Mulher e Cancro da Mama

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trabalho de area de projecto secundario 2006 2007

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Mulher e Cancro da Mama

  1. 1. Escola Secundária/3 de Carregal do Sal Área de Projecto A Mulher e o Cancro da Mama Trabalho elaborado por: Ana Sophia Borges 12º A Imke Buekenhout 12º A
  2. 2. Temas a Tratar I- Fundamentação Teórica Cancro:  Definição e Etiologia  Diferença entre benigno e maligno  Aspectos das células malignas  Desenvolvimento de um cancro Cancro da mama  Afecções da mama  Fisiologia e anatomia da mama  Factores de risco  Sintomas  Métodos de rastreio  Tratamento (Cirurgia, Radioterapia, Quimioterapia e Fármacos)  Reconstrução mamária
  3. 3. Implicações do cancro da mama  Imagem corporal modificada Doenças mamárias no Homem  Ginecomastia  Cancro da mama II- Fundamentação Empírica Dados e gráficos relativos às realizações, no Concelho Carregal do Sal, de:  Mamografias  Citologias  Demonstração do auto-exame da mama
  4. 4. Cancro ou Neoplasia maligna É uma doença provocada pela divisão descontrolada das células Estas células invadem outros tecidos (metástases) Provocada pelas mutações no DNA
  5. 5. Etiologia do cancro Certos agentes ou factores têm sido responsabilizados pelo desenvolvimento do cancro como: -Vírus -Agentes físicos -Agentes químicos -Factores genéticos ou familiares -Factores alimentares -Agentes hormonais
  6. 6. Diferença entre Benigno e Maligno Durante um ciclo de vida de uma pessoa, os tecidos do corpo passam por períodos de crescimento rápido ou proliferativo, que devem ser diferenciados da actividade maligna de crescimento. Existem vários padrões de crescimento celular, entre os quais está a neoplasia. A neoplasia, descrita como crescimento celular descontrolado e desligado de qualquer demanda fisiológica, pode ser benigna ou maligna. Célula Maligna Célula Benigna  Põe a vida em risco  Geralmente não põe a vida em risco  São invasivos  Não se costumam  Possuem proteínas transformar em malignas designadas antígenos tumorespecíficos
  7. 7. Células Malignas  Alteração da membrana celular dificulta a movimentação hídrica para dentro e fora da célula  Os núcleos das células cancerosas muitas vezes são grandes e de formato irregular  Os nucléolos são maiores e mais numerosos  Anormalidades cromossómicas (translocações, delecções e adições)  A mitose ocorre com maior frequência
  8. 8. Desenvolvimento de um cancro As células do cancro desenvolvem-se a partir de células normais num complexo processo denominado transformação. Processo de Transformação: -Iniciação -Promoção Iniciação:  Mudança no material genético da célula prepara-a para se transformar em cancerosa  Modificação é causada por um agente designado carcinogénio Promoção:  A célula que iniciou a sua mudança transforma-se em cancerosa  Não tem efeito sobre as células que não foram submetidas ao processo de iniciação
  9. 9. Cancro da Mama
  10. 10. Cancro da Mama Afecções da mama Não cancerosas Cancerosas (benignas) (malignas)  Dor  Cancro da mama  Quistos  Doença de Piaget do Mamilo  Doença fibroquística  Fibroadenomas  Secreção pelo mamilo  Infecção
  11. 11. Fisiologia e Anatomia da mama  A mama é composta por:  Glândulas (produção de leite)  Tecido adiposo  Tecido conjuntivo  Canal mamário  Auréola (pele à volta da mamilo)  Mamilo  Clavícula  Costela  Músculo peitoral
  12. 12. Factores de risco Factores Preponderantes  Factor genético: A história familiar (mãe ou irmã) de cancro da mama é um factor muito importante. A história de cancro numa avó ou tia representa um risco muito baixo.  A nulipluridade ou a primeira gravidez após os 35 anos ou um grande intervalo entre a menarca e a primeira gravidez representa um factor de risco relevante.  Na mulher que teve um cancro num seio, existe um risco de 5 a 10% de ter outro no seio colateral, num período de 20 anos.  As doenças benignas do seio epidemiologicamente estão relacionadas com risco acrescido de cancro.
  13. 13. Factores de risco Factores Secundários  Idade  Possível relacionamento com o uso prolongado de contraceptivos orais ou terapia de reposição estrogénica  Puberdade Precoce (antes dos 12 anos)  Menopausa tardia (após os 55 anos)  Doença pulmonar que necessite de numerosos exames radiológicos  Elevado nível socio-económico (meio urbano)  Obesidade depois da menopausa  Regime rico em gorduras  Outras neoplasias, associação positiva com cancro de cólon, ovário e endométrio
