Dor<br />Elsa Soares<br />
Conceito<br />
Consequências da Dor<br />Sono<br />Movimentação / deambulação<br />Respiração profunda<br />Atenção e concentração<br />A...
A dor afecta o emprego<br />Reformados (≥65 anos)<br />Desempregados<br />Impacto directo da doença no emprego52%<br />Pen...
Prevalência da  Dor<br />Grave problema de saúde na Europa<br />50% adultos sofre vários tipos de dor em determinada <br /...
Evolução da Dor<br />Sociedades Primitivas<br />Dores internas atribuídas à encarnação de maus espíritos<br />Cérebro era ...
Evolução da Dor<br />Grécia – Séculos V e VI a.C<br />Cérebro era reconhecido como centro das sensações – responsável pelo...
Evolução da Dor	<br />Renascimento<br />Atribuição ao SNC do papel fundamental no mecanismo das sensações e da nocicepção<...
Dor é a percepção consciente do estimulo doloroso<br />Sofrimento  são as respostas afectivas negativas geradas pela dor...
Estruturas sensíveis à Dor<br />Pouco sensiveis<br />Muito sensiveis<br />Pele (picada, inflamação)<br />Dentina e polpa d...
Classificação da Dor<br />Dor Aguda<br />Dor Crónica<br />É provocada por uma lesão externa ou interna<br />A intensidade ...
Tipos de Dor<br />Cutânea ou superficial<br />Localizada com precisão<br />Profunda<br />Músculos, tendões, articulações<b...
Avaliação da Dor<br />
Sem dor<br />Dor ligeira<br />Dor moderada<br />Dor acentuada<br />Pior dor imaginável<br />0<br />1<br />2<br />3<br />4<...
Características da Dor<br />Localização<br />Irradiação<br />Carácter ou qualidade<br />Intensidade<br />Duração<br />Evol...
Irradiação da Dor<br />
3. Qualidade da Dor<br />Em pontada  dor pleurítica<br />Pulsátil  alguns tipos de dor de cabeça<br />Cólica  intestina...
5. Duração<br />É o tempo decorrido entre o início da dor e o diagnóstico:<br />Fugaz<br />Cíclica<br />Contínua<br />
6. Evolução<br />Pode-se intensificar de forma progressiva<br />Pode ser rítmica<br />Pode apresentar surtos periódicos ao...
7. Relação com Funções Orgânicas<br />Tem em conta a localização da Dor e a área afectada:<br />Tórax<br />Restroesternal<...
8. Factores desencadeantes ou Agravantes<br />Execução de esforço<br />Alimentação<br />Compressão do local<br />Movimento...
FACTORES DESENCADEANTES<br /><ul><li>Posturas inadequadas
Esforço exagerado
Permanecer muito tempo na mesma posição</li></li></ul><li>FACTORES DESENCADEANTES<br />O stress e a pressão do dia a dia o...
FACTORES DESENCADEANTES<br />HÁBITO DE FUMAR: a nicotina acelera o processo de degradação do disco intervertebral<br />
FACTORES DESENCADEANTES<br />REALIZAÇÃO DE TRABALHOS PESADOS, mesmo que raramente<br />
FACTORES DESENCADEANTES<br />HÁBITOS POSTURAIS INADEQUADOS: sentar, andar, deitar ou carregar peso em posições que forcem ...
9. Factores de alívio<br />Posições antálgicas<br />Indução de vómito<br />Resposta a analgésicos<br />Repouso<br />Calor<...
10. Manifestações associadas<br />A própria dor, quando muito intensa, pode provocar outros sintomas:<br />Cólicas  náuse...
Aspectos Psicoculturais<br />Depressão<br />Ansiedade<br />Raiva<br />Hostilidade<br />Religião e crenças<br />Situação pr...
Factores afectivo-volitivos podem modular a Dor<br />
TRATAMENTO<br />O seu tratamento depende do diagnóstico e do grau de lesão.<br />MÉDICO<br />MEDICAMENTOS<br />REPOUSO<br ...
Tratamento Multidisciplinar<br />Anestesia<br />Fisiatria<br />Psiquiatria<br />Psicologia<br />Neurologia<br />Neurocirur...
Síndromes mais frequentes<br />Lombalgia (coluna lombar)<br />Tendinites / tendinoses (ombro, cotovelo, joelho, tornozelo)...
