Turma 2005

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Turma 2005

  1. 1. Gravidez na Adolescência
  2. 2. O que é ? A gravidez na adolescência , como opróprio termo já define, consiste nagravidez de uma mulher que esteja naadolescência. Apesar de que aOrganização Mundial de Saúdeconsidere a adolescência como o períodode dez a vinte anos na vida de umindivíduo, cada país especifica a idade emque seus cidadãos passam a serconsiderados adultos (a chamadamaioridade legal) ainda podendo serinfluenciado localmente por factoresculturais.
  3. 3. A AdolescênciaA adolescência caracteriza-se por ser um períodode descoberta do mundo, dos grupos de amigos,de uma vida social mais ampla. Assim, a gravidezpode vir a interromper, na adolescente, esseprocesso de desenvolvimento próprio da idade,fazendo-a assumir responsabilidades e papéis deadulta antes da hora.O prejuízo é duplo: nem adolescente plena, nemadulta inteiramente capaz. A adolescência étambém uma fase em que a personalidade dajovem está se formando e, por isso mesmo, énaturalmente instável. Hoje, os meninos emeninas entram na adolescência cada vez maiscedo.
  4. 4. Factores Psicológicos e Contracepção A utilização de métodos contraceptivos não ocorre de modo eficaz na adolescência, e isso está vinculado inclusive aos factores psicológicos inerentes ao período pois a adolescente nega a possibilidade de engravidar e essa negação é tanto maior quanto menor a faixa etária; o encontro sexual é mantido de forma eventual, não justificando, conforme acreditam, o uso rotineiro da contracepção; não assumem perante a família a sua sexualidade e a posse do contraceptivo seria a prova formal de vida sexual activa . A gravidez e o risco de engravidar podem estar associados a uma menor auto-estima, ao funcionamento intra familiar inadequado ou à menor qualidade de actividades do seu tempo livre.
  5. 5. A falta de apoio e afecto da família, em umaadolescente cuja auto-estima é baixa, commau rendimento escolar, grandepermissividade familiar e disponibilidadeinadequada do seu tempo livre, poderiaminduzi-la a buscar na maternidade precoce omeio para conseguir um afectoincondicional, talvez uma família própria,reafirmando assim o seu papel de mulher, ousentir-se ainda indispensável a alguém.
  6. 6. DiscussãoA condição de vida das puérperas incluídas neste estrato,composto por maternidades públicas, caracteriza estapopulação como de baixa renda, baixa escolaridade epouca actividade remunerada exercida pelas mulheres.Ao criar a variável "grupos maternos" foi possívelidentificar que mães da mesma faixa etária, 20 a 34anos, pertencentes a grupos sociais semelhantes, sedistinguem quanto ao estilo de vida e outros factores deacordo com a experiência de terem sido ou nãogestantes na adolescência. Os achados deste trabalhoindicam que as puérperas de 20-34 anos comexperiência de gestação na adolescência apresentam ospiores indicadores de condições de vida. Camarano(1998) encontrou em seu estudo que as baixascondições de instrução e renda estão directamenterelacionadas com o maior risco de engravidar naadolescência.
  7. 7.  Em relação aos indicadores de estilo de vida, o grupo de puérperas de 20-34 com experiência de gestação na adolescência foi também o que apresentou os piores resultados, com maior prevalência de abortos anteriores, consumo de cigarros e de drogas ilícitas na gestação, confirmando a hipótese de se tratar de um grupo mais vulnerável no que tange ao aspecto do cuidado com sua própria saúde e do seu bebé. No estrato da pesquisa sob consideração, a maioria das mulheres entrevistadas não desejava ter engravidado, sendo a proporção ainda maior nos grupos de adolescentes e de 20-34 que engravidou na adolescência. Resultados concordantes foram encontrados em estudos com gestantes adolescentes por Monteiro .
  8. 8.  Os resultados obtidos mostraram que além de maior exposição a abortos, pior nível de escolaridade e ausência de emprego remunerado, as mulheres de 20-34 anos que foram gestantes na adolescência apresentam maior percentual de proles numerosas. Pode-se considerar que a cobertura do pré-natal foi relativamente satisfatória para o conjunto das puérperas, uma vez que apenas 6% das mulheres não foram assistidas e mais de 80% delas tiveram quatro ou mais consultas. Chama a atenção que no grupo de pior cobertura do atendimento pré-natal (0-3 consultas), as adolescentes se mostraram como o grupo de maior sensibilidade em relação ao baixo peso ao nascer e prematuridade, evidenciando um papel diferenciado do pré-natal nestas mulheres. Esse efeito desaparece quando cresce a frequência ao pré-natal.
  9. 9. ÍndiceO que é? - Pag. 1A Adolescência – Pag. 2Factores psicológicos e contracepção – Pag. 3e4Discussão – Pag. 5, 6 e 7
  10. 10. Trabalho realizado por:Samuel Barcelos Pessanha Turma: 2005

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