Pr. Andre Luiz
I – O CRIACIONISMO BÍBLICO
1 – Definição.
2 – Fundamentos.
3 – Objetivos.
II – A CRIAÇÃO DO TEMPO, DO
ESPAÇO E DA LUZ
1 – ...
III – A ORDENAÇÃO
1 – O Espírito Santo na Criação.
2 – Tarefas Ordenadas.
VI – A CRIAÇÃO DA LUZ
1 – E Houve Luz.
2 – A Luz...
VI – A CRIAÇÃO DO REINO VEGETAL
1 – O Reino Vegetal.
2 – As Possibilidades do Reino
Vegetal.
VII – A CRIAÇÃO DO SISTEMA SO...
I – O CRIACIONISMO BÍBLICO
1 – Definição.
2 – Fundamentos.
3 – Objetivos.
A Bíblia claramente requer que creiamos que Deus criou o
universo do nada. (Algumas vezes a expressão latina ex nihilo ,”d...
O criacionismo bíblico é fundamental para a fé cristã e foi
estabelecido no livro de Gênesis, capítulo um, com "No princíp...
O lado positivo de que Deus criou o universoex-nihilo é que esse
universo tem significado e propósito. Deus, em sua sabedo...
II – A CRIAÇÃO DO TEMPO, DO
ESPAÇO E DA LUZ
1 – O Tempo.
2 – O Espaço.
3 – Os Céus e os Anjos.
4 – A Terra Ainda Informe
A palavra ‘princípio’ (bereshith) significa começo de tempo e
deve ser distinguida da palavra grega ‘arché’ – princípio, e...
Em Gênesis 1.1 que diz: “No princípio Deus criou os céus e a
terra”, a frase “os céus e a terra” inclui a totalidade do un...
Paulo é totalmente explícito em Colossenses 1 quando
especifica todas as partes do universo, tanto as visíveis como as
inv...
Tendo estabelecido que as duas partes do mundo, terra e
firmamento, ou céu, se originaram pela palavra do Criador, o autor...
III – A ORDENAÇÃO
1 – O Espírito Santo na Criação.
2 – Tarefas Ordenadas.
Ruach Elohim, o Espírito de Deus, ou Epírito Santo, é apresentado como Se
movendo protetoramente sobre a superfície da mas...
VI – A CRIAÇÃO DA LUZ
1 – E Houve Luz.
2 – A Luz Inicial.
A ordenada seqüência do trabalho da semana da criação é
muito impressiva. Para fazer provisões para o aparecimento e
manut...
A primeira ordem de Deus inicia o processo de
transformação do caos. Disse Deus ocorre dez vezes no capítulo 1
indicando o...
V – A SEPARAÇÃO DAS ÁGUAS
1 – Separando as Águas.
2 – A Criação da Atmosfera.
A terra coberta por água aparentemente estava
aparentemente estava circundada por vapor. Deus usou o
firmamento, o espaço ...
Descrevendo o céu do modo que este parece ser visto da
terra, o hebraico sugere algo plano e duro (Ou estendeste com ele o...
VI – A CRIAÇÃO DO REINO VEGETAL
1 – O Reino Vegetal.
2 – As Possibilidades do Reino
Vegetal.
O resto do trabalho do terceiro dia consistiu na formação das
plantas. A ordem foi dirigida à terra. A palavra usada no ve...
Os três grupos de plantas mencionados, capim (deshe, palavra cujo radical
significa “estar úmido”), ervas (esebh, “herbáce...
VII – A CRIAÇÃO DO SISTEMA SOLAR
1 – A Criação do Sol, da Lua e das
Estrelas.
2 – A Perfeição do Sistema Solar.
A história da criação foi escrita para o homem, é uma
descrição fenomenológica, isto é, como as coisas parecem aos olhos. ...
VIII – A CRIAÇÃO DO REINO ANIMAL
1 – Quinto Dia.
2 – Sexto Dia.
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015

353 visualizações

Publicada em

"Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente."
(Hb 11.3)

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
353
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A Criação dos Céus e da Terra - Lição 02 - 4°Trimestre 2015

  1. 1. Pr. Andre Luiz
  2. 2. I – O CRIACIONISMO BÍBLICO 1 – Definição. 2 – Fundamentos. 3 – Objetivos. II – A CRIAÇÃO DO TEMPO, DO ESPAÇO E DA LUZ 1 – O Tempo. 2 – O Espaço. 3 – Os Céus e os Anjos. 4 – A Terra Ainda Informe
  3. 3. III – A ORDENAÇÃO 1 – O Espírito Santo na Criação. 2 – Tarefas Ordenadas. VI – A CRIAÇÃO DA LUZ 1 – E Houve Luz. 2 – A Luz Inicial. V – A SEPARAÇÃO DAS ÁGUAS 1 – Separando as Águas. 2 – A Criação da Atmosfera.