Cefaléia<br />Torcicolo<br />Dor nas costas<br />Lombalgia<br />Hernia de Disco<br />Dor Muscular<br />Cãibras<br />Inflam...
Lombalgia<br />
COMO É A COLUNA VERTEBRAL<br />A coluna vertebral é formada por 33  vértebras sobrepostas<br />Disco intervertebral<br />v...
COMO É A COLUNA VERTEBRAL<br />Entre uma vértebra e outra, encontramos o disco <br />intervertebral, que serve de amortece...
DISCO INTERVERTEBRAL<br />O disco intervertebral possui o centro rico em água, recoberto por um anel fibroso (lembra um ch...
ESTRUTURAS ASSOCIADAS À COLUNA VERTEBRAL<br />MÚSCULOS<br />LIGAMENTOS<br />Ligamentos<br />Músculos<br />Os músculos, que...
ESTRUTURAS ASSOCIADAS À COLUNA VERTEBRAL<br />Os nervos são ramificações que saem da medula espinhal e levam informações d...
COLUNA SAUDÁVEL<br />Requer a harmonia entre todas as suas estruturas<br />
ALINHAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL<br />Quando vista de perfil, a coluna apresenta CURVATURAS NORMAIS, que permitem o bom equ...
PORÉM:<br />O uso inadequado do corpo, com movimentos repetitivos numa mesma direcção, pode alterar as curvaturas  da  col...
DESVIOS MAIS COMUNS DA COLUNA<br />Acentuação da Cifose:<br />Aumento da curvatura <br />dorsal da coluna<br />Escoliose: ...
LOCAIS DE DORES<br />Lombar com<br />irradiação para <br />perna e pé<br />Lombar<br />ou<br />
LOCAIS DE DORES<br />Cervical com<br />irradiação para <br />ombro, braço ou mão<br />ou<br />Cervical<br />
DIAGNÓSTICOS MAIS COMUNS <br />LOMBALGIA FUNCIONAL:<br />   Dores na região lombar da coluna que surgem e pioram com esfor...
ARTROSE<br />   Desordem articular caracterizada por áreas de perda local da cartilagem, associada a formação de osteófito...
Artrose joelho<br />
OSTEOPOROSE<br />Doença esquelética progressiva, que resulta de um período<br />assintomático de perda de massa óssea, com...
DIAGNÓSTICO<br />EXAME CLÍNICO<br />RX<br />RESSONÂNCIA<br />TOMOGRAFIA<br />EMG<br />Ressonância<br />
TRATAMENTO<br />O seu tratamento depende do diagnóstico e do grau de lesão.<br />MÉDICO<br />MEDICAMENTOS<br />REPOUSO<br ...
Sofrimento Total<br />Dor<br />Sintoma<br />físico<br />Espiritual<br />Psicológico<br />Cultural<br />Social e<br />finan...
O MELHOR TRATAMENTO É A PREVENÇÃO!!!<br />
A posturaadequadadeveestarpresenteemtodas as ações do <br />seudia-a-dia! <br />Observe cada movimento acima!<br />
EM PÉ<br />Ao caminhar, procure manter o tronco<br />reto, pescoço alinhado, barriga para dentro, <br />olhando para frent...
Tarefas em pé<br />Procure aumentar o cabo da vassoura, aspirador, enxada...<br />Realize as atividades com o tronco reto....
LEVANTAMENTO DE PESO<br />
NÃO TENTE DOBRAR O TRONCO PARA FRENTE PARA PEGAR NUM OBJECTO DO CHÃO<br />Dobre as pernas!!!<br />
USO DE MOCHILAS<br />Muito peso DEFORMA a coluna. Carregue só o que for necessário.<br />
MOCHILA X BOLSA<br />O mais adequado é dividir o peso em dois pacotes.<br />A mochila prejudica menos quando carregada na ...
SENTAR-SE<br />
SENTADO<br />Não permaneça sentado em bancos por tempo prolongado. É muito importante apoiar direitinho as costas no encos...
SENTADO EM FRENTE AO COMPUTADOR<br />Punho alinhado<br />Assento almofadado<br />Espaço entre coxa e cadeira<br />Apoiar c...
DEITADO<br />
DEITAR-SE<br />Nunca durma de barriga para baixo nem durma com travesseiro alto!<br />
MELHORES POSIÇÕES PARA DORMIR<br />É recomendável utilizar um travesseiro baixo<br />de baixo da cabeça quando dormir de b...
