TCC Memorial de Documentário - Nós, Agentes de Saúde

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Memorial apresentado no Trabalho de Conclusão de Curso, UFS - 2015. Edelde Santos Ramos - "Dedinha Ramos" e Ediclei Costa Santos

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TCC Memorial de Documentário - Nós, Agentes de Saúde

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CURSO DE AUDIOVISUAL EDELDE SANTOS RAMOS EDICLEI COSTA DOS SANTOS Nós, Agentes de Saúde MEMORIAL DE DOCUMENTÁRIO São Cristóvão/SE 2015
  2. 2. Edelde Santos Ramos Ediclei Costa dos Santos Nós, Agentes de Saúde Memorial de Documentário Trabalho de Conclusão de curso apresentado ao Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe, para obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual, sob a orientação do Professor Doutor Noel Carvalho dos Santos. São Cristóvão/SE 2015
  3. 3. RESUMO O documentário, “Nós, Agentes de Saúde”, vai retratar o trabalho feito pelos ACS nas comunidades, através dos depoimentos obtidos conheceremos mais sobre esta categoria que na maioria das vezes são ignoradas pelo governo. O documentário abordará as dificuldades que esses agentes enfrentam durante o seu dia a dia, mas também mostrará o lado bom de trabalhar diretamente com a comunidade. Palavras-chave: documentário, ACS, Agentes de Saúde, saúde.
  4. 4. ABREVIATURAS ACS – Agente Comunitário de Saúde ACE – Agente de Combate às Endemias PSF – Programa de Saúde da Família UBS – Unidade Básica de Saúde SACEMA – Sindicato dos Agentes Comunitários e de Endemias de Aracaju SUS – Sistema Único de Saúde DAB – Departamento de Atenção Básica EPI – Equipamento de Proteção Individual PSE – Programa de Saúde nas Escolas
  5. 5. Sumário INTRODUÇÃO....................................................................................................................9 1 O TEMA ..............................................................................................................................10 1.1.CONFLITOS.............................................................................................................10 1.2.CONQUISTAS E SONHOS...................................................................................11 2 CONCEÇÃO GERAL........................................................................................... 12 2.1.PROPOSTA DE DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA .......................................13 3 PROCESSO DE REALIZAÇÃO...................................................................................14 3.1.PRÉ-PRODUÇÃO...................................................................................14 3.2.PRODUÇÃO...........................................................................................16 3.3.PÓS-PRODUÇÃO...................................................................................18 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...........................................................................................19 5 REFERÊNCIAS.................................................................................................................20 6 FICHA TÉCNICA ..............................................................................................................21 7 APÊNDICE .........................................................................................................................24
  6. 6. AGRADECIMENTOS Agradecemos aos nossos pais, por terem nos incentivado a estudar e pelo apoio que nos foi dado. Ao nosso Orientador, Professor Doutor Noel Carvalho, por aceitar e incentivar nosso projeto, ao Professor Ruy Vasconcelos por prestar consultoria na fase de pós-produção, a professora Ana Ângela que orientou na elaboração do Projeto e ao ProfessorFernando Barroso por orientar os métodos científicos e de pesquisa, enfim todos os outros professores que ao longo do curso contribuíram na nossa formação acadêmica. A todos os amigos e amigas que colaboraram com a produção deste trabalho. Aos órgãos públicos que apoiaram esse projeto, a Universidade Federal de Sergipe, o Núcleo de Produção Digital, Prefeitura Municipal de Aracaju, Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Socorro.
  7. 7. 9 INTRODUÇÃO O documentário Nós, Agentes de Saúde pretende mostrar através de depoimentos, os desafios enfrentados pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no cotidiano, representados por quatro ACS de Aracaju, um Agente de Combate às Endemias (ACE) também de Aracaju e uma ACS de Nossa Senhora do Socorro, que além do exercício da profissão estas pessoas protagonizam um papel relevante nas comunidades que atuam. A intenção é mostrar para a sociedade quem é o ACS, qual a diferença entre essa função e a de ACE, já que as atribuições são parecidas, e sempre confundidas pela sociedade. Nesta produção mostramos também a visão do ACS sobre os problemas diários que a cidade apresenta, problemas esses que afetam diretamente a população, mostrando com isso que o ACS não só monitora problemas de saúde, mas também as necessidades físicas do ambiente que vivem, ampliando o elo entre cidadão e órgãos públicos. Queremos também mostrar o lado pessoal deste profissional, acentuando suas qualidades, suas frustrações, sonhos e projetos.
