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SESI 339
Relações de Poder
O Poder se expressa nas diversas relações sociais, assim, pode-se falar, que onde
existem Relações de Poder, existe política. Por sua vez, a política se expressa nas diversas
formas de poder e pode ser entendida como a política relacionada ao Estado, como também,
em um sentido mais amplo, e não menos importante, em outras dimensões da vida social.
Existem 4 formas de poder nas organizações:
 Autoridade formal: Poder legítimo fornecido por lei, por tradição ou por carisma que
fornece aceito socialmente.
 Poder coercitivo: Imposição de vontade por ameaças e punições. A forma de poder mais
condenada socialmente e que mais provoca reações de oposição por parte dos
subordinados.
 Poder de recompensa: Poder de reforçar um comportamento com um recurso desejado.
Por exemplo, a recompensa pode ser dinheiro, tarefas de trabalho interessantes,
promoções, aumento de mérito, informações importantes, colegas amigáveis, aceitação no
grupo, posições de trabalho preferidas ou uma troca de favores.
 Poder de competência: Domínio de especializações, habilidades especiais, contatos,
clientes ou conhecimentos desejáveis para a execução de um determinado trabalho.
Dentre essas formas de poder, pode-se identificar 3 fatores que definem sua potência:
 Necessidade/Urgência
 Escassez
 Insubstituibilidade
Relações de Poder
Charles de Secondat, o barão de Montesquieu, afirmou que sem um princípio de contenção e equilíbrio de poder, o mundo está
constantemente em risco. Ficou mundialmente conhecido pelo seu princípio da Separação de poderes :
A separação de poderes deve ser em grau tal, que qualquer dos ramos pode operar sem restrições excessivas dos
outros, mas a interdependência entre eles também devem estar em grau tal, que um único ramo não possa excluir os
outros em suas decisões.
Max Weber afirmava que a política não se restringe ao campo institucional estatal e explicita claramente, que a política permeia
outras atividades da vida cotidiana:
"Hoje, nossas reflexões não se baseiam, decerto, num conceito tão amplo. Queremos compreender como política
apenas a liderança, ou a influência sobre a liderança, de uma associação política, e, daí hoje, de um Estado".
Então não se deve conceber que a fonte do poder político é unicamente o Estado, pois existem relações de poder em qualquer
relação de interesses entre dois ou mais sujeitos, sejam eles animais, pessoas ou entidades. Da mesma forma, poder não deve
ser visto como imposição de vontade, manipulação ou dominação, pois pode, e frequentemente é, ser delegado voluntariamente
por interesse de ambas as partes. Para Weber:
"Poder é toda chance, seja ela qual for, de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra a relutância dos
outros."
São os cidadãos que fornecem o poder às leis e consequentemente aos políticos e servidores públicos que são investidos com
poder pela lei em uma democracia. Quanto menor o acordo de vontade na concessão de poder, mais recursos são necessários
para mantê-lo e mais limitado seu poder de controle. Sendo assim, acordos são essencialmente um tipo de poder mais eficiente
do que coerção. Não se deve ver poder como uma relação vertical, para compreender poder político em toda sua amplitude é
necessário entender a função e características de cada um de seus participantes.
Poder Político
A Política de Aristóteles
Na filosofia aristotélica, a Política é a ciência que tem por objeto a felicidade humana e divide-se
em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita
(que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis). O objetivo de Aristóteles com sua Política é justamente
investigar as formas de governo e as instituições capazes de assegurar uma vida feliz ao cidadão. Por isso
mesmo, a política situa-se no âmbito das ciências práticas, ou seja, as ciências que buscam
o conhecimento como meio para ação.
Segundo Aristóteles:
"Vemos que toda cidade é uma espécie de comunidade, e toda ela se forma com vistas a
algum bem (o bem-comum) pois todas as ações de todos os homens são praticadas com vistas ao
que lhes parece um bem; se todas as comunidades visam a isso, é evidente que a mais importante de
todas elas e que inclui todas as outras tem mais que todas este objetivo e visa ao mais importante de
todos os bens; ela se chama cidade e é a comunidade política“
Uma das distinções feitas por Aristóteles é entre Natureza de escravo e escravidão. Pela Primeira ele se
refere aos homens que não pertencem a si-próprios, não tem propósitos e finalidades próprios, de modo que
buscam servir aos propósitos de outro. O sujeito em questão, portanto, encontra propósito servindo como
instrumento às finalidades alheias.