DEITADO<br />Posição de alívio da dor!<br />Deite-se no chão, eleve as pernas num almofadão e permaneça  durante 20 minuto...
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Dor - Prevalência, Avaliação, Tratamento

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Prevalência da dor, consequências da dor, avaliação da dor. Tipos de dor e as suas características. Tratamento da dor.

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Dor - Prevalência, Avaliação, Tratamento

  1. 1. Dor<br />Elsa Soares<br />
  2. 2.
  3. 3.
  4. 4. Conceito<br />
  5. 5.
  6. 6. Consequências da Dor<br />Sono<br />Movimentação / deambulação<br />Respiração profunda<br />Atenção e concentração<br />Apetite<br />Trabalho<br />Humor<br />Relação interpares<br />Lazer<br />Prazer de viver<br />Vida sexual<br />
  7. 7. A dor afecta o emprego<br />Reformados (≥65 anos)<br />Desempregados<br />Impacto directo da doença no emprego52%<br />Pensão por doença<br />Redução do horário<br />por doença<br />Trabalho a tempo parcial <br />Trabalho a tempo inteiro<br />Em 2002, nos USA, gastaram-se 41,7 bilhões de dólares no tratamento da Dor.<br />N=126<br />Meyer-Rosberg et al. Eur J Pain. 2001;5:379-389<br />
  8. 8. Prevalência da Dor<br />Grave problema de saúde na Europa<br />50% adultos sofre vários tipos de dor em determinada <br />altura da vida<br />Dor crónica  Custos financeiros globais elevados (ao mesmo nível das doenças oncológicas e cardiovasculares) <br />Mais de 1.5 milhões de portugueses sofre de dor crónica* <br />EFIC 2001; *CienciaPT- A Informação da Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação em Portugal, Jun 2007<br />
  9. 9. Evolução da Dor<br />Sociedades Primitivas<br />Dores internas atribuídas à encarnação de maus espíritos<br />Cérebro era o órgão de menor importância<br />Coração controlava funções motoras e sensoriais, incluindo a Dor<br />
  10. 10. Evolução da Dor<br />Grécia – Séculos V e VI a.C<br />Cérebro era reconhecido como centro das sensações – responsável pelo processamento da sensação nociceptiva<br />Alexandria – séculos III e IV a.C<br />Distinção anatómica de nervos e artérias<br />Percurso das fibras nervosas até ao cérebro e espinal medula<br />Reconhecimento do nervo na actividade sensorial e motora<br />
  11. 11. Evolução da Dor <br />Renascimento<br />Atribuição ao SNC do papel fundamental no mecanismo das sensações e da nocicepção<br />Século XIX <br />Teoria da especificidade<br />Teoria do Padrão de estímulos<br />Século XX – 1965 – Melzack e Wall<br />Teoria do Portão  o impulso conduzido pelo SNP ao SNC sofre a actuação de sistemas modulares, antes que a percepção dolorosa seja evocada.<br />
  12. 12.
  13. 13. Dor é a percepção consciente do estimulo doloroso<br />Sofrimento  são as respostas afectivas negativas geradas pela dor<br />Comportamento de Dor  são todas as formas de comportamento que reflectem a experiência dolorosa<br />
  14. 14. Estruturas sensíveis à Dor<br />Pouco sensiveis<br />Muito sensiveis<br />Pele (picada, inflamação)<br />Dentina e polpa dentária<br />Pleura (inflamação e compressão)<br />Músculo cardíaco (anóxia)<br />Meninges (distensão e inflamação)<br />Ossos<br />Pericárdio<br />Peritoneu<br />Tecido hepático<br />
  15. 15. Classificação da Dor<br />Dor Aguda<br />Dor Crónica<br />É provocada por uma lesão externa ou interna<br />A intensidade correlaciona-se com o estímulo desencadeante<br />Pode ser claramentelocalizada<br />Tem uma função clara de advertência e protecção<br />O sistema nervoso simpático é activado e são libertadas catecolaminas<br />Apresenta uma duração superior a 3-6 meses<br />Nãoestáassociada à ocorrência que a provocou<br />Torna-se, por direito próprio, numa doença<br />A sua intensidade deixa de estar correlacionada com o estímulo causal<br />Perdeu a sua função de advertência e protecção<br />Representa um desafio terapêutico especial<br />
  16. 16. Tipos de Dor<br />Cutânea ou superficial<br />Localizada com precisão<br />Profunda<br />Músculos, tendões, articulações<br />Fantasma<br />Permanência da memória de Dor depois de amputação<br />Neuropática<br />Por lesão parcial ou total dos nervos periféricos ou do SNC (herpes zoster, AVC, diabetes)<br />
  17. 17.