  8. 8. 10 1. O TEMA A profissão de ACS é oriunda do ano de 1950 onde tinha uma outra denominação eram os antigos Visitadores Sanitários ou Inspetores de Saneamento, que no início do século XX monitoravam e controlavam surtos de peste bubônica, febre amarela e endemias rurais na Amazônia. Já nos anos 70 os programas de interiorização chegaram ao Nordeste do Brasil, e levavam informações básicas à população carente através dos agentes de saúde que tinham quase as mesmas funções de hoje. Com a criação do SUS (Sistema Único de Sáude) na década de 80, houve um incentivo na formação de profissionais da área de saúde, além do reconhecimento do trabalho dos profissionais que atuavam como agentes comunitários o que levou o Ministério da Saúde a incorporar essa atividade permanente aos serviços de saúde. Assim, na década de 90, oficialmente foi criada a atividade de ACS e inserida num programa específico e não mais atuando apenas em campanhas. Criou-se também o PSF (Programa de Saúde da Família), foi então que a função do ACS ganhou mais destaque, já que ele é o elo entre a comunidade e os serviços de saúde. Esse profissional inicialmente não tinha nem qualificação, nem regulação profissional. Devido a importância de sua função no PSF e em decorrência de seu papel estratégico no fortalecimento da atenção básica, enquanto política pública para a saúde houve necessidade de capacitar esse profissional. No entanto, somente em 2002 a profissão foi legalizada e regulamentada com a promulgação da Lei 11.350 e caracteriza a atividade como ações de prevenção e promoção da saúde, através de visitas domiciliares ou ações comunitárias, individuais ou coletivas, supervisionada pelo gestor local, seguindo as diretrizes do SUS. 1.1 –Conflitos O documentário mostra os requisitos necessários para o exercício da atividade, como residir na área da comunidade em que atua, requisito esse que hoje é considerado ultrapassado e inviável para a maioria dos ACS, pelo motivo que vários ACS moravam de aluguel, uma vez que compraram residência e mudaram para outra localidade não podem requerer transferência para outra área, sendo forçado a ficar na área que trabalha, mesmo sendo de aluguel, além de curso técnico e a conclusão do ensino fundamental.
  9. 9. 11 Outro aspecto que o documentário quer desmistificar é o fato de que antigamente o ACS era um profissional que bastava saber ser alfabetizado, já poderia assumir o cargo, hoje a exigência do cargo é nível fundamental, mas, muitos ACS já são formados em outras áreas, de nível superior, mas não há um plano de carreira, nenhuma perspectiva de ascensão, o máximo que se pode fazer é aproveitar os conhecimentos e aplicar dentro das atividades diárias ou não, muitos estão atuando na profissão por não ter ainda outra opção, falta de oportunidade, pela estabilidade que o serviço público oferece, o que gera em alguns profissionais, frustração profissional e pessoal. Mas, há também os que trabalham porque escolheram ser mesmo um ACS, não pretendem mudar de profissão, estão na luta há oito anos pelo pagamento do piso nacional da categoria e por melhores condições de trabalho, assim como materiais básicos para o exercício da função como, por exemplo, o fardamento. O agente de saúde é considerado um amigo da população, pois ele está mensalmente na casa das pessoas, sabe dos problemas de saúde, familiares, emocionais e até financeiro, torna-se um confidente de algumas famílias, e pode ajudar a encaminhar para a solução de alguns problemas, um mediador, pessoa de confiança da população. “Ser agente comunitário de saúde é, antes de tudo, ser alguém que se identifica, em todos os sentidos, com a sua própria comunidade, principalmente na cultura, linguagem, costumes; precisa gostar do trabalho. Gostar, principalmente, de aprender e repassar as informações, entender que ninguém nasce com destino de morrer ainda criança ou de ser burro. Nós vivemos conforme o ambiente. É obrigação dos agentes comunitários de saúde lutar e aglomerar forças emsua comunidade, município, estado e país, em defesa dos serviços públicos de saúde, pensar na recuperação e democratização desses serviços, entendendo que é o serviço público que atende à população pobre; é preciso torná-lo de boa qualidade. Precisamos lutar por outros fatores que são determinantes para a saúde como: trabalho, salário justo, moradia, saneamento básico, terra para trabalhar e participação nas esferas de decisão dos serviços públicos”. (Agente Comunitária de Saúde – Recife, Brasil, 1991, p.6). Outro item apresentado nesta produção são as dificuldades enfrentadas nas visitas domiciliares, nos encaminhamentos para solucionar alguns casos, pois a solução do problema não depende do Agente de Saúde. 1.2 – Conquistas e Sonhos Durante o processo de realização desse Projeto acompanhamos as diversas manifestações locais e, via redes sociais e internet, as nacionais, dos ACS de todos os municípios do Brasil, para que os gestores pagassem o piso nacional, além de algumas melhorias no exercício da profissão, como aquisição de materiais de apoio,