  14. 14. Sintomas que podem indicar Cancro da Mama  Uma massa que, ao tacto, se diferencie claramente do resto do tecido mamário ou que não desaparece  Inchaço que não desaparece  Pele rugosa ou com covas  Pele escamosa à volta do mamilo  Alterações na forma da mama  Alterações no mamilo  Dor  Inflamação  Prurido (sintoma pouco comum), podendo ser associado a descamação do mamilo e auréola  Corrimentos mamilares (avermelhado/acastanhado)
  15. 15. Método de Rastreio Exame Clínico Mamografia  Permite descobrir cancros  Procura-se toda a alteração infraclínicos ou lesões pré de volume e da forma do cancerosas infraclínicas mamilo e da pele.  Exame de raios x de baixa potência  Faz-se a palpação dos seios. Ecografia  Exame com ultra-sons  Distingue se um tumor cheio de líquido (quisto) de uma massa sólida.
  16. 16. Mamografias
  17. 17. Tratamentos A selecção do tratamento adequado a cada situação individual varia de acordo com o: -Status menopáusico da mulher -Status receptor do tumor -A posição do tumor na mama -A extensão da doença -Estádio sistémico da doença Determinam o tipo de tratamento ou combinações destes mais adequados: -Cirurgia -Radioterapia -Quimioterapia -Fármacos
  18. 18. Tratamento: Cirurgia Mastectomia radical: extirpam-se Técnicas Cirúrgicas os músculos peitorais subjacentes e outros tecidos. -Clássica -Modificada Mastectomia Simples: extrai-se a Radicais totalidade do tecido mamário, -Simples deixando o músculo subjacente -Lumpectomia intacto e pele suficiente para -Excisão Ampla cobrir a ferida (Tumorectomia e Conservadoras -Quadrantectomia Quadrantectomia)
  19. 19. Tratamento: Radioterapia e Quimioterapia Radioterapia Quimioterapia  Destrói as células Permite a destruição do tumor com preservação da cancerosas estrutura, função e estética.  Administração de fármacos Existem quatro tipos: que bloqueiam a acção das hormonas -Curativa Hormonas Estimulam o crescimento das células -Pós-operatória cancerosas -Pré-operatória -Radical
  20. 20. Tratamento: Fármacos  Tamoxifeno- Bloqueia a acção das hormonas que estimulam o crescimento das células cancerosas.  É administrado como um tratamento de manutenção depois da cirurgia da mama.  Está quimicamente relacionado com estrogénios.
  21. 21. Reconstrução mamária Para reconstruir a mama pode-se:  Fazer um implante de silicone ou de soro fisiológico  Retirar tecido de outras partes no corpo da mulher (exemplo: abdómen)
  22. 22. Implicações do Cancro da Mama Modificações da Imagem Corporal
  23. 23. Doenças Mamárias no Homem Cancro da Mama  Raramente surgem problemas mamárias  Principais doenças mamárias:  Afecta a população masculina apenas 1% em -Ginecomastia relação às mulheres -Cancro da Mama Ginecomastia:  Pouco comum -aumento do tamanho dos seios (puberdade)  Raramente suspeita cancro -crescimento pode ser causado costuma chegar a um estado por: avançado antes de ser -certas doenças diagnosticado (hepáticas) -determinados tratamentos farmacológicos -Consumo de marijuana  Crescimento desaparece por si só
  24. 24. II- Fundamentação Empírica Gráfico No Centro de Saúde de Carregal do Sal: - Realização das Mamografias aumentou ao longo dos anos - Realização de Citologias aumentou até 2002 e diminui entre 2002 e 2003. No ano 2006 a percentagem de Citologias realizadas atinge 18.2.
  25. 25. Auto-Exame da Mama
  26. 26. Características do auto-exame da mama O que é o Auto-Exame da Mama? É um exame cuidado, que consiste numa simples observação e palpação dos seios. Com que regularidade o deve fazer? Uma vez por mês, após o período menstrual. Precisa-se de algum material próprio para o fazer? Não. Apenas um espelho e de uma almofada. Será mesmo necessário fazê-lo todos os meses? Sim, para confirmar com a regularidade necessária que está tudo bem com os seios.
  27. 27. Orientações  Coloque-se em frente de um espelho  Levante os braços e observe os seios  Verifique: -a forma dos seios -se há alterações de tamanho, da cor e dos contornos da mama -se há retracção do mamilo, descamação ou secreções
  28. 28.  Deite-se e coloque uma almofada debaixo do ombro direito  Coloque a sua mão direita debaixo da cabeça  Utilize os três dedos centrais espalmados  Palpe a axila firmemente para se certificar que não há qualquer nódulo ou inchaço O movimento de Palpação é circular, partindo da parte externa para a parte interna da mama.
  29. 29. Faça todos os meses o Auto- Exame da Mama Agradecimentos: Professora Carla Marques Professora Aldina Sobral Dra. Carolina Trabalho elaborado por: Ana Sophia Borges e Imke Buekenhout

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