Já escravidão é a apropriação dos homens vencidos na guerra, por meio de força e violência, para submeter
os vencidos ao seus desejos e caprichos de modo coercitivo. Havia na Grécia da época de Aristóteles uma
lei, segundo a qual todo homem vencido na guerra tornava-se propriedade do vencedor.
A Origem da Política
A política é um instrumento importante de representação e democracia. A política surgiu na Grécia clássica,
juntamente com a criação da polis, a cidade-estado. A política estabeleceu as bases no mundo grego. Com o
passar dos séculos, a política se espalhou pelo mundo. Ela esteve presente nos grandes impérios mundiais,
como o Império Inca, por exemplo.
Ao longo da história, a política mudou muito até chegar à democracia, tipo de política que prevalece em países
ocidentais. De uma maneira geral, a política sempre foi considerada a arte da organização. A política teve
contribuições de pensamentos e ideologias de mestres como Nicolau Maquiavel, Montesquieu, Carl Marx, entre
outros nomes importantes. O termo política tem uma grande relação com a pluralidade, a justiça e a liberdade.
Maquiavel disse, em sua obra O Príncipe, que a política é a arte de conquistar e exercer o poder. Atualmente, a
política é vista como uma ciência.
Nos atuais regimes democráticos, a ciência política representa os interesses dos cidadãos no que diz respeito
aos assuntos públicos. A política se tornou popular graças à influência de Aristóteles, filósofo responsável pela
divisão do Estado e das formas de Governo.
Atualmente, a política é uma necessidade mundial. Todos os países do mundo têm suas leis e suas formas de
escolher representantes para seus governos. A política pode ter influências militares, ideológicas e religiosas.
No Brasil, a política desenvolvida tem como base a democracia, sistema político no qual os cidadãos escolhem
seus governantes pelo voto.
Integrantes do grupo.
 Nomes:
 Mateus Reis Nº22
 Mateus Gomes Nº23
 Gabriel Santos Nº11
 André Victor Nº05
 Alessandro Nº02
 Isaias Nº14
Fontes
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_de_poder
 http://elisaculturajovem.blogspot.com.br/2012/04/politica-surgiu-na-
grecia-classica-no.html
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_(Arist%C3%B3teles)

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Formas de poder e origem da política

  • 2. Relações de Poder O Poder se expressa nas diversas relações sociais, assim, pode-se falar, que onde existem Relações de Poder, existe política. Por sua vez, a política se expressa nas diversas formas de poder e pode ser entendida como a política relacionada ao Estado, como também, em um sentido mais amplo, e não menos importante, em outras dimensões da vida social. Existem 4 formas de poder nas organizações:  Autoridade formal: Poder legítimo fornecido por lei, por tradição ou por carisma que fornece aceito socialmente.  Poder coercitivo: Imposição de vontade por ameaças e punições. A forma de poder mais condenada socialmente e que mais provoca reações de oposição por parte dos subordinados.  Poder de recompensa: Poder de reforçar um comportamento com um recurso desejado. Por exemplo, a recompensa pode ser dinheiro, tarefas de trabalho interessantes, promoções, aumento de mérito, informações importantes, colegas amigáveis, aceitação no grupo, posições de trabalho preferidas ou uma troca de favores.  Poder de competência: Domínio de especializações, habilidades especiais, contatos, clientes ou conhecimentos desejáveis para a execução de um determinado trabalho. Dentre essas formas de poder, pode-se identificar 3 fatores que definem sua potência:  Necessidade/Urgência  Escassez  Insubstituibilidade
  • 3. Relações de Poder Charles de Secondat, o barão de Montesquieu, afirmou que sem um princípio de contenção e equilíbrio de poder, o mundo está constantemente em risco. Ficou mundialmente conhecido pelo seu princípio da Separação de poderes : A separação de poderes deve ser em grau tal, que qualquer dos ramos pode operar sem restrições excessivas dos outros, mas a interdependência entre eles também devem estar em grau tal, que um único ramo não possa excluir os outros em suas decisões. Max Weber afirmava que a política não se restringe ao campo institucional estatal e explicita claramente, que a política permeia outras atividades da vida cotidiana: "Hoje, nossas reflexões não se baseiam, decerto, num conceito tão amplo. Queremos compreender como política apenas a liderança, ou a influência sobre a