  18. 18. Avaliação da Dor<br />
  19. 19. Sem dor<br />Dor ligeira<br />Dor moderada<br />Dor acentuada<br />Pior dor imaginável<br />0<br />1<br />2<br />3<br />4<br />5<br />6<br />7<br />8<br />9<br />10<br />Escala Numérica (EN)<br /> Escala Visual Analógica (EVA)<br />Sem dor<br />Com dor<br />
  20. 20. Características da Dor<br />Localização<br />Irradiação<br />Carácter ou qualidade<br />Intensidade<br />Duração<br />Evolução<br />Relação com funções orgânicas<br />Factores desencadeantes<br />Factores de alívio<br />Manifestações associadas<br />
  21. 21. Irradiação da Dor<br />
  22. 22. 3. Qualidade da Dor<br />Em pontada  dor pleurítica<br />Pulsátil  alguns tipos de dor de cabeça<br />Cólica  intestinal, menstrual..<br />Queimadura  úlcera<br />Surda  dor lombar<br />Constrictiva  EAM<br />Contínua / em barra  pancreatite aguda<br />Fantasma  amputação<br />
  23. 23.
  24. 24.
  25. 25. 5. Duração<br />É o tempo decorrido entre o início da dor e o diagnóstico:<br />Fugaz<br />Cíclica<br />Contínua<br />
  26. 26. 6. Evolução<br />Pode-se intensificar de forma progressiva<br />Pode ser rítmica<br />Pode apresentar surtos periódicos ao longo da duração da doença<br />
  27. 27. 7. Relação com Funções Orgânicas<br />Tem em conta a localização da Dor e a área afectada:<br />Tórax<br />Restroesternal<br />Cervical<br />Epigástrica<br />Lombar<br />Membros<br />
  28. 28. 8. Factores desencadeantes ou Agravantes<br />Execução de esforço<br />Alimentação<br />Compressão do local<br />Movimento<br />Peso<br />Repouso<br />
  29. 29. FACTORES DESENCADEANTES<br /><ul><li>Posturas inadequadas
  30. 30. Esforço exagerado
  31. 31. Permanecer muito tempo na mesma posição</li></li></ul><li>FACTORES DESENCADEANTES<br />O stress e a pressão do dia a dia ou até a insatisfação no trabalho podem desencadear uma crise dolorosa. <br />
  32. 32. FACTORES DESENCADEANTES<br />HÁBITO DE FUMAR: a nicotina acelera o processo de degradação do disco intervertebral<br />
  33. 33. FACTORES DESENCADEANTES<br />REALIZAÇÃO DE TRABALHOS PESADOS, mesmo que raramente<br />
  34. 34. FACTORES DESENCADEANTES<br />HÁBITOS POSTURAIS INADEQUADOS: sentar, andar, deitar ou carregar peso em posições que forcem as estruturas musculoesqueléticas<br />
  35. 35. 9. Factores de alívio<br />Posições antálgicas<br />Indução de vómito<br />Resposta a analgésicos<br />Repouso<br />Calor<br />Frio<br />Movimento<br />
  36. 36. 10. Manifestações associadas<br />A própria dor, quando muito intensa, pode provocar outros sintomas:<br />Cólicas  náuseas, vómitos, sudorese, palidez, mal-estar<br />A Dor pode-se acompanhar de manifestações relacionadas com ela própria  enxaqueca<br />
  37. 37. Aspectos Psicoculturais<br />Depressão<br />Ansiedade<br />Raiva<br />Hostilidade<br />Religião e crenças<br />Situação profissional<br />Estratégias para lidar com a Dor<br />
  38. 38. Factores afectivo-volitivos podem modular a Dor<br />
  39. 39.
