O slideshow foi denunciado.
Seu SlideShare está sendo baixado. ×

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA HUMANA.pptx

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Próximos SlideShares
Saúde do Homem.ppt
Saúde do Homem.ppt
Carregando em…3
×

Confira estes a seguir

1 de 36 Anúncio
Anúncio

Mais Conteúdo rRelacionado

Mais recentes (20)

Anúncio

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA HUMANA.pptx

  1. 1. SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA HUMANA Profª: Msc. Gabrielly Andrade AULA 1 – Sondas, Drenos e Cateteres
  2. 2. Acolhimento https://www.youtube.com/watch?v=FbEfhjbH0A4
  3. 3. Plano de aula • Identificar os diferentes tipos de cateterismo vesical e suas indicações; • Compreender as atividades privativas do enfermeiro • Conhecer as sondas e suas especifidades como testes, manejo e cuidados de enfermagem; • Reconhecer erros na passagem das sondas de forma imediata. • Objetivos de Aprendizagem do dia
  4. 4. Plano de aula
  5. 5. Plano de aula
  6. 6. Conhecendo os conhecimentos prévios dos alunos • O que você sabe sobre Sondagem Vesical ? Minute Paper
  7. 7. Cateterismo Vesical • O cateterismo vesical consiste na introdução de um cateter estéril na bexiga, pela uretra, com a finalidade de drenar urina. Procedimento que deve ser realizado com todo o rigor da técnica asséptica. A enfermagem tem papel de destaque na prevenção e controle da infecção do trato urinário, cuja principal causa (aproximadamente, 80%) é atribuída à inserção de cateter urinário. Fonte: www1.udesc.br
  8. 8. Cateterismo Vesical Alívio Demora Pode ser: Fonte: Facebook.com
  9. 9. Cateterismo Vesical : Indicações ALÍVIO DEMORA • Alívio para retenção urinária aguda; • Determinação do resíduo urinário; • Obtenção de uma amostra de urina para exame laboratorial; • Drenagem vesical por obstrução aguda ou crônica; • Disfunção vesical (bexiga neurogênica); • Irrigação vesical; • Drenagem vesical após cirurgias urológicas e pélvicas; • Monitoramento do volume urinário em pacientes graves; • Incontinência urinária;
  10. 10. Cateterismo Vesical de Alívio É a introdução de um cateter, sem “cuff’’, através da uretra até a bexiga, para esvaziamento vesical momentâneo da bexiga. Tem como objetivo promover esvaziamento vesical na retenção urinária ( neurológicas e pós anestésicas ) e realizar coleta de amostra de urina para exames. Cateterismo Vesical de Alívio Luva estéril Cateter vesical com calibre adequado ao paciente Seringa de 20 ml (sexo masculino) Xylocaína gel (anestésico) Pacote de cateterismo vesical (contém cuba rim, cúpula, pinça) Pacotes de gazes estéreis antisséptico ( PVPI ) Polvidine tópico ou clorexidina Comadre Biombo medway.com.br Fonte: www1.udesc.br
  11. 11. Cateterismo Vesical de Alívio  Método:  Lavar as mãos  Reunir o material  Explicar o procedimento ao paciente  Abrir campo estéril entre os MMII do paciente que deve permanecer em decúbito dorsal e colocar nele as gazes, seringa, agulha, sonda, com cuidado para não contaminar  Desprezar uma porção de PVPI no lixo a fim de desinfetar a ponta da almotolia  Colocar uma proporção na cúpula  Calçar luvas esterilizadas na técnica adequada  Realizar antissepsia da região perineal ( conforme técnica de higienização perineal demonstrada em banho no leito masculina ou feminina ), com as gazes embebidas na solução com auxílio da pinça
  12. 12. Cateterismo Vesical de Alívio  Método:  No sexo masculino: colocar 20 ml de xylocaína gel na seringa, colocar agulha e retirar o ar. Retirar a agulha, introduzir a xylocaína na uretra ou umidificar o cateter.  No sexo feminino : manter paciente em posição ginecológica, lubrificar com a xylocaína o cateter .  Introduzir sonda na uretra por aproximadamente 10 cm, utilizando mão dominante estéril  Observar o retorno da urina na aparadeira.  Retirar e desprezar o cateter ao término da drenagem  Recolher material, deixando local limpo e organizado  Registrar: o procedimento, calibre do cateter utilizado, aspecto, volume da urina e intercorrências.