  10. 10. 12 fardamentos, EPI, fundamentais para o trabalho. Durante as gravações acompanhamos uma manifestação, reuniões do SACEMA (Sindicato dos Agentes Comunitários e de Endemias do Município de Aracaju). Algumas conquistas foram alcançadas durante o período de gravação do documentário, como a conquista do piso salarial, parcialmente pago pelos gestores de alguns municípios. O documentário também revela um pouco do lado pessoal dos ACS, as dificuldades que enfrentam durante as visitas, locais de difícil acesso, ameaças de morte, situações de risco e situações insalubres por onde passam. Muitas vezes essas situações de stress vividas pelos ACS no ambiente de trabalho acabam causando em alguns profissionais, doenças adquiridas durante a vida laboral. “Sintomas de estresse em equipes de saúde da família foram identificados em estudo selecionado, sendo o ACS umas das categorias profissionais em maior situação de risco para desenvolverestresse.Os sintomas físicos do estresse mais relatados forama tensão muscular, sensação de desgaste físico e insônia; ( ... ) Sentimentos de medo também são fatores vivenciados pelo ACS. Este profissional testemunha situações perigosas nas quais presenciamdesrespeito a outros, infração de normas e até violência doméstica”. (p.666 • Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2012 dez; 20(esp1):661-7) 2. CONCEPÇÃO GERAL O público alvo que pretendemos alcançar com esse documentário é muito amplo, já que é sobre um profissional que trabalha com a população carente, com a classe média e algumas vezes até com pessoas de maior poder aquisitivo. É um assunto de interesse das comunidades que são diretamente assistidas pelo PSF, pela comunidade Escolar, já que o ACS trabalha no PSE (Programa de Saúde nas Escolas) junto com a equipe, Associações de Moradores, grupo de idosos, adolescentes, usuários do SUS, Projeto CURTA SUS que utiliza o cinema como estratégia de promoção a saúde. Percebemos também durante a realização deste documentário que a imprensa confunde os cargos de ACS e ACE, quando durante divulgações de matérias relacionadas aos cargos era atribuída ao ACS a função do ACE, tivemos cada vez mais a certeza de que seria interessante mostrar, através deste documentário, a diferença entre essas funções e as atribuições de cada um, além de mostrar o trabalho do ACS, que muitas vezes é injustiçado por alguns que não entendem a importância deste profissional ou acham que a única função do mesmo é “caçar mosquito da dengue”, como foi observado na pesquisa do projeto.
  11. 11. 13 A escolha dos entrevistados foi minuciosa, já que temos mais de oitocentos ACS no município de Aracaju e 309 no município de Nossa Senhora do Socorro, todos com qualidades, habilidades e histórias interessantes para contar no documentário, mas, durante a matéria Elaboração de Projetos, fomos orientadas a reduzir o número de entrevistados, já que tínhamos escolhido 12 pessoas, com esse número de entrevistados o documentário seria um longa, e não tínhamos estrutura financeira para levar adiante as gravações, era preciso afunilar a pesquisa. Além de ter 75 municípios com ACS pertencentes ao Programa Saúde da Família, num total de 4324 ACS, optamos por Aracaju e N. Sra do Socorro por ser próxima a sede do Estado. Entrevistamos Carlos Augusto (Real Marriow), nome artístico ao qual gosta de ser chamado, poeta, líder de movimento negro, educador, representante do conselho local de saúde; Antonio Carlos - Assistente Social, Educador Social e Professor; Ubiracy Suassuna – Universitário; Arnaldo Santana - Diácono; Fernanda Almeida - Universitária do Curso de Audiovisual e Roberto Silva – representante do SACEMA, ACE, Universitário dos cursos de Direito e História. A abordagem foi feita pela equipe durante seis dias de filmagem, intercalados, onde alguns foram entrevistados em suas áreas de atuação onde conhecemos e filmamos alguns pontos principais dessas áreas. Decidimos que na abordagem não entrevistaríamos usuários, pacientes ou moradores, por se tratar de um registro da vida do ACS, a estratégia foi eles, falando deles para nós, percebemos também se tratar de um documentário sobre um assunto, pouco explorado, já que só tivemos conhecimento de um documentário parecido. Usamos também imagens de arquivos pessoais de alguns ACS para ilustrar algumas situações. 2.1–Proposta de direção de fotografia A fotografia do documentário foi seguida de acordo com o que a diretora havia planejado. Ângulos e enquadramentos já tinham sido decupados tanto quanto as localidades estavam planejadas. A questão agora seria pensar na composição da imagem através do ambiente/entrevistado que mostrassem de maneira satisfatória o que a diretora queria passar. As maiores dificuldades estiveram nas seguintes colocações:
  12. 12. 14 1.Uma pequena dificuldade de interação e manuseio da Filmadora SonyHDV 1080 DVCAM 3CMOS, no primeiro dia, por ser um equipamento até então desconhecido para a diretora de fotografia, o que justifica alguns erros de enquadramento e cor nos primeiros dias. 2.O tripé portado com um problema em uma de suas pernas de apoio. 3.Nas imagens adquiridas dentro dos veículos automobilísticos, encontrando problemas de tremulação da imagem e vazamento do para-brisa do carro no enquadramento, pelo fato da câmera ser grande e pesada o bastante para apoiar no veículo restando apenas a opção de apoiar no corpo. 4.Falta de equipamentos que compensassem a exposição da luz. Por outro lado, trabalhar na fotografia para documentário foi bastante confortante por não ter a mesma rigidez que o cinema pede, permitindo trabalhar com a crueza das imagens, buscando traçar os pontos de vista dos entrevistados através dos ângulos escolhidos. Os ângulos foram trabalhados de acordo com as particularidades de cada pergunta. Do plano médio, ao plano próximo para os entrevistados, até os planos gerais e conjuntos dos ambientes estabelecidos. Por fim, a busca pela composição da imagem por outros pontos de vista também foram totalmente prazerosos como, por exemplo, as imagens que adquirimos dos pontos altos da cidade. 3. PROCESSO DE REALIZAÇÃO 3.1 Pré-produção Em Maio começamos a pedir ajuda aos nossos colegas de curso para formar a equipe do nosso documentário. Tivemos o apoio de Ely Daisy na Direção de Fotografia, ela nos ajudou bastante. O técnico da UFS (Universidade Federal de Sergipe), Sr.Manoel, passou algumas dicas para ela e para o restante da equipe. Ele ensinou como operar a câmera para termos uma boa qualidade na imagem, apesar das dicas que foram dadas, tivemos alguns problemas com o fundo de algumas imagens estouradas, mas acabou se resolvendo.