  4. 4. VI – A CRIAÇÃO DO REINO VEGETAL 1 – O Reino Vegetal. 2 – As Possibilidades do Reino Vegetal. VII – A CRIAÇÃO DO SISTEMA SOLAR 1 – A Criação do Sol, da Lua e das Estrelas. 2 – A Perfeição do Sistema Solar. VIII – A CRIAÇÃO DO REINO ANIMAL 1 – Quinto Dia. 2 – Sexto Dia.
  5. 5. I – O CRIACIONISMO BÍBLICO 1 – Definição. 2 – Fundamentos. 3 – Objetivos.
  6. 6. A Bíblia claramente requer que creiamos que Deus criou o universo do nada. (Algumas vezes a expressão latina ex nihilo ,”do nada”, é usada; diz-se então que a Bíblia ensina a criação ex nihilo ). Isso significa que, antes de Deus ter começado a criar o universo, nada mais existia exceto o próprio Deus. Essa é a inferência de Gênesis 1.1 que diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. O Texto Áureo diz: “Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível” - essa tradução reflete de modo exato o texto grego. Embora o texto não ensine realmente a doutrina da criação ex nihilo, ele chega próximo de fazer isso, visto que diz que Deus não criou o universo de alguma coisa visível. O Autor de Hebreus contesta a idéia de a criação ter vindo de alguma matéria preexistente, como afirmavam os filósofos, e para esse propósito o versículo é inteiramente claro.
  7. 7. O criacionismo bíblico é fundamental para a fé cristã e foi estabelecido no livro de Gênesis, capítulo um, com "No princípio, criou Deus..." Esta declaração afirma o criacionismo e se opõe a qualquer visão que adote o evolucionismo (a crença de que o universo começou com um "big bang" e tenha evoluído constantemente desde então). Nossos pontos de vista sobre a criação refletem se realmente acreditamos na Palavra de Deus ou se duvidamos da sua veracidade. O salmo 33 também nos diz: “Mediante a palavra do SENHOR foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca [...] Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.6,9). No Novo Testamento encontramos uma afirmação de caráter universal no começo do evangelho de João: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1.3). A expressão “todas as coisas” é mais bem entendida como referindo-se à totalidade do universo (cf.At 17.24; Hb 11.3). Paulo é totalmente explícito em Colossenses 1 quando especifica todas as partes do universo, tanto as visíveis como as invisíveis: “pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele” (Cl 1.16).
  8. 8. O lado positivo de que Deus criou o universoex-nihilo é que esse universo tem significado e propósito. Deus, em sua sabedoria, criou-o para alguma coisa. Devemos tentar entender esse propósito e usar a criação de modo que ela se encaixe nesse propósito, a saber, o de trazer glória ao próprio Deus. Além disso, sempre que a criação nos traga satisfação (cf. 1 Tm 6.17), devemos agradecer a Deus, que criou todas as coisas. Wayne Grunden comentando sobre a criação diz: “Está claro que Deus criou seu povo para a sua glória, porque ele fala de seus filhos e filhas como aqueles “a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz” (Is 43.7). Mas não são somente os seres humanos que Deus criou com esse propósito. Toda a criação foi feita para mostrar a glória de Deus. Mesmo a criação inanimada, as estrelas, o sol, a luz e o céu testificam da grandeza de Deus: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Sl 19.1,2). O cântico da adoração celestial em Apocalipse 4 conecta a criação de todas as coisas por Deus com o fato de que ele é digno de receber a glória que elas lhe conferem: “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11).”
  9. 9. II – A CRIAÇÃO DO TEMPO, DO ESPAÇO E DA LUZ 1 – O Tempo. 2 – O Espaço. 3 – Os Céus e os Anjos. 4 – A Terra Ainda Informe
  10. 10. A palavra ‘princípio’ (bereshith) significa começo de tempo e deve ser distinguida da palavra grega ‘arché’ – princípio, empregada por João 1.1, onde significa ‘eternidade’ (medida do tempo de Deus). Houve, portanto, um tempo em que não havia mundo ou universo. Em bereshith está implícita a noção de começo temporal.
  11. 11. Em Gênesis 1.1 que diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra”, a frase “os céus e a terra” inclui a totalidade do universo. O salmo 33 também nos diz: “Mediante a palavra do SENHOR foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca [...] Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.6,9). O céu, que é no mínimo espaço entre a matéria, sem espaço todos os objetos ficariam estáticos, pois até mesmo entre os átomos existe espaço, pois sem espaço não há movimento, e sem movimento não há ação, e sem ação não existe vida.
