Observação de aula
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• Partilhar um sucesso;
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• Diagnosticar aspectos e/ou dimensões do
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• No contexto internacional, a observação
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• São visitas de curta duração (15 a 20 min);
• Focam-se em aspectos específicos:
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• Não discriminar os professores;
• Observar frequentemente;
• Focar a observação;
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• Incluem uma reunião de preparação e
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• O resultado final desse processo deve ser
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Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/pdf/coordenacao-
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Observação de aula desafios

  1. 1. Observação de aula "Entrar na classe para analisar as interações entre os alunos e o professor requer planejamento e quebra de resistência.” Gustavo Heidrich
  2. 2. O papel da coordenação pedagógica é melhorar a prática docente na formação continuada na escola. E, para saber das necessidades da equipe para ensinar melhor, quem exerce essa função tem inúmeros recursos: •Analisar o planejamento das atividades, •As produções dos alunos; •O resultado das avaliações ... •Contudo, existe uma ferramenta que vai direto ao ponto e permite um conhecimento mais estreito dos problemas didáticos: é a observação feita na sala de aula.
  3. 3. O objetivo dessa ferramenta de formação é analisar as interações que são construídas entre o professor, os estudantes e os conteúdos trabalhados. Muitas vezes, o próprio docente não percebe que uma pequena mudança em sua prática pode levar a resultados mais positivos - e uma pessoa de fora tem mais facilidade para apontar um caminho. O C P, vai saber como romper eventuais barreiras para usar a observação da sala de aula como uma ferramenta formativa.
  4. 4. • Demonstrar uma competência; • Partilhar um sucesso; • Explorar formas alternativas de alcançar objetivos curriculares; • Aprender; • Apoiar um colega; • Avaliar o progresso; • Reforçar a confiança; • Estabelecer laços. OUTRAS FINALIDADES DA OBS. DE AULA
  5. 5. • Diagnosticar aspectos e/ou dimensões do conhecimento e da prática profissional a trabalhar/melhorar; • Estabelecer as bases para a tomada de decisão fundamentada sobre o processo ensino-aprendizagem; • Proporcionar o contato e a reflexão sobre as potencialidades e limitações de diferentes abordagens, estratégias, metodologias e atividades. ALÉM DISSO...
  6. 6. • No contexto internacional, a observação de aula assume diferentes tipologias: • Informais • Formais TIPOS DE OBSERVAÇÃO DE AULA
  7. 7. • São visitas de curta duração (15 a 20 min); • Focam-se em aspectos específicos: metodologias de ensino, gestão do tempo, interação com os alunos. • Pode envolver o agendamento de futuras observações, principalmente quando é detectado algum problema. OBSERVAÇÃO INFORMAL
  8. 8. • Não discriminar os professores; • Observar frequentemente; • Focar a observação; • Desanuviar o ambiente; • Valorizar os sucessos; • Fornecer Feedback; • Estimular as observações por convite. ORIENTAÇÕES PARA OBSERVAÇÃO INFORMAL
  9. 9. • Incluem uma reunião de preparação e planejamento da observação; • Deixa claro os focos específicos e os procedimentos da observação; • Na sessão pós-observação, promove a discussão e reflexão crítica sobre os acontecimentos observados e identificação dos aspectos positivos e aspectos a melhorar; • Permite a avaliação global do processo. OBSERVAÇÃO FORMAL
  10. 10. A ideia é simples: você entra na classe, assiste a uma aula, faz anotações e, com base nelas, tem mais segurança para planejar os encontros de formação e orientar os professores, certo? Certo. Só que não é tão simples assim: alguns docentes sentem seu espaço invadido com a presença de um observador. É preciso criar um clima e uma cultura em que a parceria no desenvolvimento profissional esteja acima de melindres pessoais. Como dar os primeiros passos e quebrar resistências
  11. 11. O primeiro passo: Conversar com toda a equipe nos encontros coletivos, esclarecendo que os principais objetivos são: Montar a pauta de formação continuada com base nas necessidades de ensino e conhecer bons exemplos de prática didática que mereçam ser compartilhados com a equipe. QUEBRANDO RESISTÊNCIAS...
  12. 12. •Obs.: É bom consultar cada um dos professores para ver se eles topam receber você. Mesmo quando todos estão acostumados a essa rotina, é importante avisar o professor quando a visita será realizada. •Envolver os professores na elaboração da pauta também pode ser um procedimento útil para quebrar resistências, pois eles mesmos podem indicar em que pontos necessitam de ajuda e de soluções didáticas.
  13. 13. • Estabelecer um cronograma de observação; • Deixar claro os critérios de observação; • Para diminuir a ansiedade, ao terminar cada observação, o coordenador deve conversar com os docentes, mas a verdadeira devolutiva vem depois da análise que ela faz do que viu e dos outros registros do professor. Compromisso formativo
  14. 14. •No fim, cada docente recebe um relatório sobre as observações do coordenador e as devidas sugestões e considerações. • No segundo encontro individual, conversam novamente sobre a prática do professor, o CP faz as orientações teóricas e traçam um planejamento, que fica registrado no relatório como um compromisso formativo entre eles.
  15. 15. O espaço da sala de aula é do professor! Só ajude se for solicitado... Atenção à postura dentro da sala de aula
  16. 16. • Ofereça uma devolutiva de qualidade, que venha a acrescentar ... • Inicie o bate-papo citando tudo de positivo que você viu, demonstrando com isso que reconhece o bom trabalho feito. • Em seguida, trate dos pontos que precisam ser melhorados. Devolutivas consistentes apontam caminhos
  17. 17. Não se esqueça de ouvir o professor, que certamente vai expor as dificuldades que encontra e as necessidades que ele tem para colocar em uso as propostas feitas por você.
  18. 18. • Ao realizar o Feedback, adapte o questionamento a cada professor; • Fomente a reflexão através da exploração de situações hipotéticas e cenários alternativos: • Quais as alternativas possíveis? • Como gostaria de alcançar estes objetivos? • Que medidas deveria ter tomado para... • Que tipo de apoio gostaria de ter tido? QUESTIONE...
  19. 19. • Ficar anotando tudo que o professor fala; • Não estabelecer contato visual; • Distrair-se enquanto o professor fala (olhar disperso); • Falar sobre outros assuntos; • Inferir e concluir precipitadamente; • Conversar em locais tumultuados; • Expressões faciais e corporais que exprimem reprovação... EVITAR...
  20. 20. “Todo processo formativo é sempre conflituoso. O coordenador só conquista o respeito do grupo quando o docente percebe que as devolutivas têm resultados positivos na maneira de ensinar e, consequentemente, no desempenho dos alunos”. Fátima Camargo (USP)
  21. 21. • Anote os erros e as dúvidas apresentados pelos alunos e verifique se o professor consegue fazer com que as dificuldades individuais sejam oportunidades de avanço para todo o grupo. Os erros e as intervenções dos professores também podem ser registrados para a tematização da prática durante os encontros coletivos e os individuais. FAZER DO ERRO UMA OPORTUNIDADE DE ENSINAR
  22. 22. • O resultado final desse processo deve ser um planejamento de formação para o professor e para toda a equipe docente. Acreditar nessa perspectiva pressupõe encarar o educador como um profissional capaz de construir as próprias estratégias de ensino com base na reflexão sobre a prática.
  23. 23. Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/pdf/coordenacao- formacao.pdf REIS, P. Observação de aulas e avaliação do desempenho docente. Ministério da Educação CCAP. Lisboa. Disponível em: www.ccap.min-edu.pt Organização: SRE - Quirinópolis

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