  13. 13. 15 Para assistentes de Direção de Fotografia contamos com Wolney do Rosário e Luan José, eles se revezavam durante as filmagens. Natally Janielle foi a responsável pela captação de áudio e Acsa Lysley foi sua microfonista. Luana Araujo ajudou na produção e Thaís Ramos na direção, dessa forma conseguimos montar a nossa equipe de produção. Com a equipe já formada, agora era a vez de agendar as datas das gravações de acordo com a disponibilidade de todos os entrevistados. No dia 26 de Maio marcamos uma reunião com toda equipe e nosso Orientador, onde ficaram definidas as datas das gravações: 03,04,05,09,10 e 16 de Junho. No decorrer das gravações tivemos que mudar algumas datas por causa dos imprevistos que aconteceu, um dos entrevistados adoeceu, tivemos que remarcar. Não tínhamos o transporte para o deslocamento da equipe para gravação de um dos entrevistados no Mosqueiro, então ficaram assim: 03,04,10,11,18,20,e 27 de Junho. Com a ajuda do nosso orientador organizamos todos os documentos necessários para finalmente iniciar as gravações. Antes de começar as gravações fomos para Nossa Senhora do Socorro pedir a liberação da entrevistada Fernanda Almeida, funcionária pública daquele município, também estivemos na Prefeitura Municipal de Aracaju pedindo a liberação dos outros cincos funcionários que seriam entrevistados. Conseguimos todas as autorizações para o uso de imagem dos entrevistados. Depois das autorizações liberadas, decidimos procurar apoio financeiro para ajudar nas realizações das filmagens e com outras despesas que surgissem, mas não conseguimos nada, então decidimos por conta própria criar um orçamento do que seria usado e dividir as despesas, chegamos a gastar,mais ou menos,R$ 200,00 (duzentos reais). O único apoio que recebemos foi o transporte cedido pela UFS para irmos gravar no Mosqueiro/Aracaju, foi uma grande ajuda, porque não tínhamos mais como pagar um transporte para 10 pessoas. No dia 31 de Maio, a Diretora Edelde foi conhecer as locações no Mosqueiro, local onde aconteceria a entrevista com Ubiracy Suassuna. Já no dia 03 de Junho, o nosso colega Wolney do Rosário se propôs a pegar os equipamentos de filmagens cedidos pelo NPD(Núcleo de Produção Digital), que nos concedeu o Boom e Shotgun e na UFS a filmadora Sony HDV 1080 DVCAM 3CMOS, o gravador H4N Handy Recorder(configuração de 44.1/16), rebatedor e tripé. Com todos os equipamentos
  14. 14. 16 em mãos, equipe reunida, entrevistados confirmados e perguntas formuladas, finalmente iniciamos nosso primeiro dia de gravação. 3.2 Produção No dia 03 de Junho ocorreram as primeiras gravações com os entrevistados. Marcamos com a equipe e com os entrevistados Reall Mariow e Antônio Carlos na praça do Siqueira Campos em Aracaju. Lá nós começamos a captar algumas tomadas da praça que nos serviriam de imagens de cobertura para quando os entrevistados estivessem falando sobre o local. Terminando as tomadas na praça, decidimos gravar na ponte com o entrevistado Reall Mariow. A fotografia do entrevistado ficaria perfeita de lá de cima, mas aconteceram alguns imprevistos, como estava fazendo bastante sol acabou estourando a imagem, usamos o rebatedor para amenizar a luz, mas não deu muito certo, não desistimos da primeira cena ser gravada no sol, para exatamente mostrar que a realidade do ACS é essa, já que ele trabalha no sol ou chuva diariamente, outro imprevisto que ocorreu foi com a captação de áudio, como os ventos estavam fortes acabaram atrapalhando. Decidimos então continuar com a entrevista no antigo mercado de lá. Antes de começar a gravar no mercado, fizemos algumas imagens na ponte para serem usadas como coberturas. Já no mercado toda equipe se organizou para encontrar um melhor ângulo para as entrevistas, como havia pessoas trabalhando neste momento tivemos o maior cuidado para nada atrapalhar. O entrevistado Reall Mariow continuou sua entrevista, em seguida foi a vez do entrevistado Antônio Carlos. No dia seguinte, 04 de Junho, fomos gravar uma manifestação dos Agentes em frente a Prefeitura de Aracaju, onde reivindicavam melhorias salarial e melhores condições de trabalho. Neste dia tivemos o apoio de Luan José, Assistente de Fotografia, ele foi o responsável para gravar as entrevistas de alguns agentes que estavam protestando, entre eles, Vinícius Ribeiro e Lenilson Xavier. Não tivemos problemas com a captação de áudio, já que queríamos bastantes ruídos do local. Fizemos algumas imagens de cobertura do local, não tivemos como gravar mais devido ao problema que tivemos com o cartão de memória que encheu, e como só tínhamos um naquele momento as gravações tiveram que ser encerradas.