  12. 12. Paulo é totalmente explícito em Colossenses 1 quando especifica todas as partes do universo, tanto as visíveis como as invisíveis: “pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele” (Cl 1.16). Anjos são encontrados em trinta e cinco livros da Bíblia, e em duzentas e setenta e cinco referências e Cristo ensinou a existência dos anjos (Mt 18.10; 26.53). Anjos não são uma raça, mas uma hoste [exército]. Eles são filhos de Deus (Jó 1.6), e nunca de outros anjos. Foram criados num determinado momento, antes da criação do mundo físico (Jó 38.6,7). Os anjos foram criados num estado de santidade (Judas 1.6). Eles são inumeráveis (Hb 12.22).
  13. 13. Tendo estabelecido que as duas partes do mundo, terra e firmamento, ou céu, se originaram pela palavra do Criador, o autor do Gênesis logo depois descreve a aparência da matéria-prima da terra, imediatamente depois de sua criação. A frase hebraica aqui traduzida “sem forma e vazia” é tohu wavohu. Tohu é uma palavra que significa “sem forma”. Bohu vem da raiz “estar vazio”, significando portanto que “não tinha nada”. Comentando esta expressão, o Dr. Leupold diz: “Tohu” é realmente usado como um adjetivo enfático, como é também, naturalmente, bohu. Sobre o verbo hayethah, “era”, não pode recair ênfase, numa sentença em que seguem dois predicados significativos. Deve servir simplesmente como união. Consequentemente, todo o intento para pôr neste verbo algum pensamento como 'a terra já existia', ou 'assim esteve por muito tempo', é inteiramente inadmissível em gramática”
  14. 14. III – A ORDENAÇÃO 1 – O Espírito Santo na Criação. 2 – Tarefas Ordenadas.
  15. 15. Ruach Elohim, o Espírito de Deus, ou Epírito Santo, é apresentado como Se movendo protetoramente sobre a superfície da massa informe da terra. Este particípio, mera (ch) chepheth, nunca é usado na Bíblia para sugerir “incubar”; pelo contrário, sugere adejar, mover-se. A diferença pode ter significação. Uma galinha, por exemplo, choca os ovos mas move-se sobre os pintos. A interpretação fabulosa de que o Espírito estava incubando o mundo em embrião é indefensável. Wayne Grunden escreve sobre a atuação do Espírito Santo na criação: “O Espírito Santo estava também em operação na criação. Ele é geralmente descrito como completando, preenchendo e dando vida à criação de Deus. Em Gênesis 1.2,”... o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”, indicando uma função preservadora, sustentadora e orientadora. Jó diz: “O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida” (Jô 33.4). É importante perceber que em várias passagens do AT a mesma palavra hebraica (rûach) pode significar, em contextos diferentes, ”espírito”, “sopro” ou “vento”. Mas em muitos casos não há grande diferença de significado, pois, se alguém decidisse traduzir alguns termos como o “sopro de Deus” ou mesmo o “vento de Deus”, ainda pareceria um modo figurado de referir-se à atividade do Espírito Santo na criação. Assim o salmista, falando da grande variedade de criaturas na terra e no mar, diz: “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra” (Sl 104.30, RA); observe também, sobre a obra do Espírito Santo, (Jó 26.13; Is 40.13; lCo 2.10).”
  16. 16. VI – A CRIAÇÃO DA LUZ 1 – E Houve Luz. 2 – A Luz Inicial.
  17. 17. A ordenada seqüência do trabalho da semana da criação é muito impressiva. Para fazer provisões para o aparecimento e manutenção de plantas e animais, a matéria-prima teve primeiro de ser trazida à existência, e posto sob controle o que chamamos “lei natural”. Então o quesito mais essencial para a vida foi a luz acompanhada de calor. O texto hebraico diz: Ye hi or wa ye hi or (“Haja luz e então houve luz!”).
  18. 18. A primeira ordem de Deus inicia o processo de transformação do caos. Disse Deus ocorre dez vezes no capítulo 1 indicando o meio pelo qual vida e ordem eram gerados. O relacionamento preciso entre os membros da Trindade neste processo não é claramente definido na Bíblia (Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele (Cl 1.16). Luz é a presença da claridade de forma geral. Os corpos luminosos são criados no quarto dia. A luz simboliza vida e bênção (Sl 4.7; 56.13; Is 9.7; Jo 1.4-5).
  19. 19. V – A SEPARAÇÃO DAS ÁGUAS 1 – Separando as Águas. 2 – A Criação da Atmosfera.
