Autor: Washington Morais Costa 5º período de Psicologia – UNIPAC –  Campus  Bom Despacho
<ul><li>A morte e o luto </li></ul><ul><li>•  São realidades pelas quais todos passamos </li></ul><ul><li>•  Temas muito p...
<ul><li>“ (...) Torna-se, por isso, fundamental recuperar o sentido da naturalidade da morte, voltar a encará-la como um p...
(William Adolphe Bouguereau (1825-1905) – The Day of the Dead)
Freud (1914) vem nos falar que a morte de um ente querido nos revolta pois, este ser leva consigo uma parte do nosso própr...
 
CONCEITO de  FINITUDE <ul><li>•  A finitude é o que nos permite planejar  as coisas: PRAZO. </li></ul><ul><li>•  Só eu pos...
<ul><li>Quando falar da morte? </li></ul><ul><li>•  Desde o início da intervenção, e não apenas na fase terminal. </li></u...
<ul><li>Avaliações prévias: </li></ul><ul><li>•  Funcionamento da família </li></ul><ul><li>•  Situações de doença e lutos...
<ul><li>Estratégias: </li></ul><ul><li>•  Avaliar Necessidades; </li></ul><ul><li>•  Detectar Sinais de Sofrimento; </li><...
<ul><li>   A equipe médica vivencia a  morte de um paciente como um  fracasso, colocando à prova, a  onipotência da medic...
<ul><li>  “ Dentro dessa humanidade no atendimento ao doente terminal, Kübler-Ross (1997) nos fala da importância do acol...
<ul><li>     Para  Freud (1916), &quot;O    luto, de modo geral, é uma    reação perante a perda de um    ente querido, o...
<ul><li>LUTO NORMAL </li></ul><ul><li>•  Não é patológico; </li></ul><ul><li>•  Deve ser superado após certo tempo; </li><...
<ul><li>Paciente terminal: </li></ul><ul><li>“ É aquele que se encontra além   da possibilidade de  uma   terapêutica cura...
<ul><li>Elizabeth Kübler-Ross, categorizou cinco estágios pelos quais, os Pacientes passam quando da aproximação da Morte....
<ul><li>  A equipe de saúde  quando está frente a  um caso terminal  tende a nutrir um sentimento de fracasso diante da mo...
<ul><li>“ Na área da saúde a prioridade deve ser zelar pelo bem estar da Vida, e não lutar contra a Morte, pois está é uma...
OBRIGADO!
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Morte E Luto No Contexto Hospitalar

11.160 visualizações

Publicada em

O presente trabalho visa desmitificar o tabú que se criou em cima do tema morte e luto, além de esclarecer e debater as formas de lidar com esses temas no âmbito hospitalar.

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
7 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
11.160
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
44
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
402
Comentários
0
Gostaram
7
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Morte E Luto No Contexto Hospitalar