  15. 15. 17 No terceiro dia de gravações que ocorreram no dia 10 de Junho, o nosso entrevistado foi Roberto Silva, as gravações dessa vez aconteceram nas instalações da Universidade Federal de Sergipe, no laboratório de fotografia. Não usamos boom, porque houve atraso de transporte, foi captado o áudio com o gravador H4N. As gravações foram feitas no prédio da UFS, porque o estúdio de TV está interditado e não havia condições de uso. No dia seguinte,11 de Junho, marcamos com a nossa equipe na Rodoviária Nova, de lá fomos para o Bairro São Carlos em Aracaju para encontrar o entrevistado Arnaldo Santana. No primeiro momento a entrevista seria feita na área que ele trabalha, mas devido a falta de segurança decidimos gravar em um condomínio na mesma localidade, por ser mais seguro para equipe. As gravações foram tranquilas, não tivemos nenhum imprevisto. Foi possível neste dia usar vários planos na filmagem, para diferenciar das outras entrevistas. No dia 18 de Junho, Fernanda Almeida foi a nossa penúltima entrevistada, a gravação foi realizada no auditório do DCOS(Departamento de Comunicação Social) na UFS, onde pudemos captar uma excelente fotografia, pois o local possui janelas com fundo para árvores. O áudio foi captado com o gravador H4N, não foi necessário utilizar o boom. No dia 20 de Junho, fomos com Wolney para o Conjunto Jardim/ Nossa Senhora do Socorro, gravar imagens em movimento para serem utilizadas na abertura do documentário e como imagens de cobertura da entrevistada Fernanda Almeida. A última entrevista foi realizada no dia 27 de Junho, no Mosqueiro com Ubiracy Suassuna, gravamos no Bar Pantanal cedido pela proprietária e na beira do rio Santa Maria. Além da entrevista, fizemos imagens em movimento dentro do carro e cenas panorâmicas do local. A entrevista ocorreu normalmente. Finalizamos as nossas gravações no Bairro Siqueira Campos em Aracaju, como tivemos pouca área de cobertura para os entrevistados Reall Mariow e Antônio Carlos, resolvemos captar mais. Dessa vez usamos a câmera fotografica T3I CANNON, por ser mais fácil de manusear.Escolhemos a praça central do bairro, por ser o ponto principal do local. Ao chegar na Igreja local, pedimos permissão para filmarmos do alto da torre. O pároco da localidade autorizou, e a Diretora de Fotografia fez as imagens.
