UNIVERSIDADE ANHANGUERA - UNIDERP
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
TURMA N30
Disciplina: Pr...
Introdução
Hoje em dia as complicações envolvendo o mau uso ou a
técnica incorreta de alguns procedimentos realizados no a...
Conceito
Cateterismo Vesical de Demora Masculino é a introdução de
um cateter estéril através da uretra até a bexiga, usad...
Cateterismo Vesical de Demora Masculino
Finalidade:
Aliviar a retenção urinária;
Permitir irrigação vesical;
 Mensurar ...
Cateterismo Vesical de Demora Masculino
Complicações:
 Infecção
 Estenose uretral ( estreitamento da uretra)
 Cálculo v...
Material para higiene de períneo
1 Comadre;
2 Sabonete neutro;
3 Luvas de procedimento;
4 Bacia com água;
5 Duas compressa...
Higiene de períneo
1 Higienizar a região perineal e genital do paciente utilizando a
bacia com água, as compressas/toalha ...
Material do procedimento
1. Bandeja
2. Sonda foley de 2 ou 3 vias, nº 16 à 18 conforme prescrição;
3. Bolsa coletora siste...
Material do procedimento
8. Duas seringas de 20 mL;
9. Agulha 25 x 8 mm;
10. Água estéril, frasco de 20 mL;
11. Esparadrap...
Material do procedimento
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
Cateterismo Vesical de Demora Masculino-
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5. Retirar as luvas de procedimento e lavar as
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28. Recolher o material ;
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Conclusão
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Referência
APECIH . Prevenção de Infecção do Trato Urinário. São Paulo:
Associação Paulista de Estudos e Controle de Infec...
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  1. 1. UNIVERSIDADE ANHANGUERA - UNIDERP CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TURMA N30 Disciplina: Processo de Cuidar II Cateterismo Vesical de Demora Masculino Acadêmicos: Agneldo Silva Ferreira RA: 380357 Benjamim da Silva Passos RA: 380238 Elaine Souza Luso RA: 376795 Mário Sérgio Carvalho Caldas RA: 376794 Rohseney Kelly Silva e Silva RA: 339167 Prof. Esp. Mirna Coelho de Barros Tucuruí/PA 2013
  2. 2. Introdução Hoje em dia as complicações envolvendo o mau uso ou a técnica incorreta de alguns procedimentos realizados no ambiente hospitalar, vem ganhando grande importância no cenário da saúde. O cateterismo vesical de demora no qual exige grande atenção do profissional e o uso de materiais estéreis e compatíveis com a anatomia do paciente, aliado ao acompanhamento frequente para detectar qualquer alteração que venha a interromper o procedimento ali realizado, é de grande importância, tanto para o paciente quanto para o profissional.
  3. 3. Conceito Cateterismo Vesical de Demora Masculino é a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, usado quando há necessidade que o paciente permaneça com ele por longos períodos de tempo seja para controlar o volume urinário, possibilitar a eliminação da urina em pacientes imobilizados, inconscientes ou com obstrução, em pós-operatório de cirurgias urológicas. Deve-se utilizar técnica asséptica/estéril no procedimento a fim de evitar uma infecção urinária(ITU)no paciente .
  4. 4. Cateterismo Vesical de Demora Masculino Finalidade: Aliviar a retenção urinária; Permitir irrigação vesical;  Mensurar a urina residual da bexiga após a micção;  Pré-operatório e exames pélvicos (quando indicados)  Coletar urina estéril para exames;  Controlar o débito urinário.
  5. 5. Cateterismo Vesical de Demora Masculino Complicações:  Infecção  Estenose uretral ( estreitamento da uretra)  Cálculo vesical  Hematúria (presença de sangue na urina)  Perfuração de bexiga pelo cateter
  6. 6. Material para higiene de períneo 1 Comadre; 2 Sabonete neutro; 3 Luvas de procedimento; 4 Bacia com água; 5 Duas compressas ou toalha.
  7. 7. Higiene de períneo 1 Higienizar a região perineal e genital do paciente utilizando a bacia com água, as compressas/toalha e o sabonete neutro; 2 Utilizar movimentos unidirecionais: de frente para trás; 3 Higienizar as mãos após procedimento
  8. 8. Material do procedimento 1. Bandeja 2. Sonda foley de 2 ou 3 vias, nº 16 à 18 conforme prescrição; 3. Bolsa coletora sistema fechado; 4. Kit de cateterismo vesical estéril contendo 1 cuba rim, 1 cuba redonda, 1 pinça; 5. Pacote de gaze estéril; 6. Almotolia de PVPI tópico (polivinilpirrolidona-iodo); 7. Gel lubrificante estéril;
  9. 9. Material do procedimento 8. Duas seringas de 20 mL; 9. Agulha 25 x 8 mm; 10. Água estéril, frasco de 20 mL; 11. Esparadrapo; 12. Luvas estéreis; 13. Campo fenestrado (vide observação); 14. Biombo; 15. Equipamentos de Proteção Individual.