  40. 40. TRATAMENTO<br />O seu tratamento depende do diagnóstico e do grau de lesão.<br />MÉDICO<br />MEDICAMENTOS<br />REPOUSO<br />IMOBILIZAÇÃO<br />FISIOTERAPIA<br />CIRÚRGICO <br />
  41. 41. Tratamento Multidisciplinar<br />Anestesia<br />Fisiatria<br />Psiquiatria<br />Psicologia<br />Neurologia<br />Neurocirurgia<br />Reumatologia<br />Ortopedia<br />Oncologia<br />Enfermagem<br />Bloqueios nervosos<br />Centrais<br />Periféricos<br />Acupuntura<br />TENS<br />Hipnoterapia<br />Biofeedback<br />Radioterapia<br />Fisioterapia<br />Mesoterapia<br />
  42. 42.
  43. 43.
  44. 44. Síndromes mais frequentes<br />Lombalgia (coluna lombar)<br />Tendinites / tendinoses (ombro, cotovelo, joelho, tornozelo)<br />Compressão nervos periféricos (síndrome túnel cárpico)<br />Neuropatia diabética<br />Fracturas (stress, osteoporose)<br />Mialgias<br />Fibromialgia<br />Artrite Reumatóide<br />
  45. 45. Cefaléia<br />Torcicolo<br />Dor nas costas<br />Lombalgia<br />Hernia de Disco<br />Dor Muscular<br />Cãibras<br />Inflamação ou ruptura do talão de aquiles<br />Entorce de tornozelo<br />
  46. 46. Lombalgia<br />
  47. 47. COMO É A COLUNA VERTEBRAL<br />A coluna vertebral é formada por 33 vértebras sobrepostas<br />Disco intervertebral<br />vértebra<br />Medula espinhal<br />
  48. 48. COMO É A COLUNA VERTEBRAL<br />Entre uma vértebra e outra, encontramos o disco <br />intervertebral, que serve de amortecedor da coluna. <br />Quando o disco é saudável ele é alto e hidratado e o<br />forame (buraco) apresenta tamanho compatível <br />para a passagem do nervo.<br />
  49. 49. DISCO INTERVERTEBRAL<br />O disco intervertebral possui o centro rico em água, recoberto por um anel fibroso (lembra um chiclete).<br />Esforços repetitivos numa mesma direção podem ir destruindo as fibras, permitindo o extravasamento do núcleo para fora. É o que denominamos de hérnia de disco.<br />Hérnia <br />de disco<br />
  50. 50. ESTRUTURAS ASSOCIADAS À COLUNA VERTEBRAL<br />MÚSCULOS<br />LIGAMENTOS<br />Ligamentos<br />Músculos<br />Os músculos, que são responsáveis por realizar o <br />movimento e os ligamentos que promovem a estabilidade da <br />articulação, mantendo um osso junto ao outro.<br />
  51. 51. ESTRUTURAS ASSOCIADAS À COLUNA VERTEBRAL<br />Os nervos são ramificações que saem da medula espinhal e levam informações do cérebro ao corpo e vice versa. Quando os nervos são comprimidos, podem provocar dores em todo o seu trajecto (irradiação da dor). <br />Nervos<br />
  52. 52. COLUNA SAUDÁVEL<br />Requer a harmonia entre todas as suas estruturas<br />
  53. 53. ALINHAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL<br />Quando vista de perfil, a coluna apresenta CURVATURAS NORMAIS, que permitem o bom equilíbrio entre as estruturas<br />Lordose <br />cervical<br />Cifose <br />dorsal<br />Lordose<br />lombar<br />Perfil<br />
  54. 54. PORÉM:<br />O uso inadequado do corpo, com movimentos repetitivos numa mesma direcção, pode alterar as curvaturas da coluna em qualquer região, rectificando-a (diminuindo) ou acentuando-a (aumentando), influenciando ou não na origem das dores.<br />
  55. 55. DESVIOS MAIS COMUNS DA COLUNA<br />Acentuação da Cifose:<br />Aumento da curvatura <br />dorsal da coluna<br />Escoliose: desvio<br />lateral da coluna<br />Hiperlordose lombar:<br />Aumento da curvatura<br />lombar da coluna<br />
  56. 56. LOCAIS DE DORES<br />Lombar com<br />irradiação para <br />perna e pé<br />Lombar<br />ou<br />
  57. 57. LOCAIS DE DORES<br />Cervical com<br />irradiação para <br />ombro, braço ou mão<br />ou<br />Cervical<br />
