, e-mails, etc.)<br /><ul><li>Comportamentos na escola</li></ul>- Baixo rendimento, absentismo, pouca concentração. – Alterações de humor e comportamentos rebeldes repentinos. <br />– Abordagem de temas sobre a morte. <br />– Perda de interesse em actividades antes prazerosas.<br />Factores desencadeantes:  <br /> - Crise de identidade.<br /> – Baixa auto-estima.<br /> – Distúrbios psiquiátricos (depressão).<br /> – Crises familiares (separação dos pais, violência doméstica, doença grave ou morte). <br />– Falta de apoio no meio familiar.<br /> – Perda de um familiar ou amigo querido. <br />– Crise disciplinar com os pais ou na escola. <br />– Situações de desapontamento, rejeição ou humilhação. <br />– Rompimento com o namorado ou namorada. <br />– Fracasso em actividades valorizadas pelo(a) jovem. <br />– Exposição ao suicídio (média, família, comunidade).<br /> – Suicídio recente de amigos ou familiares. <br />– Falta de esperança.<br /> – Abuso físico e sexual. <br />– Abuso de drogas.<br /> – Gravidez indesejada.<br />Na maior parte dos casos, o suicídio trata-se de uma solução definitiva para problemas normalmente passageiros, passionais ou socio-afectivos, nomeadamente crises existenciais.<br />Incidência<br /> A maior incidência situa-se na faixa entre os 15-24 e o maior número de tentativas ocorre no sexo feminino, por envenenamento enquanto que no sexo masculino procuram mecanismos mais violentos como armas de fogo, por exemplo.<br />
  29. 29. Divulgação do Grupo e do seu tema<br />
  30. 30. Comentários do grupo <br />
  31. 31. Fim (do 1º Episódio)<br />
  32. 32. Trabalho realizado por:<br />Bé, a violenta<br />Zé, o afectivo<br />Sandy, a delinquente<br />Diogo, o transtornado<br />Lau, a suicida<br />

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