liderança, de uma associação política, e, daí hoje, de um Estado". Então não se deve conceber que a fonte do poder político é unicamente o Estado, pois existem relações de poder em qualquer relação de interesses entre dois ou mais sujeitos, sejam eles animais, pessoas ou entidades. Da mesma forma, poder não deve ser visto como imposição de vontade, manipulação ou dominação, pois pode, e frequentemente é, ser delegado voluntariamente por interesse de ambas as partes. Para Weber: "Poder é toda chance, seja ela qual for, de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra a relutância dos outros." São os cidadãos que fornecem o poder às leis e consequentemente aos políticos e servidores públicos que são investidos com poder pela lei em uma democracia. Quanto menor o acordo de vontade na concessão de poder, mais recursos são necessários para mantê-lo e mais limitado seu poder de controle. Sendo assim, acordos são essencialmente um tipo de poder mais eficiente do que coerção. Não se deve ver poder como uma relação vertical, para compreender poder político em toda sua amplitude é necessário entender a função e características de cada um de seus participantes. Poder Político
  • 4. A Política de Aristóteles Na filosofia aristotélica, a Política é a ciência que tem por objeto a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis). O objetivo de Aristóteles com sua Política é justamente investigar as formas de governo e as instituições capazes de assegurar uma vida feliz ao cidadão. Por isso mesmo, a política situa-se no âmbito das ciências práticas, ou seja, as ciências que buscam o conhecimento como meio para ação. Segundo Aristóteles: "Vemos que toda cidade é uma espécie de comunidade, e toda ela se forma com vistas a algum bem (o bem-comum) pois todas as ações de todos os homens são praticadas com vistas ao que lhes parece um bem; se todas as comunidades visam a isso, é evidente que a mais importante de todas elas e que inclui todas as outras tem mais que todas este objetivo e visa ao mais importante de todos os bens; ela se chama cidade e é a comunidade política“ Uma das distinções feitas por Aristóteles é entre Natureza de escravo e escravidão. Pela Primeira ele se refere aos homens que não pertencem a si-próprios, não tem propósitos e finalidades próprios, de modo que buscam servir aos propósitos de outro. O sujeito em questão, portanto, encontra propósito servindo como instrumento às finalidades alheias. Já escravidão é a apropriação dos homens vencidos na guerra, por meio de força e violência, para submeter os vencidos ao seus desejos e caprichos de modo coercitivo. Havia na Grécia da época de Aristóteles uma lei, segundo a qual todo homem vencido na guerra tornava-se propriedade do vencedor.
  • 5. A Origem da Política A política é um instrumento importante de representação e democracia. A política surgiu na Grécia clássica, juntamente com a criação da polis, a cidade-estado. A política estabeleceu as bases no mundo grego. Com o passar dos séculos, a política se espalhou pelo mundo. Ela esteve presente nos grandes impérios mundiais, como o Império Inca, por exemplo. Ao longo da história, a política mudou muito até chegar à democracia, tipo de política que prevalece em países ocidentais. De uma maneira geral, a política sempre foi considerada a arte da organização. A política teve contribuições de pensamentos e ideologias de mestres como Nicolau Maquiavel, Montesquieu, Carl Marx, entre outros nomes importantes. O termo política tem uma grande relação com a pluralidade, a justiça e a liberdade. Maquiavel disse, em sua obra O Príncipe, que a política é a arte de conquistar e exercer o poder. Atualmente, a política é vista como uma ciência. Nos atuais regimes democráticos, a ciência política representa os interesses dos cidadãos no que diz respeito aos assuntos públicos. A política se tornou popular graças à influência de Aristóteles, filósofo responsável pela divisão do Estado e das formas de Governo. Atualmente, a política é uma necessidade mundial. Todos os países do mundo têm suas leis e suas formas de escolher representantes para seus governos. A política pode ter influências militares, ideológicas e religiosas. No Brasil, a política desenvolvida tem como base a democracia, sistema político no qual os cidadãos escolhem seus governantes pelo voto.
  • 6. Integrantes do grupo.  Nomes:  Mateus Reis Nº22  Mateus Gomes Nº23  Gabriel Santos Nº11  André Victor Nº05  Alessandro Nº02  Isaias Nº14