  10. 10. Material do procedimento Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  11. 11. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 1. Reunir o material, lavar as mãos e explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente; 2. Promover um ambiente iluminado e privativo (proteger o leito com biombo); 3. Colocar o paciente em decúbito dorsal com as pernas afastadas, calçar as luvas de procedimento; 4. Fazer a higiene íntima com água e sabonete neutro; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  12. 12. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 5. Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos; 6. Colocar o saco de lixo próximo à cama; 7. Abrir o pacote de cateterismo vesical com técnica asséptica sobre abandeja entre as pernas do paciente com a ponta próxima à base peniana; 8. Colocar sobre o campo as seringas, agulha, sonda vesical e gaze; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  13. 13. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 9. Colocar a solução anti-séptica na cuba redonda; 10. Abrir a embalagem do coletor colocando a ponta da extensão sobre o campo; 11. Abrir a ampola de AD (água destilada) e deixá-la na mesa de cabeceira; 12. Calçar as luvas estéreis; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  14. 14. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 13.Aspirar a AD (água destilada) com a seringa e agulha com auxílio de outra pessoa e colocá-la sobre o campo; 14.Colocar gel lubrificante anestésico (xylocaína) na outra seringa com auxílio de outra pessoa; 15.Testar o balão e válvula da sonda introduzindo a quantidade de água recomendada pelo fabricante (normalmente de 10 a 20 ml); 16. Conectar a sonda ao coletor; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  15. 15. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 17. Colocar o campo fenestrado (pano c/ furo central) sobre a região genital, expondo o órgão e observando rigorosamente a técnica asséptica; 18. Segurar o pênis com uma gaze, retraindo o prepúcio com o polegar e indicador (mão não dominante). Essa mão deve permanecer imóvel no local até o término do procedimento; 19. Fazer a anti-sepsia obrigatoriamente no sentido do meato uretral para a periferia (glande, prepúcio e corpo do pênis) utilizando gazes montadas em pinça embebidas na solução anti-séptica; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  16. 16. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 20. Afastar com a mão dominate a cuba redonda e pinça; 21. Introduzir a xylocaína no meato, pressionando a extremidade do mesmo contra o bico da seringa. Manter pressionada a glande por cerca de 2 segundos para evitar refluxo da geleia; 22. Com a mão dominate inserir suavemente a sonda até sua bifurcação (18 a 20 cm) com movimentos para baixo, com o pênis elevado perpendicularmente, e baixar o pênis lentamente para facilitar a passagem na uretra bulbar; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  17. 17. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 23. Insuflar o balão e tracionar a sonda até encontrar resistência; 24. Recobrir a glande com o prepúcio a fim de evitar edema da glande; 25. Fixar a sonda com fita adesiva entre a região inguinal e o hipogastro; 26. Retirar as luvas; Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HxiyZtnSf5I
  18. 18. Cateterismo Vesical de Demora Masculino- procedimento 27. Deixar o paciente confortável; 28. Recolher o material ; 29. Lavar as mãos; 30. Fazer as anotações pertinentes ( tipo e calibre da sonda, volume de água no balão, aspecto da urina e intercorrências durante o procedimento.
  19. 19. Conclusão Ficou esclarecido quão grande a importância do procedimento e o uso de material estéril para realização da introdução do cateter, seja ele de alivio ou demora, auxiliando a eliminação de urina do paciente de maneira satisfatória e livre de complicações. No entanto sem perder o foco no paciente como ser humano, devendo assim os profissionais de enfermagem proporcionar o máximo possível de privacidade, conforto e orientando o mesmo sobre o procedimento que será realizado.
  20. 20. Referência APECIH . Prevenção de Infecção do Trato Urinário. São Paulo: Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar, 2009. CRAVEN, Ruth F., HIRNLE, Constance J. Iniciação a ciências da enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006. PLT 96. Sonda vesical de demora masculina.Disponível em: <http://aenfermagem.com.br/procedimentos/sonda-vesical-de-demora- masculina/> acessado em: 15 de março de 2013. TAYLOR, C; LILLIS,C; LEMONE,P. Fundamentos de Enfermagem: a arte e a ciência do cuidado de enfermagem. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.1592 p.

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