  16. 16. 18 Em seguida, fomos para Biblioteca Pública Clodomir Silva e pedimos para gravar de lá, por ser alta e proporcionar imagens com um plano aberto do bairro. Apesar de todos os imprevistos que tivemos durante o período de gravações, como a falta de apoio fianceiro, problemas com a luz natural e o cancelamento de entrevistas, contamos com uma excelente equipe que nos apoiou em tudo e deram o seu máximo para a realização desse trabalho. 3.3 Pós-produção Edição e finalização Antes de dar início a edição, tivemos um imprevisto, não tínhamos como descarregar o cartão de memória, o leitor da UFS (Universidade Federal de Sergipe) estava quebrado e ninguém tinha outro, o jeito foi pagar para descarregar. Passado esse pequeno empecilho, finalmente foram feitas as seleções das imagens que seriam utilizadas. No dia 17 de Julho começou a edição, tivemos o apoio da editora do DCOS (Departamento de Comunicação Social) da UFS, Lu Silva, durante quatro encontros ela fez o copião, sincronizou o áudio e fez os primeiros cortes. Como ela estava bastante ocupada com outros trabalhos, tivemos que trocar de editor. Durante os meses de outubro, novembro e início de dezembro contamos com a ajuda do editor do DCOS da universidade, Américo Silva, ele foi o responsável por todo o resto da edição e finalização do filme. Passamos para ele como queríamos cada bloco no qual os entrevistados apareceriam, o nosso orientador também deu sugestões, principalmente em relação aos ruídos que estavam faltando. Foi necessário cortar várias falas devido ao tempo, para amenizar a passagem de uma entrevista para outra foram acrescentados alguns efeitos e na abertura foi inserida uma trilha sonora. Todo esse processo foi feito no Adobe Premiere. Gravamos também na rádio UFS, o áudio do poema escrito por Real Marriow, exclusivamente para o documentário, para a voz da narração tivemos o apoio do estudante e radialista da universidade, Helder Santos, este áudio foi utilizado na abertura do documentário. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  17. 17. 19 Produzir um documentário sobre os ACS, num momento em que está em discussão no país o reconhecimento dessa profissão, pouco conhecida pela sociedade, foi uma experiência bastante inovadora e positiva, pois acreditamos que conhecendo melhor o trabalho desses profissionais uma maior parte da população vai apoiar e facilitar o acesso deles as residências, já que muitos ainda acreditam ser o ACS apenas um caçador de mosquito, ou desnecessário na área, só dando valor quando precisa da intervenção dele para resolver algum problema. Durante o processo de pesquisa que começou na disciplina “Elaboração de Projetos Experimentais” em 2012 e também no processo de filmagens, pudemos perceber que os ACS estão mais unidos, mais esclarecidos com auta estima elevada e vendo a oportunidade de finalmente ser reconhecido pelo seu trabalho de grande valor para as comunidades. Ainda há muito para alcançar, mas o mais importante é que os ACS estão se organizando em grupos espalhados por todo país e através dos meios de comunicação e acesso a internet, conseguem tornar esse sentimento de união harmônico nacionalmente. Durante a pesquisa pudemos presenciar congressos, reunião com ACS de outros Estados e na mesma sintonia. Com o documentário pronto pretendemos fortalecer esse sentimento de união, troca de experiências entre ACS do Estado de Sergipe, promovendo exibições em vários municípios e incentivando uma reflexão entre eles. Também queremos exibir o documentário em vários setores da sociedade, para que assim eles tomem conhecimento que podem ter no ACS um amigo, pronto para ajudar nos encaminhamentos para a solução de vários problemas. Um ACS comprometido é um desatador de nós.
  18. 18. 20 REFERÊNCIAS AZEVEDO, Joana da Silva; WHITAKER DALMASO, Ana Sílvia. O agente comunitário de saúde e suas atribuições: os desafios para os processos de formação de recursos humanos em saúde. Revista Interface – Comunic, Saúde, Educ, v.6, n.10, fev 2002. Disponível em: <http://www2.fm.usp.br/cedem/did/atencao/debates1.pdf>. HENRIQUES CAMELO, Silvia; GALON, Helena Tanyse; PALUCCI MARZIALI, Maria Helena.Formas de adoecimento dos ACS.Revista. Enfermagem UERJ, Rio de Janeiro, dez.2012. Disponível em: <http://www.facenf.uerj.br/v20nesp1/v20e1a19.pdf>. Nichols, Bill. Introdução ao Documentário. Tradução Mônica, Saddy Martins. Campinas. SP: Papirus, 2005.– (Coleção Campo Imagético) Gauthier, Guy. O documentário: Um outro cinema. Tradução Eloisa Araújo Ribeiro. Campinas, SP: Papirus, 2011. – (Coleção Campo Imagético)