  13. 13. Cateterismo Vesical de Demora É a introdução de um cateter com “cuff’’, através da uretra até a bexiga, para esvaziamento vesical permanente. Tem os objetivos de controlar o débito urinário, manter o percurso uretral nas obstruções urinárias anatômicas ou funcionais prolongadas, realizar irrigação vesical em casos de cirurgias da próstata e instilar medicamentos na bexiga. medway.com.br Fonte: www.sanar.com.br
  14. 14. Cateterismo Vesical de Demora Fonte: www.sanar.com.br Cateterismo Vesical de Demora  Materiais:  Luvas estéreis  Sonda de Foley 2 vias  2 Seringas de 10ml e 20 ml  Agulha 40x12  1 ampola de água destilada (AD)  Xylocaína  Pacote de cateterismo vesical (contém cuba rim, cúpula, pinça)  Gazes estéreis  Almotolia com PVPI ou clorexidina  Coletor de urina sistema fechado  Micropore/esparadrapo  Tesoura
  15. 15. Cateterismo Vesical de Demora  Materiais:
  16. 16. Cateterismo Vesical de Demora Fonte: www.sanar.com.br Antes de separar os materiais atentar para o tamanho das luvas estéreis, o calibre da sonda que varia entre HOMENS(Nº16, 18 OU 20) E MULHERES(Nº 12,14 OU 16) conforme o meato urinário, testar o balonete, observar o volume de água destilada que será utilizada para insuflar o balão que é de acordo com as especificações do fabricante
  17. 17. Cateterismo Vesical de Demora
  18. 18. Cateterismo Vesical de Demora
  19. 19. Cateterismo Vesical de Demora • CISTOSTOMIA CURIOSIDADES • NEFROSTOMIA PERCUTÂNEA
  20. 20. QUIZ – QUESTÕES DE CONCURSO 1º) Sonda é definida como um tubo que se introduz em canal do organismo. A equipe de enfermagem realiza diversos tipos de sondagens nos pacientes, contudo quando a Sonda Folley é requisitada pelo enfermeiro significa que será realizada uma: Instituto FIP - 2018 - Prefeitura de Ivaí - PR a) Sondagem Nasogástrica b) Sondagem Enteral c) Sondagem Vesical de Demora d) Sondagem Vesical de Alívio e) Nenhuma das Alternativas
  21. 21. SONDA NASOGÁSTRICA (SNG) SONDA NASOENTERAL (SNE)
  22. 22. Nutrição Enteral A nutrição enteral consiste na administração de nutrientes por meio de sondas nasogástrica (introduzida pelo nariz, com posicionamento no estômago) ou transpilórica (nasoenteral), introduzida pelo nariz, com posicionamento no duodeno ou jejuno,
  23. 23. Sondagem Nasogástrica (SNG) OBJETIVO: Retirar os fluidos e gases do trato gastrintestinal (descompressão), administrar medicamentos e alimentos (gastróclise) diretamente no trato gastrintestinal, obter amostra de conteúdo gástrico para estudos laboratoriais e prevenir ou aliviar náuseas e vômitos.
  24. 24. Sondagem Nasogástrica (SNG) Materiais • Sonda gástrica • Lubrificante anestésico (xylocaína gel) • 1 seringa de 20 ml • micropore / esparadrapo • gazes • luvas de procedimentos • tesoura • algodão umedecido com SF 0,9% • toalha de rosto ou papel toalha medway.com.br
  25. 25. Sondagem Nasogástrica (SNG)  Método:  Realizar lavagem das mãos;  Reunir o material;  Explicar o procedimento ao paciente;  Colocar os materiais sobre a mesa de cabeceira;  Colocar o paciente em posição de Fowler;  Colocar a toalha sobre o tórax do paciente;  Calçar as luvas;  Medir a sonda da ponta do nariz, este até o lóbulo da orelha seguindo –se ao apêndice xifóide e marcar com um pedaço de esparadrapo discreto;  Passar a xilocaína na sonda a ser introduzida;  Fletir a cabeça do paciente para a frente com a mão não dominante, a fim de fechar o acesso da sonda e as vias respiratórias;  Orientar o paciente que ao sentir a sonda em região orofaríngea o mesmo deve deglutir;