  58. 58. DIAGNÓSTICOS MAIS COMUNS <br />LOMBALGIA FUNCIONAL:<br /> Dores na região lombar da coluna que surgem e pioram com esforço<br />
  59. 59. ARTROSE<br /> Desordem articular caracterizada por áreas de perda local da cartilagem, associada a formação de osteófitos (bicos de papagaio), podendo levar a deformidades.<br />Bico de papagaio<br />
  60. 60. Artrose joelho<br />
  61. 61. OSTEOPOROSE<br />Doença esquelética progressiva, que resulta de um período<br />assintomático de perda de massa óssea, com consequente <br />redução da força do osso até que ocorra uma fractura espontânea <br />ou após um trauma leve.<br />
  62. 62. DIAGNÓSTICO<br />EXAME CLÍNICO<br />RX<br />RESSONÂNCIA<br />TOMOGRAFIA<br />EMG<br />Ressonância<br />
  63. 63. TRATAMENTO<br />O seu tratamento depende do diagnóstico e do grau de lesão.<br />MÉDICO<br />MEDICAMENTOS<br />REPOUSO<br />IMOBILIZAÇÃO<br />FISIOTERAPIA<br />CIRÚRGICO<br />
  64. 64. Sofrimento Total<br />Dor<br />Sintoma<br />físico<br />Espiritual<br />Psicológico<br />Cultural<br />Social e<br />financeiro<br />
  65. 65. O MELHOR TRATAMENTO É A PREVENÇÃO!!!<br />
  66. 66. A posturaadequadadeveestarpresenteemtodas as ações do <br />seudia-a-dia! <br />Observe cada movimento acima!<br />
  67. 67. EM PÉ<br />Ao caminhar, procure manter o tronco<br />reto, pescoço alinhado, barriga para dentro, <br />olhando para frente e tocando o chão inicialmente <br />com o calcanhar e depois a ponta do pé.<br />
  68. 68. Tarefas em pé<br />Procure aumentar o cabo da vassoura, aspirador, enxada...<br />Realize as atividades com o tronco reto. Se necessário,<br />dobre seus joelhos e não sua coluna!!!<br />
  69. 69. LEVANTAMENTO DE PESO<br />
  70. 70. NÃO TENTE DOBRAR O TRONCO PARA FRENTE PARA PEGAR NUM OBJECTO DO CHÃO<br />Dobre as pernas!!!<br />
  71. 71. USO DE MOCHILAS<br />Muito peso DEFORMA a coluna. Carregue só o que for necessário.<br />
  72. 72. MOCHILA X BOLSA<br />O mais adequado é dividir o peso em dois pacotes.<br />A mochila prejudica menos quando carregada na cintura, bem próximo ao corpo.<br />Mas a postura aqui é fundamental:<br />contraia o abdomen, abra o peito e olhe para frente!<br />
  73. 73. SENTAR-SE<br />
  74. 74. SENTADO<br />Não permaneça sentado em bancos por tempo prolongado. É muito importante apoiar direitinho as costas no encosto da cadeira!!!<br />
  75. 75. SENTADO EM FRENTE AO COMPUTADOR<br />Punho alinhado<br />Assento almofadado<br />Espaço entre coxa e cadeira<br />Apoiar costas no encosto<br />Monitor na linha do olho<br />Braços apoiados<br />
  76. 76. DEITADO<br />
  77. 77. DEITAR-SE<br />Nunca durma de barriga para baixo nem durma com travesseiro alto!<br />
  78. 78. MELHORES POSIÇÕES PARA DORMIR<br />É recomendável utilizar um travesseiro baixo<br />de baixo da cabeça quando dormir de barriga para cima. Ou<br />use um travesseiro que preencha o espaço entre a orelha e o <br />ombro, quando dormir de lado, para que a sua cabeça<br />não fique nem caída nem erguida enquanto dorme.<br />Use um travesseiro entre os joelhos (quando dormir<br />de lado) ou debaixo dos joelhos (quando dormir de<br />barriga para cima).<br />
  79. 79. DEITADO<br />Posição de alívio da dor!<br />Deite-se no chão, eleve as pernas num almofadão e permaneça durante 20 minutos várias vezes ao dia.<br />
  80. 80. Obrigada!<br />Elsa Soares<br />917 543 152<br />256 336 148<br />elsasoares@joeldi.com<br />www.joeldi.com<br />

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