  19. 19. 21 FICHA TÉCNICA: Produtor: Noel Carvalho Direção: Dedinha Ramos Assistente de Direção: Thaís Ramos Direção de Produção: Ediclei Costa Dedinha Ramos Assistente de Produção: Luana Araújo Direção de Fotografia – Ely Daisy Assistentes de Direção de Fotografia: Wolney do Rosário Luan Zé Captação de áudio – Natally Janielle Microfonista – Acsa Lysley Edição: Américo Silva Lu Silva ENTREVISTADOS: Antônio Carlos Arnaldo Santana Fernanda Almeida Lenilson Xavier Reall Mariow Roberto Silva Ubiracy Suassuna
  20. 20. 22 Vinícius Ribeiro Participação: Simone Santos de Freitas Andrade – ACE da UBS Edézio Vieira de Melo Anderson Lima Batista - ACE da UBS Edézio Vieira de Melo Maria Helena Souza Dantas - ACE da UBS Edézio Vieira de Melo Trilha Sonora: Trilha incidental The Creek – TopherMohr e Alex Elena FICHA TÉCNICA DA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL - CURTAMETRAGEM Título: Nós, Agentes de Saúde Ano de produção: 2014 País de origem: Brasil Duração:25:32 Classificação: Livre Gênero: Documentário Direção: Dedinha Ramos Roteiro: Dedinha Ramos e Ediclei Costa dos Santos Professor Orientador: Professor Drº Noel Carvalho Santos Estabelecimento de ensino: Universidade Federal de Sergipe
  21. 21. 23 Intervenções: Narração: Helder Santos Poesia: ACS – Real Marriow Todos os dias eles adentram os seus lares As suas angústias, tristezas e dificuldades. Eles a deixam em casa. Estão sempre sorridentes, mesmo estando triste. É um soldado em constante batalha De um exército na imensidão da luta diária Sempre combatendo e prevenindo todo tipo de doença É um amigo na comunidade, quase irmão. Sempre presente e pronto a estender a mão Conhece um a um por nome, sobrenome ou apelido. Cuidou de seu José e dona Maria, que hoje jaz! Hoje cuida de Valéria e seu bebê que está para nascer Ele é um pouco de tudo, só não é reconhecido como deveria. Às vezes faz ou é um pouco de tudo? Médico, enfermeiro, psicólogo, reconciliador, assistente social, parteiro e muito mais. Nas suas visitas domiciliares problemas, dúvidas e ansiedade são compartilhadas. É um verdadeiro confidente e às vezes paga um alto preço por isso. Por muitos são ignorados, por alguns são mal compreendidos e pelas minorias elogiadas. Ser ACS é antes de tudo ser alguém que se identifica com o que faz em todos os sentidos em sua própria comunidade.
  22. 22. 24 Nosso trabalho tem como foco principal contribuir para a boa qualidade de vida das pessoas, da comunidade que é o espaço onde todos vivem. ROTEIRO NÓS, AGENTES DE SAÚDE (Edelde Santos Ramos e Ediclei Costa dos Santos) CENA 1 – ABERTURA/LETREIRO Aparece vídeo com nome da Universidade Federal de Sergipe. CENA 2– VOZ OFF/TELA ESCURA Ouve-se voz do radialista Helder Santos, narrando o poema ACS. CENA 3 - ABERTURA/EXT/SAÍDA DE ARACAJU/DIA Câmera na mão dentro de um carro em movimento, mostra a paisagem enquanto aparece o nome do documentário. CENA 4– INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA Apresentação da entrevistada Fernanda Almeida, 26 anos, Plano médio, cena gravada no auditório da UFS. CENA 5 – EXT/ENTRADA DE ARACAJU/DIA Câmera na mão, dentro de um carro em movimento, mostra a placa que divide os municípios de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro. CENA 6 – EXT/UBIRACY SUASSUNA/DIA Apresentação do entrevistado Ubiracy Suassuna, 44 anos, Plano Médio, cena gravada no Mosqueiro.
  23. 23. 25 CENA 7 – EXT/ESTAÇÃO FERROVIÁRIA/DIA Grande Plano Geral fazendo uma panorâmica da divisa dos bairros Siqueira Campos e Getúlio Vargas. CENA 8 – INT/ANTONIO CARLOS/DIA Apresentação do entrevistado Antonio Carlos, 34 anos, Plano Médio, cena gravada no Mercado Municipal de Aracaju, bairro Siqueira Campos. CENA 9 – EXT/CARLOS CARLOS AUGUSTO - “REAL MARRIOW”/DIA Apresentação do entrevistado Real Marriow, 52 anos, Plano Médio, cena gravada na Ponte da antiga Estação Ferroviária de Aracaju, em seguida aparece imagem de arquivo, lançamento do livro Obaobá no SESC. CENA 10 – EXT/ARNALDO SANTANA/DIA Apresentação do entrevistado Arnaldo Santana, 43 anos, Plano Americano, cena gravada no bairro Olaria. CENA 11 – INT/ROBERTO SILVA/DIA Apresentação do entrevistado Roberto Silva, 41 anos, plano médio, cena gravada no estúdio de fotografia da UFS. CENA 12 – EXT/BAIRRO SIQUEIRA CAMPOS/DIA Grande Plano Geral do bairro Siqueira Campos, Aracaju, com movimento panorâmico da câmera, gravado da torre da igreja N. Sra de Lourdes. CENA 13 – INT/ ROBERTO SILVA/DIA Plano médio, entrevistado Roberto, fala sobre a diferença entre ACSe ACE, em seguida, voz off de Roberto, mostrando cena EXT/DIA na praça do bairro Siqueira Campos de ACE trabalhando. CENA 14 – INT/ANTONIO CARLOS/DIA O entrevistado fala sobre os problemas da área dele, Plano Médio, em seguida aparece cenas Grande Plano Geral do bairro Siqueira Campos, câmera na mão imagem panorâmica, e imagens, câmera na mão da rua Bahia. CENA 15 – INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA
