Importância da vinculação no primeiro ano de vida

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Importância da vinculação no primeiro ano de vida

  1. 1. Importância da vinculação nos primeiros anos de vida Sessão de esclarecimento aos pais Maria Adelaide Cruz
  2. 2. Nesta sessão, vamos falar de…
  3. 3. | 3 | Importância da vinculação nos primeiros anos de vida Efeitos devastadores da Segunda Guerra Mundial. Institucionalização e hospitalização de crianças. Feminização do trabalho. Novas configurações das famílias. Expansão da oferta de creches e jardins de infância. Em Portugal Lei da Adoção – período de «gestação». Parentalidade e alargamento da Licença Parental.
  4. 4. Vinculação – Os seres vivos de várias espécies, nos primeiros tempos de vida, permanecem junto da mãe (ou outro agente maternante), ligando-se através de fortes laços. Ainda antes do nascimento, mãe e bebé iniciam uma relação. Ser futura mãe e ser futuro pai é marcado por uma relação simbólica, um jogo de fantasia. | 4 | Importância da vinculação nos primeiros anos de vida A vinculação inicia-se durante o período de gravidez, sob a forma de representação, quando a mãe sente, «pensa» e «conversa» com o bebé.
  5. 5. Contributos da Etologia. Vinculação não é determinada pela necessidade de alimento. Determinantes são as necessidades de afeto e de vínculo social. | 5 | Importância da vinculação nos primeiros anos de vida Imprinting. Perto do primeiro ano a maioria das crianças já encontram outras figuras de vinculação. O vínculo com cuidadores, como amas e educadoras, não tem a qualidade do vínculo à mãe.
  6. 6. | 6 | Importância da vinculação nos primeiros anos de vida No 2º ano de vida inicia-se o processo de individuação. Individualidade e identidade. Tensão dialética entre processo de vinculação e processo de separação-individuação. «Situação Estranha». Três padrões de vinculação: segura, evitante e ambivalente (ou resistente). Importância das primeiras vinculações e influência nas relações futuras, em contextos como a creche. Hospitalismo. Qualidade do cuidador substituto (ou instituição de guarda).
  7. 7. Estabilidade, continuidade e consistência nos cuidados e serviços das creches. Condições de funcionamento deficientes, impreparação do pessoal, mudanças constantes deste ou outros problemas laborais, são fatores acumulados de risco nas creches. | 7 | Importância da vinculação nos primeiros anos de vida Qualidade do cuidador substituto (ou instituição de guarda). Vinculação no contexto de creche e jardim de infância. Fatores familiares são sempre os mais determinantes para o desenvolvimento. Relação família-creche (mesossistema).
  8. 8. Bibliografia Camarneiro, A. (2011). Vinculação pré-natal e organização psicológica do homem e da mulher durante a gravidez: relação com o tipo de parto e com a patologia obstétrica dos II e III trimestres de gestação. Tese de Doutoramento. Fac. de Psicologia, Universidade de Lisboa Figueiredo, B. (2003). Vinculação materna: Contributo para a compreensão das dimensões envolvidas no processo inicial de vinculação da mãe ao bebé. Revista Internacional de Psicologia Clínica y de la Salud, vol. 3, nº 3, 521-539, consultado em 18/11/2014, em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3696/1/Vincula%C3%A7%C3%A3o%20materna%20C ontributo%20para.pdf Fleming, M. (2005). Entre o medo e o desejo de crescer: psicologia da adolescência. Porto: Afrontamento Gomes-Pedro, J. (2004). O que é ser criança?: da genética ao comportamento. In Análise Psicológica (2004), 1 (XXII), p. 33-42, consultado em 18/11/2014, em http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-82312004000100004&script=sci_arttext Machado, T. S. (2009). Vinculação aos pais: retorno às origens. Psicologia, Educação e Cultura, XIII (1), 139-156, consultado em 20/11/2014, em https://eg.sib.uc.pt/bitstream/10316/15052/1/Vinc.retorn%C3%A0orig.PE%26C.2009.pdf Mata, I. (2005). Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. 1a. ed., 3a imp. Lisboa: Universidade Aberta Oliveira, M., & Cunha, M. (2007). Infância e desenvolvimento, consultado em 18/11/2014, em http://repositorio.esepf.pt/handle/10000/115 Papalia, D. E., Olds, S. W., & Feldman, R. D. (2006). Desenvolvimento humano. 8a. ed. Porto Alegre: Artmed. Tavares et al. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem. Porto: Porto Editora.

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