  20. 20. A terra coberta por água aparentemente estava aparentemente estava circundada por vapor. Deus usou o firmamento, o espaço entre as duas águas, criando uma cobertura massiva de vapor bem alto acima da terra. Estas águas que estavam sobre a expansão proporcionavam um efeito protetor de estufa sobre o universo daquele tempo. O terceiro dia caracterizou o surgimento da terra com a definição ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugardos limites dos Mares.
  21. 21. Descrevendo o céu do modo que este parece ser visto da terra, o hebraico sugere algo plano e duro (Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido? (Jó 37.18); Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar; (Is 40.22). No texto de Gn 1.6-8 temos uma referência ambígua à atmosfera ou ao céu (ou a ambos). Aqui, faz separação entre nuvens de chuva e rios e mares.
  22. 22. VI – A CRIAÇÃO DO REINO VEGETAL 1 – O Reino Vegetal. 2 – As Possibilidades do Reino Vegetal.
  23. 23. O resto do trabalho do terceiro dia consistiu na formação das plantas. A ordem foi dirigida à terra. A palavra usada no verso 11, dasha, literalmente significa: “Brote da terra!” O verso 12 registra que a terra fez as plantas “saírem” (yatsa). A indicação é de que as plantas aparecem como resultado do crescimento que foi acelerado como para ocupar um momento apenas. Tal produto podia possivelmente ser indistinguível das plantas que cresciam naturalmente. À luz destes fatos, não precisamos perguntar o que veio primeiro, se as plantas ou as sementes. As plantas vieram primeiro.
  24. 24. Os três grupos de plantas mencionados, capim (deshe, palavra cujo radical significa “estar úmido”), ervas (esebh, “herbáceos”), e árvores (ets peri, “árvores frutíferas”), evidentemente têm em mira abranger toda a vegetação. O primeiro grupo talvez não inclua o capim como o conhecemos, mas pode referir-se a formas como os musgos, líquens e outras espécies que tapetizam o chão. Que os membros do segundo grupo são distintos daqueles do primeiro, é evidente pelas passagens de II Reis 19:26 e Isaías 37:27 (14), (15), onde eles são mais uma vez mencionados separadamente numa enumeração. Também os membros do segundo grupo são descritos como mazria zera - “plantas que dão semente”. Dir-se-ia assim que os membros deste grupo sejam destacados como “tendo semente”. É este grupo, esebh, mencionado no verso 29, como dado ao homem juntamente com frutos e nozes para o seu alimento. A tradução “erva do campo”, que é usada em Gênesis 3:18 para descrever parte do alimento dado ao homem depois do pecado, é esta mesma esebh (16). Esebh é também usada em Deuteronômio 11:15 para descrever o alimento dos animais (17). Assim, este segundo grupo parece incluir tudo entre musgos, líquens, fetos e outras plantas que não têm semente, e árvores e arbustos. O termo ets peri, que abrange o terceiro grupo, é um coletivo singular que se emprega para as plantas lenhosas que produzem nozes e pinhas, e frutos carnosos como amoras, pêssegos, maçãs, etc. Estes três grandes grupos não coincidem com a moderna classificação das plantas, não obstante são muito próprios porque são ainda visíveis os tipos rudimentares, os herbáceos mais altos e os arbustos e árvores.
  25. 25. VII – A CRIAÇÃO DO SISTEMA SOLAR 1 – A Criação do Sol, da Lua e das Estrelas. 2 – A Perfeição do Sistema Solar.
  26. 26. A história da criação foi escrita para o homem, é uma descrição fenomenológica, isto é, como as coisas parecem aos olhos. É razoável que o ponto de vista do narrador seja do lar do homem, a superfície da terra. Durante os primeiros três dias a luz estivera sobre a terra, mas unicamente de um modo débil, difuso, justamente como se filtrara através do teto de nuvens pesadas e contínuas. Mas agora, com plantas sobre a terra, a luz brilhante torna-se uma necessidade. O sol e a lua, as principais deidades nos panteões do antigo Oriente Médio, não são sequer nomeados, efetivamente rebaixando-os e enfatizando que eles servem a humanidade de acordo com o desígnio de Deus. As formas móveis da segunda tríade de dias parecem governar sobre as esferas que as abrigam: os luzeiros, o sobre o dia e a noite (Sl 138.7-9). Os pagãos geralmente creditavam às estrelas (que eram contadas entre seus deuses), a capacidade de controlar o destino humano. Aqui elas são mencionadas quase de passagem.
  27. 27. VIII – A CRIAÇÃO DO REINO ANIMAL 1 – Quinto Dia. 2 – Sexto Dia.

×