  24. 24. 26 A entrevistada fala da sua área, aparece cenas externas, em movimento, da área dela no conjunto Jardim em Nossa Sra. do Socorro. CENA 16 – EXT/BAIRRO SÃ CARLOS/DIA Imagens do bairro, câmera na mão, em movimento. CENA 17 – EXT/ARNALDO SANTANA/DIA Câmera lateral esquerda, plano médio, entrevistado fala sobre programas desenvolvidos na área, em seguida aparece imagens do bairro São Carlos, câmera na mão em movimento, com voz off do entrevistado CENA 18 – INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA Entrevistada fala sobre suas prioridades no trabalho, Plano Médio. CENA 19 – EXT/UBIRACY SUASSUNA/DIA Entrevistado fala sobre características da área dele, Plano Médio, câmera lateral esquerda, em seguida aparece cena de câmera na mão, em movimento, mostrando área dele no bairro Mosqueiro, volta imagem do entrevistado que fala sobre problemas na comunidade, voz off do entrevistado, aparece imagem panorâmica do local, volta para o entrevistado. CENA 20- INT/ANTONIO CARLOS/DIA Plano Americanodo entrevistado falando de projetos desenvolvidos no trabalho, voz off, aparece imagem panorâmica externa do bairro Getúlio Vargas, voz off de Reall que começa a falar nos problemas da comunidade dele. CENA 21 – EXT/REALL MARRIOW/DIA Começa com Panorâmica, Plano Geral da Praça do Siqueira Campos, Aracaju, voz off de Reall, falando dos problemas dessa localidade, em seguida aparece Reall, Plano Médio. CENA 22 – EXT/ARNALDO SANTANA/DIA Entrevistado fala sobre as dificuldades encontradas pelos ACS. CENA 23 - EXT/PRAÇA DO SIQUEIRA CAMPOS/DIA Aparece imagem da Praça, zoom out da igreja seguida de uma panorâmica. CENA 24 – INT/REALL MARRIOW/DIA Entrevistado Reall, Plano Geral, conta qual o caso mais difícil que aconteceu na sua área.
  25. 25. 27 CENA 25 – INT/ANTONIO CARLOS/DIA Entrevistado fala qual o caso mais complicado que aconteceu na sua área. Plano Médio. CENA 26 – INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA Entrevistada Fernanda conta qual o caso que mais impressionou nesses poucos meses de trabalho como ACS. Plano Médio. CENA 27- EXT/UBIRACY SUASSUNA/DIA Entrevistado fala sobre dificuldades na sua área, Plano médio, continua voz off dele, aparece área do Mosqueiro, câmera na mão, em movimento, volta para o entrevistado, plano médio, continua com voz off, aparece imagens do Mosqueiro, zoom out da Ponte Joel Silveira. CENA 28 – EXT/ARNALDO SANTANA/DIA Entrevistado, plano médio, câmera lateral direita, fala sobre o caso mais complicado da sua área. CENA 29 – EXT/CENTRO ADMINISTRATIVO DE ARACAJU/DIA Câmera faz um plano geral na manifestação dos ACS e ACE, mostra carro de som, música do carro de som é ouvida, câmera faz uma panorâmica na manifestação. CENA 30 – EXT/VINICIUS RIBEIRO/DIA Plano Médio, entrevista com Vinícius Ribeiro, ACE, representante da categoria fala sobre manifestação. CENA 31 – EXT/LENILSON XAVIER/DIA Plano médio, entrevista com Lenilson Xavier, ACS que fala sobre a falta de incentivo dos gestores. CENA 32 – INT/ROBERTO SILVA/DIA Plano médio, entrevistado fala sobre as conquistas da categoria em 2014. CENA 33 – INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA Plano médio, entrevistado fala da importância, para ela, do ACS morar na área. CENA 34 – INT/ROBERTO SILVA/DIA Plano médio, entrevistado fala que a obrigatoriedade do ACS morar na área está ultrapassada. CENA 35 – EXT/CENTRO ADMINISTRATIVO DE ARACAJU/DIA
  26. 26. 28 Câmera dá um close na faixa da manifestação, em seguida chicoteia pela cena. CENA 36 – INT/REALL MARRIOW/DIA Close no entrevistado que fala seus sonhos e projetos. CENA 37 – INT/FERNANDA ALMEIDA/DIA Close na entrevistada que fala sobre sonhos e projetos. CENA 38 – EXT/ARNALDO SANTANA/DIA Câmera contra-plongée no entrevistado que fala seus sonhos. CENA 39 – INT/ROBERTO SILVA/DIA Entrevistado, plano médio, começa a falar de sonhos, zoom in, close. CENA 40 – INT/UBIRACY SUASSUNA/DIA Entrevistado, plano médio, fala de sonhos e políticas públicas. CENA 41 – Aparece na tela vídeos reduzidos em pequenos quadros, com imagens de arquivo, sobe os créditos.
  27. 27. 29

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