  26. 26. Sondagem Nasogástrica (SNG) ATENÇÃO! Se o paciente tossir, apresentar cianose ou ficar agitado suspenda a manobra e retire a sonda imediatamente, aguarde e posteriormente refaça. Se houver sangramento ou resistência, comunique.
  27. 27. Sondagem Nasogástrica (SNG) Após introduzir a sonda e observar o estado geral do cliente é o momento de realizar os testes para só depois da realização dos mesmos é que se realiza a fixação Os testes são: 1. Adaptar a seringa a sonda e aspirar, se estiver no estômago sairá suco gástrico; 2. Colocar um estetoscópio sobre o abdome do paciente (região gástrica) e injetar rapidamente 20ml de ar. Se ouvir um ruído borbulhante, a sonda estará no estômago
  28. 28. Sondagem Nasoenteral (SNE) Também chamada cientificamente de sonda de DobbHoff, fica inserida em região pós ou trans pilórica. Para realizar necessita de autorização do familiar ou responsável
  29. 29. Sondagem Nasoenteral (SNE) Medir a sonda da ponta do nariz ao lóbulo da orelha e do lóbulo da orelha ao processo xifóide. Adicionar de 5 a 10 cm para a colocação intestinal. Marcar a sonda no ponto desejado. Teste por Raio X
  30. 30. Sondagem Nasoenteral (SNE) Alimentação por Gavagem A dieta enteral pode ser administrada por método intermitente ou contínuo. Na administração intermitente o volume a ser administrado varia em torno de 350 ml/vez, de 4 a 6 vezes ao dia. Pode ser feita por BIC, seringa ou gotejamento.
  31. 31. Sondagem Nasoenteral (SNE) .  Lavar as mãos, separar material, calçar as luvas  Explicar o procedimento ao paciente;  Posicionar o paciente;  Realizar a medição,, e fazer a marcação.  Passar a sonda e observar qualquer sinal de intercorrência  Deixar o paciente confortável em decúbito lateral direito; MÉTODO
  32. 32. Sondagem Nasoenteral (SNE) Clampear sonda ao conhecer e desconectar seringas. A Resolução COFEN n.º 619/2019 normatiza a atuação da equipe de enfermagem na sondagem nasoentérica. Dentre outras competências, a enfermeira pode solicitar e encaminhar o paciente para confirmação da localização da SNE por exame radiológico.
  33. 33. Atividade Verificadora da Aprendizagem ORIETAÇÕES: Mapa mental pelo site (https://www.goconqr.com/pt-BR). Orientação por vídeo como utilizar a ferramenta tecnológica (Goconqr) para construção do mapa. Criação de grupos para discussão.
  34. 34. Tópicos de Aprendizagem • A passagem das sondas é privativo do Enfermeiro (a); • A sonda nasogástrica tem a função de gavagem e sinfonagem; • A alimentação da sonda nasoenteral só pode iniciar após a realização do raio x; • A troca da fixação é de responsabilidade do Enfermeiro; • O tamanho da SVD femininas é menor devido a uretra; • Na passagem da SNG e NSE se atentar a sinais de asfixia por posicionamento indevido; • As observações cuidados de enfermagem dos pacientes com sondas são contínuos;
  35. 35. Para a o próximo Encontro https://brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/downloa d/40068/pdf Sugestão de Leitura
  36. 36. Referências ALMEIDA,T.P.M. CRUZ, A.F. Diretrizes para a Prática do Cuidado de Enfermagem com Cateter Vesical em Pacientes de Alta Complexidade: Revisão Sistematizada da Literatura. UFF, Vol 10º, 2018. Dísponível: http://www.jsncare.uff.br/index.php/jsncare/issue/view/48 NEAVES.L.K; TRONCHINB, D.M.R Nutrição enteral domiciliar: perfil dos usuários e cuidadores e os incidentes relacionados às sondas enterais. 2021 . Disponivel em: doi: https://doi.org/10.1590/1983-1447.2018.2017-0175. SILVEIRA, G.C. ROMEIRO. Passagem de Sonda Nasoenteral. Manual Operacional do Hopsital Irmandade da Misericórdia do Jahu. E-book, 2018. Disponível em: http://www.hcfmb.unesp.br/wp content/uploads/2018/04/PassagemSondaEnteral-1.pdf UFSC, Disponivel: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/197876/Sondas_e_Drenos.pdf Cateterismo Vesical. Dísponivel: https://www.sanarmed.com/sondagem-vesical

×