  1. 1. Autor: Washington Morais Costa 5º período de Psicologia – UNIPAC – Campus Bom Despacho
  2. 2. <ul><li>A morte e o luto </li></ul><ul><li>• São realidades pelas quais todos passamos </li></ul><ul><li>• Temas muito pouco debatidos atualmente </li></ul>
  3. 3. <ul><li>“ (...) Torna-se, por isso, fundamental recuperar o sentido da naturalidade da morte, voltar a encará-la como um processo inerente à condição Humana e deixar de a pensar como um acidente ou um acontecimento que podia ser evitado (...)” </li></ul><ul><li>Susana Pacheco (2002) </li></ul>
  4. 4. (William Adolphe Bouguereau (1825-1905) – The Day of the Dead)
  5. 5. Freud (1914) vem nos falar que a morte de um ente querido nos revolta pois, este ser leva consigo uma parte do nosso próprio eu amado. E na contemporaneidade v ivemos uma exigência de imortalidade: que nada mais é que um produto dos nossos desejos.
  6. 7. CONCEITO de FINITUDE <ul><li>• A finitude é o que nos permite planejar as coisas: PRAZO. </li></ul><ul><li>• Só eu posso ser autor da minha existência. A morte (possibilidade dela) dá sentido ao existir, (a jornada só tem sentido porque há o fim). </li></ul><ul><li>• Imortalidade: Continuar sem projetos, tira o sentido da existência, sem ligação temporal. </li></ul><ul><li>– Mito de Prometeu / Highlander / Vampiros </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Quando falar da morte? </li></ul><ul><li>• Desde o início da intervenção, e não apenas na fase terminal. </li></ul><ul><li>• Falar da morte com a pessoa e com a sua família </li></ul><ul><li>Características da intervenção: </li></ul><ul><li>• Acompanhar a pessoa e a sua família, demonstrando disponibilidade e abertura. </li></ul><ul><li>• Validar os esforços de todos os envolvidos. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Avaliações prévias: </li></ul><ul><li>• Funcionamento da família </li></ul><ul><li>• Situações de doença e lutos anteriores </li></ul><ul><li>• Contexto e significado da doença </li></ul><ul><li>• Como a família compreende a morte </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Estratégias: </li></ul><ul><li>• Avaliar Necessidades; </li></ul><ul><li>• Detectar Sinais de Sofrimento; </li></ul><ul><li>• Encontrar respostas para essas Necessidades e </li></ul><ul><li>Sinais de Sofrimento; </li></ul><ul><li>• Promover a Comunicação; </li></ul><ul><li>• Ajudar a Família a tratar o Doente como Pessoa </li></ul><ul><li>Viva, e não como se já tivesse morrido; </li></ul><ul><li>• Estar presente sempre que necessário e possível; </li></ul><ul><li>• Reforçar o Apoio à Família durante a fase terminal </li></ul><ul><li>• Prestar Apoio quando da Morte. </li></ul>
  10. 11. <ul><li> A equipe médica vivencia a morte de um paciente como um fracasso, colocando à prova, a onipotência da medicina. Ainda segundo Mannoni (1995): &quot;é porque a morte é vivenciada como um fracasso pela medicina que os serviços médicos chegam a esquecer a família (ou a esconder-se dela).&quot;  </li></ul><ul><li>Segundo Kübler-Ross (1997): &quot;Quando um paciente está gravemente enfermo, em geral é tratado como alguém sem direito a opinar.&quot;   </li></ul>
  11. 12. <ul><li> “ Dentro dessa humanidade no atendimento ao doente terminal, Kübler-Ross (1997) nos fala da importância do acolhimento ao doente por parte da equipe médica, da importância da verdade. O que se questiona não é o dizer ou não a verdade, mas sim como contar essa verdade, aproximando-se da dor do paciente, colocando-se no lugar dele para entender seu sofrimento. Essa seria a verdadeira disponibilidade humana para ajudar o outro em seu caminho em direção à morte.”  </li></ul>
  12. 13. <ul><li>  Para Freud (1916), &quot;O luto, de modo geral, é uma reação perante a perda de um ente querido, ou perante à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade ou o ideal de alguém, e assim por diante.&quot; E segue dizendo que o luto normal é um processo longo e doloroso, que acaba por resolver-se por si só, quando o enlutado encontra objetos de substituição para o que foi perdido.  </li></ul>O Luto
  13. 14. <ul><li>LUTO NORMAL </li></ul><ul><li>• Não é patológico; </li></ul><ul><li>• Deve ser superado após certo tempo; </li></ul><ul><li>• Não é necessária interferência; </li></ul><ul><li>• Perturbação da auto-estima ausente; </li></ul><ul><li>• O mundo se torna vazio. </li></ul><ul><li>LUTO PATOLÓGICO </li></ul><ul><li>• Melancolia. </li></ul><ul><li>• Desânimo, falta de interesse pelo mundo externo, perda da capacidade de amar; </li></ul><ul><li>• Inibição das atividades e do sentimento de auto-estima; </li></ul><ul><li>• Auto-recriminação, com expectativa delirante de punição. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Paciente terminal: </li></ul><ul><li>“ É aquele que se encontra além da possibilidade de uma terapêutica curativa e que necessita de um tratamento paliativo visando alívio de inúmeros sintomas que o atormentam, sempre levando em consideração a melhoria da qualidade de vida de uma maneira global, isto é, não somente a parte biológica, mas também nas esferas espiritual, social e psicológica.” (CHIBA, 1996). </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Elizabeth Kübler-Ross, categorizou cinco estágios pelos quais, os Pacientes passam quando da aproximação da Morte. </li></ul><ul><li>01) A Negação e o Isolamento </li></ul><ul><li>02) A Indignação </li></ul><ul><li>03) A Barganha </li></ul><ul><li>04) A Depressão </li></ul><ul><li>05) A Aceitação </li></ul>
  16. 17. <ul><li> A equipe de saúde quando está frente a um caso terminal tende a nutrir um sentimento de fracasso diante da morte. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>“ Na área da saúde a prioridade deve ser zelar pelo bem estar da Vida, e não lutar contra a Morte, pois está é uma batalha que não pode ser ganha.” </li></ul>
  18. 19. OBRIGADO!

×